N/A: Prezados, um novo capítulo de fraqueza, comentarei no final se vocês ainda não desejarem me matar depois de ler o que escrevi. B-jos.
OBS: Yu Yu Hakusho é uma criação de Yoshihiro Togashi.
nnnnnnnnn - passado
nnnnnnnnn - presente
FRAQUEZA
CAPÍTULO II
- Um... Um... Assunto inacabado? – Botan tremia da cabeça aos pés diante da presença de Hiei. A proximidade do koorime deixava-a ansiosa e ainda mais nervosa, tentava a todo custo, desviar o seu olhar do dele, mas não podia evitar sentir a respiração quente do youkai sobre sua face. – Do que... Exatamente está falando Hiei?
- É melhor não tentar jogar comigo, onna. Eu lhe avisei sobre essa boca grande, mas parece que você não deu ouvidos. - Sorrindo de forma maliciosa e aparentando uma estranha calma, Hiei segurou firme o queixo da garota, forçando-a a encará-lo, para então dizer: - Isso é imperdoável.
Antes fossem apenas as palavras, mas a expressão que Hiei carregava no rosto também fez com que Botan congelasse de medo. O demônio de fogo trazia em si aquela frieza misturada ao prazer sanguinário, exatamente a mesma expressão que Hiei revelara na primeira vez que o viu.
A simples lembrança daquele dia fez Botan estremecer, um choque de adrenalina percorreu sua espinha. A sensação foi prontamente sentida por Hiei, podia farejar o medo no ar a quilômetros de distância, era incrível como aquela mulher estúpida podia se entregar tão facilmente.
Levaram alguns segundos até que a ferry girl fosse capaz de dar alguma resposta compreensível ao koorime. Numa tentativa de diálogo, Botan falou:
- Você deve estar se referindo à Yukina, não é mesmo? Olha só Hiei, eu tenho certeza que podemos conversar sobre isso. Aposto que ela adoraria acertar as coisas com você. – com um sorriso trêmulo, sugeriu. – Já sei! O que me diz de tomarmos um chá? Um bom chá sempre acalma tudo não é?
Há essa altura, Hiei já havia se afastado da jovem de cabelos azuis e limitava-se a escutá-la de braços cruzados e um sorriso de desdém no rosto. Quanto á ela, seu nervosismo era tamanho que sorria de forma desesperadora. Num surto de empolgação sugeriu:
- Que tal se chamarmos Kurama também?! Tenho certeza que ele ajudaria a resolvermos tudo!
A simples menção do nome do kitsune fez a fisionomia de Hiei alterar-se completamente. O sorriso apagou-se repentinamente do rosto, o tom vermelho nos olhos ardia na mesma intensidade que uma chama, queimando tudo pelo caminho. Os braços descruzaram-se e o mestre jagan avançou rápido em direção da guia, encurralando-a contra a parede do quarto, então comentou entre dentes:
- Eu aposto que você adoraria que ele estivesse aqui! Me parece que você acabou se ligando a ele mais do que o normal, de uns tempos pra cá. – quando Botan já não tinha mais para onde escapar, Hiei posicionou-se a apenas um palmo de distância e com o punho esquerdo, socou a parede na altura do rosto da jovem, esta não tendo sido atingida por questão de milímetros.
O ato deixou Botan completamente atordoada, mas não houve tempo para que se recuperasse, quando deu por si, Hiei puxou novamente seu rosto para que o encarasse e então falou, retomando o tom malicioso:
- Não sente vergonha por cobiçar o homem de outra?
Claramente ele referia-se à Shizuka. Desde o encontro que marcou o retorno definitivo de Yusuke para o Ningenkai, a irmã de Kwabara e o ex-ladrão vinham mantendo um relacionamento. Em respeito à amiga, Botan tentou apagar o sentimento que cultivara pelo mesmo homem, mas a realidade é que, no fundo de seu coração, ainda restava uma centelha, mesmo que fraca. Acreditava que ninguém seria capaz de encontrá-la. Como Hiei conseguira?
- Como... Por que está falando uma coisa dessas? – questionou-o, confusa.
Em resposta, um brilho azulado surgiu na testa do rapaz de cabelos negros. Hiei desamarrou a faixa que ocultava seu jagan e tornando o brilho ainda mais intenso respondeu à jovem:
- Eu sei sobre o que você sente. Posso ver o que deseja. Continue escondendo-se sobre essa máscara pros outros, mas eu enxergo quem realmente é e como você é suja onna. – através do jagan, Hiei derrubou cada defesa que Botan tentou construir. Mesmo os recantos mais íntimos de sua mente podiam ser esquadrinhados por aquele olho maldito que o koorime carregava.
Botan não suportava mais. Aquilo já não tinha mais relação com o fato dela ter contado a verdade à Yukina, Hiei havia levado aquela situação a outro nível. Não conseguia imaginar do que mais ele seria capaz de fazer para puni-la. Sua cabeça começou a doer, sentia o jagan penetrar cada vez mais fundo em sua mente. Com os olhos fechados, deixou-se deslizar pela parede até alcançar o chão e à beira de cair em prantos implorou:
- Pare... Por favor... Pare... – com as lágrimas já escorrendo pela face e sentindo a dor diminuir à medida que se encolhia de forma defensiva no piso, ousou questionar os motivos dele. – Por que... Por que está fazendo isso comigo? Amigos não maltratam uns aos outros.
Hiei ajoelhou-se para responder àquela pergunta. Mantendo o rosto próximo ao dela, revestiu-se com um ar de desdém:
- Eu nunca fui seu amigo onna. Por Kurama e Yusuke posso até ter respeito, mas você, não passa de um ser sem importância alguma. Ao invés de contentar-se com a sua insignificância, você ainda resolve provar alguma coisa me contrariando. Sinceramente, não vejo razão para que lhe deixe viver.
- Faço qualquer coisa que quiser, por favor, não me mate! Eu imploro! Peço desculpas! Não foi minha intenção contar a ela sobre você! Jamais desejei fazer isso, se pudesse mudar tudo, o faria! Por favor, não me mate. – o pedido era desesperado. As palavras de Hiei haviam sido um balde de água fria sobre a guia. Claramente, Hiei não nutria qualquer tipo de afeição por ela e se não bastasse isso, tivera seu ego ferido pela desobediência de Botan. Portanto, não restavam mais alternativas além de implorar pela própria vida. E foi o que ela fez.
Hiei nada disse diante das palavras de Botan, de forma totalmente inesperada, segurou firmemente o rosto da guia, puxando-o mais próximo possível de si, tomando os lábios desta entre os seus.
A atitude foi completamente inesperada. A menina podia sentir a maciez dos lábios do outro, sentia a língua dele invadir sua boca com violência, como se quisesse conquistar territórios. Botan não conseguiu fechar os olhos enquanto aqueles segundos passavam, seu corpo era invadido por um misto de alívio e vergonha. Alívio por estar viva, vergonha por deixar aquilo acontecer. Como podia render-se daquela forma? Deixando que ele fizesse o que bem entendesse? Hiei estava claramente brincando com ela, usara a desculpa de Yukina para divertir-se com seus joguinhos hediondos e Botan estava se mostrando a boneca perfeita.
O beijo durou apenas um instante, alguns segundos muito bem desfrutados pelo koorime. Sua vítima exalava desespero, estava mais perdida agora do que antes e Hiei adorava isso. O ar malicioso ainda impregnava o sorriso dele quando falou:
- É doce, exatamente como imaginava. Você deu a resposta certa onna. Conseguiu mostrar alguma utilidade, talvez não haja mais razão para eliminá-la afinal. Já que resolveu negociar sua vida, vou colocar o meu preço.
Sem lhe dar muito tempo para pensar naquelas palavras, Hiei levantou-se puxando Botan consigo e sem muito cuidado empurrou-a contra a cama. Caindo sobre o colchão, inteiramente apavorada, a jovem de cabelos azuis arrastou-se até a cabeceira do móvel, encolhendo-se ali em posição fetal, numa infrutífera tentativa de defesa. Com a voz embargada, ousou questioná-lo mais uma vez, temendo a resposta:
- O que pretende fazer comigo?
Dessa vez Hiei não se aproximou dela. Colocando a perna esquerda sobre a cama e apoiando o respectivo braço ali, mencionou:
- Nada. Deveria perguntar o que você fez a si mesma, quando resolveu expor Yukina a todos os meus inimigos graças a sua estupidez.
- Eu já pedi desculpas! – A guia gritou dessa vez, o desespero cada vez mais visível.
- Desculpas não vão ajudá-la quando lhe atacarem! – Dessa vez o mestre jagan respondeu com raiva, quase no mesmo tom usado pela moça. – Por que acha que nunca contei a ela?! Por capricho? Vivi o suficiente para fazer mais inimigos do que gostaria. Por todo o makai há pessoas que fariam qualquer coisa para me destruir. A ignorância dela era a sua segurança!
- Hiei! Ela não está sozinha, têm os outros. Todos farão o possível para protegê-la. Yusuke...
- Urameshi tem os próprios problemas! – Botan não conseguiu argumentar, foi prontamente interrompida pelo demônio de fogo. - Será que é tão alienada que não percebe?! Acha que ele retornou por pura saudades de vocês?! Ele é filho de Raizen! É caçado pelos inimigos do pai e todos vocês são alvos que podem ser usados para atingi-lo! – agora o rapaz quase gritava de raiva. Controlando-se aos poucos e voltando ao seu estado normal, concluiu. – Quando se leva uma vida como a nossa, todos ao nosso redor estão sujeitos às conseqüências.
As últimas palavras foram ditas quando Hiei já movimentava-se em direção à Botan. Esta voltou a encolher-se, segurando-se à cabeceira da cama, como se pudesse atravessar o próprio corpo por ali. O jagan retomou o brilho azulado, enquanto seu mestre sentava-se ao lado de sua presa.
O efeito do olho diabólico era devastador. Botan sentiu o corpo amolecer, como se perdesse o controle sobre ele. Podia sentir a mente sendo invadida novamente, em busca de algo que não sabia exatamente o que era. Não conseguia lutar contra aquilo, enquanto era derrotada por Hiei, este acariciou-lhe a face, encostando seus lábios ao ouvido da guia e sussurrando:
- Isso é para que nunca mais volte a cometer o mesmo erro comigo novamente onna.
Ela perdera. Estava completamente rendida, seu corpo não lhe obedecia. Fechou os olhos e pode sentir algo vindo à tona em sua mente. Sabia que era o controle do jagan sobre si, aquele não era um pensamento voluntário, tratava-se de uma memória, um desejo, um sonho que tivera à algum tempo e que foi resgatado do fundo de sua consciência. Trazido à tona naquele momento propositalmente.
Era um desejo que Botan escondia de todos, algo sujo, perverso e lascivo, um daqueles anseios que os seres humanos sentem mas jamais demonstram, escondido sob a máscara de civilidade. O desejo que Botan sentia sempre que via ele... Kurama.
- Se ousar falar sobre hoje com alguém, terá que explicar como é capaz de desejá-lo, mesmo sabendo que não lhe pertence. – Hiei envenenava a alma da jovem enquanto esta não conseguia apagar de sua mente aquele maldito desejo. Vendo-a anestesiada, completamente entregue, o youkai acariciou com a boca, o lóbulo de sua orelha, prendendo-o delicadamente entre seus dentes.
Enquanto uma das mãos o apoiava na cama, a outra começava a traçar uma rota pelo corpo de Botan, delicadamente desabotoando a blusa do pijama que ela trajava. Mantendo-a sobre seu domínio mental, ele prosseguiu:
- Terá que justificar como pode sentir tanta inveja daquela a quem chama de amiga. Como explicar que seria capaz de qualquer coisa para ocupar seu lugar?
A blusa escorregou pela pele macia da guia. Ela podia sentir o frio repentino ,logo aplacado por um fogo que surgia no rastro de uma carícia. Sua mão instintivamente cobriu a do demônio, acompanhando-a enquanto percorria seu pescoço, seios e finalmente o abdômen. Nesse instante, dois braços fortes puxaram-na delicadamente para baixo, obrigando-a a deitar-se sobre a cama.
Botan não ousava abrir os olhos, ou simplesmente não conseguia. Não poderia dizer ao certo. Aquelas imagens em sua mente a convidavam a ficar ali sonhando e ao mesmo tempo lhe causavam uma culpa desesperadora, o desejo de se entregar ao sonho era tão intenso quanto o de fugir dele. Sentia-se perdida entre uma necessidade intensa e a vergonha extrema. Novamente, pôde sentir a calça do pijama sendo removida e logo em seguida sua lingerie foi ao chão.
Mordidas e lambidas eram depositadas ao longo de seu abdômen, seguindo em direção aos seios. Um foi capturado pela boca do youkai e foi então que Botan pode sentir ser invadida por dois dedos em sua umidade. Aquilo era angustiante, desesperador, horrivelmente maravilhoso. Mal contia os espasmos que seu corpo vinha sofrendo, eram ondas e ondas de prazer que a invadiam enquanto Hiei movia seus dedos dentro dela.
Não poderia haver uma tortura pior que aquela. Seu corpo era presenteado com um prazer incomensurável, enquanto sua mente era destruída pelos piores sentimentos que alguém poderia nutrir. Tudo era tão intenso que Botan já não controlava a si mesma, agarrou o lençol com firmeza, como se fosse rasgá-lo, para então liberar um gemido que não podia conter mais.
Aquilo foi como uma senha secreta para Hiei. Abandonando as carícias às quais dedicava-se, tomou os lábios da guia num beijo violento, dissonante com todos os atos praticados até agora. O controle mental cessou, as imagens que Botan via apagaram-se tirando-a daquele surto. O jagan já não a controlava, mas era tarde demais, seu corpo já havia sido tomado. Quando a jovem entregava-se àquele beijo lascivo, sentiu uma dor insuportável em seu baixo ventre.
Hiei a penetrou de uma só vez, quase rasgando-a com a força que aplicara. A guia não conteve o grito de dor quando seus lábios foram abandonados. Abriu os olhos imediatamente, para fitar as orbes rubi que a fitavam. O maldito sorriso estava ali novamente e o olho demoníaco encontrava-se fechado.
Então era isso. Hiei cessara o controle mental propositalmente, queria que ela sentisse a dor, que soubesse quem estava dentro dela. O primeiro movimento também veio com força, e assim foram os demais. Sua barreira fora rompida sem nenhuma cerimônia e tudo o que restara era a dor. Botan não estava acostumada com aquilo, era uma sensação incômoda, a dor simplesmente não cessava, do prazer inicial nem a lembrança ficara.
Fechou os olhos sem conter a expressão de sofrimento no rosto. Não era apenas o movimento que lhe causava dor, também era dolorosa a realidade. Fora arrancada da letargia anterior de forma violenta. Não era para ser assim. Sabia que a primeira vez era dolorosa, mas todos diziam que compensava, o carinho, o romantismo, tudo isso valia a pena.
Não havia carinho ali, não havia romantismo. Sentia os movimentos de Hiei intensificarem-se e com eles a dor. Seu corpo o acompanhava instintivamente enquanto a consciência tentava, a todo o custo, ignorar o desconforto.
- Dói... por... favor... está doendo... – ofegante, tentou pedir, mas não foi ouvida, ou, possivelmente, ignorada.
Hiei acelerava os movimentos, os olhos cerrados escondiam a explosão de sensações em seu interior, mal conseguia conter-se em si mesmo. Podia sentir uma onda de calor que percorria seu corpo inteiro. A pele começava a banhar-se em suor, assim como sentia a dela molhar-se também. Ouviu alguma coisa sobre dor, mas nada poderia fazer. Era para ela sentir dor, era seu castigo, mesmo assim, instintivamente, segurou uma das pernas dela, levantando-a um pouco, facilitando mais a penetração. Nesse momento sentiu-a enlaçar seu pescoço, bem como pode perceber o corpo abaixo do seu mais relaxado.
A expressão no rosto de Botan já não era mais de dor, aos poucos sentia-se aliviada e logo, dominada por um forte desejo. Suas pernas entrelaçaram-se na cintura do koorime, seus corpos estavam agora completamente unidos, os movimentos eram simultâneos, em conjunto.
O prazer nasceu e foi crescendo dentro de seu corpo, assim como no dele. Hiei intensificou o abraço entre eles e com movimentos acelerados pode deleitar-se quando a ouviu soltar um grito carregado de prazer. Com mais algumas investidas ele logo a acompanhou, um som gutural saiu de sua boca quando afundou sua face na curva do pescoço dela.
Ambos estavam ofegantes, os corpos suados ainda se moviam no ritmo da respiração acelerada. Nada foi dito, o quarto havia sido tomado por um silêncio sepulcral, uma paz que contrastava com a revolta de pensamentos que cada um tinha dentro de si.
Era errado, não deveria ter jamais acontecido. Culpa, vergonha, derrota, assim era povoada a consciência de Botan. A cabeça rodava a ponto de deixá-la tonta. O cansaço logo alcançou o stress e a jovem acabou por entregar-se ao sono ali mesmo, daquela forma. Para ele, a idéia de que algo dera errado não o abandonava. Não era para ser assim, ela tinha que sofrer, humilhar-se. Perguntava-se se havia se desviado em algum ponto.
Quando a sentiu adormecer debaixo de seu corpo, voltou a face para encará-la. Parecia tão serena, mas ao mesmo tempo triste. Talvez não tivesse fracassado.
Aos poucos a consciência foi voltando e Botan começou a abrir os olhos vagarosamente. A luz do sol que passava pela cortina era forte o que indicava que era tarde. Tentou levantar a cabeça mas uma dor latejante invadiu-lhe e achou melhor afundar-se no travesseiro. Não precisava olhar para o lado para saber que não havia ninguém, mesmo assim, aquele cheiro estava impregnado por todo o quarto, no travesseiro, nos lençóis, em cada parte de seu corpo.
Fechou os olhos novamente, queria pensar que tivesse sido apenas um pesadelo, mas não. Fora real, ele estivera ali e como prometera, a fizera pagar pelo que fez. Agora Botan realmente entendia como ele a torturara. Não foi o ato em si, Hiei não a violou, ela deixou que ele a tocasse, pior, ela desejou que o fizesse. Essa era a dor maior, ter pedido por aquilo, inconscientemente ela desejou entregar-se ao homem que povoava seus sonhos e sabendo que não podia alcançá-lo, satisfez-se como uma meretriz, nos braços de outro.
Essa era a vergonha que sentia, essa era sua culpa. Sentou-se na cama e encolheu-se como uma criança perdida, desabando num choro inconsolável.
Botan terminou de lavar a louça do café-da-manhã, dirigiu-se ao banheiro para escovar os dentes e terminar de arrumar-se. Isso feito, foi até a sala e pegou suas coisas que estavam sobre a mesa. Olhou a agenda de trabalho, ainda mantinha sua função de guia espiritual, embora residisse entre os humanos agora. Guardou quase tudo e enquanto saia deu uma última conferida na agenda do celular. Almoçaria com Shizuka. Respirou fundo, apenas um pensamento cruzou-lhe a mente:
- "Por que justo ela?"
Continua...
N/A2: Que bom que você chegou até aqui, significa que não deseja minha morte... ou deseja mas ainda assim pagou pra ver. Bem, é o seguinte, como sabem esse fic é baseado em outro, em inglês, chamado Inevitable Fate. O fic é ótimo ,mas tem um curso bizarro. Como o meu fic é baseado nele, obviamente não é um Hiei/Botan normal. Aqui a relação deles é deturpada sim! Estranha, enfim... isso que na minha versão, a coisa fica mais açucarada. Então, se você não gostou dessa forma como a relação deles foi tratada ou eu acabei com seus sonhos de um casal feliz, peço-lhe paciência meu amigo. Para lavar a minha alma, já comecei a escrever um fic docinho sobre eles tá!? Então, aos que gostaram e aos que não gostaram, peço reviews, por favor. B-jos a todos.
Yui Minamino
