Notas da Autora

Após fazerem o desejo a Shenron, cada um voltava ao que estava fazendo antes, enquanto que Muten pensava sobre...

Frente a isso, ele toma uma decisão.

Enquanto isso, em uma mansão, um certo jovem decide...

Capítulo 2 - Decisões

Então, quando olha para o lado, sorrindo, vê Mister Popo chegando no seu tapete com as Dragon balls, sendo que o seu atendente fala, após se materializar na plataforma:

- Já reuni todas as Dragon balls. Falta a Suushinchuu (四星球 – Esfera de quatro estrelas), que está com a Sakura.

- Eles estão vindo. Sakura irá fazer o desejo.

- Mas... se ela fizer, só teremos um desejo. – Mister Popo comenta.

- Isso é verdade. É uma hipótese plausível. Mesmo assim, não temos outros desejos. Por enquanto. Ela ficou desanimada quando não pode desejar na última vez. Portanto, deixaremos ela fazer o desejo a Shenron.

- Como o senhor desejar, Kami-sama.

- Sakura vai adorar fazer o desejo. De fato, ela ficou bem deprimida na última vez. - Karin fala, ao surgir na plataforma do Tenkai e caminha até Kami-sama.

- Em breve, eles irão chegar.

O sennin observa Kami-sama atentamente e fala:

- O senhor estava se recordando do dia em que veio outro alienígena para a Terra, né? – ele pergunta em tom de confirmação.

- Sim. Eu acho algo preocupante, principalmente o que ele disse "Não há guerreiros poderosos nesse planeta, ainda". Isso indica que ele voltará em algum momento do futuro e pode acabar não voltando sozinho. Há muitas raças no universo e com certeza, muitas delas são poderosas. Não sei se ainda estamos prontos para lidar com uma invasão.

- Eu também compartilho dessa opinião, Kami-sama. Nós não estamos preparados, ainda. Claro, Sakura e Piccolo são poderosos para os padrões da Terra. Porém, o poder desse uchyuujin superava o poder de ambos, juntos.

- Sim. Mesmo que eles e Muten se unissem, não conseguiriam lutar contra esse alienígena. Isso só mostra que há seres poderosíssimos no universo e que a Terra corre um grande perigo.

- Mesmo que tenhamos as Dragon Balls para emergências, precisarmos ser capazes de defender o nosso planeta. Ou melhor, os terráqueos tem que ser capazes de defenderem o seu planeta por si mesmo, sem depender de um demônio e de uma uchyuujin.

- Concordo. Porém, por enquanto, é cedo demais. Não há nenhum humano, ainda, com um grande potencial latente. Claro, há Muten, que pode ser considerado o humano mais poderoso da Terra, atualmente.

- O fato de não termos mais ninguém poderoso é desanimador. – Karin fala, após suspirar – Espero que no futuro, possam surgir humanos poderosos.

- É a minha esperança também, Karin.

Então, eles param de conversar quando Sakura, Piccolo e Muten, juntamente com Umigame (tartaruga marinha) sendo segurado pelo casco pelo chikyuujin, pois, ele cresceu e muito, aparecem na plataforma, sendo que a saiyajin começava a dar sinais de velhice, após quase duzentos anos.

- Trouxe a Suushinchuu (四星球 – Esfera de quatro estrelas). – ela pega a Dragon ball e coloca próxima das outras.

- Você se lembra das palavras, Sakura? – Kami-sama pergunta gentilmente.

- Eu lembro. Por quê? – ela arqueia o cenho.

- Pode invocar Shenron e fazer o desejo.

- Posso? – ela pergunta animada, com a cauda dela abandonando a cintura, para abanar animadamente para os lados de forma indecente.

- Sim. Só temos um desejo. Antes, precisávamos dos três.

- Obrigada.

Nisso, ela se aproxima, sendo que as Dragon balls começaram a brilhar, ainda mais intensamente, após estarem todas juntas.

- Shenron saia e realize o meu desejo! – ela exclama, animada.

Então, as esferas pulsam cada vez mais em um ritmo intenso, até que o céu escurece e trovões passam a rasgar as nuvens tenebrosas, enquanto que uma espécie de energia concentrada em uma espécie de rajada sai das esferas, sendo que tomava uma forma esguia que passa a rodear o ar, assumindo o contorno de um dragão, até que o brilho dourado cessa e revela Shenron em toda a sua imponência e poder.

Então, ele abaixa o imenso focinho e fala com a sua usual voz etérea:

- Eu irei realizar apenas um desejo. Qual é o seu desejo?

- Eu quero ser jovem, novamente. – Sakura fala animada.

- É um desejo simples.

Nisso, os olhos rubros dele brilham e o corpo de Sakura brilha, para depois cessar, revelando a saiyajin que estava jovem, novamente.

- Obrigada, Shenron.

- Por nada. Desejo realizado. Até.

Nisso, ele volta para as Dragon balls e as mesmas flutuam. Antes que se separassem, Sakura salta e pega a Suushinchuu, que estava como pedra, enquanto que as demais espalhavam-se pelo mundo.

- Peguei. – ela fala feliz, olhando a esfera que ficaria como pedra por um ano.

- Fico feliz que tenha ficado jovem, novamente. Notei que a sua velocidade e força tinha decaído e muito. – Piccolo comenta com um sorriso no rosto.

- Eu também senti isso, quando perdi para você. Agora, estou no auge dos meus poderes. – ela fala olhando para a sua mão, fechando o punho várias vezes – É uma sensação muito boa.

- Não entendo porque não pede juventude eterna, imouto.

- Parece ser algo chato. – ela fala com um sorriso, sendo que o namekuseijin e Muten balançam a cabeça para os lados, enquanto sorriam.

- Vou voltar ao Monte Paouz para treinar, após guardar essa Dragon Ball.

Então, eles se despedem e partem dali.

Enquanto olhava Sakura se afastando, Roshi se recorda do que descobriu há cento e setenta e seis anos atrás, através de Kami-sama e a intensa preocupação que sentiu.

Por muitas décadas, ele temeu que o uchyuujin voltasse com reforços, assim como ficou aliviado de que o ser veio justamente no dia em que todos estavam descansando, após uma batalha amigável entre eles e igualmente feroz em uma sala especial no templo de Kami-sama e que naquele instante, ainda estavam na sala, impedindo assim que sentissem o ki desse alienígena e que o mesmo sentisse o ki deles com o estranho aparelho que julgaram que media níveis de poder e localizava os mesmos.

Afinal, ele acreditava, piamente, que Sakura iria enfrenta-lo no mesmo instante, mesmo com a diferença brutal de poder entre eles, pelo que compreendeu da explicação de Kami-sama e isso iria alarmar os prováveis parceiros do alienígena que deviam estar em algum lugar no universo, esperando o companheiro, a seu ver, sem se importar se isso iria provocar uma invasão ou não ao planeta.

De fato, a Terra teve muita sorte, a seu ver, sendo que não podiam continuar acreditando na sorte, pois, era arriscado demais e sabia que o planeta não poderia se defender, ainda, de uma invasão alienígena, considerando o poder desse uchyuujin.

O chikyuujin temia ao pensar que o ser poderia ter chegado ao seu adorado planeta natal, quando estavam fazendo batalhas amigáveis sem explosões de ki, em algumas regiões remotas do planeta.

Ele sai de seus pensamentos, decidido a encontrar algum discípulo digno de seu treinamento, pois, após treinar com ele, iria encaminha-lo a Karin-sama e em seguida, este faria o treinamento com Kami-sama, pessoalmente.

Quem ele desejava treinar tinha apenas dois anos, segundo as suas contas. Portanto, era novo demais. Tinha que esperar, ainda, por pelo menos, treze anos.

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AGE 673 - Wakusei Chikyuu (planeta Terra)

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Treza anos depois, em uma cidade costeira, Muten caminhava em uma avenida, enquanto se recordava de suas visões nos vasos de Karin-sama, pois, havia um discípulo que ele queria treinar o quanto antes.

O certo seria esperar ele encontra-lo em sua ilha, recém-comprada de um pescador, mas, não desejava esperar que ele o encontrasse, pois, iria demorar, ainda, alguns anos. Era um discípulo poderoso e com um coração nobre e bom. Ele não precisaria depender da concessão que Karin fazia para que a pessoa subisse sem passar pelo seu julgamento.

Afinal, esse seu discípulo teria um coração nobre e gentil, assim como bom, além de ter um considerável poder latente.

Portanto, com certeza, passaria pelo julgamento do sennin, pois, reunia as qualidades que Karin tanto prezava. Seria um discípulo perfeito.

Por isso, estava tão ansioso para conhecê-lo. Inclusive, esperou, pacientemente, quase duzentos anos por ele.

Então, Roshi suspira, sabendo que somente havia uma pessoa que conseguiria ajuda-lo a encontrar esse jovem.

Somente esperava que todos os séculos que passaram, ajudassem essa pessoa a relevar os acontecimentos do passado. Era a sua esperança.

Claro, havia outros que poderiam ajuda-lo, mas, somente confiava nela, enquanto que se preparava para pagar pelo que iria pedir.

Afinal, ela amava dinheiro e duvidava, piamente, que iria abrir uma exceção para ele, apesar de serem irmãos.

Kame-sennin agradecia o fato que trabalhou por muitos anos na construção, pois, era um excelente exercício carregar peso e exercitar os músculos, carregando o seu casco pesado, ao mesmo tempo em que ganhou muito bem, pois, fazia o trabalho de vários homens.

Ele confessava que ao saber da chegada de um alienígena na Terra, o fez ficar alarmado e igualmente preocupado com o seu amado planeta natal. Isso o motivou ainda mais a treinar, assim como também o influenciava, de certa forma, na ânsia dele encontrar esse discípulo, ao ponto de esperar ansiosamente por várias décadas, até que ele nascesse e pelas suas contas, devia estar com quinze anos, atualmente.

Também sabia que o seu discípulo deveria guardar segredo sobre alienígenas, pois, se todos soubessem da existência deles, sendo que a Terra ainda não estava preparada para tal informação, iria gerar caos e confusão, acabando por provocar, indiretamente, a morte de centenas de inocentes, frente a uma provável histeria em massa.

Afinal, um humano histérico, não representava uma grande ameaça. Agora, uma horda de pessoas histéricas, representava uma grande ameaça, pois, frente ao medo, havia aqueles que agiam irracionalmente e isso era o maior perigo, frente a uma massa de pessoas apavoradas.

Conforme pensava em sua irmã, somente havia um único problema. Ele não sabia onde ela estava.

Afinal, com certeza, Uranai devia atender em algum local. Claro, poderia pedir ao Mister Popo para acha-la. Para ele, seria fácil.

Porém, não queria incomodá-lo, apenas por querer adiar o encontro entre ele e seu discípulo em alguns anos.

Então, conforme caminhava, avista uma banca de jornal e conforme passava os olhos pelas edições, fica surpreso ao ver algo que não esperava ver em uma capa.

Rapidamente, o guerreiro vai até a banca e pega a revista, onde continha uma entrevista com sua nee-san e que com certeza, havia o endereço onde ela atendia.

Claro, que o ato dele pegar e começar a folhear irritou o vendedor que falou:

- É quatro zenys essa revista, amigo. Se quiser ler, tem que pagar.

Muten fica irritado, enquanto pegava a sua carteira, pagando os quatro zenys, enquanto segurava a revista em baixo do braço.

Então, ele se afasta e comenta:

- Vendedor mal educado.

- Comprou, novamente, uma revista pornográfica? Você já tem uma coleção, considerável. – Umigame fala, sendo que andava ao lado dele, ignorando o olhar surpreso das outras pessoas por verem uma tartaruga falante.

O sennin fica constrangido, enquanto que as pessoas a sua volta olhavam torto para ele ao ouvirem a parte de "revista pornográfica".

- Cale-se, sua tartaruga estúpida. Claro que não!

- Que milagre. – a tartaruga fala surpresa – Por acaso, tem relação com o fato de procurar o endereço de sua irmã mais velha?

- Sim. Nessa revista, tem o endereço dela, com certeza.

Nisso, ele caminha até um parque e senta, começando a ler a matéria e fica surpreso ao ver o quanto ela era arrogante, gananciosa e mesquinha, sendo que a sua fama somente intensificava isso.

Afinal, pelo que compreendeu, ela era tida como a mais poderosa vidente e que conseguia achar qualquer coisa ou pessoa, com cem por cento de acerto.

No final da entrevista, achou o endereço e achou estranho, pois, parecia ser no meio de um deserto, pelas coordenadas.

Ele pegou um mapa e começou a procurar o endereço, enquanto que Umigame passou a folhear a revista, parando no artigo sobre os novos tipos de algas descobertas, enquanto babava em cima, pois, alga era um de seus alimentos favoritos e que somente conseguia, quando Muten comprava de alguns pescadores ou quando eles paravam a beira de uma praia para ele nadar até o mar aberto, a fim de pegar algumas algas no fundo do mar.

- Ela mora em um deserto!

- Uranai-sama?

- Sim.

- Qual é a graça de um deserto? – a tartaruga não compreende.

- Vai saber... Ela sempre foi extravagante. Teremos uma longa viagem.

- Eu detesto deserto. – Umigame fala deprimido – Precisamos mesmo ir até aquele lugar escaldante e seco?

- Eu sei que você não gosta... Mas, não tenho escolha. Preciso achar alguém e somente posso confiar na vidência dela.

Então, ele guarda o jornal e pega Umigame nos braços, colocando-o em cima do casco que ele levava nas costas, para depois ir até uma viela próxima dali para voar, pois, a última vez que ele voou em público, houve muito alarde e alguns acidentes.

Portanto, decidiu que iria voar e pousar longe da vista dos seus conterrâneos, para que ninguém mais se machucasse.

Há dezenas de quilômetros dali, em uma mansão imponente, um jovem de quinze anos estava com uma mala ao seu lado em uma sala imensa e requintada, olhando tudo em volta, sendo que surge um senhor de idade que se aproxima e fala, respeitosamente, sendo que havia uma senhora que se aproximava, usando um avental branco, por cima de um vestido.

O senhor fala:

- Son Gohan-sama... Tem certeza de sua decisão?

O jovem fala com um sorriso triste no rosto:

- Por anos, eu relutei em seguir o meu sonho de ser um artista marcial, pois, precisava ajudar a cuidar da minha amada baa-chan (vovozinha), que tinha a saúde debilitada. Antes de falecer, ela me fez prometer que eu seria fiel ao meu sonho e que lutaria por ele com unhas e dentes, já que nada mais me prenderia aqui, Yoshi-san

- Sua avó era uma mulher fantástica.

- Baa-chan me criou muito bem, após a morte dos meus pais. Cuidar dela até o fim, era o mínimo que poderia fazer. Era, praticamente, um dever, Minashi-san.

- O senhor vai mesmo desistir do título de Conde, assim como, passar uma parte das terras e fortuna para nós, empregados, e a outra parte para instituições filantrópicas?

O jovem suspira e fala:

- É um titulo que não serve para muita coisa, atualmente. Para me dedicar às artes marciais, devo deixar o estilo de vida que vivi até agora para trás. Desistir do meu título e deixar a mansão, assim como os meus bens para os fieis empregados que estiveram sempre juntos da minha baa-chan, faz-se necessário, além de reservar a outra parte da fortuna para instituições filantrópicas, inclusive associações que ajudam animais, que também merecem tal auxílio. Era o desejo dela e o meu também. Vocês merecem ter uma nova vida, assim como as pessoas que precisam de ajuda e amparo, assim como os animais. Se esse dinheiro puder fazer alguma diferença na vida de várias pessoas, assim como ajudar os animais que passam necessidade e dependem da piedade humana, será algo excelente, que irá me deixar muito feliz. Minha baa-chan era uma grande filantrópica e eu também.

A senhora se aproxima e fala, tristemente:

- Eu o vi desde que era um bebê, assim como a sua mãe... Por favor, fale para nós que está levando algum dinheiro de sua família. Que não deu tudo para nós e para os outros, assim como para as ONG´s e instituições filantrópicas.

Nisso, outros empregados surgem, olhando para o jovem que sempre os tratou com respeito e carinho, se tornando distinto de qualquer outro jovem milionário com um título nobre e terras, como viam nas festas que a patroa deles dava. Inclusive, os defendia dos demais jovens, quando eles bebiam demais ou queriam humilhá-los, além de sempre chamá-los com o sufixo de "san", sendo um jovem muito educado e gentil, assim como, possuidor de um coração amável e igualmente nobre, que tratava a todos de forma igual, não importando se era rico ou pobre ou então, um simples empregado. Era educado e gentil, independente da profissão e da classe social que essa pessoa pertencia. Inclusive, era gentil e amável até com os animais.

Portanto, todos os empregados o amavam e tinham um grande carinho e amor por ele.

- Sim... Não estou saindo de mãos abanando, fique tranquilo, Vinícius-san. – o jovem fala com o seu usual sorriso gentil.

Nisso, ele abraça cada um, agradecendo um por um, tudo o que eles fizeram e seus serviços, provocando uma grande comoção, até que termina de abraça-los e se vira para sair, sendo que se vira e sorri com o seu costumeiro sorriso gentil e amável:

- Cuidem-se.

- Todos nos desejamos muita sorte em sua jornada para encontrar Muten Roshi-sama.

Quando ele sai, um dos empregados comenta, olhando para a porta:

- Lá se vai um grande homem com um coração nobre e gentil, assim como amável. É incrível o fato de existir alguém como ele, além de sua falecida avó, que trata os empregados e demais inferiores com respeito e em igualdade com os demais de sua classe, mesmo sendo milionário, assim como possuidor de um título nobre, tratando todos da mesma forma, não importando a sua classe social ou profissão. A senhora era igual a ele. Ambos eram distintos. Son Gohan herdou o mesmo coração que a sua avó.

- Com certeza, ele conseguiria montar na Kinto-un, assim como ela, se pudesse. – uma senhora que trabalhou por décadas na cozinha fala.

- Kinto-un? – outra arqueia o cenho.

- Vai me dizer que esqueceu da lenda da espécie de nuvem mágica? Quando eu vivia no interior, cheguei a ver essas nuvens especiais no céu, sendo que elas são da cor dourada como o sol e que somente aqueles de coração puro e bom podem subir.

- Já ouvi falar... – outro fala – Eles são reais?

- Parece que somente são encontradas no interior, longe das cidades. – a senhora fala contemplativa – Se ele pudesse montar em uma, com certeza, esta o obedeceria e iria permitir que subisse nela.

Nisso, todos murmuravam sobre a Kinto-un.

Quando o jovem passa os portões da imensa propriedade, olha para a mesma e suspira, sendo que sorri e fala:

- Baa-chan, eu vou seguir o meu sonho. Espero que possa me ver, aonde quer que esteja.

Então, ele pega a mala e parte dali, sendo que havia boatos de algumas aparições de Muten Roshi, já que era discípulo do lendário Mutaito, assim como era irmão adotivo da lendária heroína Sakura, que salvou o mundo do rei dos demônios. Inclusive, ele sentia muita vontade de vê-la pessoalmente, já que somente havia fotos e vídeos, sendo que há décadas, ninguém mais a avistou.

Confessava que havia se apaixonado a primeira vista. Ela era linda e poderosa, além de ter uma postura imponente, assim como garra e fibra ao ficar de pé, mesmo no limiar da inconsciência.

Sim, ele se apaixonou a primeira vista, assim como adorava a cauda dela. Confessava que sentia muita vontade de pegá-la.

O chikyuujin também se recorda das lutas que assistiu, sendo somente algumas cenas que conseguiriam mostrar, conforme editaram a gravação, sendo que se concentrou na narração de Muten.

O ex-Conde havia recebido um treinamento básico de artes marciais e podia se defender por si mesmo, enquanto que esperava que conseguisse encontra-lo e que ele o aceitasse como discípulo.

Jurou a si mesmo, que se fosse aceito, iria se tornar o melhor discípulo dele, para poder retribuir tudo o que seu mestre lhe ensinou ao superá-lo, embora soubesse que seria algo quase que impossível, considerando o nível de luta que ele apresentou no torneio.