O hospital era perto, por isso, em poucos minutos Vegeta já havia chegado. Parado diante da porta de entrada ele olhava fixamente para a frágil flor que trazia em sua mão. Poderia sem loucura, mais aquela rosa lembrava lhe sua amada esposa. Delicada, bela, tão branca como a neve, porém era preciso delicadeza para lidar com ela, por causa dos espinhos. Exatamente como Bulma, tão bonita e meiga, mais quando irritada se transformava completamente. Depois de alguns segundos perdido em seus próprios pensamentos, o Sayajin empurrou a porta e entrou.

Como de costume, as recepcionistas lhe abriram um enorme sorriso para dizer oi, ora, Vegeta certamente não era mais jovem e tinha perdido muito de sua beleza, mais continuava muito atraente. Vegeta, como sempre, respondeu-as com um simples balançar de cabeça. Caminhou calmamente em direção ao quarto de Bulma, quando ia pegar a maçaneta para abrir a porta, notou que o médico estava lá dentro, resolveu então esperar um pouco.

Sentou-se em um banco do lado da porta e ficou ali por algum tempo. Vegeta não tinha paciência e logo estava estressado andando de um lado para o outro, quando já não aguentava mais esperar o médico saiu.

- Ah, Sr. Vegeta... eu ia mesmo ligar para o senhir.

- O que foi?

- Bom, a Bulma... está muito mal.

- Como assim? O que ela tem doutor?

- O senhor sabe dos problemas de sua mulher. Bom, a doença avançou muito, e por causa da idade desenvolveu uma série se complicações... ela é forte, mais não resistirá muito tempo.

- O quê?

- É triste eu ter que lhe dizer isto mais sua esposa está morrendo...

Ao ouvir aquelas palavras, Vegeta sentiu um aperto no coração, sabia que Bulma estava doente e que não era mais jovem, mais jamais pensará em sua morte, nunca tinha imaginado a morte de Bulma, de fato, nunca tinha se imaginado sem ela.

- O senhor vai entrar?

- Ã? Claro...

Lentamente o Sayajin abriu a porta, Bulma estava deitada, seus olhos azuis sintilantes estavam focados na pequena rosa vermelha que reluzia na mesa ao lado. Ao notar a presença de Vegeta na sala, a mulher derigiu seus olhar a ele.

- Oi, como você está?

- Ah, estou bem, que bom que veio me ver.

- Sabe que virei todos os dias.

- Que bom que não me esqueceu.

- Trouxe mais uma rosa para você.

- Adoro rosas. Sua presença aqui é a única coisa que me faz sentir bem agora.

Vegeta, ao ouvi-lá, sorriu. O Sayajin ficou ali por muito tempo, ouvindo Bulma falar e concordando com o que a mulher dizia, ela não sabia, mais ele se sentia bem ali, do lado da mulher que amará durante toda a sua vida.

- Bom já vou.

- Mais você acabou de , vai vim aqui amanhã?

- Claro.

- Eu te amo, Veggie.

- Durma.

A mulher fechou os olhos como se fosse dormir. Vegeta então pegou a rosa que havia trazido e colou no vaso, junto com a rosa vermelha que trouxera dois dia atrás. Ao sair, olhou mais uma vez para a Bulma e uma pequena lágrima escorreu por sua face.

Vegeta não queria chegar em casa, não queria tem que dar a triste notícia a trunks e Bra, não queria estar passando por isso, não sabia o que fazer, nem como encarar a situação, a única coisa que sabia era que ficaria ao lado de Bulma até que o dia chegasse.

Continua...