Sunsets

Fic sobre Rosalie e Emmett

Crepusculo n é de minha autoria, mas eu queria mt mt mt o Edward pra mim (qm n quer?)

Descobrindo seu universo

- Parebéns Renesmee - parabenizava minha sobrinha. Ela acabara de passar para Harward em medicina, e está de viajem para a África do Sul. Quase que Bella não acredita, eu a olhava, emocionada, com orgulho nos olhos juntamente mesclado com um carinho imedível. Eu a invejava, nossa, como eu a invejava. Mas ela dava valor ao que tinha, pelo menos.

- Obrigada tia Rose - beijou-me o rosto. O calor que vinha de seu corpo era reconfortante. Emmett me olhava adimirado. A cena era mesmo comovente. Eu estava sorrindo. - e fico muito feliz de vê-la sorrindo. Eu sentirei muita falta disso tudo. Mas é só por uns tempos, dois anos no máximo.

- Sabe que pode voltar quando quiser não é? - Carlisle a lembrou, mas ela não deu atenção. Era corajosa. Como eu invejava a Bella.

- Eu sei vovô, mas eu acho que o papai vai querer que eu pelo menos seja alguém na vida. Nada melhor do que salvar animais, mesmo que para nós eles sejam bebida.

- O que não é muito diferente dos humanos já que els comem os animais. - Edward se posicionou na conversa defendendo nossa espécie, mas nós não merecíamos isso certo? Ele olhou para mim com uma tremenda reprovação. Provamelmente leu meus pensamentos. Idiota. Ele assentiu com a cabeça. Que perte de vampiros são monstros ele não entendeu? Ele piorou o olhar congelante virado para mim. Ora, a filha dele passou em primeiro lugar numa das melhores faculdades do mundo em medicina, pere de olhar para mim e olhe para ela. Ele obedeceu e, segurando uma caixinha, ele abraçou ela. Tão comovente. Eu tinha uma idéia do que estava naquela caixinha.

A menina, toda feliz, olhou Edward abri-la devagar. Bella, ao seu lado, sorria como se nunca mais fosse vê-la. Credo. Mas talvez não veja. Nunca se sabe o que pode acontecer na África. Deus, o que eu pensei? Não acredito! É claro que ela ficará bem, ela é uma de nós. Uma Cullen. Os Cullen nunca se rendem a nada. Nós não nos rendemos quando os Volturi nos atacaram, não nos rendemos quando os nômades nos atacaram, e nem quando os recém-nascidos atacaram. As memórias das lutas vinham respectivamente na minha memória. Edward não olhou para mim. Bem, ele deve estar entretido com o momento. Na caixinha havia um anel delicado, com a minha boa visão, logo reconheci o símbolo, o brasão da nossa família. Enquanto Carlisle e Esme explicavam o símbolo Edward colocava o anel em sua mão, em seu dedo. Com a outra mão, Renesmee tocava no medalhão que tinha em seu pescoço. Fora presente de seus pais, desde pequena ela usa aquele medalhão.

- Obrigada, obrigada mesmo papai - Ela abraçou fortemente Edward - mãe - Era a vez de Bella e cada momento foi tão esperançoso para ambas. Bom, é claro que eu acertei o que tinha na caixinha, fui eu mesma que dei a idéia e mandei fazer o anel. Mas alguém agradeceu? Não. Alguém dera crédito á mim? Não. Tomara que Edward tenha escutado isso. Sentei-me no sofá e abracei Emmett, ele sabia o que eu tinha feito. Ao menos eu o tinha ao meu lado. O amor da minha vida. Eternamente juntos.

- Não nos agradeça - Bella tomou a iniciativa depois de Edward apontar a cabeça para mim. Pensem que eu não vi. Pensem. - Foi idéia da Rosalie. Ela achou que você merecia carregar o brasão da família. É que nós não achamos que fosse tão importante para você. Me desculpe querida.

Eu levantei a minha cabeça que estava encostada no ombro de Emmett. Eu não acredito. Eles me deram crédito!! Inédito. Renesmee vinha em direção à mim. Sorria tão graciosamente. Como eu invejava Bella.

- Obrigada tia Rose, eu amei a surpresa. - pegou as malas e saiu com Edward e Bella para o aeroporto, uns amigos africanos do Carlisle iam ajudá-la a se instalar lá. Eu fiquei sem ação, quando ela me abraçou e foi embora. Eu nem se quer me despedi dela. Eu fiquei lá, abraçada ao Emmett, porque todo mundo saiu da sala.

- O que houve Rose, parece tão deprimida - Emmett perguntou sorrindo. Qual era o problema dele, ele sempre sorria. Aquilo me deixava louca por ele, mas eu não vou adimitir. Deixarei ele sofrendo, só um pouquinho.

- Ora, nada que te interesse, mas vamos ao que interessa - virei a cara para olhá-lo sorrir, e aproximei o me rosto o mais perto que pude para comtemplá-lo. - estava pensando em viajar novamente. O que você acha?

- Acho um pouco excitante demais. Não era para ser assim. Mas eu não vou contrariá-la. Para onde você quer ir desta vez? - Seu olhar divertido encontrou o meu.

- Hum... não sei, mas não importa muito o lugar, deste que eu esteja com você. Vamos estar tão ocupados que não prestaremos muita atenção em volta de nós.

Ele riu e eu adorei. Se tem uma coisa que Emmett deve preservar a todo custo é seu bom humor, embora eu não goste muito das piadinhas idiotas que ele e aquele cachorro fedorento e imbecil discutiam sobre loiras. Afinal, quem disse que as loiras são burras? Que retardado disse isso? Aquele ingrato do Jacob Black, se eu não tivesse tanto amor e afeto pela minha família, ele já estaria apodrecendo no cemitério de La Push, se é que existe um. E o Emmett também, se não fosse por mim, ele teria virado comida de urso. Entretanto, ele pedia desculpas sempre que ria daquelas piadas. Mas isso não diminuía nem destruia meu modo de pensar. Quem inventou isso era um... Quer saber? Deixa pra lá. Não me interessa quem fez, sempre penso que ele deve ter se dado muito mal em uma vida amorosa. Provavelmente com uma loira, e pensar isso me anima e me impede de quebrar a cara do Black e fazer careta para Emmett. Do que adianta, ele sempre ri das minhas caretas!!

- Poxa, nem um pouquinho? Eu me decepcionei... Mas que tédio. - Ai, que idiota, como ele ousa... Como, ou melhor porque eu o amo tanto? Por que eu não vivo sem ele? Por que? Por que? Por que? Por que? Por que? Ah, o sorriso dele é tão perfeito. Eu cheguei mais perto para beijá-lo, e ele se adiantou e eu o impedi de prosseguir. Ele ia ver só uma coisa. Vou fazê-lo sofrer só um pouquinho. - Qual é o problema Rose?

- Fora que amo um idiota obceno como você? Hum... nada de mais.

- É sério, por que não deixamos as diferenças enquanto estamos juntos? - Ah, era só o que me faltava. Como ele tem coragem?

- É impossível, mas eu não me importo muito - Legal, eu dei muita bandeira. Cheguei mais perto. Perto. Seu sorriso sumia do meu foco. Eu focava agora outra coisa. Focava os momentos prazerosos que teria agora. Desejava agora. Eu o beijei. Nos envolvemos confortavelmente no grande sofá antigo da sala. Era um da coleção de Esme. Ela ficaria muito furiosa se o estragássemos? Com certeza!

- Emmett, por que não planejamos esta viajem hein? E, bem, Esme ficará zangada se estragarmos o sofá dela. - Eu lembrei me afastando ofegante.