Disclaimer: Tudo pertence a J

Disclaimer: Tudo pertence a J.K. dã, se tudo fosse meu... eu estaria rica.

Cap.1 – Cartas Esquecidas

Caminhava rapidamente pela rua no novo bairro bruxo. Passava pelos prédios, a maioria de dois andares, sem deter muita atenção.

Avistou, já bem perto, o prédio de seu apartamento, e viu que pela porta de entrada do acabara de passar alguém.

Correu, pois a porta quase fechava-se, subiu rapidamente os poucos degraus que davam acesso a portaria do prédio, ainda tempo de entrar sem precisar tirar as chaves de dentro de sua bolsa.

"Segura o elevador!" – gritou para a mulher de cabelos negros na altura dos ombros, que estava prestes a entrar no elevador.

"Ah! É você." – exclamou ela com desdém e apressou-se em entrar no elevador e fechar a porta.

"PANSY PARKISON! SUA MALDITA!"

"Bye-bye, Weasley." – acenou desdenhosamente, da janela retangular, com um sorriso de canto de boca, e Ginny dirigiu-lhe um gesto não muito delicado com o dedo.

Enquanto o elevador subia, Ginny apertava o botão freneticamente, vermelha de raiva, quase tão vermelha quanto seus longos fios ruivos. O elevador chegou após um tempo, entrou como um furacão. Apertou o botão do segundo andar e recostou-se a uma das paredes à espera.

Logo que saiu do elevador, andou até a porta do apartamento e abriu-a com força.

O apartamento era amplo. A porta dava para a sala, que tinha um sofá grande, várias poltronas, puffes coloridos, muitas almofadas de várias cores diferentes espalhadas pelo sofá e pela própria sala, uma mesinha de centro.

Uma varanda, do outro lado da sala, dava de frente a porta, iluminava o ambiente. E de lado da porta, uma cozinha americana com seu típico balcão comprido, onde fazia-se as refeições, sem paredes separando da sala.

Um longo corredor, entre a sala e a cozinha, levava outros cinco cômodos, quatro eram usados como quartos e um outro, o menor de todos, logo no inicio do corredor, era uma escritório, e fim do corredor, um banheiro.

"Vai matar quem hoje?" – perguntou brincalhona uma morena de cabelos castanhos e volumosos, sentada numa das poltronas, ao vê-la.

"Pansy!" – respondeu com severidade e soltou a bolsa na mesa de centro. – "Dá pra segurar a porta do elevador da próxima vez?" – reclamou repousando seu olhar em Pansy, que revirou os olhos.

"Era você? Nem tinha te visto." – desdenhou e levou um leve chute nas pernas assim que Ginny deitou-se no outro canto do seu mesmo sofá. – "Ai!"

"Dá próxima vez que me deixar lá embaixo, será mais forte." – ameaçou Ginny com um sorriso ao vê-la recolher as pernas.

"Ginny e seus modos nada femininos." – alfinetou Pansy.

"Melhor do que ser uma perua feito você."

"Falando em perua... Ginny, não vai se arrumar?" – questionou Hermione com um sorriso nos lábios, e sem tirar os olhos do livro que lia atentamente.

"Pra quê?"

"Ginny, você disse que sairia comigo hoje!" – exclamou uma loira vinda da cozinha, coberta de farinha dos pés a cabeça.

"Luna... Me diz que eu não preciso ir..." – choramingou Ginny, só então notando a presença dela na casa.

"Ir aonde?" – perguntou Pansy, endireitando-se no sofá.

"A festa de comemoração a nova coluna do jornal O Pasquim." – respondeu Hermione, apontando para o jornal encima da mesa de centro.

Pansy apurou-se para pegar e começou a ler. Enquanto Ginny se preparava para fazer sua melhor cara de coitada.

"Luna, eu não tenho a roupa."

"Eu consegui uma pra você! Está encima da sua cama." – respondeu Luna voltando à cozinha, com um sorriso enorme.

"E qual o problema?" – questionou Pansy após ler o anúncio da festa para a nova coluna que seria escrita por Luna, intitulada Seres estranhos, a verdade.

"Luna me odeia, esse é o problema." – choramingou ainda mais a ruiva, escondendo sua cara em uma das muitas almofadas.

"Ginny vai ir vestida de pena e Luna de jornal, simbolizando a nova coluna." – explicou Hermione, e junto com Pansy riu, gargalhou.

"Vai ser emocionante, seremos a primeira página do jornal no sábado!" – exclamou sonhadora a loira, saiu da sala sem se importar com as risadas delas.

"Luna você me odeia. E eu te odeio por isso." – declarou Ginny chorosa.

"Biscoitos somente a quem me ama." - Luna aparecera novamente na sala com uma bandeja cheia de biscoitos, e ofereceu a Pansy.

"Ei, eu sou mais sua amiga, eu quero biscoitos." – indignou-se a ruiva sentando-se ereta no sofá.

"Temos biscoitos e Luna para todos." – informou rindo e passando a bandeja para que ela se servisse.

"Luna! Os biscoitos são para o café amanhã! Me dá isso."

Hermione levantou-se e apressou-se para tirar a bandeja das mãos de Ginny, e deu-lhe um tapa para que soltasse o biscoito que estava prestes a comer.

"Mione, tem mais no forno e mais uma bandeja para assar, podemos comer um pouquinho." – explicou Luna apontando para o balcão da cozinha, e podia-se ver muito mais bandejas.

Hermione ficou pensativa durante alguns segundos sob os olhares das outras.

"Sendo assim." – deu ombros e comeu um dos biscoitos.

"Ei, eu que estava comendo." – Ginny pôs-se em pé e esticou sua mão até a bandeja.

"Es-ta-vaaa!" – Mione afastou-se com a bandeja nas mãos e comendo mais biscoitos, fugindo da ruiva.

"Os biscoitos eram para mim, primeiramente!" – exclamou Pansy também levantando-se, e indo atrás delas.

"Você quer? Toma." – Mione atirara com força um biscoito em cada uma, tentando fazer com que elas se afastassem.

"Ei! Ei! Ei! Meus biscoitos!"

Reclamava Luna, mas ninguém dava ouvidos, tentava contê-las, mas indignava-se a cada biscoito jogado ao chão. Os biscoitos que passara a tarde inteira preparando.

"Ei! Cuidado! Meus biscoitos! Eeeei!" – continuou reclamando, com o olhar perdido a cada biscoito jogado. – "Meus biscoitos! Ei!"

A loira então parou de repente, bufando. Tirou a varinha detrás da orelha, e murmurou um feitiço. As outras três ficaram paradas sentindo dor pelo corpo, como se tivessem uma cãibra.

"Meus biscoitos são feitos para comer e não para serem jogados no chão!" – brigou andando até Hermione e tirando a bandeja das mãos dela.

"Ai! Ai! Luna, tira esse feitiço, tá doendo tudo!" – pediu Mione com uma expressão contraída no rosto.

"Luna, eram só biscoitos! Deixa de ser neurótica com a sua comida!" – berrou Ginny tentando se mover, mas piorava a dor.

"Pra não dizer louca." – alfinetou Pansy não se importando com a dor. – "Aiiiiiiiii!" – e passou a se importar, fazendo Hermione e Ginny abafarem risadas.

"Aiiiiiiiii!" – berraram as duas ao que Luna as castigara por rirem.

"Repitam comigo: Comida é feita para comer e não para ser destruída." - ordenou a loira enfiando um biscoito na boca e ainda segurando sua varinha apontada para as outras.

"Ah qual é... aiiiiiiiiii!" – gritou Ginny que inventara de reclamar.

"Comida é feita para comer e não para ser destruída!" – disseram rapidamente as três em uníssono e a loira tirou o feitiço.

"Pansy, você não devia ter ensinado esse feitiço pra ela." – comentou Ginny atirando-se no sofá novamente, massageando suas costas.

"E eu ia saber que ela se voltaria contra nós se mexessem com a sua preciosa comida?" – questionou Pansy esticando-se para estalar as costas. – "Luna e sua neurose."

"Meninas! Shh.."

Hermione pedira silêncio e apontou para perto do corredor, e elas viraram o rosto para ver o que era. Luna estava parada a um canto fitando um biscoito no chão, parecendo murmurar algo.

"Meus biscoitos especiais, agora estão... contaminados, arruinados..." – choramingou ela agachando-se, terminando de comer o biscoito que tinha na mão.

"Luna, você está bem?" – perguntou Hermione agachando-se ao seu lado, sob os olhares atentos vindos de Ginny e Pansy, que espiavam do sofá. - "Olha, tem mais no forno." – informou colocando a mão nas costas da loira.

"Ah... é!" – exclamou e se pôs em pé. – "Oba!" – e sorriu maravilhada.

"Coisa de Luna." – murmuraram as três, trocando olhares e logo revirando os olhos, vendo-a saltitar até a cozinha.

--(Elas&Eles) --

"Sai daí, seu idiota!" – um grito pode ser ouvido do lado de fora da casa.

"Seu retardado!" – e mais um.

"Que maldição!" – e ainda outro.

E como sempre gritos nunca eram uma boa coisa naquela casa.

O moreno de cabelos negros e bagunçados, que estava parado na porta da casa, ouvindo-os, puxou a varinha das vestes e entrou.

Era uma casa de dois andares. No andar de baixo, o hall que tinha uma porta para a sala e a escada para o segundo andar, onde eram os quartos e banheiros. Ele entrou e subiu os primeiros degraus da escada, mas logo voltou a descê-los percebendo que os gritos vinham da sala.

"Qual é o seu problema?" – gritara um negro com cabelos ralos, sentando-se largado numa poltrona.

"Você é cego ou o quê, seu maldito?" – era a voz de um ruivo, descontrolado, sentando num canto do sofá ao lado da poltrona.

"Tinha que ser um imundo!" – vociferou um loiro, no outro canto do sofá, ao lado do ruivo.

"O que está acontecendo aqui?" – perguntou o moreno que acabara de entrar na casa, ainda com a varinha erguida.

"Final da copa de quadribol, Harry... MALDITO! Marcou mais um ponto!" – berrou o ruivo atirando uma almofada na televisão com imagem em preto e branco a sua frente.

"Ei, ei... cuidado com a tevê, Weasley! Não vá quebrar, é da minha bisavó!" – reclamou Blaise esticando-se e puxando todas as almofadas possíveis para seu colo.

"Blaise, desde quando você se harmoniza com objetos trouxas?" – perguntou o loiro com certa ironia, sem tirar os olhos da tela.

"Desde que possamos ver algo que preste, Draco." – respondeu, atirando-lhe uma almofada. – "E o que você faz assistindo esse objeto trouxa?"

"Vocês estão assistindo, só estou acompanhando." – explicou o loiro, nada convincente, recebendo mais almofadadas.

"Conta outra, Malfoy!" – disse Rony pegando uma das almofadas de Blaise e também atirando nele.

E Draco abaixou a cabeça, e a almofada voou até uma prateleira, derrubando um candelabro, fazendo um enorme barulho.

No susto, eles viraram o rosto até a prateleira para ver o estrago.

"Não foi minha culpa." – adiantou-se Rony na tentativa de se defender.

"Foi..." – começou Draco e notou a presença do moreno parado na entrada da porta. - "Ei, Potter, vai ficar aí parado?" – e ergueu uma sobrancelha, estranhando ele com a varinha em punho.

"Era só uma almofada, cara." – explicou o negro também estranhando aquele comportamento.

"Vocês estão bem?" - perguntou perplexo, guardando a varinha.

Tirou os óculos e limpou as lentes.

Voltou a colocar os óculos, e enxergou a mesma coisa. Aqueles três, que na maioria do tempo implicavam um com o outro, agora estavam sentados na sala em uma quase perfeita harmonia.

"Ah, você fala isso por causa do Weasley? Potter, ele sempre teve essa cara de doente esfomeado, mas foi culpa da infância pobre dele, sem dinheiro para nada." – ironizou o loiro com a voz arrastada voltando a assistir ao jogo e arrancando risadas de Blaise.

"Melhor do que ter dinheiro e não ter direito de entrar na própria casa, Malfoy." – retorquiu o ruivo voltando sua atenção também para jogo.

Harry sorriu, eles continuavam os mesmos, e começou a assistir o jogo, atirando-se numa outra poltrona.

"Pelo menos eu tenho uma casa própria, ao contrário da sua família que tem que pedir dinheiro para manter aquela toca de coelhos pobretões..." - replicou Draco com desdém fitando o ruivo.

"A discussão está interessante, sabe? Mas eu ainda queria ouvir o jogo." – Blaise reclamou aumentando o volume da televisão.

"Cala a boca, Blaise." – gritaram Rony e Draco em uníssono.

"Pelo menos eu tenho uma família que preste, Malfoy."

"Como se uma família imunda que nem a sua prestasse."

"Dá pra vocês calarem a boca?" – questionou Blaise irritado, atirando uma almofada em cada um.

"Não, Blaise." – berrou o ruivo, com as pontas das orelhas vermelhas de fúria. – "E saiba Malfoy..."

"Porque não vão discutir a relação em outro lugar." – mais uma vez Blaise interrompera, e Draco lançou uma almofada nele.

"Porque você não vai tomar lá naquele lugar, Blaise?"

E começaram a discussão aos berros, ficando em pé e prestes a sacar suas varinhas.

"É sempre assim, vocês sempre estão brigando feito idiotas!" – reclamou Blaise irritado.

"Idiota é você que se mete nas nossas conversas!" – adiantou-se Draco de braços cruzados fuzilando-os com o olhar.

"Conversas??" – indignou-se Blaise. - "Estão atrapalhando o jogo isso sim!"

"Quem está atrapalhando aqui é você, Zabini!" – retorquiu o ruivo apontando com o dedo para a cara do negro.

"Claro, atrapalhando os pombinhos!" – disse revirando os olhos.

Harry, geralmente se metia entre eles para acalmá-los, mas agora estava atento a algo que lhe chamou a atenção na televisão.

"O pomo." – murmurou Harry, ajoelhando-se em frente a televisão.

"Que pom..."

Os três pararam instantaneamente de falar e olharam para a tela, apressaram-se até a frente da televisão e agacharam-se.

"O-o POMO? ONDE?" – perguntou Rony percorrendo os olhos por toda tela.

"Ali, na direita daquele batedor!" – informou Harry apontando com o dedo o local exato.

"CORRE SEU IDIOTA, OLHA LÁ O POMO!" – berrou Blaise para o apanhador que continuava a girar no alto do campo.

"DROGA, O OUTRO VIU!" – Draco berrara, apontando para o apanhador do time contrário, a França.

"VAI SEU IDIOTA!" – os quatro gritavam para a tela enquanto o apanhador da Irlanda acabara de ver o pomo.

"Corre! Corre!" – continuavam gritando, agoniados, vendo o apanhador da Irlanda ir ganhando velocidade a cada segundo.

"ELE PEGOU!" – Rony gritou dando um pulo, ao que a Irlanda ganhara 150 pontos e vencia a copa.

"IRLANDA! UHUL!" – Blaise também pulara, assim como os outros, que comemoravam abraçados, pulando.

Até que Draco desvencilhou-se deles, e atirou-se no sofá.

"Sabem o que é melhor do que esse jogo?" – perguntou cheio de si.

"O quê, Draquinho?" – questionou Blaise.

"Blaise, já disse que não quero esses apelidos gay's que você inventa. Eu sei que você é gay, mas não precisam me associar a você." – retorquiu desdenhoso.

"Qual é, Draco? Não quer me assumir?" – brincou Blaise passando a mão nos cabelos platinados do loiro e arrancando risadas dos outros.

"Você tem problemas, você tem sérios problemas." – disse desvencilhando-se.

"Mas o quê é melhor que o jogo, Malfoy?" – perguntou Rony curioso, recostado no sofá.

"Quadribol. Blaise e eu contra Potter e você. Sonserinos contra Grifinórios. Então, o que me dizem?" – sugeriu erguendo a sobrancelha.

"Acho melhor não, você sabe muito bem onde essa história vai dar." – disse Harry acabando com os ânimos deles.

"Com medo, Potter?" – provocou o loiro.

Harry ficou quieto por alguns segundos, encarando-o.

"Nunca, Malfoy." – respondeu aceitando o desafio. – "Aliás, Blaise, achei esse bolo de cartas endereçadas a você." – acrescentou tirando uma pilha de cartas do bolso.

"Cartas? Pra mim?" – questionou o negro recebendo-as. – "Vamos ver."

Blaise abriu a primeira carta, passando seus olhos a cada palavra escrita. Sentou-se pesado no sofá, deixando a carta cair no chão.

Buscou pela segunda carta, leu-a rapidamente. Pegara a terceira, e passou as mãos na cabeça, nervoso. Na quarta, seus olhos arregalaram-se, as cartas se acumulavam no chão e ele seguia lendo as seguintes.

Os outros três tentaram arrancar alguma palavra do negro, mas ele continuava calado lendo, e sua reação a cada palavra escrita piorava a cada segundo.

Estava visivelmente nervoso e abismado.

"Blaise?" – chamou Draco ao término da última carta ao vê-lo com o olhar vago.

"Preciso de um porre." – foi a única coisa dita.

"Não Blaise, vamos jogar quadribol agora." – explicou Rony tentando levantá-lo da poltrona e recebeu um olhar de repreensão dos outros dois. – "O QUÊ?"

Harry e Draco pegaram as cartas atiradas no chão e rapidamente se puseram a ler. Enquanto isso Blaise caminhou até um armário, pegando uma, duas e três garrafas de whisky de fogo.

--(Elas&Eles) --

Nota da Autora: Vejo que aprovaram o trailer! E desse capítulo, o que acharam? O que será que tem nas cartas? Bom, sobre a Luna vestida de jornal devo os créditos a Gisele Weasley em sua fic: Bilhetes, foi dela a idéia, só peguei emprestada.

E vamos responder as reviews? Sim!

Assuero Racsama: Sim, eu sou doida! Incrível como sempre dizem isso! Os gritos nesse capítulo nem foram tantos, mas muitos ainda estão por vir! Espere só xD!

thais Weasley Malfoy: Que bom que gostou! E desse capitulo, deu pra dar uma risada?

Tahh Black: Marotos é tudo! Meio que foi inspirado neles... mas só um pouquinho mesmo. A Luna é tudo, eu me amarro nela, como me amarro em D/G! Bom, não sei realmente sobre os outros casais... tanta sugestão! Vai que a sua (R/H e P/B) entra na fic? Será?

Dessinha McGuiller: Oba! Espero que consiga acompanhar mesmo, porque muita coisa promete. Gostou desse capítulo, será que ficou com gostinho de quero mais?

Beca Malfoy: Fics assim virarem livros? Eu penso em transformar num seriado louco de tv! Imagina o sucesso?? Huahauha.

Gynny Malfoy: Ah... eu sei que ficou meio embolada aquela minha explicação na N/A anterior, mas te explico... DG é com certeza, é o carro-chefe da fic! Só os outros casais estão indefinidos. Alguma sugestão?

Srta. Thalita Black: Nossa, adorei as sugestões de casal! Com DG nem precisa se preocupar, porque se não fosse DG, eu nem conseguiria escrever... bom, demorou muito o cap1?

Gabiii: continuou curiosa? Adoro deixar algo no ar... xD

Biazinha Malfoy: ah, que bom que gostou! Tá att... foi aprovado esse cap?

Adara Black: Vou colocar ordenado os nomes do personagens quando tiver todos os casais acertados... foram tantas sugestões. Aliás, Blaise e Luna... que fofo! Será que eles vão combinar na fic? Só lendo os proximos cap's que estão por vir, não?

Thaty: continuado! xD

Deaatrin: Valeu pela sugestão, está guardada e será analisada com carinho! Foram tantas que até eu tenho duvidas do que colocar... xD

ana gabi: cap postado! Gostou?

Muito abrigada por lerem! E continuem com as sugestões dos casais, e não esqueçam que D/G é com certeza! E desculpem qualquer erro de ortografia e gramática, mas se tiver algum grotesco, me avisem pra ajeitar! Nada mais, então... beijos!