Luta para Sobreviver
Cai no chão e saquei a arma, três zumbis vieram para cima de mim e eu os matei, atrás de mim Bruno, Leo e os outros caíram da sala e correram pro porão, onde sabiam que havia facões de jardinagem, vieram atrás de mim me cobrindo e matando zumbis, chegamos no portão e quando olhamos para tras, Guilherme estava cercado, matando alguns zumbis, mas eram muitos, então um militar o mordeu e ele caiu, e todos foram para cima dele, e eu e os outros corremos, achamos uma van largada, com a chave. Haviaum garoto que sabia dirigir eele nos levou até minha casa, onde minha mãe e minha irmã estavam escondidas. Quando me viram, me abraçaram:
- Foi mordido? – Claudia, minha irmã perguntou – Alguém foi mordido?
-Não, mas precisamos de ajuda.
-Entrem – Disse minha mãe – Rápido.
Lá dentro, começamos a planejar:
-Bem, já sabemos que a policia de Assis já era, então quer dizer que a delegacia e a penitenciaria,estão vazias e provavelmente há armas lá, e vamos precisar de armas, só facas não adianta. Então eu vou ate lá pegar as armas, vou passar na farmacia e pegar remédios,então estou indo.
-Espera – Disse Bruno, Kubota e André ao mesmo tempo – Vamos contigo.
-Ta bom, então peguem facas e qualquer coisa que possa matar, nossa como é estranho falar essas coisas.
Saimos alguns minutos depois, e direção à delegacia, no inicio tudo calmo, porem, quando fomos nos aproximando do centro, muitos policiais, já mortos, começaram a se levantar. O que eu achei estranho foi que eles estavam"voltando" rápido demais. O noticiário dizia de algumas HORAS depois e não MINUTOS.
Como o policial que devorou Guilherme. Passaram – se apenas 20 minuts que os zumbis entraram na escola, para a hora m que fugimos, e fora um policial que mordera Guilherme. Esta era a parte estranha.
Então quando estávamos quase chegando, André esbarrou num carro ealarme disparou. Quando olhamos para tras, uma horda imensa de zumbis vinha em nossa direção, saímos correndo e quando chegamos na delegacia, nos trancamos, pusemos um monte de coisas na porta para evitar que eles a derrubassem. Então o delegado apareceu na nossa frente, sem um braço e com o rosto mutilado. Veio em nossa direção e Kubota enfiou a faca no pescoço dele, pórem ele não morreu e mordeu André, que gritou e se afastou com a perna ensangentadaensanguentado. Bruno peou sua facaenfiou na cabeça do delegado que morreu. André começou a chorar, e então eu peguei a faca dele, que não tinha sido contaminada inda e cortei fora sua perna. Ele desmaiou e ficou deitado, com apenas uma perna. A outra perna, eu peguei e abri a janela, arremessei e um numero incrível de zumbis a atacou.
-Temos pouco tempo. – Eu disse e corri para pegar as armas.
Bruno e Kubota me ajudaram, e quando André acordou, o ajudarama levantar. Abri a porta e saímos os quatro correndo feito loucos então eles nos perceberam, corremos ainda mais porem carregar um alijado não é fácil, então eu parei. Eles pararam também. Lagrimas brotaram em meus olhos e quando a horda estava bem próxima, empurrei André dos Braços d Bruno e Kubota, assim que ele caiu eu sai correndo, atirei em alguns, mas não era o suficiente. Então eles chegaram em André, que se arrastava tentando sobreviver:
-Por Favor, Fábio! Bruno! Kubota! Me ajudem – Ele gritava – Socorro!
Então André soltou um grito de horror quando começou a ser devorado. Me partia o coração tê-lo deixado para trás, mas não havia o que fazer. Então chegamos a minha casa.
-André? – Eduarda perguntou – Cadê o André?
-Eduarda, desculpa mas...
-NÃO! – Ela pôs a mão a bolsa de armas e sacou uma, apontando para mim – O qu aconteceu?
-Ele foi mordido, mas calma – Eduarda começou a chorar freneticamente e abaixou a arma – Isso, calma Eduarda, ninguém precisa sair ferido.
-Mentira – Ela disse e atirou em si própria, na cabeça, caindo no chão, morta.
Enterramos ela no nosso quital, após deceparmos a cabeça por precaução. Depois, todos estavam abalados, 2 mortes em 1 dia... Então começou a anoitecer, e nós apagamos todas as luzes e 15 pessoas ficaram de guarda, enquanto as outras 15 dormiam, então certa hora da noite trocavam. Os 15 que tinham dormido iam ficar de guarda e os 15 que ficaram de guarda iam dormir.
Uma vida miserável, confesso. Não era bom para ninguém, não era o NOSSO MUNDO.
