Death Note não é meu, nunca foi, nunca será, por sorte de Ohba e Obata.
É um presente pra Hiei-and-Shino, porque ela é linda e eu a amo *-*
Enfim, chega. A fic, senhoras e senhores.

Muitos me consideram prepotente, julgando pelos meus atos.

O fato de desafiar L, de matar pessoas.

Uma novidade: nem todos os assassinos se julgam Deus. Apenas alguns.

Os mais idiotas.

Eu estava ali pra provar que L não era Deus, é diferente.

Bom, comecemos do princípio, sim?

Meus pais não morreram quando eu era pequeno. Eles me abandonaram.

Por que fariam algo com um bebê de seis meses?

Por causa dos meus olhos.

A imbecil da minha mãe se assustava toda vez que me olhava. Era uma religiosa louca, daquelas que acreditam que qualquer coisa é a vontade de Deus. Meus olhos não foram diferentes, ela achava realmente que era um castigo por ter me tido tão cedo. Vejam bem, minha mãe podia ser religiosa, mas nunca foi santa. Ela transava sempre que podia, com qualquer homem possível. Logo depois, ela rezava, ela implorava desculpas a Deus, ela chorava e se arrependia, para depois começar tudo de novo.

Meu pai era ausente. Nunca ligou para nenhum de nós. Nunca o conheci, nunca quis conhecê-lo, nunca me importei com ele. Mas que eu gostaria de tê-lo matado... ah, isso eu não nego.

Um dia ela não agüentou mais dois olhos de sangue a observando. O tal castigo divino que eu era. Acho que ela nunca realmente me vira como um filho. O sentimento era recíproco, já que, para mim, nunca tive mãe nem pai.

Ela me deixou com Wammy, já que ela tinha ouvido falar da Wammy's House. Nunca deveria ter ouvido falar, mas pelo visto, um funcionário não sabia manter a boca calada. Ao menos, aquele idiota tinha consciência o bastante para não dizer as exigências para se entrar naquele orfanato.

Quillsh a avisou que ele não poderia me receber – sem muitas explicações, obviamente. Ele não acreditava em mim, não acreditava no que eu me tornaria mais tarde – o segundo colocado na competição – e muito menos no que eu viria a me tornar – um assassino.

Porém ele cedeu aos lamentos de minha mãe. A persuasão de minha mãe era incrível, eu tenho que admitir. Para convencer Wammy a tomar conta de um bebê que não poderia ter sua inteligência testada, era preciso ser muito insistente.

Bom, depois disso, sei que me tornei o segundo na linha de sucessão de L. Mas isso é algo para depois.

Como eu sei tanto do meu passado?

Mamãe me contou. Um pouco antes de eu matá-la.

Sim, termina assim. É uma ficlet... miniminiminificlet? ):
Eu não disse capítulo passado, eu acabei esquecendo '-' a ideia de "pontos" surgiu da forma mais random possível numa conversa com a Ray.

Janão diz: Ray, rápido, me dê um tema para a fic.
Ray diz: ...........................................................................
Ray diz: PONTOS! (???)
Janão diz: BOA, OBRIGADA, ADOREI, VAI SER UMA CENTRED NO BB E
Ray diz: comofas.

De qualquer forma. Obrigada ao meu anjo, Anne, porque ela é perfeita e tem a maior paciência comigo e com as minhas fics. CHIBI, TE AMO *-*
Obrigada, Ray ninda, pelo tema :D

Reviews? D: Lembrem-se, só não xinguem a mim e aos meus progenitores, sim?