Disclaimer: Essa história pertence a Cunning Angel, que me autorizou a tradução, os personagens em sua maioria pertencem a Stephenie Meyer.
Nota da Autora: Isto é ficção, não tem nada a ver com a realidade dos personagens que pertencem a Stephenie Meyer, eu só brinco com eles, e os manipulo, e os faço sofrer, só as vezes...
Sinopse: Mesmo começo de Crepúsculo, mas Edward é um perfeito Incubus, aproveitando de suas habilidades vampiricas… Ele sabe que pode procriar, então se cuida, e se dedica a desfrutar de mulheres como Jéssica, Lauren, inclusive Ângela tem aquecido sua cama. Veremos o que acontecerá quando Bella chegar.
Monotonia
Gemeu meu nome, esperei.
Uma vez…
Duas vezes…
Na terceira vez que pediu para fazer amor, decidi que não faria.
Por que conceder tal coisa?
Merecia conceder-lhe a fazer tocar o céu hoje à noite?
Não, ela não provaria uma só gota do êxtase.
Levantei da cama, deixando-a nua e com o olhar cheio de ceticismo.
Comecei a me vestir em uma odiosa velocidade humana, mas era um preço a pagar, 'guardar as aparências', para poder assim conviver com os humanos. Mas tinha suas vantagens, como se eu não soubesse.
Minha existência era realmente tediosa estava andando a mais de um século sem uma direção definida, mas uma noite teve um acontecimento que mudou tudo. Compreendi que definitivamente não podia continuar igual: bloqueado, como sempre entre meus CD's e meu piano.
Encontrei um novo passatempo, mas em alguns momentos meu lado egoísta brilhava e decidia leva-las ao limite. Não é como se meu dia-a-dia fosse generoso, mas em certos momentos eu me tornava muito mais egoísta do que eu era normalmente.
Tentando a minha presa, seduzindo-a, usando os encantos que a minha raça possuía; para logo entregar-me ao prazer, deixando-me levar pelos mais baixos instintos, tentando de um modo ou outro me distrair. Sair da monotonia que representava para mim essa maldita existência. Mas em momentos como agora, simplesmente deixava minha presa só a alguns segundos de concretizar o ato e sem se quer dar explicação, ia embora.
Como eu estava fazendo nesse momento, fechando sua porta; abandonando-a em seu quarto deixando a garota atônica.
Não me dava pena.
A verdade, de um modo retorcido, isso simplesmente fazia tudo mais interessante. Claro, ela não tinha que saber que eu tinha o poder de ler seus pensamentos. Iludidas. Todas iguais. Humanas ou vampiras, não tinham o menor escrúpulo de deixar-me entrar em sua cama. Quando as satisfazia, o começo, o frenesi que produzia era tão poderoso como era provar sangue humano. Mas a medida que se passavam os anos, e via passar pela minha cama uma garota atrás de outra, sempre diferentes, terminei novamente caindo na monotonia.
A pior parte era que depois não podia tira-las de cima de mim. Repetindo uma e outra vez o excelente amante que eu era, obviamente comparado com um insignificante humano não se podia esperar outra coisa. Não durmo, acredito que isso explica tudo.
No geral usava para satisfazê-las, mas era incrivelmente prazeroso ouvi-las gemer meu nome, suplicar por um só toque, pedir aos gritos que fizesse amor e depois de todo aquele jogo preliminar, deixava elas assim: sofrendo, ardendo de desejo, mas sem receber o que esperavam. Sem lugar para duvidas, era um deleite excita-las para logo ir sem terminar o trabalho.
Era ridiculamente fácil seduzi-las, entregando ardentes beijos, usando do perfume que possuíamos por natureza para atrair-las para mim. Abusando do meu forte olhar para deslumbrar-las, usando minha voz, com um só 'preciso de você' me dessem espaço em suas vidas.
Uma e outra vez acontecia o mesmo, sem necessidade de mudar o roteiro.
Uma vez em suas camas me deleitava em uma forma extrema. Eu iria mentir se dissesse que não desfrutava. As humanas tinham um detalhe que não possuíam as da minha espécie: eram sempre quentes e frágeis. Para mim, isso as deixava condenadamente prazerosas. Me excitava o sexo com humanas não só por sua fragilidade, mas porque os anos me haviam deixado praticamente imune ao seu aroma.
Depois de Carlisle, eu era o que mais se controlava diante de sangue.
Acrescentando isso a adrenalina – não em sentido literal já que não sou humano – e a excitação que provocava brincar com fogo, levar as coisas ao limite, sempre com a fina linha que dividia o prazer da morte.
Se minhas vitimas soubessem com que classe de assassino dormiam. Se soubessem que um só beijo mal colocado lhes provocaria a morte, que só um movimento fora do lugar poderia triturar o crânio; que com um só toque dos meus dentes poderia faze-las viver o inferna em seu própria carne, produto do meu veneno.
Sim, definitivamente todos esses detalhes faziam com que as noites fossem muito mais intensas e menos tediosas.
Inclinou seu corpo até mim, beijando-me apaixonadamente saboreando com a ponta da sua língua cada centímetro da minha boca, a atrai até a mim e com um forte movimento a girei, deixando assim suas costas contra meu peito, pressionei forte contra ela para que sentisse minha ereção, a garota soltou um gemido, mas a calei colocando minha mão sobre sua boca enquanto beijava seu tentador colo, lambi aquela área por onde começava a correr gotas de suor.
A garota estremeceu entre meus braços, notei como a batida do seu coração aumentava em um ritmo considerável, sua pele arrepiava, por mais expertas que acreditavam ser, ao chegar em meus braços se tornavam frágeis e vulneráveis, como a mais inocente garota.
— Vou cumprir cada uma de suas fantasias – sussurrei em seu ouvido enquanto sugava com maestria o lóbulo da sua orelha.
Pouco a pouco desci minhas mãos por suas costas, até chegar em sua bunda e a aproximei mais de mim agora que a tinha na minha frente.
— Ninguém vai te tocar como eu – eu disse enquanto abria o botão da sua calça e colocava minha mão entre suas pernas.
A senti tentar antes o contato, mas não abandonei minha missão. Pude sentir sua umidade fluir desde o centro do seu corpo, o aroma de sua excitação só me enlouquecia mais. Era incrível como um simples contato provocava tanto nessas iludidas garotas, sexo, quem pensaria a chave de tudo, abre as portas de tudo…
Até a mais séria das professores tinha o seu preço, no momento de conseguir um pouco de prazer não tinhas escrúpulos em se entregar para um 'adolescente de dezessete anos', incrível.
Sem esperar mais arranquei sua blusa, e me dediquei a sugar seus seios com fervor, se queria prazer, o daria, conheceria a glória, mas só porque tinha claro que depois disso queria mais, e suplicaria para que eu voltasse a tocar, e obviamente esse prazer não lhe seria concebido.
Era um segredo de que você podia ter com Edward Cullen o melhor sexo de sua vida, mas as garotas comentavam entre elas que o prazer só era comparável ao de uma droga, te deixava pedindo mais, suplicando por um só toque, no resumo seria a melhor e a pior noite da sua vida.
Não fazia falta ler seus pensamento para conhecer eles, bastava que entrar no colégio para ver como os demais alunos me olhavam com inveja, mas não se atreviam nem se quer falar comigo, enquanto as garotas que haviam a alegria de compartilhar sua cama me viam com tortura, com uma expressão de sofrimento pedindo com cada gesto que sentisse pena dela.
Obviamente o faria…
O ar estava quente, eu simplesmente estava concentrado no prazer, sugando seus seios enquanto acariciava seu agora úmido centro, estava pronta para mim.
— Está molhada, pronta para mim — a garota ruborizou e abaixou a cabeça, se sentia intimidada. Me fascinava ter o controle.
Parei de acariciar seu centro, só para agora introduzir lentamente um dos meus dedos, a garota não se conteve mais e liberou toda a sua excitação em minhas mãos.
Mas eu ainda não pensava em terminar, sem que tivesse tempo de notar levei minhas mãos até a sua bunda e a levantei, ela envolveu suas pernas em torno do meu quadril, liberei meu membro e a penetrei com força, mais não com tanta para não faze-la em pedaços, eu podia facilmente poderia rasgar sua cavidade.
Aumentei a velocidade das investidas e suas paredes se abriram facilmente cedendo espaço ao meu intruso visitante de imediato. Sim definitivamente ela estava pronta para mim.
Ela gemia de uma forma descontrolada pela desenfreada paixão que a invadia, havia conhecido minha descontrolada paixão animal, ela o havia pedido não?
— Ninguém vai fazer como eu – eu disse enquanto investia com força, uma vez e outra, sem dar espaço, sem dar trégua. O cabelo da garota se encontrava suado, diferente do me como o resto do meu corpo, se encontrava intacto.
Finalmente a senti apertar em torno do meu membro pelo o qual em uma ultima investida assegurei de que ele ocupasse todo o espaço de sua cavidade, quando toquei fundo, a garota tremeu em meu membro e caiu em meus braços, ainda unidos com meu membro dentro dela a beijei nos lábios, com um toque de doçura.
As mulheres gostavam de se sentir queridas, desejadas e acima de tudo amadas. Eu lhes dava o que queriam e mais, se me limitava a lhe dar sexo selvagem onde estaria a diversão? Não, desde que tenho memória fui formado por Carlisle e Esme de tal forma que sempre me ensinaram a tratar uma dama.
Claro que esse ultimo eu via por outra perspectiva, por isso cada vez que tinha sexo, selava o ato com um gesto de ternura para a garota, obviamente nunca existia uma segunda vez, havia outros casos como esse da semana passada no que só me limitava em excita-las até o ponto que doesse para sair, ir sem se quer dar explicações, a glória dos céus, meu lado mais animal se regozijava antes do meu egoísmo, o frenesi de vê-las prontas para entregar-se a mim, não tinha preço.
— Sabe, deveria ter mais cuidado, não esqueça que estamos no banheiro do colégio, por isso tapei sua boca não poderiam nos descobrir querida – disse enquanto a atraia até mim e beijava docemente sua frente, enquanto organizava agora seu suado cabelo.
— Desculpe – disse a garota muito baixo, estava envergonhada, é que não era para menos, não é todos os dias que você entra no banheiro e alguém aparece e arrasta você para uma cabine, mas ela o desejava e não tinha porque discutir, não comigo que podia ler cada um dos seus pensamentos.
A garota levava mais do que duas semanas sonhando comigo em diversas posições, céus, eu simplesmente cumpri seus desejos como bom samaritano que sou.
Nos arrumávamos para sair quando duas garotas entraram no banheiro, a garota ao meu lado ficou tensa presa ao pânico, e eu a puxei até mim e tapei sua boca, a abracei para que não ficasse nervosa.
As garotas começaram com a tediosa tarefa de se maquiar, como se com isso mudasse algo, não sabia que eu, tempo atrás tinham aquecido minhas camas com seus corpos quentes, sim também havia feito sexo com Jéssica e Lauren, as garotas sorriam e falavam se seus atuais pares, não era como se fizesse diferença, mas como eu disse antes, pouco lhes importava estar com alguém, era muito simples elas abrirem as pernas, condenadamente fácil.
Eu estava revoltado com a situação quando um de seus pensamentos me chamou profundamente a atenção.
"Não sei que raios vêem, faria bem engordar um pouco.
Na verdade, nem mesmo é bonita.
Não entendo por que Eric a olha tanto... ou Mike."
Pensou Jéssica, era o tema destaque do dia em todas as mentes: a menina nova, Isabella Swan, filha do chefe de polícia da cidade, que tinha vindo viver aqui por alguma mudança na situação familiar. Bella. Até agora tinha corrigido a todos que se dirigiu a ela por seu nome completo ...
