Obs: Esse capítulo contém cena de hentai do Edward com outra personagem, desculpe se não gosta é só pular a parte


Ele folheava o contrato que tinha em mãos olhando cada detalhe e palavra. Observava minuciosamente os papéis em mãos, ele era muito perfeccionista, logo não podia ter nada de errado ali.

Ele respirou fundo pegando um lápis e circulando uma palavra sem acento. No próximo parágrafo percebeu que a diferença de espaço era grande com certeza sua secretária havia dado um espaço duplo.

Falta de vírgulas, palavras exacerbadas.

Ele odiava pessoas incompetentes.

Na verdade, o que ele não odiava?

Pegou o telefone sem fio em cima da sua mesa de vidro.

— Sr. Cullen? — a voz da sua secretaria soou.

— Venha imediatamente a minha sala — ele disse bruto e desligando.

Dez segundos depois ele ouviu uma batida na porta e sua secretaria entrou.

Ela tinha uma altura média, descendia de orientais. Seu nome era Ângela Webber. Vestia seu uniforme de trabalho que tinha o logotipo e nome da empresa bordado no peito. Era um vestido social azul marinho de mangas, sem decote que ia até seus joelhos. Usava uma meia calça e sandálias de bico fino.

— Senhorita Webber será que vou ter que contratar uma professora de gramática para você?

— Eu... — o homem jogou os papeis em sua direção, interrompendo sua fala.

— Corrija os erros e me traga em dez minutos — ele disse.

— Sim, sr. Cullen — ela falou pegando os papeis, suas mãos tremendo levemente.

— Se eu encontrar uma só virgula fora do lugar pode ter certeza que você estará na rua — falou bruto — Agora saia.

Se eu encontrar uma só virgula fora do lugar pode ter certeza que você estará na rua — Angela disse em uma imitação ruim da voz dele, quando já estava sozinha em sua mesa — Mandão, arrogante, mas por que tinha que ser tão gostoso? —murmurou sozinha.

Edward Cullen era o diretor financeiro da empresa de sua família, o mais cotado para suceder seu pai na presidência.

Ele almejava isso desde que começou a trabalhar ali.

Sabia que logo que seu pai decidisse se aposentar ele seria escolhido.

Ele era um homem alto, esguio, musculoso, mas sem exagero. Seus cabelos eram em um tom de cobre e seus olhos eram verdes brilhantes. Ele era um homem muito bonito e tinha plena consciência disso.

Era muito convincente e usava seu charme para ter a mulher que quisesse em sua cama quantas vezes quisesse, quantas quisesse e como quisesse.

Ele era um tremendo mulherengo e usava as mulheres apenas para seu prazer. Nunca teve ou quis algo sério com alguém.

Na empresa era muito raro ele ter algo com alguém, pelo o que Angela sabia.

Ele era sempre muito profissional e se quisesse alguma funcionaria ele tratava de demiti-la para depois tê-la.

Angela o achava lindo claro, quem não acharia?

Mas felizmente ela tinha um namorado e ele nunca tinha dado em cima dela.

Ela o amava e nunca o trairia, mesmo se fosse pelo seu chefe gostoso.

Antes de dez minutos ela trouxe o contrato e Edward o analisou.

— Finalmente acertou uma srta. Weber. Você vai comigo para a reunião e faça as anotações necessárias.

— É claro, senhor Cullen — ela disse.

— Agora pode ir — ele falou.

Angela saiu da sala em silêncio.

O celular de Edward tocou.

Ele suspirou ao ver na tela o nome de sua mãe.

— Oi mamãe — ele falou depois de deslizar o dedo na tela do aparelho.

Edward Cullen, você já ligou para o seu pai hoje? — sua mãe disse do outro lado da linha.

— Liguei? Ah.. é não — ele disse confuso.

Você se esqueceu — ela acusou.

Ah droga.

— Droga, mãe, claro que não, estava esperando o jantar para falar com ele.

E você vai vim?

— É claro que sim mamãe, não é todo dia que meu coroa faz 60 anos — ele falou.

Ah nem me lembre, estou tão feliz que vai vim, querido. Seu pai tem um anúncio importante a fazer.

— Eu estarei lá mamãe, tenho uma reunião agora.

Tudo bem filho, eu te amo.

— Tchau mãe — ele disse desligando.

Precisava agora comprar um bom presente para seu pai.

...

Depois da reunião Edward decidiu sair mais cedo para comprar o presente do seu pai.

Ele decidiu dar a ele um relógio seu pai amava e tinha vários, se o ponto fraco de Edward era mulheres, o de seu pai com certeza eram relógios.

Ele entrou na loja da Rolex e logo uma vendedora veio atendê-lo.

Edward a olhou atentamente.

A mulher estava bem vestida com o uniforme da loja, uma saia social pretal, saltos baixos uma blusa branca que tinha dois botões abertos deixando ele apreciar seu decote. Seu cabelo loiro estava preso em um coque frouxo e seus olhos eram azuis, mas pareciam lentes de contato.

Quem sabe ele não ganhasse mais do que um relógio.

Esperava que sim.

Afinal desde de segunda não dava uma e já era sexta.

Um record.

— Boa tarde senhor, em que posso ajudá-lo? — a mulher perguntou sensualmente.

— Acho que em muitas coisas, senhorita — ele disse com segundas intenções, dando um pequeno sorriso.

Ela sorriu piscando o olho, agitando seus cilios portiços.

— Quero ver alguns relógios masculinos, o mais caro e atual que tiver — ele falou.

— Me acompanhe por favor — ela disse e se virou rebolando sua bunda.

Edward a olhou, com certeza se divertiria.

20 minutos depois ele saiu da loja com uma pequena sacola com um relógio de pulso e cerca de 20 mil dólares mais pobre. O que na verdade não era muito dinheiro para ele.

— Eu tenho que voltar em 30 minutos — a vendedora disse quando o encontrou do lado de fora, no estacionamento subterraneo, onde ele tinha parado sua BMW.

— 30 minutos é o tempo que preciso, entra — falou abrindo a porta traseira do carro.

Agradeceu mentalmente por aquele dia ter pegado a BMW SUV preta, que era bem espaçosa e tinha os vidros escuros.

A mulher já foi logo o atacando com beijos no pescoço, Edward a apertou colocando ela sentada no seu colo, suas mãos abriram sua blusa e ele chupou seus seios duros e firmes.

— Isso, vadia rebola no meu pau — ele disse subindo suas mãos por dentro da saia dela e encontrando ela sem calcinha, como ele tinha mandado. Edward mergulhou dois dedos dentro dela.

As mãos dela abriram sua calça e puxou seu membro para fora.

— Porra que pau grande — a mulher disse o tocando com firmeza.

— Sim, putinha, vou te arrombar todinha — ele disse e subindo a saia dela vendo sua vagina lisa.

Argh! Era bonita, mas ele preferia com alguns pelos ao redor. Tinha esse fetiche estranho.

Rapidamente ele pegou a camisinha e colocou em seu membro.

A mulher deslizou nele gemendo alto.

Ela não era tão apertada como ele imaginava, mas era bem gostosinha e daria para o gasto.

Ele segurou em sua bunda e a fez cavalgar nele com força e rapido, subindo e descendo.

Logo o corpo dela se contorcia e Edward percebeu quando ela gozou.

— Mama, meu pau, putinha, vai ganhar leitinho na boca — ele disse empurrando o rosto dela em direção ao seu membro, tirando a camisinha.

A mulher o chupou avidamente, descendo e subindo em seu membro, colocando o maximo que conseguia em sua boca.

Ás vezes ela arranhava os dentes e Edward rolava seus olhos.

Ainda acharia alguém que o colocaria todinho na boca e o chuparia bem gostoso.

Ele segurou os cabelos dela e meteu na sua boca entrando e saindo, sem se importar de estar sendo bruto. Finalmente sentiu seu orgasmo se aproximar ela tirou seu membro de sua boca e o acariciou fazendo ele gozar em sua mão.

Não foi a melhor transa, mas tinha dado para o gasto.

Ele colocou seu membro para dentro e arrumou suas calças.

A mulher também se arrumava e se limpava.

— Obrigada pela gozada putinha — ele dissse abrindo a porta do carro.

A mulher corou e deu um suspiro triste.

Ele conteu o rolar de olhos.

— Pode ir, agora — ele falou simplesmente.

— Idiota — ela murmurou baixinho e saiu desludida do carro.

Edward passou para o banco da frente sem neura e ligou seu carro tranquilo, junto com o som.

Descidiu ir para seu apartamento, uma cobertura que tinha até uma pequena piscina.

Ele tomou um banho relaxado e saiu do banheiro tranquilo.

Ouviu seu celular apitar.

O pegou vendo que era uma mensagem.

Sorriu quando viu de quem era.

Cadê você, abestado? Só falta tu...

Era da sua única amiga Bella.

Eles se conheciam desde quando era bêbes.

Seus pais eram amigos e eles cresceram praticamente juntos.

Ela era a única mulher que Edward não escondia nada.

E a única que ele nunca tentou algo.

A amizade dela era importante demais para ele usá-la sem importar com ela.

Não que não quisesse, muitas vezes ele se pegava pensando em como seria os dois juntos.

Mas nunca que se arriscaria a descobrir.

Bella era linda demais e com certeza merecia alguém melhor que ele, que queria apenas prazer.

Ela merecia amor, flores e bombons, nunca que ele daria algo assim há alguma mulher.

Passei em casa para banhar, vinte minutos estou aí, pequena.

Pequeno é seu pau ela mandou de volta com um emoji.

Pode ter certeza que não tem nada de pequeno no meu garoto.

Eu sei eu já vi. Vem logo ela respondeu.

Como assim você já viu?, perguntou curioso, colocando uma calça jeans.

Tente descobrir essa, Cullen. Fui ela mandou uma cara piscando.

Ele bufou.

Ela sabia muito bem que ele odiava quando ele ficava curioso, sem descobrir a resposta de algo.

Ele se terminou de se vestir. Colocou uma blusa social, verde clara e doborou as mangas até seu cotovelo, bagunçou seu cabelo, calçou seus sapatos e espirrou perfume.

Estava pronto.

Como prometido ele chegou a elegante casa de seus pais em vinte minutos.

Parou seu conversível, ao lado dos outros carros conhecidos.

Pelo jeito só faltava ele mesmo.

Ele entrou na casa e encontrou a maioria das pessoas ali.

A primeira com que falou foi Alice sua irmã. Ela era uma estilista e criava muitas peças de roupa, tinha uma sua própria loja. Alice era três anos mais nova que ele, era era bem baixa, tinha cabelos estilo chanel e olhos dourados.

— Oi Alie — ele disse beijando sua bochecha.

— Pensei que não fosse vim — ela disse.

— Nunca perderia o aniversário do nosso coroa — ele falou e se virou para seu pai.

Ele era um homem tão alto como o filho, loiro, de olhos verdes, muito bonito. As rugas ao redor de seu rosto apenas ressaltava ainda mais sua beleza.

— Pai, feliz aniversário — Edward disse entregou a ele seu presente.

Carlisle suspirou quando viu a marca e puxou um filho dando um abraço apertado nele.

Edward retirbui depois de um segundo rapidamente.

— Esse abraço vale mais que esse presente — Carlisle falou ao filho — Mas obrigado.

— Querido como está? — sua mãe disse o abraçando também.

— Estou ótimo mãe, e a senhora?

— Estou bem — ela garantiu com um suspiro.

Edward comprimentou Jasper Whitlock, seu cunhado com um aperto de mão. Ele havia casado com sua irmã quando eles terminaram o colegial, segundo eles, não podiam ficar mais separados. Jasper era uma boa pessoa e Edward poderia até gostar dele, se seu pai não o visse como alguém para está na presidencia de sua empresa. Jasper era o vice diretor, ele tinha começado como assistente de Carlisle, mas logo tinha crescido por seu próprio esforço e iniciativa, não por ser genro do chefe.

Edward comprimentou Renée e Charlie Swan, amigos de seus pais e pais de Bella, Charlie era um chefe de polícia aposentado e Renée um espirito livre que gostava de experimentar de tudo um pouco, já tinha sido professora, cozinheira, artista, Edward sempre a achou divertida.

Finalmente seus olhos encontraram aqueles olhos castanhos profundos.

Bella o encarava com um sorriso pequeno e suas bochechas estavam rosadas como ele gostava.

Seus olhos desceram rapidamente por seu corpo olhando sua roupa.

Linda, seu coração acelerou como sempre acelerava quando ele a via.

Ele nunca entendeu porque ele sentia certas coisas perto dela.

Talvez fosse por causa do tempo de amizade deles.

Ele a achou maravilhosa. Ele não achou, na verdade ela era mesmo usando aquela calça de moletom e uma blusa folgada.

Agora ela usava um macacão preto com flores e um decote em V, Edward engoliu em seco tentando não encarar a área. Seus cabelos castanhos estavam presos, o que ele achou uma pena já que a amava ver com seus cabelos soltos.

— Bella — ele disse.

— Oi pequenino — ela disse o fazendo bufar e o puxou para um abraço.

Ele prendeu a respiração rapidamente.

Não podia sentir o cheiro dela.

Ele precisava sentir o cheiro dela.

Respirou lentamente.

— Não me provoque, peixinha — ele disse a soltando rapidamnete.

— Eu nasci para isso — ela falou rindo, ignorando o apelido tosco que ele a chamava ás vezes. Tudo porque quando ela tinha seis anos ela vivia todo o tempo fazendo boquinha de peixe com seus lábios.

Logo, todos estavam conversando e Edward pegou uma dose de uísque para tomar.

Sua mãe fez ele prometer que só beberia aquela já que estava dirigindo.

— Edward, Jasper posso falar com vocês em particular? — Carlisle disse depois de um momento.

— Claro — Edward assentiu ficando de pé.

Eles foram para o escritório de Carlisle.

— Algum problema, pai? — Edward perguntou desconfiado.

Será que ele finalmente tinha se decidido?

— Bem, como vocês sabem eu vou me aposentar. E vocês dois são as duas pessoas que mais confio para assumir a presidência da empresa. Edward é meu filho e claro que a posição é dele por direito. Entretanto... Eu andei pensando e Jasper também um bom candidato a vaga. Ele é muito competente e muito inteligente, me mostrou isso quando fechamos aquele contrato com os japoneses.

Edward trincou o maxilar, ainda não se perdoava por ter perdido aquela.

Mas a presidência seria sua, custe o que custar.

— Eu não quero apenas alguém competente e inteligente para me substituir. Eu quero alguém que saiba dar valor as pequenas coisas da vida, que não pense sempre em dinheiro. Eu sempre pensei que se um homem é capaz de sustentar um bom casamento, formar uma familia, ele seria capaz de tudo, de governar um país, assim como uma empresa. Edward, infelizmente, eu não vejo isso em você, você é imaturo demais nesse quesito e portanto eu vejo Jasper como o melhor para me substituir...

— Você só pode está de brincandeira comigo — Edward falou com raiva se levantando — Eu sou seu filho, a presidência é minha por direito.

— Não, até eu morrer — Carlisle falou firme ao filho — Quem sabe assim filho, você me mostre que não é alguém sem sentimentos, já passou da hora de você virar um homem de verdade e achar uma mulher para ter uma familia.

Edward riu sarcartisco.

— Você não está me dando a presidencia, porque eu sou mulherengo é isso? Por que eu como mulheres que não se dão o valor sem uma promessa de um futuro?

— Sim, é exatamente por isso e olhe como fala na minha casa — Carlisle falou firme ao filho.

Edward o encarou, pensando rápido.

— Mas... Eu não sou assim, pai, eu mudei — ele garantiu — Eu... eu estou apaixonado — falou.

Carlisle e Jasper o encararam com a sobrancelha franzida.

— Ah e você acha que eu vou acreditar nisso?

— E por que não? Eu sei que demorei, mas... eu finalmente achei a mulher com quem quero estar.

— Ah e cadê ela? Por que ela não está aqui? — seu pai perguntou sem conseguir acreditar.

Edward ficou em silêncio, sem saber o que falar, enquanto via o sonho de sua vida escorrer por entre seus dedos.

Ele não poderia deixar isso acontecer.

Nunca.

Mas quem ele poderia falar que era apaixonado e todos acreditariam?

As únicas mulheres que conheciam era a de sua familia. Fora Rosale Hale, meia irmã de Jasper, mas ela era completamente apaixonada por Emmett McCarty, seu melhor amigo.

Tinha Jessica uma das colegas de Bella, eles tiveram um caso durante um mês... Ah droga ela era casada, se lembrou.

Tanya poderia servir, na semana passado eles tiveram um final de semana incrivel em um hotel, mas ele fazia questão de mater a boca dela ocupada a todo momento porque não aguentava ouvir a voz dela.

Talvez... Ângela, sua secretária? Droga, ela tinha namorado!

— Edward... — seu pai o encarou esperando sua resposta.

Antes que ele pudesse abrir a boca, ouviram uma batida na porta.

Jasper a abriu.

E então Edward viu sua salvação entrar pela porta.

É claro.

Como não tinha pensando nela antes?

— Tio, sua esposa, mandou que voltasse que o jantar já está na mesa... Depois podem voltar a conversar.

— É claro, querida já estamos indo — ele falou.

Antes que ela pudesse sair Edward se aproximou de Bella e agarrou sua mão, ignorando aquela sensação que sentia, sempre quando a tocava.

— É Bella — ele disse com a voz firme e decidida.

— O que? — as outras três pessoas que estavam na sala o olharam confusos.

— Bella, é minha namorada — ele falou ainda mais firme e decido.


Notas da Autora:

Hello amores, não aguentei esperar até o dia 20 kkkk, sei que está perto mais, já estou morrendo de saudade dos comentários, das criticas, das ameaças, das suposições, mas principalmente de vocês

Sei que terminei na mesma parte do spoiler, mas tivemos bem mais detalhes hein...

O que acharam desse Edward? Ele ainda vai se meter em muita confusão...

A Bella vamos saber mais sobre ela depois.

Antes de tudo quero deixar claro que NÃO vai haver traição na fic, ok? Traição, traição propriamente dita, porque vamos ter uma outra cedo do Edward com outra personagem que vai ser essencial para ele saber que quer a Bella e se dá conta que na verdade ele sempre gostou dela além da amizade, já ficou meio claro isso né kkkk

Aguardando ansiosa os comentários, espero que vocês tenham gostado

Comentem, que logo voltarei com maais

beeijos