" Vou arrumar nossas coisas.. Será que vocês não querem ficar um pouquinho aí com o Shun? " Fênix levantou-se , pegando de volta a mala e a bolsinha.

" Claro, assim nós aproveitamos para conhecê-lo. " Shiryu sorriu.

Ikki foi à um dos quartos, justamente o que seria seu. Levou uma mão à cabeça, respirando fundo, ainda estava abalado com a história que contara. Uma brisa fresca invadiu o quarto, acalmando a face quente do moreno. Sorriu, lembrando-se de que agora estava na Grécia, com seus amigos, e que não deveria ficar se martirizando com aquilo. Isso mesmo, estava decidido a começar de novo e que fosse de uma boa maneira!

Pegou sua bagagem em cima da cama, intacta como Saori dissera, e pôs-se a desfazê-la. O quarto era igualmente simples, havendo apenas uma grande cama de casal de madeira escura, um criado ao lado direito encoberto por uma toalinha de crochê, grossa e branca, aonde firmava-se um vaso de porcelana sem flores, um guarda roupa escuro e detalhado na parede direita, do lado esquerdo havia uma escrivaninha modesta e, à frente da cama, uma televisão de 14 polegadas fixada à parede.

Na sala, Shun era a atração principal.

" Dá ele aqui pra mim, Saori. " Seiya pediu, esticando os braços.

A deusa passou-lhe o neném com todo seu cuidado. O japonês o ergueu à altura dos olhos, olhando para aquela carinha que lhe sorria.

" Hihihi! " Shun riu, o rostinho tornando-se rubro.

" Nossa, ele é muito parecido com a Esmeralda. Também, né, o Ikki não poderia ter gerado um bebê tão lindinho assim. Hehe. "

" Eu ouvi, Seiya! " escutaram Ikki gritando.

" Hahahaha! " todos caíram na gargalhada, inclusive Fênix.

" Seiya, eu também quero vê-lo. " o Dragão manifestou-se.

Hyoga, meio sem jeito, não falou nada, mas estava morrendo de vontade de pegar aquela criatura tão pequena no colo. Ao que parecia, ele era a coisa mais linda que todos já tinham visto e, é claro, uma novidade, já que não estavam acostumados a um bebê. Era surpreendente como alguém que nem sabia falar fisgara a atenção dos quatro. Pégasus passou-o ao sereno amigo, reclamando. Shun segurou, com seus dedinhos, a mão de Shiryu, que ficou encantado com o toque suave e a expressão pacífica do menino.

" Hahaha! Você está se derretendo todo, Shi! "

" Ora, Seiya, como se você não! "

Shun começou a se movimentar mais, esticando os pezinhos para baixo.

" Nhé... Anhhh! "

" Shiryu, acho que ele quer ficar no chão. " Saori opinou.

O chinês colocou o pequeno sobre o tapete e sentou-se ao seu lado, sendo imitado por Seiya e Hyoga, que fizeram uma rodinha em torno dele. Shun agia como se não houvesse ninguém além de si, inocentemente. Estava sentadinho, mas tombou o corpinho para frente, apoiando as delicadas mãos sobre o tapete e engatinhando alguns centímetros.

" Uhh... Ihi, nhannhan! " gostou do atrito entre sua mãozinha e o tecido.

Começou a apertar o felpo do tapete, esfregando os bracinhos a ele e, não contente com apenas esse contato, pôs a boquinha lá, lambendo-o. Mais que depressa Hyoga pegou o menino no colo, levantando-se, mas Shun não gostou de ser afastado de sua diversão e, em questão de segundos, estava chorando.

" Unnnhh! Unhéuhnéunhé! " sua carinha manchando-se imediatamente vermelha.

O loiro ficou desconcertado e constrangido, não sabia o que fazer, implorando mentalmente para que alguém lhe ajudasse. Contudo, mesmo naquela situação, adorou sentir aquele montinho envolto por suas grandes mãos. Talvez quisesse ter um filho, mas não agora, não estava preparado e nem levava tanto jeito assim com crianças, prova disso é que não sabia como agir com o filho do amigo. Realmente o melhor era poder ficar com os filhos dos outros e, ao enjoar-se deles, era só devolvê-los para seus pais. Exatamente o que pretendia fazer agora que, o papai preocupado, veio ver o que acontecia para Shun estar chorando.

" O que foi? Está tudo bem? "

" Eu só o tirei do chão... Ele estava lambendo o tapete. " Hyoga passou-lhe o neném.

Ikki segurou-o no colo, rindo levemente, enquanto passava seus dedos compridos na sua franja verdinha:

" Que é isso, filhote? Deu pra comer pano, é? " falou bem suave.

Balançou o menino, fazendo carinhos no cabelo, até que ele foi parando de chorar.

" Tudo bem, ele chora por qualquer coisinha. Da próxima vez é só fazer um cafuné ou um agradinho que ele pára. " devolveu-o a Hyoga, para o desespero do loiro.

" Er... " esticou-o aos amigos, querendo que algum deles o pegasse " Não levo muito jeito com crianças. "

Saori prontificou-se a aninhá-lo em seus braços, enquanto Ikki ia rapidamente ao quarto em que estivera, voltando em seguida com um carrinho de bebê. Este era em tons de uva, com desenhos, em azul-bebê, de zebrinhas fofinhas; embaixo do carrinho havia um traçado de pano, onde podia-se guardar bolsinhas com mamadeiras, fraldas e brinquedos; dentro do carrinho não havia nada, pelo fato de ter sido um dos apetrechos montados a mando de Saori no próprio Santuário, antes da chegada dos novos hóspedes.

" Podem colocá-lo aqui, senão ele não vai dar sossego. "

Athena ajeitou-o lá e o prendeu com um cinto do carrinho, para que não houvesse risco de uma queda do neném, segundo Ikki. Vendo que o filhinho já estava arrumado, foi para o quarto e regressou com duas pequenas malas infantis nas mãos. Depositou-as no sofá e, abrindo uma delas, retirou alguns brinquedinhos. Um chocalho em forma de estrela, que tinha até uma carinha feliz, com a ponta de se segurar transparente, cheia de bolinhas coloridas; uma peça única e bem maior que a boca do menino de um boneco de melancia feliz; e um cachorrinho de pelúcia com o corpinho mole, na cor creme bem clara e com algumas manchas em tom bege espalhadas pelo corpo, todo ele era constituído de fios salientes macios, ao invés de ser pintado.

" Ikki, não é perigoso dar um brinquedo cheio de pelo para um bebê? " Saori perguntou.

" Depende do brinquedo, Saori. No caso deste, não há esse problema, pois Esmeralda tinha dois desses: este que estão vendo e um macaquinho, ambos da mesma marca e feitos do mesmo jeito. Um dia um gato que perambulava na vizinhança estraçalhou o macaco, e então pudemos ver que esses fios aí são costurados por dentro do corpo do bicho, ou seja, é muito difícil os fios se soltarem. O mesmo acontece com os olhos dele, que além de tudo são grande e duros, ou seja, não dá pra ele engolir os materiais. E, só por garantia, uma vizinha que também tinha filhos, uma penca deles, me ensinou uma solução ardida que se passa nesses brinquedos pra criança nenhuma pôr na boca. E Shun já aprendeu a lição. " olhou para o menino, entregando-lhe os bichinhos para ele se distrair.

"Ahn.. Ahnn... Boo! " agarrou o cachorrinho e sorriu.

" É, Ikki, pelo que vejo você está muito preparado para essa tarefa de ser pai. "

" Bem, eu tive que adquirir experiência. Mesmo quando Esmeralda era viva, nós procurávamos nos informar sobre como cuidar dos filhos, o que pode, o que não pode. Entrando em contato com outros pais, quando levava Shun para tomar vacinas, brincar no parque, eu já ia tendo uma noção de como as coisas eram. "

" Você se preparou bem, Ikki, tenho certeza que será um bom pai. " Saori sorriu " Mas, diga-me, as coisas do Shun estão todas nessas malas? "

" Sim, nesta daí tem alguns brinquedos, fraldas, talco, pomadas; na outra estão as roupinhas dele. "

" Mas... Então ele não tem muitas roupas. " concluiu ao ver que a mala era pequena e que, portanto, não deveria de caber muitas coisas ali " Se você quiser, pode comprar mais coisas amanhã. Depois de dedicar sua vida a salvar este mundo, e a mim mesma, contribuir com as coisas para o Shun é o mínimo que eu posso fazer. "

" Hahaha! Está certo. " o moreno concordou. " Saori, eu já vi que a minha armadura está no quarto, sabe, não pude trazê-la no avião. "

" Tudo bem Ikki, eu entendo. Não foi problema nenhum, mandei pessoalmente meus homens buscá-la. "

Fênix deu um pequeno sorriso:

" Só espero que Hades não resolva guerrear também, agora que eu tenho o Shun. "

" Isso é estranho. " Shiryu começou " Afinal, Athena ressurgiu depois de muito tempo porque a Grande Guerra aconteceria mais uma vez. Enfrentamos todos os adversários, menos o do Reino dos Mortos... Ele deveria ter se manifestado há muito tempo, entretanto, já se passaram mais de seis anos desde nossa primeira batalha, aqui no Santuário. "

"Talvez Hades não queira entrar em guerra, talvez ele não queira lutar. " Seiya opinou, afinal, não podiam dizer com certeza que o Deus do submundo iria participar da luta.

" Sim, há tempo que não sinto nenhuma ameaça. " a jovem fechou os olhos, tornando a abri-los " Creio que por enquanto estamos livres dessa luta, mas, a qualquer momento... Bem, não importa, as coisas estão quietas há anos, não precisamos nos preocupar agora. Podemos dar um pouco mais de importância para nós mesmos e tentarmos levar uma vida normal, concordam? "

Todos acenaram com a cabeça, a verdade é que já estavam fartos de tantas lutas e, agora que começavam a viver como qualquer pessoa comum, não queriam perder esse gostinho. Mas sabiam que isso não ficaria assim por muito mais tempo e, assim que um novo perigo se tornasse iminente, voltariam a trajar suas armaduras e lutariam em nome de Athena mais uma vez.

" Hahaha... " olharam para Shun, que se divertia com o chocalho.

Ikki fez um cafuné no pequeno e pegou suas coisas novamente, indo arrumá-las, por fim.

O sol se punha na arena, anunciando o fim dos treinos para os que estavam lá. Cansados e suados, Aries e Virgem sentaram-se num degrau da arquibancada que circundava a arena.

" Ah, melhor do que os treinos, só mesmo terminar ao treinos. " riu Mu, ajeitando os longos fios atrás da orelha.

" Realmente, meu amigo. "

" Mestre Shaka! " a menina vem correndo na direção do mestre.

Liz pára à sua frente, as mãos cruzadas às costas, um sorriso travesso estampado no rosto. Logo atrás vêm Kiki.

" Liz, onde você estava? " inquiriu.

" Eu e o Kiki távamos com o Milo. "

" Quantas vezes já te disse para não ficar com esse moleque? " referiu-se ao ruivinho " Ainda mais junto de Milo! E não fale errado, criatura. "

" Hihi, cê é esquisito, mestre! " riu inocentemente, cobrindo a boca com as mãos.

" Hei, não fale assim de mim, seu! " bradou Kiki, cruzando os braços.

O loiro observou a menina rindo, ela era tão alegre e espontânea que sempre acabava por fazê-lo rir também. Era uma das poucas que conseguia tal façanha. Admirou sua beleza, tinha treze anos, a pele cor de canela, o cabelo escuro farto, ultrapassando o ombro e que hoje estava preso em uma trança, os olhos lilases, mais até que o cabelo de Mu, meio vítreos. Sorriu ao lembrar-se de como ela era há alguns anos atrás, quando ele a acolhera, ainda uma criança inocente e, agora, transformava-se numa mulher. Nunca se arrependera de ter ficado com ela, devia muito à família da garota, graças aos seus componentes que sua mãe puder dar-lhe à luz e criá-lo num meio digno, alimentá-lo e ensinar-lhe tudo o que pôde, antes de começar a treinar para ser um cavaleiro. Quando soube que essa mesma família havia se dizimado num incêndio e que, agora, a única sobrevivente não tinha mais ninguém, tratou de retribuir as boas coisas que recebera, então, com a permissão de Athena, a adotou e passou a criá-la como um pai. Nunca pensara que criar uma menina de nove anos fosse tão maravilhoso e desafiante, era como ter novamente uma família. E agradecia aos céus por poder provar dessa sensação tão boa que é o amor, o amor puro de um pai.

" Mestre Shaka? Alôoou? Eu tô te chamando! " a indiana balançou a mão à frente de seus olhos.

Saindo de seus devaneios, Shaka encarou a menina.

" Sabe o que é? É que nós queríamos ver o Ikki. " concluiu ao ver que agora ele prestava atenção no que dizia.

" É, mestre Mu, quero ver o Ikki, faz tempo que não o vejo. E, também, a pessoa que ele trouxe. " Kiki apressou, corando ao pensar que se por acaso não seria uma bela mulher.

" Haha, tá bem Kiki, vamos. "

" Eba! " Liz comemorou.

Mu percebeu que seu pupilo estava corado, sabia que ele já era um adolescente e devia estar passando por um sério processo hormonal, por isso o ajudava no que podia. O garoto perdera os traços infantis, estava alto, seu rosto tinha expressões mais fortes, mais másculas, o cabelo estava desfiado sobre os olhos, até a altura das orelhas, os olhos menores e mais ferinos. E sua personalidade mudara também, era mais maduro agora, mais sério e comportado.

Os dois levantaram-se e Mu tomou a iniciativa:

" Nós vamos, crianças, mas só para cumprimentá-los, ainda não tomamos banho e não estamos arrumados. "

" Sim, Mu, mas vamos logo! " apresou Liz, pegando em sua mão e o puxando.

Foram caminhando em direção ao alojamento dos cavaleiros de bronze e prata, os menores na frente, conversando, e os dois adultos atrás. Shaka não gostava que a menina ficasse à sós com Kiki, os dois estavam numa fase 'crítica' e o menino não era um ser casto cheio de pudor, sabia disso porque ele mesmo não era assim naquela idade. E tinha receio e ciúmes de deixá-la com ele.

Estavam chegando lá quando cruzaram com Aldebaram e Valentina subindo, ele carregava uma bolsa numa das mãos e ela ia agarrada ao seu braço oposto, ambos sorrindo.

" Deba! " Mu sorriu ao encontrar seu melhor amigo.

" Olá, garotos. " Valentina sorriu, exibindo seus dentes brancos.

" Oi, Vali! Veio de novo? " Liz abraçou-se à mulher.

" Sim, minha querida, tive outra brecha e pude vir ver meu tourinho. " mexeu nos fios de Aldebaram.

Os dois olharam o olhar do amigo, que até brilhava de tamanho contentamento. Ele com sua personalidade amiga e cativante acabara conquistando o coração de Valentina, a mulher mais bonita daquele Santuário. Não que as outras não fossem, Marisa e Shina, por exemplo, eram lindas, mas Vali era muito mais. Com seu 1.80 m, a moça era um respeitável modelo internacional, mexicana de pele bronzeada, cabelos espessos negros e ondulados até pouco abaixo do ombro, olhos amendoados castanhos escuros quase chegando ao negro e feições na medida. Mas não era só isso o que importava para Aldebaram, sua beleza era apenas um atributo, mas seu temperamento forte, seu jeito sensual e humilde, seu excelente senso de humor e sua rápida percepção, entre tantas outras coisas que deixavam o taurino louco, fizeram-no cair de amores pela. Que correspondeu à altura, uma vez que se cativara por aquele belo grandalhão. Sorriram para o amigo, felizes por ele:

" Mais tardes nós conversamos, sim? Agora, com licença que nós vamos visitar o Ikki de Fênix. "

" Claro, Shaka. Amanhã nós vamos, até mais, amigos. "

Com um sinal de cabeça, eles se despediram. As crianças, dando tchau com a mão para seu "tio" mais querido de ouro. Seguiram para o apartamento de Ikki que, a essa hora, já estava vazia, excetuando-se pela presença do próprio e de seu filho. O moreno terminava de dar banho em Shun quando ouviu algumas batidas na porta. "E essa, não me dão sossego! ", pensou enquanto retirava cuidadosamente o bebê da água e o enrolava numa toalha branca, encostando-o ao peito e, assegurando-se que nenhum golpe de ar acertaria o menino se ele abrisse a porta, fê-la de uma vez.

" Ikki... Ikki? " o virginiano assustou-se ao ver um neném em seu colo.

" De novo não! " suspirou.

" Nossa, Ikki, isso aí é um nenê? " perguntou Liz.

" Garota... Ah, sim a pupila de Shaka, sim? " puxou pela memória, sorrindo " Sim, menina, este é meu filho. "

Ao terminar de falar, a cara dos dois adulto foi ao chão, embasbacados com o que ouviram.

" Ah, que legal! Você é papai! " comemorou Kiki.

Shun movia-se no colo do pai.

" Nhééé... Uiii! " Fênix olhou para o bebê desnudo.

" Hehe, já vi que vocês não entenderam, não é? Agora eu preciso cuidar do menino, mas amanhã de manhã eu o apresento à todos os cavaleiros no café-da-manhã.

Vendo que ele estava ocupado, os dourados concordaram em ficar confusos até o dia seguinte.

" Já que está ocupado, nós vamos nos retirar. Só viemos desejar-lhe boas-vindas. Até mais, então. " sorriu Mu, afastando-se com os outros, ao passo que Ikki acenava-lhes com a cabeça.

" Ah, tio Shaka, a gente não podia ficar mais? "

" Não, Liz, ele não pode nos atender agora. "

" Eu queria ver o bebê... Tio, cê viu como o Ikki mudou bastante? "

" Sim, ele mudou, não é? "

" Eu que o diga! " disse Kiki, fazendo os adultos rirem.

Liz segurou a mão do loiro, enquanto Kiki já se metia valente com os outros dois que riam de seu comentário inocente. No entanto, no segundo seguinte a conversa foi tomada pelo assunto que os espantara: o filho de Ikki

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Ikki dava papinha para Shun, depois de tê-lo arrumado devidamente. Riu ao ver que o menino mexia as mãozinhas e, logo após, deixava um bom tanto da comida para fora, que escorria por seu queixo.

" Hahaha, que porquinho, filho! " pegou a flanela de limpar a lambuseira que o filho fazia com a comida e levou ao seu rostinho, limpando delicadamente sua boquinha.

" Hihihi! Daaa! " Shun tentou segurar os pulsos do pai.

" Espero que seus dentinhos cresçam rápido, já era pra ter um aqui, não, filhote? "

" Nyyyy! Uttuuuiii! " deslizou sua mãozinha delicada pelo pulso do pai, pondo a boquinha lá.

" É, espero mesmo que cresçam logo porque você tá pondo a boca em tudo que vê pela frente. " soltou-se do neném, que movia-se na sua cadeirinha em tom azul bebê com desenhos de girafinhas, e voltou a dar-lhe papinha " Que bom que não estranhou o lugar e as pessoas, vamos ver agora se você se adapta fácil. "

" Nhiii! Uhi! " deixou mais um pouco de papinha cair.

" Quer dormir com o papai hoje? " Ikki fez a típica cara de bobo dos pais, que só fazia para seu filho e mais ninguém " Mas só hoje, viu? "

Queria passar aquela noite com o filhote, talvez ele fosse muito novo para entender, mas queria passar-lhe segurança, que não temesse ou estranhasse a nova moradia, o novo país. Queria que o pequeno se desse bem e fosse feliz no seu novo lar, era o que mais desejava para o filho depois de tudo: felicidade. E, quem sabe, aquele não fosse o começo de uma? Por isso queria dar-lhe proteção durante aquela primeira noite num lugar estranho.

" Ihihi! " Shun riu, contente.

Uma brisa suave entrou pela janela da cozinha, trazendo consigo um nova esperança, uma esperança de uma vida nova e melhor, e o brilho prateado da lua onipotente no seu governo do céu iluminava a noite escura.

Continua...

Ceis num tem noção do qnt eu goto de onomatopéias... a cada dez palavras minhas sai um som! Por isso os sons do bebê

Credo, esse final das ultimas 3 páginas num deu muito certo - quem manda ver novela e escrever ao msm tempo - Mas antes isso do que nada:D Eu me perdi aí, mas logo me acho!

Aiai, eu to mais empolgada ainda, agora que eu imaginei a Flora, a namorada do MM! Sim, estou ansiosa pra meter ela nas história, mas vai demorar um pouquinho ainda É, mas msm ka empolgação, eu demorei um século p escrever esse cap. ¬¬ Fazer o que se eu sô leeenta que nem véia em andador p escrever! "

Aí eu tava juntanu um mais um e cheguei à conclusão: se uma média de 10 pag por cap eu levo um ano p escrever, talvez seja melhor eu escrever umas sete, mais ou menos, que daí eu sou mais rápida e posto mais cap:-) E por falar nisso, agora que eu to venu que o tempo da correnu mui devagar nessa fic (dois cap jah e se passou soh um dia o.o), por isso vou ver se consigo fazer com que passe mais tempo (sim, eu aindo quero fazer o Shun andar e p isso precisa de uns dois meses).

Para Kali: Pena q vc naum deixou seu e-mail, por isso to respondendo aqui msm! Mt obrigada, adorei seu review, tah? Eu vou continuar sim... eu sou meio lenta pra atualizar, mas vai... pq eu amo o Shu bebê!

Deba: Huohuohuo! Viu, suas ficwriter malvadas que nunca fazem fics minhas, eu peguei uma modelo, la-la-la-la:P

Pime: Su memu, Deba! Por isso que cê é meu 2º douradinho favorito!

Deba:DDD Você sim me entende.

Pime c/ charuto na boca: fale-me mais, meu filho, que a consulta é cara.

Deba: ¬¬

Pime: "

Milo: Porque eu ainda não apareci? o.O

Pime: Porque eu num quis... Mais relaxa que no prox. se parece.

Milo: Msm?

Pime: Mas bem pouquinho, com uma fala só.

Milo: Por que? T.T

Pime: Porque eu dou mais espaço p os outros cavaleiros.

Milo: Por que?

Pime: Porque eu gosto mais deles, ué.

Milo: Hn.

Pime: Mas naum fique tristinho, eh por isso que eu encho lingüiça com você aqui!

Milo: Hn... Já é um consolo. ¬¬

Shun: Pime, que negócio é aquele do Hyoga?

Pime coçanu a cabeça: Pois é, né... Foi sem intenção, juro.

Shun: Sei, sei...

Pime: Mas é! agora que você tocou no assunto... Huhuhu, idéias malignas à mil!

Shun: Porque eu fui dar idéia?

Su aí, gente, e não esqueçam de deixar um review, ta bom?

Tchauzinhu:-)