Roubei o Namorado do Amigo do Meu Melhor Amigo Sweetencore e Sweet Angel Pares: 1x2; 3+4; 13x5; "3+2" (Não se preocupe, nós não endoidamos, lembrando que essa fic é totalmente 1x2)
Gênero: MPREG/ Yaoi/ Lemon/ Death Fic/ U.A./ OOC

"Não interessa como, mas por favor, venha para meu lado e vamos lebrar até hoje à noite, aqueles lábios carmins... nós dois lembramos... o gosto do mel"
(Hiromi Go)

Capítulo I – Aceito

(16 de novembro, 5:00 PM)

- Anda, Heero. – Quatre puxava Heero para dentro da enorme Catedral antiga, onde se realizaria o casamento. Quando finalmente conseguiu, sentaram-se em uma das fileiras da frente.

- Por quê temos que estar aqui? – Heero cruzou os braços e ficou olhando para Quatre. Tinha sido levado à força para lá, Quatre tinha entrado em sua casa e o arrastara para aquele maldito casamento.

- Porque Catherine me convidou e eu não queria vir sozinho, afinal, é o casamento do irmão dela. – Trowa estava parado no altar esperando sua provável "noiva". Foi quando a marcha nupcial começou e a porta da igreja se abriu, surpreendendo os dois desavisados.

Ao contrário de qualquer casamento normal, não foi uma noiva linda, com um vestido branco, feito por uma das melhores grifes da cidade, quem entrou na igreja foi na verdade o homem mais lindo que Heero já havia visto em toda sua vida. Tinha os cabelos cor de cobre longos, presos em uma trança, lindos olhos violetas, tão inocentes e sedutores que hipnotizava qualquer um que o visse. Vestia um terno azul escuro, com uma flor da mesma cor que seus olhos na lapela e um sorriso estampado em seu rosto.

Andou até o altar e olhou profundamente para o noivo, que sorria lindamente para ele.

- Quatre? – Heero desviou os olhos daquela beldade por um minuto doloroso. – Você sabia disso? – Quatre negou com a cabeça, não conseguia tirar os olhos de Trowa, sempre fora apaixonado por ele, toda vez que ia na casa de Catherine via ele, mas sempre estava de saída, dizia que ia se encontrar com alguém, agora sabia quem era.

Heero voltou à olhá-lo, era tão lindo, era extremamente sedutor, tinha um rosto lindo, as feições delicadas, a pele parecia ser bem macia, mesmo assim, seu sorriso era maroto, o que o deixava com um ar inocente.

Duo e Trowa deram as mãos e sorriram, se viraram para o padre que estava com uma bíblia na mão.

Catherine entrou correndo na igreja pela porta dos fundos e se sentou do lado de Quatre. Sorriu para o loirinho e acenou para Heero.

- Catherine? – Quatre a chamou e a garota olhou para ele. – Eu... eu... não...não – o loirinho começou a corar, ainda olhando para Trowa, igual a Heero, que olhava para o garoto de cabelos cor de cobre – sabia que seu irmão era... era... Quatre corou ainda mais e Catherine entendeu o que ele quis dizer.

- Aquele é o Duo, a "noiva" do Trowa – Quatre corou e Heero se virou para Catherine para ouvir a conversa – o meu irmão realmente se apaixonou por ele, nunca vi o Trowa tão submisso. Foi um choque quando eu descobri que meu irmão era gay, mas ninguém conseguiria ficar indiferente ao Duo, é tão brincalhão e bonito, faz meu irmão tão feliz, é a única coisa que eu quero, que ele seja feliz... não consigo pensar em ninguém melhor do que Duo.

- ... – Heero e Quatre ficaram calados, isso não era nada bom, um pequeno fio de um sentimento que eles não sabiam definir estava ficando cada vez mais fino.

Quatre sofria por dentro. Era amigo de Catherine desde a infância, mas apenas de Catherine, sempre via Trowa calado em um canto, sempre sozinho, foi numa dessas horas que descobrira que o amava, mas por ser muito tímido nunca havia chegado perto dele.

Heero estava preso em um mar de confusão, sempre fora muito calado, quase nunca flava, mas sempre era arrastado por Quatre, seu vizinho e amigo de infância, para todos os lugares, dessa vez era esse casamento. Nunca tinha aberto seu coração para ninguém, agora, era só Ter sentado naquele lugar e ver Duo, a pessoa mais linda e graciosa que já havia visto, e de repente seu coração chamava por ele, chamava por seu nome recém descoberto, a cada vez que ele respirava podia sentir seu cheiro, um cheiro maravilhoso de flores: rosas, margaridas e lírios. Era impressionante como a simples visão dele mexera daquele jeito com ele, seus olhos eram fixados nele, eram fixados em Duo.

"Duo", "Duo", era possível alguém ser tão perfeito assim? Alguém que mexesse com o coração de uma pessoa que nem sequer sabia que existia? Era possível uma pessoa tão perfeita como Duo pudesse existir, pudesse ser tão original que pudesse fazer a pessoa mais fechada abrir seu coração e cair de cabeça em uma paixão que já havia sido abalada?

O sorriso sumiu da cara de Duo, de repente ele soltou a mão de Trowa, uma expressão de dor tomou o lugar de seu sorriso, ele caiu de joelhos no chão, com os braços abraçando seu peito em provável dor. Trowa foi até o chão com Duo, o levantando no colo, fazendo Duo se contorcer de dor em seus braços.

- Alguém chame uma ambulância! – Trowa gritou ainda com Duo em seus braços.

Quatre pegou seu celular e começou a discar o número de emergências, como estava numa das fileiras da frente foi facilmente ouvido por Trowa.

- Muito obrigado, Quatre. – Quatre sorriu para Trowa ao saber que esse sabia seu nome, o que era um pouco impróprio para a hora.

Trowa estava tendo muita dificuldade de carregar Duo, já que este se debatia muito. Heero pulou as fileiras de bancos da sua frente e segurou Duo, que caiu do colo de Trowa, já que este não conseguia mais segurá-lo.

Alguns minutos depois a ambulância chega e Catherine pede para Trowa que estava ao lado de Heero, que estava com Duo em seu colo:

- por favor, mande Heero no meu lugar para te ajudar! Eu tenho uma emergência para resolver com Quatre! Não é mesmo, Quatre?

- É... eu... é sim, eu acho! – Quatre não sabia do que sua amiga estava falando, mesmo assim, confiava nela.

- Hum... tudo bem, então! – Trowa falava com uma voz baixa, por algum motivo, queria a ajuda de Quatre, mas já que não podia, teria que se conformar com eu amigo.

Trowa correu até a ambulância com Heero atrás dele com Duo no seu colo, subiu na ambulância e colocou Duo cuidadosamente na maca.

Depois que a multidão se dispersou Quatre foi até Catherine.

- Então... qual era a emergência comigo? – Catherine sorriu e puxou dois papéis de sua bolsa.

- Vamos ao cinema? – respondeu Catherine com dois ingressos na mão.

- O que? Seu cunhado acabou de ir para o hospital e você quer ir ao cinema? O que deu em você?

- Hahaha! E desde quando eu me importo com meu "cunhado"? Cá entre nós, Quatre, eu não gosto do Duo, ele sabe muito bem o que fez, você não precisa sentir pena dele, ele vai continuar enrolando meu irmão até a morte, Duo no Baka.

- Como você pode falar assim? E... como assim, enrolando o Trowa? Pelo amor de Deus, Catherine!

- Você quer ir ao cinema, ou não?

(7:00 PM)

No hospital... Heero estava sentado na cama de Duo, ao seu lado, olhando-o.

- Que belo anjo adormecido! Como eu queria tanto tocá-lo, abraçá-lo e principalmente senti-lo, conhece-lo melhor.

Trowa entrou no quarto e foi até a cama de Duo, tirando sua franja de seu rosto para ver melhor a face adormecida.

- Duo, meu amor... o que aconteceu com você? Nunca, em toda minha vida, você adoeceu assim, por uma emoção. – Trowa se inclinou por cima de Duo e o beijou, deixando Heero com um enorme ciúme, um ciúme que nunca tinha sentido na vida.

- "Tenho que me controlar! Ou Trowa vai perceber que eu me incomodo! Mas por que sinto isso? Nunca vi esse anjo antes! Pode uma simples visão de uma pessoa mexer tanto comigo? Ou é apenas o meu coração brincando comigo?" – Heero pensava um pouco (Um pouco? Que porra nenhuma e um pouco! MUITO!) triste! O que iria fazer agora?

- Heero – Trowa o chamou o tirando de seus pensamentos. Heero o fitou – Você já pode ir embora.

Heero sentiu como se tivesse levado um tiro em seu peito! Não queria sair de perto do recém descoberto anjo, tinha que pensar em alguma coisa, e rápido.

- Sinto muito não posso, não sei ir para casa, acabei de me mudar para cá, só o Quatre pode me levar para casa. – Trowa fez um a cara de desgosto, queria ficar sozinho com Duo. Heero deu um sorriso discreto quando Trowa se virou com raiva, agora poderia ficar lá com Duo, depois arranjaria um jeito de ficar perto dele.

- Hn... você é quem sabe, então! Eu vou ficar mais um pouco com "my koi" e depois eu vou para casa! Arranje um lugar para você!

- Hn... O hospital é público, posso ficar onde eu quiser! – Heero conseguiu o que queria: provocar Trowa. Isso lhe dava um certo prazer. – E eu quer ficar aqui! Nunca vi "seu Duo" antes, mas me preocupo com a saúde dele. Gostaria de cuidar dele... pessoalmente.

- Heero! Eu não quero começar uma briga aqui e agora! Eu só te peço para que me deixe ficar um pouco com "MEU MARIDO"! – Trowa estava literalmente segurando seu punho direito para não bater em Heero! – Heero... por favor... me deixe à sós com ele!

- Hum... como pode chamá-lo de "seu marido" se nem mesmo se quer disseram "Sim" no altar? (NA: acho que o hobby do Hee-chan é provocar os outros ) No momento vocês não passam de namorados!

- E isso já é suficiente para eu esquecer... esquecer... esquecer d...

- Heim? Esquecer do que? De quem? Você é maluco, Trowa, não sei como o Duo te aceita assim.

- Se ele me aceita, é porque ele me ama! – Trowa gritou, vendo o sorriso cínico de Heero.

- Ou por desespero! – Trowa lança um olhar "omae o korosu" para Heero e saiu batendo a porta – "Finalmente, consegui ficar a sós com Duo, agora vou poder saber o que é esse aperto no coração".

Heero passou a mão pela testa de Duo.

- Só há um jeito de saber o que é isso... – Heero se inclinou por cima de Duo e beijou lentamente seus lábios, de repente Heero sentiu dois braços envolverem seu pescoço e puxá-lo para baixo, aprofundando o beijo. Heero abriu os olhos espantado e partiu o beijo.

- Tro-chan – Duo abriu os olhos e se deparou com Heero a sua frente em cima dele e arregalou os olhos ao ver quem era – Ahhhhh... AHHHHH! Você não é o Trowa! AHHH! Mas você beija bem! AHHHH!

- ... --; - Heero ficou sem falas, estava muito envergonhado, mas agora... depois de tudo... descobrira um sentimento novo.

- O que diabos você está fazendo aqui? Quem deixou você entrar? TROWA! – Duo se sentou na cama e chamou por seu noivo – Quem é você? TROWA! – Duo parou de gritar e se virou para Heero, e disse sussurrando – Rápido, me beija de novo antes que o Trowa chegue.

- Duo no Baka. – Heero deu um sorriso cínico e se aproximou mais uma vez de Duo, se dependesse dele seria um beijo delicado, mas Duo o puxou bruscamente e o beijou selvagenmente... passou dez minutos e o beijo continua e o Trowa nada de aparecer... Heero se afasta de Duo – Duooo... eu estou sem fôlego! Nyaa!

- Qual seu nome? – duo se sentou na cama e começou a limpar a saliva que caía de sua boca – quer dizer... eu sei que você é o amigo de um amigo da Catherine, mas o que você está fazendo aqui?

- Hn... eu... eu... ah, meu nome é Yuy Heero, você desmaiou na igreja e eu te trouxe até aqui, eu precisei, sei lá, eu... queria te ver, te tocar... Gomen Nasai!

- Está pedindo desculpas por que? Você não gostou? – Duo fez um biquinho e olhou para Heero com um olhar kawaii. –Eu gostei, e muito!

- Bem eu... acho que era isso o que eu... bem...

- Era isso o que você queria? – Duo passou de um olhar kawaii para um sedutor ao mesmo tempo e diz: - Eu desmaiei de propósito! O que você achou da minha representação? Fiz isso quando te vi na igreja . Senti que você queria me beijar! Eu acertei, não foi?

- E por que você fez isso? – Heero olhou interrogativamente para Duo, iria perguntar de novo, se não fosse por alguém que entrou no quarto.

- Tudo bem...eu vou checar, é esse o quarto, né? – a porta se abriu e WuFei entrou com uma prancheta na mão, estava visivelmente atrapalhado.

- WuFei? O que você faz aqui? – Heero estava muito surpreso! WuFei tinha sido amigo de infância dele e de Quatre, mas desde que voltara para china, nunca mais o vira.

- Heero! – WuFei deixou a prancheta cair e abriu um largo sorriso. Foi correndo até seu amigo e o abraçou.

- Hey, gente! Olá, eu estou boiando aqui, se vocês não perceberam. – duo grita pára os dois amigos.

- Ah! Sim! – WuFei pegou a prancheta do chão e começou a ler os itens- você deve ser Duo Maxwell, bom, pelo que eu vi, você não tem nada de errado! Me conte o que aconteceu.

- Eu simplesmente entrei na igreja... fui para o altar e comecei a sentir uma dor muito forte... foi isso. – Duo se acomodou na cama, ainda limpando a saliva que escorria. (NA: Que beijo bom )

- Hm... mas pelo que eu vejo, você não tem nada. – diz WuFei examinando Duo. – provavelmente deve ter passado por uma grande emoção.

- Pois é, foi quando eu vi Heero na igreja -Duo sussurrou bem baixo, só para Heero ouvir, o que fez duo sorrir da cara de contrariado dele.

- O que disse, Duo? – perguntava WuFei que só tinha escutado um barulhinho.

- Nada – Duo sorri como sempre fazia.

- WuFei? Desde quando você é medico? – Heero voltou a se sentar de novo na cadeira ao lado da cama de Duo.

- Ah... err... bem, sabe o que é? Na verdade eu sou o enfermeiro. É que o médico... sabe... ele... é que ele... – WuFei é interrompido por uma mão forte em seu ombro.

- O médico sou eu! Eu estava ocupado e o WuFei se ofereceu para me ajudar, e já que era só um desmaio, eu disse que sim.

- Hum... – Heero estava desconfiado, e a marca vermelha no pescoço de WuFei não ajudava. –Tá me parecendo outra coisa! – WuFei cora na mesma hora.

- Duo Maxwell, certo? – Treize pegou a prancheta da mão de WuFei e começou a checar alguns papéis - Bom, pelo que vejo aqui, você já pode ir... seu fingimento foi bom, mas você tem que encarar a realidade.

- Tudo bem – Duo se levanta e começa a desfazer a trança.

- Se você não quer, por que faz isso? – Treize se sentou na cama e ficou vendo Duo pentear os cabelos.

- Não sei, acho que me sinto obrigado a fazer isso – Duo começou a refazer a trança – Trowa é meu amigo e...

- Então se você o considera um amigo não devia fazer isso – Heero interrompe.

- Porque eu queria ver meu amigo feliz. –Duo foi até uma outra porta para se trocar com as roupas que Trowa tinha trazido para ele.

- Não é me beijando que você vai ver ele feliz, muito menos você. –disse Heero.

- Bom, eu vou deixar vocês conversarem, Duo, quando você terminar é só ir embora, Trowa já pagou tudo! – disse Treize – Vamos, WuFei.

- Podemos tomar sorvete agora? Você me prometeu. – WuFei disse em um tom muito inocente, o que era muito estranho para Duo e Heero, e vão embora.

- Bom... continuando o assunto Hee-chan, posso te chamar de Hee-chan? Obrigadinha! Sim... voltando... Catherine me disse que Trowa gostava de um amigo dela, só que Trowa não queria isso não sei porque. Trowa queria esquece-lo e eu ajudei nisso, mas ele não sabe que eu sei dessa história.

- E então por que continua com isso? Você já fez o que queria, por que continuar com ele? – Heero se levanta e agarra os ombros de Duo.

- Eu... eu não sei responder... Heero! Quando eu vi você na igreja... sei lá, senti uma coisa no meu coração, uma coisa boa, queria saber o que é, por isso eu "desmaiei"! Arigatou por me ajudar, Hee-chan.

- Do que você está falando? Você está enganando seu noivo, se você não gosta dele, por que vai se casar com ele?

- Mas eu já disse! Eu só queria vê-lo feliz! Mas depois que eu te vi, tudo mudou!

- A felicidade dele se baseava apenas em esquecer aquela pessoa... por que foi em frente com isso?

- Porque Trowa quer que eu me case com ele... Trowa também se apaixonou por mim! – disse Duo num tom baixo.

- Não tenho muita certeza disso! – Heero passou de uma cara de pena para uma cara de desconfiado ao se lembrar daquela cena.

FlAsHbAcK

(H) - ... no momento vocês não passam de namorados!
(T) – E isso já é suficiente para eu esquecer ... de...

Fim do FlAsHbAcK

- pense bem, Duo, talvez você não precise chegar a tão ponto de se casar.

- Mas eu tenho... eu quero fazer o Trowa feliz... eu quero ver meus amigos felizes... – Duo abaixou a cabeça e dispôs a chorar.

- Você me considera seu amigo? – Heero perguntou levantando sua cabeça

- Te considero muito mais do que um amigo. – Duo sorri delicadamente, um sorriso que ninguém mais poderia fazer

- Você quer me ver feliz? – Duo acena afirmativamente a cabeça – Então seja feliz

- Você me faria feliz? – Duo perguntava inocentemente para Heero.

- Você quer que eu te faça feliz? – Heero se surpreende com a resposta de Duo.

- Sim porque eu soube, desde que eu te vi na igreja, eu soube que você era a única pessoa que poderia me fazer feliz! Hee-chan, depois daquele beijo eu soube, eu descobri que te amo! Fique comigo, eu preciso de você.

- Eu...eu - Heero parou ao ver a porta sendo aberta e Trowa entrar por ela.

- Vamos, Duo, já está na hora. Treize me ligou dizendo que você já está liberado! Você gostaria de ir para algum lugar? – então Trowa percebe a presença de Heero. – E você ainda está aqui?

- Deveria perguntar a mesma coisa. – Heero largou os ombros de Duo e o soltou.

- Duo! Você está bem? – Trowa pergunta vendo as lágrimas de Duo.

- Er... bem... eu ... Hee... – Duo fixava seus olhos violetas nos azuis cobalto com um olhar de socorro.

- Vamos logo, Duo. Não tenho tanto tempo assim. – fala Trowa puxando Duo pelo braço. – Vamos!

- Hee... – Duo estendeu os braços na direção de Heero, provavelmente querendo falar alguma coisa, antes de ser puxado para fora mais uma vez. – hee... – e começou a chover lágrimas do rosto de Duo.

- Trowa, deixe-o ir! Não está vendo que ele não que ir? É assim que você trata seu amado? – Heero ficava mais furioso a cada segundo que passava.

- Meu amado ou não, você não tem nenhum direito de opinar. Então cale sua maldita boca! – Trowa gritava para um Heero furioso e um Duo chorão.

- Trowa! Já chega! - grita Duo, deixando todos espantados – cadê o Trowa bondoso que eu conhecia? Aquele que sempre cuidava de mim? Não! Eu não quero ir com esse Trowa malvado.

- Cale a boca e venha comigo! Não estou para suas brincadeiras infantis! Venha... anda... vem... – Trowa puxou Duo para fora do quarto, deixando Heero lá dentro.

- Então... ele se foi. – lamentou Heero – Tenho que tomá-lo para mim! Porque eu quero que ele seja feliz! Ele me falou que será feliz ao meu lado! Vou fazer ele feliz!

Continua...

SEncore: Ahhh! Terminei de digitar finalmente. Gente, muito obrigada por lerem, por ter agüentado esse capítulo tosco, e eu acho que falo em nome da Sweete Angel também quanto a isso, já que eu acho que ela não vai poder comentar essa fic, já que ela se mudou para Porto Alegre, e ela mal tá entrando no computador. u.u Então, da minha parte, essa fic vai para a Sweete Angel, que me deixou aqui aos prantos quando foi embora. E também dedico a nossa fic ao meu querido onii-chan, que sabe quem é, que também se mudou e me deixou aqui nessa cidadezinha, espero que esteja lendo essa fic, aniki. E também dedico ela a todos aqueles que leram e que estão esperandos ansiosos o próximo capítulo, que vai sair logo, e para os que não estam também, pois eu já agradeço por terem a paciência necessária para ler isto.
Sobre o MPREG, ele vai sair logo, acho que só mais uns 2 ou 3 capítulos, e as atualizações vão sair logo, graças ao fato da fic já estar terminada, e escrita no papel, o único problema vai ser digitar, então vai sair semanalmente, e se tiver algum atraso, eu prometo publicar 2 capítulos de um só vez.
E sobre 1x2... ainda vai rolar muita água debaixo dessa ponte para que eles fiquem realmente juntos.
Nós esperamos reviews, comentários, e-mails, se quiserem, podem até mandar pedras pelo correio que eu peço para alguém atirar em mim.
E não há desculpas para não mandar nada, já que tem todos os meios possíveis. Vocês podem mandar reviews por esse site, me mandar e-mails pelo endereço: (sem o parenteses). E se quiserem, o que me faria muito feliz mesmo, me adicionem no msn no mesmo endereço, e não se esqueçam de quando mandarem as reviews, colocarem os seus e-mails, se não não dá para responder. u.u É só isso, muito obrigada, mesmo.