Feelings Immortals

Título: Feelings Immortals

Autora: Nymphia-chan

Censura: +18

Gênero: Romance, Lemon, Slash, Realidade Alternativa.

Avisos: Álcool, Homossexualidade, Nudez, Sexo, Shotacon, Violência, Tortura.

Sinopse: O que todos esperavam dele? Que fosse capaz de salvar a todos? Ele também se sentia frustrado e triste pela morte de Ginny, mas ele havia feito o máximo que pode.

Durante seu segundo ano em Hogwarts, Harry não consegue chegar a Câmara Secreta a tempo, levando ao falecimento de Ginny. Mesmo que houvesse tentado salvá-la, todos o culpam por não ter conseguido. Em meio tudo isso, Voldemort retorna na bela aparência do jovem Tom Riddle, com planos mais precisos e novas ordens para seus seguidores. A Segunda Guerra bruxa está prestes a ser iniciada, mas dessa vez o fim não será mais o mesmo.

Notas: Harry Potter não me pertence. Essa fanfic contem cenas de violência e sexo entre dois homens. Você foi avisado!


Capítulo Dois: Verdades e Segredos.

Petúnia Dursley estava vivendo seu maior pesadelo naquele exato momento. Sua casa estava cheia de bruxos e bruxas que andavam de um lado para o outro, vasculhando cada centímetro de sua casa, enquanto ela não podia fazer nada. Observou com desgosto mais do que evidente para o velho bruxo vestido com uma berrante veste purpura. Se olhares fossem capazes de matar, Albus Percival Wulfrico Brian Dumbledore teria caído morto há muito tempo, devido à forma enraivecido como Petúnia Dursley lhe encarava.

- Albus, nós não encontramos nada – falou por fim outro bruxo, esse de pele negra usando vestes azuis com bordados abstratos.

- Não é possível que alguém tenha simplesmente levado Harry, sem ao menos terem deixado uma única pista para trás – declarou Albus verdadeiramente irritado. Como alguém poderia simplesmente sequestrar Harry Potter de sua casa, sem que ao menos deixassem uma única pista.

- Infelizmente, não há nada – afirmou outra bruxa, essa muito mais extravagante do que os dois homens, com os cabelos em um tom roxo e a maquiagem em torno dos olhos um pouco pesada. Muito facilmente alguém poderia tomá-la como uma roqueira punk.

- Não compreendo – murmurou Albus andando de um lado para o outro na sala. – Essa casa possuía a proteção criada por Lilly Potter, às proteções não romperiam nem mesmo diante das mais poderosas maldições, até que Harry completasse a maioridade.

- O que faremos agora, Albus? – indagou o homem, olhando para o velho bruxo com ansiedade.

- Com toda a sinceridade, eu não Kingsley. A única coisa que nos resta a fazer, é pedir a Cornélio que mante uma ordem de revista a todas as casas de pessoas que foram acusadas de serem Comensais da Morte – falou Albus, tentando aparentar a maior calma possível, apesar de que seu interior queimava. Como ele poderia ter perdido sua maior arma daquele jeito?!

- Isso não será fácil. Muitos daqueles que foram acusados pertencem ao alto escalão do ministério, possuem muita influencia e facilmente vão tentar encontrar um modo para não cumprirem a ordem à revista – lembrou a bruxa séria, que apesar de jovem e ter iniciado o trabalho recentemente, conhecia muito bem como funcionavam as coisas no ministério.

- Por um bem maior, os meios que formos obrigados a utilizar não serão medidos, pois recuperar Harry Potter é a prioridade – declarou Albus em um tom solene. Iria encontrar Harry e recuperaria aquela que lhe era sua maior arma.


Tom estava surpreso, para não dizer satisfeito. Ele havia dado a missão para Lúcius e Narcisa de lhe trazer Harry Potter, porém ele não esperava que a missão fosse executada de forma tão rápida quanto havia sido. Tanto que nem ao menos havia se passado um completo de quarenta e oito hora e diante de seus olhos, desacordado sobre o frio chão de mármore negro, se encontrava o jovem bruxo. Agora, sentado em seu trono, Tom desviava o olhar do garoto para o casal Malfoy que não escondia o sorriso em seus lábios, obviamente orgulhosos pelo sucesso que haviam obtido na missão.

- Estou... Impressionado – admitiu Tom erguendo-se de seu trono e caminhando lentamente na direção do garoto desacordado, sacando sua própria varinha no percurso, fazendo um movimento requintado para logo observar o corpo de Harry levitar até ficar a pouco mais de um metro do chão. – Em menos de quarenta e oito horas, vocês me trouxeram Harry Potter. Impressionante.

- Obrigado meu senhor – agradeceu Lúcius curvando-se um pouco em uma reverência leve.

- Ele foi ferido? – indagou Tom erguendo o olhar em direção ao casal.

- Não meu senhor. Apenas um feitiço simples de inconsciência – garantiu Narcisa de forma solene.

- Estou muito satisfeito – afirmou o dono dos olhos vermelhos, com um sorriso satisfeito nos lábios, enquanto observava o rosto infantil adormecido. – Sua ação excepcional merece uma recompensa, Lúcius. O que deseja?

Os olhos cinzentos do Malfoy sênior brilharam ao escutarem aquilo. Uma recompensa direta do Senhor do Escuro era algo raro, porém quando acontecia, demonstrava todo o real poder e soberania que ele possuía.

- Se não for ousadia, meu senhor, gostaria de pedir humildemente que o senhor aceitasse nosso filho, Draco, para o enlace ao qual o senhor pretende concluir – declarou Lúcius ansioso para que o pedido fosse aceito. Se conseguisse isso, não haveria qualquer tipo de problemas para o futuro de sua família.

- Eu lhe prometi uma recompensa, Lúcius. No entanto, o que está me pedindo é algo absurdo – declarou Tom, erguendo o olhar na direção do bruxo loiro. – Meus descentes deverão ser produzidos por um bruxo cujo poder mágico seja tão sublime quanto o meu.

- Meu senhor, com todo o respeito. Draco é um excelente bruxo – interpôs Narcisa, erguendo minimamente o olhar. Precisava assegurar o futuro de seu filho. – Seu nível de magia supera a média dos bruxos de sua idade. Possui um talento natural para poções e encantos, além de possuir uma das mais bem vistas linhagens de purebloods.

- Não estou duvidando das qualidades de se filho, Narcisa, porém não é ele que eu elegerei – afirmou com a voz gélida, fazendo com que os dois seguidores se encolhessem um pouco. – Já tenho o meu eleito e ele logo será apresentado diante de vocês.

Narcisa pensou em tentar continuar a debater, porém um gesto mudo do marido a fez se calar. Não era bom tentar abusar demais do bom humor do Dark Lord Voldemort. Eles já deveriam estar dando graças, pelo simples fato de terem sido elogiados pelo trabalho que haviam executado.

- Nesse caso, meu senhor, qualquer gesto do senhor para nos recompensar será recebido com alegria – afirmou Lúcius de forma calma e solene, não queria correr o risco de acabar com o bom humor do bruxo mais poderoso do século.

- Muito bem, aguarde sua recompensa que eu a enviarei até sua mansão. Agora me deixe sozinho – declarou Tom fazendo um movimento para que os dois lhe deixassem sozinhos.

O casal fez uma reverência, antes de sair e deixar o homem sozinho com o garoto adormecido. Tom observou a expressão de Harry por alguns minutos. Era quase inacreditável o que via com seus olhos.

- Onb – chamou com a voz baixa, mas alto o bastante.

Um 'pop' foi escutado e instantes depois um elfo doméstico usando o pano padrão de todo o elfo, porém este completamente limpo sem uma única mancha sequer, com os olhos violetas grandes.

- Mestre Tom chamou Onb e Onb está aqui – proclamou o elfo, fazendo uma reverência diante do bruxo. – O que Onb pode fazer para metre Tom?

- Quero que o leve até meus aposentos privados – mandou, indicando Harry que ainda flutuava desacordado acima do chão. – Providencie roupas para ele. E quando ele acordar, avise-me imediatamente.

- Sim meu senhor mestre Tom, Onb cumpre ordens de mestre Tom com alegria – declarou o elfo fazendo outra reverência, antes de estralar os dedos e desaparecer junto com Harry.

Sozinho, Tom pode soltar um suspiro e começar a pensar com mais intensidade. Precisava de tudo pronto para que Harry despertasse. Um sorriso cruel surgiu em seus lábios, enquanto a imagem furiosa de Dumbledore surgia em sua mente. Aquele velho tolo, ele realmente havia pensado que conseguiria derrotá-lo apenas com aquelas estratégias infantes. Não... A verdade, era que Dumbledore havia chegado muito perto de conseguir derrotá-lo, porém, chegar perto não era o bastante. Não quando se tratava do Senhor do Escuro Lord Voldemort. Graças a constante e irritante confiança que Dumbledore tinha em seus planos, Lúcius havia conseguido infiltrar seu diário no castelo e graças a isso ele estava de volta. Mas seu retorno não seria uma ameaça a Dumbledore, que confiava cegamente que possuía a arma para derrotá-lo. O velho era tolo, a própria ambição de poder que ele possuía o tornava tolo e ingênuo.

- "Seu erro velho, foi ter me deixado entrar em contato com Harry." – pensou antes de fazer um giro gracioso com o corpo e desaparecer.


Harry sentia-se estranhamente aconchegado e confortável. Não foi difícil para que, mesmo com os olhos fechados, compreendesse que estava deitado sobre uma cama incrivelmente macia. Porém, essa compreensão o surpreendeu. O colchão em seu quarto na casa dos Dursley era duro, velho e até mesmo parcialmente roído por traças. Era mais do que óbvio que confortável e aconchegante fossem adjetivos improváveis para descrevê-lo. Assustado com essa conclusão, Harry abriu os olhos verdes envoltos na armação circular dos óculos, apenas para se deparar com o teto de um dossel recoberto por um fino tule verde.

Confuso, sentou-se e olhou a sua volta, quase não acreditando onde estava e, por um pequeno momento, pensou que havia sido jogado em um quarto no século doze. A cama em que estava deitado era de dossel era quase que duas vezes maior do que uma cama de casal comum, com as pilastras de madeira negra com detalhes em metal prateado que tomavam a forma de uma serpente. As cortinas eram de seda verde escura, com bordados delicados nas bordas. O colchão extremamente macio era forrado por um lençol negro, enquanto as cobertas que cobriam era eram incrivelmente macio e suaves, em tons escuros, mas não apenas no clássico verde Slytherin. Estes eram de uma tonalidade azul petróleo. Por um segundo, Harry pensou que talvez aquilo fosse seda, mas logo jogou o pensamento para outro lugar de sua mente, já que não era o momento de ficar pensando naquilo.

Com cuidado e até mesmo um pouco receoso, afastou os cobertores e se levantou da cama, agora reparando que não vestia mais as roupas velhas de Duda. A camisa que vestia era longa, que ia até a altura próxima de seu joelho, porém não era larga o que indicava que o modelo apenas a fazia assim. O tecido era branco e suave contra sua pele, com o lado esquerdo de seu peito inteiramente bordado com pequenas pedras transparentes e fios prateados, formando alguma espirais e redemoinhos. A calça que usava também era dos mesmo tecido branco, porém lisa sem qualquer tipo de adorno, o que fazia com que a peça tivesse aquela mesma aura de majestade, porém sem conter um exagero.

Seus olhos se ergueram e olharam ao seu redor. As paredes do quarto eram pintadas em uma cor clara, talvez algo como creme – Harry não tinha certeza. Havia pequenos detalhes no meio das paredes, formando uma linha reta, havia diversas plaquetas que pedras verdes e adornos de prata. Os móveis eram todos de madeira escura, entalhados com tal requinte que o moreno teve até um pouco de dificuldade para acreditar. Alguns poucos – assim como a cama – possuíam detalhes em metal, formando o desenho de serpentes, mas não eram todos. O único item que era inteiramente de metal, era uma espécie de bacia que estava flutuando a alguns centímetros de uma cômoda de madeira negra.

Involuntariamente, seus pés se moveram em direção à bacia, porém parou no instante em que escutou o som da porta se abrir. Virou-se rapidamente em direção à porta, deparando-se com um garoto que deveria ser mais velho do que ele, talvez uns dezesseis ou dezessete anos. Ele tinha os cabelos negros, porém estes eram perfeitamente penteados e comportados no lugar, muito diferente dos seus que apontavam para todas as direções de forma rebelde. Os olhos dele eram de uma coloração avermelhada, que apesar de estranha e um tanto que assustadora, era incrivelmente bela na opinião de Harry. Ele suava vestes bruxas em cores escuras, com a exceção de um pequeno broche de prata, onde se podia distinguir a letra 'S' envolta por uma serpente com clareza.

- Que bom que acordou, Harry. Nós temos muito que conversar – falou calmamente, enquanto seus olhos vermelhos analisavam o garoto a sua frente.

- Quem é você? Como sabe o meu nome? – indagou Harry nervoso, a última coisa que conseguia se lembrar era de ter sido atacado por Lúcius e por outra mulher.

- Você me conhece Harry, nós já nos falamos antes – declarou Tom calmamente, erguendo a própria varinha fazendo com que seu diário aparecesse em sua outra mão. – Porém, na vez em que nos falamos, foi através desse item em particular.

Os olhos verdes de Harry se arregalaram ao reconhecer o diário. Havia pensado que este desaparecerá, após a morte de Ginny na Câmara Secreta, mas lá estava ele nas mãos daquele jovem bruxo. Foi então que parte da compreensão lhe atingiu.

- Você... Você é Tom Riddle! – exclamou quase que acusatório, vendo um sorriso satisfeito surgir no rosto do mais velho. – Mas... Mas isso é impossível! Você viveu a mais de cinquenta anos, mesmo que estivesse... Vivo, não poderia aparentar ser um adolescente!

- Você está certo Harry, realmente essa aparência jovem não revela minha real idade, porém ela é tão verdadeira quanto você – afirmou Tom andando até a cômoda mais próxima e depositando o diário sobre ela. – No entanto, Tom Riddle é um nome que não utilizo mais. Há muito, eu criei um novo nome, para que os tolos que me temessem se amedrontassem cada vez que o escutassem. Você também conhece esse nome Harry. Pense um pouco.

Tom não precisava ter pedido, a cabeça de Harry já estava trabalhando como louca atrás de explicações logicas e confiáveis. Porém, quanto mais sua cabeça o fazia pensar, mais ela doía. Era uma dor estranha, porém não era desconhecida para Harry. Sempre que ele estava tentando pensar em algo, ou simplesmente estudando, sua cabeça doía terrivelmente. Ao que parecia, sua expressão deveria ter denunciado a dor que sentia, pois Tom o olhar com curiosidade e se aproximou mais. Seus dedos longos tocando seu queixo e subindo gentilmente até a cicatriz em forma de raio, acariciando com um cuidado um tanto diferente, para depois pressioná-la e afastar o dedo.

- Entendo. Ao que parece, aquele velho foi bem cauteloso – comentou Tom, afastando um pouco mais a franja de Harry, fazendo com que a cicatriz ficasse completamente exposta, para depois erguer a varinha.

Harry arregalou os olhos, mas antes que seu corpo pudesse fazer qualquer movimento, Tom entoou um feitiço em uma língua que para Harry era desconhecia. Após isso, Harry sentiu aquela dor incomoda desaparecer, quase como se nunca a houvesse sentindo antes. Assim que isso aconteceu, seu cérebro pareceu trabalhar incrivelmente mais rápido e sem qualquer tipo de barreira, fazendo com que todas as respostas para sua confusão surgissem diante de seus olhos.

- Você... Você é Voldemort... – murmurou confuso e atônico, afastando-se de Tom zonzo enquanto tentava conter a enxurrada de informações que seu cérebro lhe dava. – O diário... Havia algum tipo de feitiço antigo nele, foi isso que fez com que você voltasse à vida. Ginny... Você absorveu a energia vital dela, não é isso?

Tom arqueou a sobrancelha ao escutar aquilo. Estava realmente impressionado, não era atoa que Dumbledore havia sido tão cuidadoso.

- Muito bem, se eu fosse um professor de Hogwarts, lhe daria duzentos pontos por pensar tão rapidamente – declarou verdadeiramente impressionado. – Agora que sua mente está livre para pensar e aprender, tenho certeza de que você está cheio de duvidas e perguntas, não é mesmo?

- Pode apostar – murmurou Harry, sentando-se a cama, enquanto sua mão apertava firme a pilastra. Fechou os olhos e tentou acalmar seus pensamentos. Parecia que informações contidas por anos estavam transbordando em sua mente. Ele precisava se acalmar antes de perguntar qualquer coisa. Depois de alguns instantes, finalmente conseguiu domar seus pensamentos e encarou a bela e imponente figura de Tom Riddle a sua frente. – Por que ainda não me matou?

- Essa pergunta é realmente a mais importante que você tem para me fazer? – indagou Tom um pouco surpreso, mas o olhar sério e nervoso que o menor lhe oferecia já era uma resposta. – Não tenho mais interesse em sua morte Harry, caso eu ainda tivesse interesse em vê-lo morto, acredite, não estaríamos conversando agora.

- Por quê? Deve haver um motivo para isso. Você matou os meus pais e tentou me matar antes – declarou Harry firme, enquanto seus olhos olhavam para o moreno mais velho, esperando ansioso uma resposta clara.

- Pelo seu poder Harry – respondeu por fim, olhando fixamente nos belos olhos que possuíam a mesma cor da maldição assassina. – Na noite em que fui atrás de você, há mais de onze anos, eu já havia percebido que você possuía e ainda possuí um poder que vai muito além dos padrões bruxos.

Harry sentiu sua garganta secar ao escutar aquilo. Voldemort estava interessado em seu poder mágico... O que isso significava? Será que havia um meio dele drená-lo de seu corpo, assim como havia feito com a energia vital de Ginny?

- Porém, eu não fui o único a perceber o seu potencial, Harry – continuou Tom calmamente, colocando a mão dentro do bolso interno das vestes, retirando um pequeno frasco que continua um liquido espeço prateado. – Dumbledore também percebeu o quão poderoso você era e o tamanho do potencial que você possui.

- O que o diretor tem haver com isso? – indagou com certa dificuldade, sua própria voz arranhando sua garganta seca.

- Tudo Harry. Afinal, Dumbledore estava presente naquela noite – falou Tom fazendo um movimento requintado com a varinha, fazendo com que o frasco que tinha em mão flutuasse e fosse na direção de Harry, que o pegou com certo cuidado. – Essas são as minhas lembranças daquela noite, você pode vê-las usando a penseira que está sobre a cômoda. Antes que questione, elas não estão adulteradas.

Harry abaixou o olhar para o pequeno frasco. Seu coração estava batendo muito mais rápido do que o normal. Aquele pequeno frasco continha as lembranças do dia em que seus pais haviam morrido. Eram as respostas que ninguém nunca havia lhe dado. Era a verdade oculta sobre o véu de segredos sob o qual viveu por tantos anos.

Continua...


Oiii xD

Olha que está aqui depois de menos de vinte quatro horas xP (as postagens vão ser assim bem rápidas mesmos, então não se surpreendam rsrs xD)

Ficaram curiosos com esse capítulo? Espero que sim xD Algumas respostas vão vir no próximo capítulo, então estejam preparados para algumas revelações :D

Beijinhos a todos e, por favor, deixem review ^_^