Notas iniciais
MELDELS!
Por favor não me matem!
É o meu primeiro lemon postado... Então sei lá... x_x"
aehoiahoiahoah
Naruto
Ahhh... Drogaaa... Tinha me esquecido completamente que hoje íamos juntar para comemorar... comemorar o que mesmo?
Ah! Tanto faz! Tínhamos acabado de voltar de uma missão e estávamos podres. Estávamos é modo de dizer. Só eu estava. Mas dane-se.
Cheguei em casa e capotei na cama. Apaguei mesmo! Só acordei com a campainha... Que foi quando me lembrei da comemoração. Deve ser o Sai de novo... Ele sempre passa aqui antes... Não que eu não goste dele, mas ele me dá calafrios.
Levantei com muito custo e me arrastei até a porta. E como de costume cocei meus olhos enquanto abria e para minha surpresa, não era o moreno que eu estava acostumado à receber.
– Sa... Sakura-chan...? O que houve? - indaguei preocupado. Ela nunca vem aqui... A não ser quando é importante... Nossa, seus olhos estão vermelhos e inchados... Será que ela se drogou?
Nem tive muito tempo para raciocinar, ela bufou, gritou comigo e tentava a todo custo me acertar com um soco... Soco é um jeito bem educado de se dizer. Afinal, se aquilo me acertasse, com certeza eu voltaria às minhas origens. Da terra veio e ao jarro retornará.
... Acho que tem alguma coisa errada nesse ditado, mas eu não tenho tempo pra pensar nisso agora.
Me desviei de todos os seus golpes indagando o que havia acontecido, até que em certo momento, ela acerta a minha parede e eu fico perplexo ao supor o quanto terei que gastar para consertar isso.
Droga...
– Sakura-chan! O que houve? - indaguei agora um pouco nervoso. Tentei tocar-lhe o ombro já que ela tremia levemente com a cabeça baixa, mas ela estapeou minha mão e voou para cima de mim.
Apoiou um joelho em meu peito, esticou a outra perna no chão para apoio, segurou um braço meu com uma das mãos e com a outra fechou a passagem de ar de minha garganta.
– Sa... Saku... Ra... Cha... N... - tentei afastar sua mão de meu pescoço e não que eu não pudesse, mas ela estava muito estranha... O que também não significa que ela fosse normal, mas isso não vem ao caso no momento.
Senti gotas quentes caindo em meu rosto e um olhar de extrema indignação.
– Por que...? - sussurrou entre lágrimas apertando mais meu pescoço – Por que você tinha que existir? - gritou mostrando-me uma raiva contida que nunca havia visto na vida.
... Sabem... Eu não ligo para isso... De verdade... Eu não ligaria... Estava acostumado à isso... Todos me olhando e me julgando... Mas eram coisas que já estavam no passado... Eu... Tinha a ilusão de que realmente fui aceito... Por todos...
... No mínimo pelos meus amigos...
Aquilo realmente acabou comigo... Senti meu peito doer de uma forma que nunca senti na vida... Um estranho falar é uma coisa... Entretanto, aquele a quem você considera um de seus melhores amigos...
… É bem doloroso...
Não pude me conter... Joguei-a para longe de mim, me arrependendo logo em seguida. Droga...
Ela ainda estava com raiva, mas acho que pela minha cara... Deve ter se dado conta do que havia dito... Sinceramente acho que tem coisas que não devem ser ditas. Nem para o seu pior inimigo...
Mas tudo bem... Já estava acostumado... Ela tentou dizer mais alguma coisa, mas acho que não conseguiu achar as palavras certas. Sorri para ela e disse que não havia problema.
Ok... Agora é que não estou entendendo nada mesmo! Por que ela está chorando? Antes eu tinha certeza que era de raiva... De mim. Apesar de não ter a menor ideia do que havia feito... Espere... ahhh, não! Só pode ter sido aquele idiota do Sasuke! O que ele disse à ela?
Olhei para fora e vi que o céu já estava escuro. Uma raiva começou a correr em minhas veias. Não acredito nisso! Eu estava para ser morto, por culpa dele? Ok, agora eu estava nervoso. Saí de lá e nem disse nada àquela garota aos prantos em minha casa.
O céu estava escuro pelo horário e pela chuva que aproximava-se. Corri o máximo que podia para conseguir chegar lá seco, mas não deu.
Droga!
Além de irritado, pareço um cachorro de rua. Merda.
Finalmente cheguei ao meu destino e furiosamente tocava a campainha.
Mas que droga, por que ele nunca atende logo?
A porta se abriu e pude ver aquele par de olhos ônix frios e sem sentimentos.
Não pensei em nada! O joguei para dentro de seu apartamento e fechei a porta com fúria. Gritei indagando o que ele havia dito à ela e a única resposta que eu tinha era a mesma de sempre. Um olhar inexpressível me dizendo que não era da minha conta.
Voei sobre ele e o segurei com meu braço em seu pescoço. Mas que merda! Eu tive que ouvir aquilo por causa desse imbecil.
Mas... Céus... Esta aí uma coisa que nunca imaginei que chegaria a ver. Aqueles belos orbes negros brilhavam... Brilhavam com suas lágrimas contidas... MELDELS! Fiquei tão chocado que paralisei. Eu sou phoda! Consegui algo que julgava ser humanamente impossível.
Meus devaneios foram quebrados assim que fui arremessado para longe. Eu estava mais calmo, contudo agora era ele quem estava irritado... Merda.
– O que disse à ela? - indaguei meio receoso... Ah, cara! Não acredito ainda no que vi.
Foi então, que seus gritos me despertaram e meu choque só aumentou. Primeiro vejo lágrimas em seus olhos e agora sua falta de controle emocional que nunca vi nem em batalhas?
Ele fechou a cara e com uma expressão extremamente de contragosto me disse que só disse a verdade.
Verdade? Que verdade? Levantei-me e me aproximei dele. Queria ver bem de perto seus olhos, afinal dizem que os olhos nunca mentem.
– Nada que lhe diga respeito. - cuspiu essas palavras em mim e virou-me as costas. Ok. Paciência tem limite! O que foi que eu fiz para esses dois? Ele caminhou para seu quarto e o segui nervoso, mas antes de me manifestar ele jogou uma toalha em meu rosto... Doeu.
– Vai ficar resfriado. - ele disse.
DOKI (onomatopeia japonesa para dizer que "balançou o coração")
Ahhh... Droga... De novo, não...
Eu já tinha superado isso! Já tinha aceitado que o melhor para ele era ela! Merda! Merda! Merdaaa! Drogaaa Sasuke! Por que você tem que ser assim..? Ainda bem que a toalha cobria meu rosto, porque... Não consegui conter minhas lágrimas...
Lutei minha vida toda contra esse sentimento... Ele era homem droga! Claro que iria me repelir. Não que eu fosse gay... Não sinto nada por outros homens... Só... Só ele... DROGA!
Senti minhas forças me abandonando e acabei sentando no chão... Baixei minha cabeça e minhas lágrimas continuavam à fluir... Saco...
Meu peito estava descompassado, doía! Merda! Por que tinha que voltar tudo? Por quê? E por que justo agora? Na sua casa... Na sua frente? Droga...
Mas enquanto eu me lamentava comigo mesmo, senti braços fortes e calorosos me envolvendo.
Não acredito nisso... Se alguém me acordar agora juro que eu mato!
Ele estava trêmulo e sussurrava pedidos de desculpas em meu ouvido. Ah, cara! Se ele queria me confundir estava conseguindo! Eu poderia jurar que ele estava nervoso meio que... Se confessando para mim...
Quando eu o ouvi dizer que não a maltratava porque não queria que EU sofresse, porque sabia como doía ver quem amamos serem desprezados por quem elas amam... Eu não aguentei... Comecei a soluçar de tanto chorar. Que horrível...
Não... Horrível foi sentir aquele calor me abandonando... Ah! Não! Puxei-o com força pelo pulso e ele caiu desajeitado no chão. Háh! Isso... Isso foi fofo... Ahhh! Não é isso! Sem pensar direito soquei-o com força por ter me feito sofrer tanto até agora! Sabe como era doloroso ter que sorrir para ela, sempre dando força para ela poder ficar com VOCÊ?
Não resisti mais, tomei-lhe os lábios numa fúria, que nem eu tive tempo de pensar direito. Ahh, seus lábios são realmente deliciosos, posso dizer que é muito, muito melhor do que eu havia imaginado... Não... O melhor de tudo, foi senti-lo corresponder-me.
Foi um beijo desejoso e necessitado. Como se ambos estivessem esperando por isso há anos... Bem. É. Eu estava, todavia havia desistido já. Eu realmente achava que era impossível. E cara! Que bom que não era! Minha excitação foi tanta que acho que cheguei à arranhá-lo! Haha!
Eu o tocava impaciente, queria sentir todo aquele corpo maravilhoso que ele tinha! FDP gostoso! Rolamos até batermos em sua cama. Cara, eu precisava respirar! Fomos cessando a euforia e nos acalmando. Ah... caraaa! Que boca maravilhosa que ele tinha! Roçávamos nossos lábios não querendo nos afastar, mas... Precisamos.
Me aconcheguei em seu peito ouvindo seu coração batendo à mil. E claro, me derreti! Ahh... velho... Só posso estar sonhando! Sabe quanto tempo eu sonhei com isso? Ahh... Sua carícia estava muito boa, no entanto, tínhamos que conversar.
Chamei-o meio sem graça e ele me puxou para que ficasse de frente para ele.
Merda.
Fiquei vermelho dos pés à cabeça.
– Droga! Por quê? Por que não me disse nada antes, seu idiota? - gritei apoiando-me em seu peito para não cair. E que apoio!
Ele me disse que eu sempre gritava por aí que gostava da Sakura-chan... Claro! Ele por acaso ficaria feliz se eu saísse gritando o nome dele?
Tá... Já entendi que ficaria... Ah! Merda! Virei-me de costas para ele.. Como isso é vergonhoso! E meu coração que não me deixa esquecer nem por um instante que ele está ali?
CARAAA! Ele está me abraçando por trás! Puta que cheiro bom ele tem! Ahhh... Eu posso morrer feliz! Mas que merda estou pensando? Eu não quero morrer... Pelo menos não agora... Não antes de...
Certo...
Meu coração já estava na garganta... Ele disse que me ama...
Ele disse meu nome...
Inteiro!
Acho que sou eu mesmo, né...?
Haha... Meu corpo relaxou e minhas palavras saíram naturalmente...
Eu sempre achei que seria impossível um... "nós"... Tipo.. "eu e ele"... Achava realmente melhor ele ficar com ela... Sabem... Um relacionamento normal... Homem e mulher...
– Usuratonkati!
Haha! Nunca fiquei tão feliz em ouvir isso na minha vida. Acabei por deixar um pequeno sorriso escapar. E ele, convencido como sempre disse que seria a primeira de muitas vezes... Háh! Como se eu fosse ficar feliz toda vez que ele me insultasse!
Merda!
Por que ele tem que ser tão perfeito?
Ele tomou meus lábios e lá vamos nós de novo. Mas dessa vez...
Háh! Não vou contar-lhes os detalhes... HAHAHAHA!
É brincadeira...
Senti uma forte corrente elétrica em meu corpo assim que meus lábios foram tomados. É a segunda vez que os sinto essa noite... Acho que posso realmente ficar feliz, não?
Caralho de língua deliciosa! Minhas mãos estavam impacientes, mas ele... Cretino!
Ele me deitou no chão e imobilizou minhas mãos. Sua língua resvalou minha pele de um jeito muito... Muito obsceno! Ele juntou meus pulsos segurando com apenas uma mão e com a outra mão puxou minha camiseta para cima deixando meu peito desnudo. Um arrepio correu minha espinha e estremeci.
Ele sorriu de canto e me levantou, me virando para que ficasse de costas para ele. Abraçou-me com meus braços à frente de meu corpo e foi me empurrando para o banheiro.
MELDELS! Ele... Ele está excitado!... Bem, eu não posso dizer muita coisa...
Ele lambia meu pescoço e dava fortes sugadas enquanto tirava minha camiseta. Minhas pernas fraquejaram algumas vezes e eu morri de vergonha!
– Não quero que fique doente... - sussurrou em meu ouvido dando uma deliciosa lambida em seguida. Entramos no banheiro e lá havia uma banheira bem grande. Pelo menos acho que entraríamos os dois lá.
Espere... Os dois? Tipo... Oh, God! Tipo... NUS?
Eu realmente estremeci dessa vez! Acho que finalmente entendi o que íamos fazer! Não que eu nunca tivesse sonhado com isso... Entretanto, era muita coisa de uma só vez, oras!
Uzumaki Naruto! Acalme-se. Respire! Um, dois, um, dois, um...
– Ahhhh... - não contive meu gemido abafado quando entramos na banheira e ele me prensou contra a parede fria de azulejo. Tá... Eu gemi pelo contato com a parede... Mas... Mas... Tinha... tinha... "mmmmMM" roçando na... Na... Na minha... Na... Na minha bunda!
Céus! É hoje que eu morro...
Ele ligou o chuveiro fazendo a água fria bater contra nossos corpos, mas logo ela foi esquentando e nos aquecendo.
– Ah, Naruto... Você me enlouquece... - sussurrou mordiscando minha orelha.
Um de seus braços estava apoiado ao lado do meu rosto na parede e a outra... Céus... Ele deslizou pela lateral de meu corpo até a cintura. Sensualmente acariciou minha barriga e seus dedos começaram a adentrar minha calça. Meu baixo ventre latejava de excitação e quase explodira ao sentí-lo envolto por seus dedos ainda por cima da cueca. Por impulso acabei empinando minha bunda para trás e pude ouvir um rouco gemido quando minhas nádegas chocaram-se contra seu membro.
Ele suspirou e me virou rapidamente e sem nenhuma delicadeza, baixou minha calça junto com minha roupa íntima revelando meu membro despontado para cima, já com o pré-gozo.
Que vergonha!
Ele abaixou-se e ficou olhando meu membro. Cara... Ele realmente queria me matar de constrangimento! Lentamente fui levando minha mão para baixo para poder cobrí-lo, todavia fui impedido pelas mãos dele. Ainda muito envergonhado olhei para ele e nossa... Ele parecia bravo.
– O que pensa que ia fazer? - me perguntou sério - Me privar de umas das visões mais belas que eu já tive? - sorriu sádico lambendo os próprios lábios.
Ele aproximou-se de meu membro e que droga... Ele pulsou bem na cara dele... Ele riu e sem mais delongas deslizou sua língua por toda extensão do meu falo.
– Sa...Suke... - Merda! Por que eu não conseguia falar normalmente? Caralho! Que línguaaa... Shh, merda. A insanidade está começando a vir... Ele não demorou muito com isso e logo pude sentir meu membro aquecido por sua boca quente e úmida.
Ele deslizou suavemente a cabeça para frente e para trás enquanto brincava com uma mão com as minhas bolas e a outra apertava minha coxa. Ele colocou uma de minhas pernas sobre seu ombro aumentando o ritmo de seus lábios. Ele sugava e resvalava aquela língua maldita por todo o meu membro e numa sugada mais forte, acabei jogando minha cabeça para trás. Não... Não acertei a parede com tudo...
No entanto... Ergui meu rosto e quase me afoguei com o chuveiro... Que burro.
Ele riu e o desligou.
– Acho que já está bem aquecido, não? - indagou sussurrante em meu ouvido enquanto roçava sua perna entre as minhas.
Ele saiu da banheira e me jogou uma tolha.
– Enxugue-se. - disse com um sorriso nos lábios. Achei estranho mas obedeci, realmente não queria ficar resfriado. Fiquei de costas para ele e me enxuguei. Quando terminei, timidamente virei em sua direção, mas ele não estava mais ali...
Olhei meio desconfiado e sai cauteloso do banheiro. Vi a luz do seu quarto acesa e logo deduzi que estaria lá. Cheguei à porta que estava semi aberta e me aproximei vagarosamente. Ele estava despido e se enxugando, de costas para a porta.
Que visão maravilhosa que eu tive. Entrei sorrateiramente e o abracei por trás aspirando fundo seu perfume na curva de seu pescoço.
– Caralho Sasuke! Vai ser gostoso assim na PQP! - disse beijando-lhe o pescoço.
– Vou levar isso como um elogio... - sorriu de canto.
Ahhh merda! Eu estava extasiado de tantos sorrisos dele que recebi num curto espaço de tempo.
Corri uma de minhas mãos por seu corpo até chegar ao seu falo desnudo. Nunca me imaginei fazendo isso em alguém, mas cara... Que delícia.
Com a outra mão subi um leve carinho por seu peito até chegar em seu queixo. Forcei-o a virar o rosto para mim.
– Eu te amo, Uchiha Sasuke. - eu disse olhando profundamente em seus olhos e ele me deu um sorriso cínico. Ignorei isso e aproximei nossos lábios. Nossos olhos não se fecharam e nos encarávamos com luxúria. Nossas línguas dançavam no ar enquanto eu o masturbava lentamente.
Virei-o de frente para mim sem desgrudar nossas línguas e sem parar de dar atenção ao seu membro teso. Guiei-o à sua cama e o deitei vagarosamente. Coloquei uma de minhas mãos entre nossas bocas e ele passou a chupar meus dedos intensamente. Não acredito que ele está fazendo isso...
... Comigo...
Depois de um tempo, desci meus lábios por seu corpo mordendo-o e abocanhei seu falo úmido de uma só vez. Ele arqueou suas costas e soltou um pequeno gemido.
Ah, que lindo.
Aumentei o ritmo do vai e vem e nem hesitei em adentrar seu pequeno orifício com meu dedo médio. Cara, que delícia. Além dele não me chutar para longe, meu dedo era massageado conforme ele contraía-se. Eu passei a masturbá-lo com a mão ao mesmo tempo que o sugava intensamente. Assim que senti seu relaxamento, mais um de meus dedos o invadia. Ele segurou meus cabelos ofegando me forçando para mais perto dele. Coloquei meu terceiro dedo dentro daquele corpo ouvindo um gemido de dor e de prazer. Depois de um tempo meus dedos entravam e saiam dele agora com mais facilidade.
Visto que ele já se acostumara, subi o beijando e deixando marcas de meu desejo por seu corpo quente e esbelto enquanto meus dedos brincavam com sua entrada.
– Sabia que você é uma delícia? - sussurrei em seu ouvido e um sorriso formou-se em seus lábios. Cara... Eu juro que poderia gozar só com isso.
– Anda logo, dobe! - ele disse me puxando para mais um beijo ardente.
Retirei meus dedos e levei meu membro até sua entrada. Contornei meu alvo algumas vezes espalhando meu pré gozo e logo fui o penetrando.
– Ahhhh... - a sensação daquela carne se abrindo para mim era única. Aquele lugar quente, úmido e apertado... Droga, de rabo gostoso!
Quando meu membro entrou por completo, esperei um pouco afinal, aquilo deve ter doído. Beijei seu rosto carinhosamente enquanto acariciava seus cabelos. Quando senti menos resistência, comecei a movimentar-me lentamente. Ele me segurou firmemente arranhando minhas costas.
Ergui meu dorso e sorri vendo seu rosto rubro de olhos fechados.
– Sasuke... - sussurrei em seu ouvido ainda com movimentos lentos.
Ele estava com o rosto virado para o lado esquerdo mordendo sua própria mão e me olhou de soslaio.
– Olhe para mim! - estoquei-o - Geme para mim! - estoquei-o mais uma vez – Grite pelo meu nome! - estoquei-o mais forte ouvindo um longo e alto gemido de sua boca.
Satisfação.
Era o que eu sentia no momento, não me contive mais e passei a estocá-lo num ritmo forte. Nossos quadris se chocavam com violentamente, fazendo a cama bater contra a parede com força.
– Na... Naru... - ele tentava dizer meu nome mas nunca conseguia. Sua sanidade parecia tê-lo abandonando há muito tempo. Ah, como é lindo. Ver esse seu rosto entregue. Entregue à mim. Segurei sua cintura e aumentei mais o ritmo. Queria muito ter a certeza que conseguia alcançar sua próstata. Meu membro saia quase por completo para penetrá-lo de uma só vez. Levei uma de minhas mãos até seu membro e cara... Ele conseguiu engrossá-lo mais do que já estava.
Passei a masturbá-lo no mesmo ritmo em que o estocava. Ele não gemia mais, ele urrava me arranhando e me mordendo. Senti pequenas contrações em meu membro e comecei a estocá-lo o mais fundo que conseguia. Numa dessas senti toda sua semente espalhando-se por entre nossos corpos. Ele se contraiu e eu não aguentei. Preenchi-o com meu líquido e chamei por seu nome num gemido alto e descontrolado.
Com meus braços apoiados na cama um de cada lado de sua cabeça, deitei-me sobre ele, mas sem soltar todo o meu peso. Estávamos ofegantes e suados. Nossos lábios apenas roçavam, afinal, não íamos conseguir nos beijar. Primeiro tínhamos que respirar, concordam?
Sai de dentro dele e me joguei ao seu lado.
– Cara... Eu não acredito que a gente fez isso... - eu estava com um sorriso de orelha à orelha.
– É... Eu também não... - ele disse meio incomodado.
Olhei-o de canto estranhando... Será que ela não havia gostado?
ZUKI (onomatopeia japonesa para dizer que sentiu uma forte dor no coração)
Virei-me para ele e deslizei meus dedos por sua bela face levemente corada.
– ... Desculpe... - sussurrei encostando minha testa em seu rosto.
– O quê? - ele gritou me fazendo encará-lo. Ele estava virado para mim com uma expressão realmente enraivecida. - Você invade minha cabeça, meu corpo, me... Meu coração... minha alma! E depois pede desculpas? - gritou. - Seu cretino! Se só queria a minha bunda que dissesse seu filho da puta!
Ok... Ele conseguiu me tirar do sério.
Acertei-lhe um soco com gosto dessa vez! Ele levou as mãos ao rosto e começou a tremer levemente.
– Seu burro! EU TE AMO! - segurei-o pelos ombros - Será que depois de tudo isso, você ainda não entendeu? Depois eu é que sou o idiota! - gritei sem a menor paciência chacoalhando-o. Não acredito que ele duvidou dos meus sentimentos! Dos MEUS sentimentos! - Eu só pedi desculpas... Porque... Porque achei que tivesse se arrependido... Do que fizemos... - cara... Como doía dizer isso.
Ele me deu uma cabeçada e arrastou-se para baixo escondendo seu rosto em meu peito.
– ... Eu... Eu só não acreditei que me deixei levar... Como pude me entregar tão fácil assim para você? - indagou incrédulo, mais consigo mesmo do que pra mim. Não contive e sorri com isso... Eu realmente estava apaixonado. E como eu amava poder conhecer tantas faces dele.
– Eu quero conhecer todos os Sasukes que ainda não conheci. - beijei sua bochecha – Não se preocupe... Da próxima, sou todinho seu! - sussurrei em seu ouvido enquanto levava sua mão à minha entrada. Ele estremeceu com isso e abriu um grande sorriso.
– Eu te amo, Naruto! - ele disse com um belo sorriso estampado no rosto, já começando a me penetrar com seu dedo.
Espere...
O quê? Como assim? Mas já?
Oi! Ele... Ele... Ele já está duro de novo!
Caralho... Eu realmente vou morrer nas mãos desse louco...
Mas morrerei feliz.
Notas finais
Oniguirii: Cara, você podia ser mais difícil, não?
Sasuke: Eu? Você quem escreveu, tapada!
Naruto: Parem de brigar... Eu gostei!
Sasuke: Claro! Você que foi seme... Eu ainda não me acostumei com isso...
Oniguirii: Não se preocupe Sasu-chan! Você vai se satisfazer ainda!
Sasuke: Como isso? O próximo não é POV da testuda?
Oniguirii sorri enigmática.
Espero que tenham curtido e estou pronta para as pedras.
Obrigada pela leitura e não, o próximo e último cap. não será POV da testão! Espero que leiam e que gostem do desfecho!
Mais uma vez, obrigada por estarem acompanhando!
Um enorme Obrigado, para meu querido Dani-kun que corrigiu minhas falhas, e até mais shokun! =]
