Mentirinha Boba
Certo, eu admito. Eu tenho um problema. Se eu parasse em uma mentirinha, não seria um problema (não tão grande, pelo menos). Mas eu não paro em uma só. Ah, não, eu simplesmente não paro. E é aí que as encrencas começam. Narrado por Lily Evans.
- Li-ly... – Marlene falou, manhosa. Deixa eu pensar... Teve dever de casa? Não. Ela se machucou? Não. Ela tem um encontro e quer cobertura? Não. É, eu não conseguia me lembrar de nada que eu pudesse fazer por ela. O jeito era perguntar. E perguntar era meio caminho para fazer.
- Que é?
- Vamos dar um passeio hoje? – ela perguntou, num tom submisso. Quem ouve até pensa.
- Pra quê? – perguntei, espantada, levantando os olhos do livro que eu estava lendo.
- Ah, você sabe. Pra apreciar a lua, vai estar tão bela...
Semicerrei meus olhos, desconfiada. Marlene não é o tipo de pessoa que fica calmamente sentada apreciando uma noite bonita. De forma alguma.
- Marlene McKinnon, por que você não facilita as coisas pra nós duas e diz logo qual é seu plano malévolo?
Suspirando, Marlene desistiu:
- Eu queria assistir ao treino.
Agora, antes que vocês me culpem por ter caído da cadeira, eu explico:
Marlene fazia parte do time de Quadribol da Corvinal. Sim, porque ela é da Corvinal. Mas foi expulsa. Cinco vezes. Porque essa delicada bonequinha de porcelana foi expulsa cinco vezes de um violento time de Quadribol, você se pergunta. Bom, porque ela é... agitada demais.
Marlene entrou no time no segundo ano, como recomendação da McGonagall, pra ver se ela baixava o facho. Ela entrou exatamente por ser agitada. Dois meses depois, no primeiro jogo, foi expulsa porque, "no calor do momento", como diz ela, não só acertou o balaço como jogou o taco, tentando acertar dois jogadores de uma vez.
Depois, no terceiro ano, tentaram de novo. Dessa vez ela não chegou a jogar o taco, apenas acertou com ele a cara de Malfoy, nas finais.
No quinto ano, acharam que ela poderia ter aprendido a se controlar. Mero engano. Ela chegou a ponto de se jogar da vassoura tentando cair em cima de um sonserino e assim atrapalhar a jogada, uma vez que os balaços estavam do outro lado do campo. Infelizmente, essa manobra que entrou para a historia de Hogwarts, resultou na terceira expulsão dela.
No sexto ano, o novo capitão chamou-a para tentar como artilheira. Infelizmente ela tinha ímpetos de jogar a goles na cabeça do goleiro adversário, ao invés de fazer a bola passar por ele e entrar no aro. E Marlene foi retirada do time outra vez, já que não costumava resistir a tais ímpetos.
No fim do sexto ano, um dos jogadores se machucou, e Marlene foi chamada para substitui-lo. Acho que ainda havia outras opções menos...perigosas, mas o capitão quis dar a ela uma chance. Ah, e ele tinha uma quedinha por ela. De qualquer forma, Marlene jogou mais uma vez como batedora, sua posição preferida. Dessa vez, como não havia nenhum balaço por perto, e ela tinha que impedir uma jogada a qualquer custo, Marlene rebateu uma goles. Não pergunte como, ela marcou um gol, mas levou cartão, e o gol não valeu.
Dá você pode ver o tipo de garota Marlene McKinnon é, não?
- Vamos, Lily? Eu sinto tanta falta... – ela pediu, fazendo biquinho, com os olhos azul-bebe brilhando meigamente.
Levantei-me do chão, onde ainda estava, e levantei a cadeira também, voltando a me sentar com um suspiro. Ambas sabíamos que no fim eu cederia, mas sempre tínhamos que passar por todo um teatro.
- Mas Lene, foi você quem pediu para ser expulsa. Nas cinco vezes! Nem vem, agora arque com suas conseqüências sozinha!
- Mas Lily! Eu não pedi nada! O time que era devagar demais para o meu ritmo.
- Devagar demais? Sinto muito, minha cara, mas nesse caso ninguém acompanha seu ritmo. Alias, porque você não vai? Eu não preciso ir junto, você já tem idade suficiente.
- Lily, vai parecer que eu fui lá pra ver o Black, ou espionar a tática da Grifinoria, ou sei lá! Não posso ir sozinha, você sabe!
- Bem, que pena, porque eu não vou. Não quero ver o Potter e o Black se exibindo.
- Vamos, Lily! Quem sabe, depois que eles treinarem, eles nos emprestem as bolas e os bastões, e nós poderemos jogar um pouquinho... – ela falou, esperançosa. Me abalei. Agora ela me pegara.
Enquanto Marlene era do time, eu ia de vez em quando nos treinos, e quando estes terminavam, eu e ela, e por vezes alguns outros jogadores, ficávamos jogando até mais tarde. Era uma sensação maravilhosa, o campo vazio, os holofotes ligados só pra você, nenhuma pressão, o vento fazendo seu cabelo voar, você se sente uma estrela do Quadribol.
- Vamos... – Marlene repetiu, manhosa.
Suspirei.
Nós sempre sabíamos que eu acabaria aceitando.
- Você pode me lembrar porque eu estou com essa capa enorme se está tão quente? – perguntei mais uma vez, mesmo sabendo a resposta.
- Porque você disse que é friorenta, Lils. E não está tão quente. – Marlene respondeu, revirando os olhos e abrindo a porta do Castelo.
- Bom, eu estou morrendo de calor aqui em baixo. Acho que vou perder bem uns três quilos só de transpiração. – comentei, mal-humorada.
- Deixa de drama, Lils. Quem mandou ficar distribuindo mentiras por aí?
- Por que eu não posso me desmentir? – perguntei, choramingando, enquanto andávamos pela grama.
- Porque você é fraca demais pra admitir qualquer mentira que você diz, mesmo supostamente odiando o ser humano em questão. – Marlene respondeu, impaciente.
- Eu não sou fraca. – reclamei. Bom, talvez fosse. Mas a fraqueza era culpa do calor.
Então, de repente (certo, nem foi tão de repente) o campo de quadribol surgiu na nossa frente. Totalmente iluminado no meio da noite escura, vários pontinhos voando em alta velocidade no céu, gritos de táticas sendo trazidos até nós pelo vento. Tudo... supremo.
- Eu acho que entendo porque você sente saudades. – murmurei para Marlene, que estava num estado alfa.
- Entende, é? – ela sussurrou de volta. E então voltamos a andar, devagar. Quanto mais perto chegávamos, mais embebidas pela atmosfera ficávamos, e eu me vi invejando Potter.
Sentamos-nos na arquibancada, junto com as únicas pessoas por ali: Remus Lupin, Peter Pettigrew e Emmeline Vance, uma lufa-lufa que eu conhecia de vista.
- Vocês vieram? – Remus falou, espantado. Mas eu também senti outra coisa em sua voz... alivio, talvez? Porque ele estaria aliviado de nos ver ali?
- Não, mandamos uns zumbis nos representar. – falou Marlene, sarcástica pra variar.
- Bem, vocês estão bem conservadas para zumbis. – falou Vance, num tom agradável.
- É, bem, formol faz milagres. – comentei no mesmo tom, sentando.
Remus abriu a boca pra dizer alguma coisa, mas um forte baque chamou nossa atenção de volta para o treino. Estávamos nos últimos lugares da arquibancada, o mais alto que se pode ficar, praticamente no nível em que os jogadores estavam voando. E aparentemente, Potter tinha nos visto ali e meio que entrou em choque e ficou pairando no ar. Então Black se aproximou em velocidade e nos viu também, mas não diminuiu, de modo que eles colidiram.
E depois eu que sou a atrapalhada.
De qualquer forma, eles sobreviveram e tudo voltou a normalidade. Bom, isso se Potter puder aceitar o fato de que eu meio que aceitei um convite do melhor amigo dele referente ao próprio Potter. Ou alguma coisa assim.
- Então, o que vocês estão fazendo aqui? – perguntei, toda contente.
- Não está obvio? – Marlene me respondeu, secamente.
Eu, toda educadinha, tentando ser uma pessoa melhor, e minha suposta melhor amiga me destrata assim. Eu mereço.
- Eu só sai pra tomar um pouco de ar, então encontrei Lupin e Pettigrew nos jardins, e Pettigrew me convidou para assistir ao treino. – explicou Vance, sorrindo.
Olhei meio espantada para Remus e para Pettigrew. Eu achava que Remus gostava da Vance. Ou tinha uma quedinha, sei lá. Então entendi que provavelmente era isso, e Pettigrew a chamara por causa da timidez de Remus. E aí me espantei de novo: não sabia que Pettigrew, sei lá, falava com garotas. Mas enfim, aceitemos os fatos.
Remus corou quando eu olhei pra ele, e baixou os olhos. É, minha suspeita confirmada. Quando olhei pra Pettigrew, ele pareceu se inchar de orgulho. Confirmada ao quadrado. Acho que vou começar a oferecer meus serviços de detetive.
- Ah, sim. – falei, balançando a cabeça, como se Vance tivesse acabado de me expor a sua teoria de como a metafísica do Universo realmente funciona e eu tivesse entendido cada detalhe.
- Eu não imaginei que vocês fossem aceitar o convite de Sirius. – falou Remus.
- Aparentemente eles também não. – riu Vance, delicadamente.
- É, bom, foi difícil convencer a Lily a sair nesse frio. – Marlene falou, sorrindo. Lancei a ela meu olhar malvado, mas ela não se abalou.
Ficamos jogando papo fora, conversando amenidades, assistindo ao treino. Tenho que reconhecer que James Potter voa realmente muito bem. Mas pode ser efeito do calor desgraçado que eu estava sentindo. Eu tava doida pra jogar aquela capa no chão, tirar os sapatos e a meia e desabotoar a blusa. Mas é lógico que não o fiz. Não naquela hora, pelo menos.
O treino acabou finalmente, e os jogadores entraram nos vestiários. Marlene sussurrou:
- Ah, que saudades desse ritual...
- Você deve sentir muita falta do Quadribol. – Vance comentou, compadecida. Marlene olhou-a pela primeira vez, fazendo que sim com a cabeça.
- Venha, vamos esperar pelo capitão lá embaixo. – eu disse, a puxando. Não precisei fazer a menor força, pois Marlene veio rapidinho, pulando os bancos da arquibancada animadamente, apostando corrida comigo. Não faço a menor idéia de quem ganhou, mas isso não importa.
Chegamos lá embaixo rindo muito, e andamos preguiçosamente (eu pelo menos, por causa daquele calor infernal) até o vestiário. O time já estava saindo quando alcançamos a porta.
- Ei, Stuart! – Marlene chamou. Ele se aproximou. O capitão era um cara legal, calmo, paciente, mas com uma voz de trovão. – Se importa se eu e a Lily ficarmos jogando aqui no campo um pouquinho? Prometemos que guardamos tudo depois.
- Sinto muito, garotas, mas só posso deixar se alguém do time ficar responsável com vocês. – ele falou.
- Nós ficamos, Stu. Não se preocupe. – Potter falou, vindo sabe-se lá de onde, com Black ao lado.
- Bem, nesse caso, fiquem a vontade, meninas. – Stuart falou, sorrindo e indo embora com o resto do time. Eu abri a boca, mas nada saiu.
- Olha que sorte vocês têm! – sorriu Black. – Os dois melhores jogadores de Hogwarts vão ensinar vocês a jogar Quadribol de verdade!
Eu acredito que Sirius Black tem uma linha de pensamento do tipo "As garotas que eu não peguei não têm nada de interessante pra se saber." Porque ele simplesmente nem se tocou de que Marlene já jogou pela Corvinal. Cinco vezes!
- Não precisa, a gente se vira. – ela falou, com desafio na voz. E entrou no depósito de vassouras, sozinha. Black apenas olhou, enquanto Potter se aproximava da minha pessoa arfante e cheia de panos desnecessários.
- Lily? Você está bem? Veio correndo me ver? Porque você está meio vermelha...
Sem forças para brigar, ergui os olhos pra ele, meio furiosa, e aparei a vassoura que Marlene tinha acabado de jogar pra mim. Fomos andando para o campo, enquanto eu tirava a capa negra, desabotoava os primeiros sufocantes botões da camisa, dando graças a Merlin por estar de saia curta. Não que facilitasse o vôo (o que não importava, já que eu estava de mini short por baixo) mas era mais refrescante.
Do meu lado, Marlene subiu na vassoura e se voltou para mim:
- Te vejo lá em cima. – sussurrou, sorrindo. Então deu um forte impulso e subiu rapidamente. Sorri para o nada, ouvindo as exclamações atrás de nós. Então me virei para Potter e Black, que estavam com a boca meio aberta.
- Agora vejam se aprendem a voar. – falei, sorrindo provocadoramente, extremamente aliviada por não estar soterrada de pano. Ergui uma perna (que foi seguida pelos olhos famintos de Potter) e subi na vassoura, dando um impulso e ganhando o céu.
Merlin! Que maravilha!
Como eu vim de família de trouxa, uma das coisas que mais me encantou quando descobri o mundo bruxo foi voar. Era tão diferente, e no meu outro mundo, impossível! Era uma novidade tão atraente! E para mim, sentir o vento frio levantando a saia rebelde e bagunçando o cabelo, ver a floresta tão lá embaixo e as pessoinhas tão pequenas, sentir um friozinho na barriga ao perceber que só o que te sustenta a cem metros do chão é um pedaço de madeira que sua mão está segurando, tudo isso nunca perdia o encanto.
Dei uma volta no campo, feliz, sentindo o vento no rosto. Marlene surgiu de repente ao meu lado. Aparentemente ela tinha subido muito e acabava de descer.
- Corrida?
- Vamos mostrar pra eles o que é velocidade. – sorri de volta.
Para as cinco pessoas lá no campo, acho que parecíamos borrões rápidos demais para os olhos acompanhar. Se uma parede surgisse na nossa frente, nem se quiséssemos poderíamos parar, mesmo com um minuto de antecedência. Não que iríamos querer, na verdade.
Então, ao meu lado e ao lado de Marlene, surgiram duas pessoas. Potter e Black. Diminuímos a velocidade.
- Ah, resolveram fingir que sabem voar? – brinquei. Potter pareceu injuriado.
- Ninguém nunca insinuou que eu vôo mal. – ele disse, espantado.
- Porque você nunca encontrou alguém a sua altura. – brincou Black. Antes de me segurar, falei:
- Nossa, obrigada, Black.
Droga, pensei, analisando meu tom. Não, não dava nem pra fingir que foi irônico, deu pra ver que foi totalmente sincero. Droga!
Olhei para o lado. Potter tinha um enorme sorriso no rosto. É, um sorriso bonito, mas e daí? Revirei os olhos.
- Então, vão querer jogar ou vão só ficar olhando?
Black abriu a boca, mas foi Potter quem falou, olhando pra baixo:
- Ficar olhando...
Olhei para onde ele estava olhando. Era pra minha perna! Merlin, aquele garoto não tinha escrúpulos!
- Como quiserem. – Marlene falou, apontando a vassoura para baixo, no que eu rapidamente a segui, dolorosamente ciente da visão "privilegiada" que estava dando a Potter.
Marlene pegou a goles e eu voei até o aro mais próximo. Começamos a jogar e fomos esquecendo que tinha gente assistindo enquanto nos aquecíamos. Até que Potter e Black entraram no meio, dizendo que queriam jogar. Fazer o que, se queriam ser alvos da minha super mira errante, azar o deles.
Os três começaram a jogar, enquanto eu aceitei guardar um aro, para depois trocarmos. Depois de um tempo, no entanto, estava mais divertido fazer jogadas diferentes e inventar manobras na vassoura do que realmente fazer a goles passar pelo goleiro, de modo que ficamos só brincando de voar.
Foi simplesmente hilário, e esqueci completamente que eram Potter e Black que estavam jogando com a gente. Fizemos as manobras mais inimagináveis da face da Terra, as jogadas mais nada a ver do mundo, voamos de todos os jeitos existentes, contra ou a favor da gravidade.
Só quando Remus nos chamou, dizendo que já passava de meia noite, nos demos conta de quanto tempo tinha passado e descemos. Depois de guardar as bolas e as vassouras, nós quatro caminhamos de volta para o castelo, já que Remus, Pettigrew e Vance tinham ido há pouco tempo.
E acredita nisso? Não foi tão ruim.
N/A: Sinceramente, vocês são as pessoas mais fofas que eu já conheci. Não esperava toda essa aceitação mesmo! Foram 17 reviews só no primeiro capitulo! Espero realmente não decepcionar ninguém. E muitíssimo obrigada a todos que leram e comentaram, e também a quem leu e não comentou. Demorei um pouco para atualizar, não é? Desculpem. E não sei como atualizarei da próxima vez, porque sexta que vem eu vou viajar. Mas eu arranjo um jeito.
Respostas às reviews:
Gabriela Black: Pode apostar, a historia da tatuagem ainda vai dar problemas pra Lily... Que bom que amou! Espero que continue lendo! Beijos!
gaby-fdj-black: Eu nunca mais viveria em paz comigo mesma se você realmente tivesse morrido, gaby. Acho que já está na hora de concertar sua cadeira, ela é uma assassina em potencial xD E de fato, revirar os olhos é irritante, mas ninguém consegue deixar de fazer, não é? Beijos enormes! xD
Lih Potter: Sim, senhora, passei na sua, e se não me engano, deixei uma review, certo? Que bom que gostou da fic! Espero que continue lendo e comentando. Beijos!
Lena: Juro que tinha me esquecido dos grisalhos! Droga xD E naaao, não é Mia de Rebelde! De jeito nenhum! (nada contra) É a Mia do Diário da Princesa! xD Hehehe... E como você acompanha todas as minhas fics e faz suas adoráveis reviews elefânticas, eu não podia fazer nada menos do que dedicar pra você, não é? Beijos!
Bia Lupin: Sirius e James perfeitos? Tem certeza? Espero que sim, porque eu não sou lá muito boa pra escreve-los, sabia? Muito obrigada pelos elogios, espero que continue lendo e comentando! Beijos!
BellaTB: Eu não captei a moral da historia. Baseada na sua personalidade? Só porque eu sou, modéstia a parte, uma ótima mentirosa e o resto das pessoas é tapada o suficiente pra cair na minha? Que absurdo! Te amo, Bel! Continue lendo, viu? Beijo.
celáh: Que bom que gostou da historia e do meu jeito de escrever. Espero que eu não te decepcione xD Continue lendo e comentando xD Beijos!
DarkyAnge: Obrigada! E aí está o cap novo. Beijão!
jehssik: Eu também não gosto da Lily chata e estressada de sempre. Por isso nenhuma Lily minha é assim. Na verdade, elas são é meio loucas, mas tudo bem. E o Remus vai aparecer mais, não tenha duvida. Alias, acho que no próximo capitulo vai ter bastante dele. Infelizmente, o Peter também vai aparecer, mas é a vida, né? E lógico que eu lembrei de você! E não se preocupe, se não der não precisa deixar review. Faz falta, mas relaxa xD Basta ler e gostar e ser fofa como você é xD Beijão!
Dm Tayashi: Ri demais com a sua review, sabia? Li o começo (odiei sua fic e tal) e depois cheguei no fim... Foi muito engraçado! E pode deixar que vou atualizar as outras fics (alias, exatamente hoje). E sua fic está maravilhosa, como eu já disse! Beijão!
Luci E. Potter: Eu adoro receber uma review e ler lá em cima "Luci E. Potter", sabia? Suas reviews são extremamente fofas e lindas, alem de animadoras. E alias, você me deixou corada com os elogios. xD Muitos beijos!
miss Jane Poltergeist: Olha, seu Remus apareceu aqui! Sim, eu lembro de você quando escrevo sobre ele. xD E eu tinha que dedicar a você também, que sempre lê minhas tentativas de fic e comenta e me apóia e me anima! xD Beijão!
JhU Radcliffe: Sinceramente, a Lily tem miolos a menos para recusar o calor corporal do James, não acha? Mas tudo bem, cada louco com sua mania. Flavinha's corporation? É, gostei do som... Hehehe... Beijão!
Lyla Evans Higurashi: A Princesinha está a caminho, não se preocupe! E não é ser chata você pedir. Na verdade anima mais. Um pedido educado pra continuar é muito legal de receber. Estou escrevendo, não se preocupe. Beijão!
nezinha : O primeiro capitulo agradou, então? Tomara que os próximos também xD Beijão!
Cecelitxa E. Black: Hey, sis fofa! Te amo, viu? E trata de se inspirar e ir escrever suas fics, que tem gente que gosta e sente falta, viu? Sim, são pessoas loucas, mas... Brincadeira! Beijo.
Pikena: Não se preocupe, Maluca, eu! está a caminho da atualização xD E eu só podia mesmo dedicar a fic a alguem tão fofa que acompanha as minhas fics, não? Muitos beijos!
Obrigada de novo e espero que deixem reviews!
Beijos
Flavinha Greeneye
