Capítulo 2-Futuro.
Sakura já estava ouvindo sua mãe falar daquele homem algum tempo e já não agüentava mais, queria que eles parassem de enrolar e fossem direto ao ponto, sempre gostou que fossem curtos e diretos com ela, como ela era com os outros.
-além disso ele...
-minha cara, acho que sua filha está achando tudo uma chatice, que tal irmos direto ao assunto.
Nessa hora Sakura até se surpreendeu, mas não demonstrou, não era de sua personalidade.
-certo, Sakura, creio o que vou lhe dizer pode ser chocante, mas espero que compreenda a situação, nós precisamos nos juntar as empresas Kayoga para conseguirmos ser a primeira no ranking de mais bem desenvolvidas, mas como na nossa família, a família Kayoga tem seu conselho, e eles aceitaram nossa proposta com uma condição...
-qual?
Sakura já imaginava, mas não acreditava que sua mãe fosse...
-união matrimonial entre as famílias.
Fazer isso com ela.
-hum...certo, deixa eu ver se eu compreendi, quer dizer que EU vou Ter que me casar, com alguém que nem conheço, só para a nossa empresa subir uma posição nesse ranking.
-isso...
Sakura nem se deu ao trabalho de falar mais nada, se levantou bruscamente da cadeira, mas sentiu sua mãe segurar seu braço, antes dela sair da sala.
-E PORQUE NÃO PODIA SER O ITACHI?
Mylou já esperava essa reação de sua filha, afinal não era fácil para ninguém.
-porque será um homem que irá assumir a empresa.
-interessante, só por isso.
-decisão dos conselhos, mas não se preocupe que ele não é velho demais para você, tem 25 anos.
-que felicidade. A ironia na voz de sua filha era tão perceptível que até doía, mas tinha que ser feito e seria.
-posso ir agora?
-pode.
Sakura saiu correndo dali, não queria mais saber de nada. Chegou em seu quarto e se jogou na cama, não entendia o porque, mas estava se odiando, enquanto deveria odiar, seu maldito noivo e aquele homem lá embaixo e sua mãe que eram responsáveis, por seu atual estado deplorável, mas do que adiantaria chorar?, ninguém afinal escutaria sua súplica silenciosa, afinal...era algo apenas dela.
Sakura dormiu rapidamente, e quando já estava com aquele sono pesado, não sentiu que alguém entrara em seu quarto e a cobrira, ela não sabia e nem sentia, esse hábito silencioso adquirido, por aquela pessoa.
Sakura acordou bem mal no dia seguinte, não queria ir para a escola, mas já virara obrigação para ela, era quase automático, então tomou um banho bem demorado, vestiu seu uniforme e passou uma maquiagem leve no rosto, para encobrir um pouco que tinha chorado, desceu o mais silenciosamente que pode as escadas, não queria encontrar ninguém da sua família no momento e pelo visto seu desejo fora realizado, pois quando fora tomar café não tinha ninguém na mesa ainda, ela terminou e foi para o carro, nem teve vontade de conversar naquele dia, mas já virara hábito saber como iam as pessoas ao seu redor.
-bom dia Yotoki-san?
-para min sim.
-como assim?
-me desculpe ser tão impertinente, mas pelo visto a senhorita não está nada bem.
-é tão aparente assim?
-sim, é senhorita Sakura, bem chegamos.
-até, senhor Yotoki-san.
Sakura não queria falar com ninguém, nem com suas amigas, concerteza elas iriam perceber seu comportamento estranho, ela foi direto até sua sala e ficou lá, pensando um pouco na sua vida, concerteza seria muito diferente, talvez não?, ela não sabia e queria se esquecer daquilo, mas não tinha como, tentou se concentrar e ver qual seria a primeira aula e para seu total desagrado ou alegria seria biologia, com ele Kayoga Yuei.
-É ISSO.
Viu que todos que já estavam na sala, a olharam estranho, ela nem se importou, será que seria ele?, concerteza não, afinal se tem poder, porque estar ensinando?, Sakura procurava se convencer disso, nem prestou atenção quando suas amigas se sentaram e falaram com ela e nem quando o professor tinha chegado na sala.
-as células tem constituição Glicolipoprotéica...
Sakura olhava com um olhar vago pela janela, não queria saber dessa e nem de outras e nem de nada, estava preocupada com sua vida, no que saber se as células eram constituídas disso e daquilo iria ajuda-la, não poderia prestar vestibular para a área de saúde mesmo, sua mãe a tinha obrigado a fazer para administração.
-Uchiha, preste atenção na aula, se não for demais para sua mente.
Yuei olhou de relance para ver se ela prestava atenção, mesmo sabendo que não, e não se surpreendeu ao vê-la olhando como se a janela fosse mais interessante do que o que ele falava, resolveu continuar sua aula que ganhava mais com isso. Faltavam poucos minutos para acabar a aula e ela ainda continuava a olhar para a janela e isso o irritou profundamente, pois ela não tinha se virado uma vez se quer para prestar atenção na aula e depois reclamava que ele fazia marcação em cima dela, mas ela merecia mesmo as notas baixas que levava.
Sakura se sentia frustada, além de imaginar que poderia se casar com aquele ser a frente da sua turma, ainda tinha que atura-lo lhe dando aula, com aquela curiosidade a consumindo, realmente era algo frustrante demais, sabia que logo se cansaria de olhar para janela, mas não queria desistir do seu desafio mudo feito por ela mesma. Sakura se animou assim que ele saiu da sala e prestou atenção na aula de física, mesmo não gostando muito da matéria, parecia que o dia ficava melhor sem aquele encosto perto dela, mal sabia ela que alguém pensava a mesma coisa.
Sakura e suas amigas se reuniram e se sentaram embaixo de uma bela árvore de sakura's que tinha no lugar, era tão grande que até alguns alunos se sentavam em seus galhos, ela contou tudo a suas amigas que a consolaram do melhor jeito que puderam, elas escutaram o sinal tocar, mas não ligaram a primeira vez, até que o escutaram de novo e foram correndo para sua sala, Sakura não estava muito melhor e pirou quando viu aquele ser outra vez em sua frente, com aquele sorriso sarcástico para cima dela e aquele ar de superioridade, ela só sentiu uma vontade enorme de bater muito nele, queria o agredir de qualquer forma, não entendia o porque, mas de algum jeito, eles acabaram se odiando do nada, era algo estranho de se dizer, mas totalmente verdadeiro. O dia foi cansativo, frustrante, triste e principalmente estressante para ela, tinha sua mãe querendo falar com ela detalhes de algo que ela não queria e sempre que se viam enfatizava isso, tinha tido um péssimo dia no colégio e só piorou quando brigou abertamente com o Kayoga, esse também não ficou impune, e além de tudo isso, tinha o conselho que passara uma tarde toda conversando com ela, sobre a importância do casamento e outras coisas que ela nem se deu ao trabalho de prestar atenção, agora estava em seu quarto deitada numa posição não muito confortável, mas tinha sido como ela de deitara assim que chegara em seu quarto, não estava com saco para fazer mais nada, tanto que quando foram chama-la para jantar, ela recusou prontamente, só queria ficar sozinha com seus pensamentos, talvez conseguisse chegar a alguma conclusão, mas nada adiantava, ela continuava olhando vagamente para o teto de seu quarto, sem pensar em nada e ao mesmo tempo várias coisas passavam pela sua cabeça, realmente algo contraditório, mas que explicava muito bem, o que ela vivia.
3 meses depois...
A chuva caia torrencialmente sobre a cidade, sem dó das pessoas que foram pegas de surpresa com sua chegada e que se corriam para se abrigarem, o clima não parecia dos melhores, assim como o humor de algumas pessoas, em algum lugar uma bela garota gritava de dor, mas seus gritos eram abafados pela chuva que estava com raiva dos humanos nesse dia.
Sakura estava ajoelhada ao lado de sua amiga Hinata que gritava de muita dor, essa tinha quebrado a perna enquanto as garotas estavam na educação física, tinham jogado futebol e tinham pegado pesado com a garota que já estava vermelha que tanto gritava e chorava, seus gritos iam diminuindo, assim como seus olhos iam ficando mais pesados, logo chegou uma ambulância que a levou dali, Sakura foi com eles e ficou ao lado de sua amiga, que já estava desmaiada. Hinata tinha sido liberada mais perto da noite, Sakura levou sua amiga para casa e seguiu para a sua, mas teve que ir de pés, ficou sem dinheiro para o táxi, e o pior era que sua casas um pouco distante, mas não tanto, Sakura andava apressada as vezes escutava um barulho estranho e olhava por cima do ombro não vendo nada e quando já estava na esquina da sua casa, ela tromba com violência contra alguém, fecha os olhos se preparando para o impacto, mas esse não veio da forma que ela esperava, quando abriu finalmente os olhos, estava em cima de ninguém menos que seu professor Yuei Kayoga, esse estava com os olhos semicerrados, os cabelos soltos, uma expressão de raiva.
-poderia por favor se levantar, afinal eu quero respirar.
-me...desculpa.
Sakura se levantou o mais rápido que pode, estendeu sua mão, para ele, nunca pensou que faria isso, mas sua educação falava mais alto nessas horas, ele aceitou e agradeceu, ficaram um tempo ali parados.
-bem então, até amanhã professor.
-hum...está com medo Uchiha?
-hum...não, porque?
-parece, do jeito que esbarrou em min.
-eh...hum...bem, mais uma vez me desculpe.
Sakura saiu dali e seguiu para sua casa, onde foi recebida, por uma mãe emburrada, que não sabia onde a filha estava e foi assim o resto de sua noite. Sakura acordou com um mal humor que era capaz de xingar até a última geração a primeira pessoa que irritasse ela, e para seu desespero essa pessoa tinha sido, Kayoga, por um triz ela não fez o que estava com vontade, mas não podia mais brigar com ele, tinha sido uma ordem de sua mãe, que como ela tinha falado noite passada, não agüentava mais receber telefonemas da escola e intimações para comparecer ao colégio, porque a filha mais uma vez tinha brigado com o professor de biologia. Sakura prestava atenção, pois adorava o conteúdo que estavam vendo, genética, mas algo a estava perturbando desde do dia anterior, o que ele fazia naquela vizinhança?, será que ele mora lá?, Sakura balançou a cabeça, tentando tirar tais dúvidas da cabeça e se concentrar na aula, pois se não sobraria para ela.
Com seus olhos alaranjados, ela observava a garota de cabelos róseos, com um interesse até doentio, algo dentro dela corroia sua entranhas e a fazia se tornar uma pessoa odiosa na frente da de cabelos róseos, Myumi Nyoli, cabelos azuis claros, olhos alaranjados com um toque de amarelo, corpo de líder de torcida, 17 anos, detesta Uchiha Sakura, quando tinha começado o ódio silencioso pela garota, nem ela sabia, apenas sabia que sempre a vigiava de algum modo, sempre sentia um tipo de repulsa pelos seus movimentos, pela sua voz, tudo nela lhe causava repulsa e porque?, nem ela sabia, apenas sabia que queria muito mal, a Uchiha Sakura.
Sakura por algum milagre ainda não tinha recebido, nenhuma advertência ou tinha sido expulsa de sala, mas pelo visto logo seria, pois Ino acabara de lhe mandar um bilhete, ela abriu e leu rapidamente.
Hey, percebeu a Myumi, está de olhando com aquele olhar de novo.
Sakura olhou pelo canto do olho e notou a expressão de ódio que a garota carregava na face, enquanto disfarçava o fato de tanto lhe olhar.
Deixa para lá, essa daí não se manca nunca, e também nunca fiz nada para ela, não vou me rebaixar a nada. Ah e para de me mandar bilhete se não eu vou sair de aula e minha mãe me mata se isso acontecer.
Sakura mandou o recado para Ino, viu a colega pegar e rasga-lo e botar dentro da bolsa, para ninguém le-lo, Sakura voltou a prestar atenção na aula, mas logo tomou um grande susto, quando na sala entrou de uma vez um garoto, alto, corpo atlético, olhos azuis claros e cabelos loiros rebeldes e arrepiados, ele parecia muito feliz, e ela não entendia o porque, viu Kayoga ir falar com ele, o aluno falou algumas coisas para o professor e logo Kayoga virou de frente para a sala.
-quero lhes apresentar Uzumaki Naruto, ele irá estudar conosco esse ano, espero que os recebam bem, seja bem vindo Uzumaki.
-obrigado.
Naruto olhou em volta procurando um lugar vago e logo achou um ao lado de uma garota de cabelos róseos e olhos verdes, ao seu lado estava sentada uma garota de cabelos pretos azulados, olhos perolados, ele correu para o lugar.
-OLÁ EU ME CHAMO NARUTO E VOCÊS?
-ITAIIIII, BAKA. Sakura praticamente gritou, pois Naruto tinha gritado ao lado de seu ouvido e parecia que sua orelha ia estourar.
-me desculpem, qual seus nomes?
-Uchiha Sakura e essa ao meu lado se chama Hyuuga Hinata.
-prazer, Uzumaki-san.
-o praze é todo meu Hinata-chan!
-certo, agora da próxima vez que fizer isso, juro que te esfolo vivo.
-ah Sakura-chan, me desculpa, por favor, por favor, por favor, por favor...
-5 MINUTOS DEPOIS-
-TÁ CERTO, EU DESCULPO, mas por favor para de falar.
-valeu, Sakura-chan.
-tá.
Sakura se surpreendeu ao encontrar Yuei a encarando de sua mesa, ele parecia aborrecido, e ela agradeceu, por não ter falado mais nada com Naruto se não concerteza iria receber uma advertência, que não podia receber de jeito nenhum.
Sakura correu para a saída, mas antes de chegar lá, ouviu seu celular tocando e atendeu com pressa e ouviu sua mãe avisando que ninguém poderia pega-la agora, e que ela teria que ir sozinha ou esperar no colégio. Sakura pensou em ir sozinha, mas logo começou a chover muito forte e ela teve que ficar presa no colégio, todos já tinham ido, só haviam ficado as pessoas que tinham atividades extras e os professores para alguma reunião, ela estava sozinha deitada com a barriga para cima na carteira do professor, em sua sala de aula, sabia que ninguém entraria na sala, ouvia algumas música para ver se o tempo passava mais rápido, e nada, parecia que ele estava passando de vagar para irrita-la ou algo do gênero, mas também pareceu cômica a cena, ela deitada na carteira do professor, bem encolhida mesmo, ouvindo música, de cara amarrada e ainda chovendo, realmente um cena clássica e cômica, Sakura gargalhou bem alto, imaginando o quanto estava patética; se levantou da mesa e saiu da sala, pelo horário pensou que alguém já estivesse a sua espera. Terrível engano, ninguém estava do lado de fora, ela foi dessa vez para o ginásio, se deitou num andar da arquibancada e botou sua mochila para apoiar sua cabeça, continuou ouvindo música, só que dessa vez de olhos fechados, talvez assim o tempo passasse mais rápido.
No escritório da casa da família Uchiha, Itachi olhava alguma no computador sem preocupação, quando ouviu alguém bater na porta. Suspirou pesadamente, pediu que entrassem.
-me desculpe pelo incomodo, Uchiha-san, mas sua mãe saiu e pediu que fosse pegar sua irmã, no colégio, pois ela não tinha como vir sozinha.
-Obrigado, pode ir.
-sim senhor.
Se os pensamentos de Itachi pudessem ser lidos, nada de agradável sairia da boca de quem os leu. Itachi se encontrava revoltado em frente ao computador, se teria que ir buscar sua irmã, pelo menos deixaria ela lá de molho mais ainda, ela que esperasse tinha algumas coisas para terminar e só sairia dali quando as fizesse.
Sakura agradecia por ter um acervo de 400 músicas em seu aparelho, pois sua paciência já tinha ido embora, sua escola terminava as duas e já eram quatro horas, olhou para cima e viu que ainda chovia muito forte, já estava com o corpo dolorido de ficar deitada naquela posição desconfortável e naquele local duro, queria muito estar em casa no seu quarto mais especificamente. Sakura se lembrou que no dia a sala de música estava aberta e correu para lá, ficou maravilhada ao ver que o piano estava lá pronto, como se fosse apenas para ela tocar, se sentou e começou a tocar, logo estava pegando ritmo de sua música favorita.
Itachi já estava parado em frente ao colégio de sua irmã, viu que não tinha quase ninguém a não ser poucos professores e alguns outros funcionários, perguntou-lhes onde Sakura poderia estar e lhe informaram que concerteza estaria na sala de música; perguntou como chegar lá e foi, ainda precisava analisar alguns papéis de uma filiais da empresa de sua família.
Making my way downtown
Walking fast
Faces passed
And I´m home bound
Percorrendo meu caminho para o centro da cidade
Andando rápido
Rostos passaram
E eu estou perto de casa
Staring blankly ahead
Just making my way
Making my way
Through the crowd
Sem expressão, olho para frente
Apenas percorrendo meu caminho
Percorrendo um caminho
Através da multidão
Itachi ouvia ela cantar sem acreditar que fosse ela, mas não tinha mais ninguém além dela lá, se fosse definir a voz, diria apenas que era perfeita, claro que esse elogio nunca sairia de seus pensamentos, pois Sakura e ele viviam em uma "guerra" contínua, não seria ele a começar a elogia-la.
-Já chega de cantar Ssakura, vamos lgo embora.
-AAAH, é você!
-não apenas um fantasma e vamos logo, que não tenho tempo para vozes medíocres e afirmações idiotas.
-VOZ MEDÍOCRE É A SUA, SEU RACHA ESPELHO.
-olha quem fala, faria qualquer um, sair correndo antes de chegar a dois metros dessa porta. Agora será que da para a gente ir.
-tá certo, vamos logo racha espelho.
-sua...
-nem pense em terminar.
Itachi se limitou a resmungar alto, não tinha tempo para crises de adolescentes, ele e Sakura entraram no carro e chegaram logo em casa, nenhum dos dois se despediu um do outro, era algo tão comum entre os dois, que nenhum reclamava.
Sakura se deitou e ligou para Ino, precisava fazer algo, precisava dançar, sim!, era disso que precisava.
-Alô Ino, eaí, hoje é Sexta se esqueceu?
-claro que não, vamos naquela boate nova, Life's.
-claro, ouvi dizer que é ótima, você até pode cantar, não?, mas não precisa reserva uma mesa pelo menos 3 MESES ANTES.
-acontece que o dono do lugar, é filho de um amigo da minha mãe, e ela conseguiu que ele reservasse uma mesa para nós, mas eaí, vamos?
-só falta falar com o restante das meninas.
-eu já liguei para elas, só faltava tu me ligar, acabei de mandar o torpedo para elas.
-certo eu vou, que horas e onde a gente se encontra?
-20:00 e na minha casa, beijos, agora tenho que ir me arrumar.
-eu também, até mais Ino.
Sakura foi direto para sua banheira, precisava relaxar um pouco antes de ir.
