Gente perdao, coloquei essa fic sem revisa–la... se tiver algo errado, por favor avisem que consertarei!!!!
Cap 02
Xena cavalgava pela estrada ensolarada num ritmo mais lento. Estava com calor, mas não tinha tempo para pensar nisso. O sol fazia seus braços e coxas, desprotegidos do sol, arderem e agora já tinham um tom avermelhado. O suor escorria pela sua face e a fome já a incomodava de um jeito horrível.
Argo tambem começara a sentir o peso do calor. Precisavam parar um pouco, mas Xena estava determinada demais. Levada pelo cansaço, Argo parou.
– O que foi, menina? – perguntou Xena ofegante. – Vamos! O que deu em você??
A guerreira desce do cavalo e começa a tentar puxa–lo pelas rédeas, mas o esforço era em vão. Ela puxava com força e Argo não obedecia. Após alguns longos minutos de tentar puxar a égua em vão, Xena se dá por vencida.
– Ok Ok. – disse Xena apoiando as mãos nos joelhos. – Você venceu. Cinco minutos e nada mais.
Antes que a égua saísse em disparada para a sombra mais próxima, Xena pega seu odre e bebe o pouco de água que ainda restava. Foi então que percebeu como a sua barda fazia falta naquele momento. "Ah, Gabrielle... cadê você quando eu preciso? Estou tão preocupada com você..." Pensou. Xena não conseguia parar de pensar em Gabrielle, no que estava acontecendo, se ela estaria bem... foi então que seu estômago urrou, fazendo–a expressar uma careta de raiva.
– Droga! Preciso comer.
Um cheiro chamou a sua atenção. Era carne! Uma boa carne de porco assando! Talvez ela conseguisse tirar algum proveito daquilo.
Examinou o lugar e constatou que o aroma vinha detrás de umas arvores, no canto esquerdo da estrada.
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Sentados sob umas árvores, três homens conversavam ao redor de uma fogueira, na qual estavam preparando o seu almoço: um pernil enorme. Um deles era extremamente forte, alto, tinha curtos cabelos negros encaracolados e pele morena. Este dizia:
– Será que isso vai dar certo?
Ao seu lado esquerdo, um guerreiro loiro do mesmo porte que ele, responde:
– Claro que vai. Xena estará passando por aqui em breve. – respondeu enquanto pegava um pequeno pedaço do pernil
O outro guerreiro era branco, tinha cabelos negros e olhos negros.
– Tem que dar certo. – riu – nosso pagamento depende disso. – Mas... aquela loirinha era tão bonitinha... da–la àquele sujeito horroroso partiu meu coração. – gargalhou o rapaz.
– Não se preocupe! – respondeu o moreno num tom de escárnio – Nossas "loiras" são muito mais bonitas... – disse enquanto sacudia várias moedas de ouro.
– Então vocês estão esperando por mim? Que bom, estou com fome. – disse uma voz feminina, porém firme, soando na direção das árvores.
– Xena! É ela! – disse o guerreiro moreno.
Todos ficaram em posição de defesa. Xena puxou seu Chakram e com apenas um golpe, derruba os três guerreiros de uma só vez. Os que tentaram levantar, caíram pela lâmina da espada da guerreira. O loiro ainda conseguiu erguer–se e lutou bravamente com a princesa guerreira, mas não conseguiu livrar–se da paralisia causada pelos pontos de pressão que Xena aplicou–o em seguida.
– Onde ela está? Diga! – disse Xena puxando o loiro do chão pela roupa.
– N–Não está conosco... – disse o homem ferido.
– Onde ela está?! – repetiu quase gritando. Não obteve resposta imediata. – Escuta... você morrerá daqui há 15 segungos. Se cooperar eu te deixo viver.
– Está... na... – gaguejava o homem cujo nariz sangrava – no acampamento de Hiróclitos! Siga o leste... e você encontrará...
Hiróclitos... esse nome era familiar para a guerreira. Lembrou–se então da época de seu passado negro. Sim, Hiróclitos era mais um querendo vingar–se.
Xena desfaz o golpe, mas faz com que o homem caia desacordado. "Então o Hiróclitos tem um plano para mim... mal posso esperar." Pensou. Agora, mais do que nunca precisava seguir viagem. Pegou o pernil e chamou por Argo. Desta vez o cavalo apareceu.
– Vamos lá, Argo! – disse Xena enquanto comia o pernil e montava em Argo.
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Gabrielle já estava amarrada há um bom tempo. A tenda era bem grande, podendo assim ser dividida em dois cômodos: a sala e o quarto. A sala, onde a barda se encontrava, era composta por um grande baú de armas, cadeiras, uma mesa de jantar e vários objetos espalhados.
A barda estava com fome, com sede, porém não estava com medo. Apenas ansiosa quanto ao seu futuro. O que aquele homem asqueroso pretendia fazer com ela e com sua amiga?
Estava sentada sobre os joelhos com as mãos para tras, amarradas num dos paus de sustentação da tenda. Seus pés estavam amarrados e novamente estava amordaçada. Sentia seus músculos latejarem e formigarem por conta da posição.
O homem deliciava–se com uma bela coxa de frango e uma caneca de vinho.
– Está com sede? – perguntou o homem com um sorriso sarcastico.
Gabrielle não respondeu. Sentia que seu corpo necessitava de água, sua garganta estava seca, seus lábios ressecados. Já estava há horas naquela posição sem comer, sem beber e ainda tendo que encarar aquele homem à sua frente.
– Não vai falar comigo? – sorriu – Ah... você não pode falar, esqueci.
Poucas vezes os ohlos verde–azulados da barda expressavam tanto ódio. O cansaço que atingia seu corpo misturava–se com a tensão e a raiva que sentia daquela criatura.
– Deixe–me ver seus olhos... – o homem rapidamente saca a sua espada e leva a espessa lâmina ao queixo da barda, levantando seu rosto. – São belos... lembram os olhos da minha falecida esposa...
Num movimento rápido, Gabrielle vira o rosto. O homem então muda o rumo de sua lâmina para o pescoço da barda, tocando–lhe a pele, arranhando–a delicadamente, sem feri–la.
– Não só seus olhos são belos... – o homem fixa seu olhar no decote de Gabrielle, fazendo–a expressar um certo medo. – O que acontece se eu soltar esse fio? – o homem cortou o primeiro fio que prendia o top de Gabrielle. Este foi afrouxando cada vez mais, até ficar seguro por apenas dois fios. O homem ria, divertindo–se da situação, enquantos os olhos de Gabrielle agora estavam vermelhos e marejados de raiva.
– Senhor! – um guerreiro que entrou na tenda ficou constrangido ao ver o que o seu senhor estava fazendo. Não se deixando levar pelas emoções, se recompôs do seu susto ao olhar a Barda e continuou. – Mensagem de Cézar. – O forte homem trazia nas mãos um pergaminho com um selo imperial.
Gabrielle levantou o olhar ao ouvir o nome do imperador romano. O que Cézar tinha a ver com toda essa confusão? Gabrielle estremeceu. "É uma armadilha!" Pensou.
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O sol já estava começando a se por. Após algumas horas de cavalgada, Xena finalmente consegue avistar um acampamento, localizado num vale. Deixou sua montaria num lugar calmo e seguro e andou discretamente por entre as grandes rochas. Eles eram numerosos. Aproximadamente 12 fogueiras. Não havia como entrar sozinha sem chamar atenção. Precisava pensar num plano, logo. Resolveu então por em prática uma de suas habilidades: disfarce.
Conhecia seu inimigo a ponto de saber que ele adorava visitas de certas "sacerdotisas".
Correu para Argo e rumou para a cidade mais próxima: Tebas.
Precisaria conseguir um disfarce o mais rápido possível e Xena sabia que Tebas era o melhor lugar para fazer compras.
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Gabrielle ficou sozinha na sala tentando ouvir a conversa que se passava do lado de fora da tenda. Observa ao seu redor, tentando procurar algo que a livrasse daquelas amarras. Nada. Nenhum objeto cortante estava ao seu alcance. Tentou, na base da força, soltar as amarras. Seus punhos já estavam marcados e a dor a impediu de tentar fazer mais força.
Algum tempo se passou desde que o homem saiu da barraca. A Barda já não via mais a luz do sol. Seu corpo já não doía mais, mas ardia e formigava ao mesmo tempo. Além do mais, tanto tempo sem água e sem comida estavam deixando–a com náuseas insuportáveis. Estava pálida e com algumas olheiras.
– Ora ora. – disse o homem novamente entrando na tenda. – Se eu te deixar sozinha apenas por alguns segundos você já me apronta isso. Estava tentando fugir? – Seu tom irônico deixava Gabrielle cheia de raiva no olhar. Ela grunhiu tentando dizer algo, mas a mordaça a impedia de soltar qualquer som decifrável. – o que disse? – perguntou com um sarcasmo na voz. – Não estou te entendendo... – gargalhou. – Sabe... eu não ia te contar, mas... eu adoro ver seus olhos flamejarem. – O homem caminhava pela tenda e Gabrielle o seguia com o olhar. Com um movimento brusco o homem aponta sua espada para a barda que recua a cabeça num gesto instintivo. – Sua amiguinha... Xena... sabe por que eu a quero aqui? – Deu–se mais alguns segundos de silêncio até que ele começasse a falar novamente. – Há alguns anos ela atacou meu acampamento... éramos rivais... Durante anos guerreando, um contra o outro, até que, por conta nas nossas baixas, resolvemos dar uma trégua... só o que eu pedi foi uma trégua de três meses... e como ela me retribuiu? Recuperou seu exército e nos atacou de surpresa... – o homem agora parecia transtornado e falava cada vez mais alto, cada vez com mais ódio na voz. – Seu exército arrasou com meus soldados... saquearam tudo, mataram a minha esposa, me levaram à ruína!! – exaltado o homem golpeia, com a sua espada, a madeira que segurava a barda.
A lâmina ficou fincada apenas há alguns centímetros da cabeça de Gabrielle.
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Lentamente uma mulher cavalgava. Vinha sentada comportadamente, numa sela feminina, onde suas duas pernas ficavam de lado. Usava uma túnica de seda branca com detalhes dourados. Nos pulsos, belas pulseiras douradas. Apenas seus intensos olhos azuis ficavam à mostra. Um lindo véu semi transparente cobria parte de seu rosto.
Alguns soldados que estavam sentados ao redor da primeira fogueira, tiveram a visão da sacertotisa que aproximou–se e parou ao lado deles.
O primeiro soldado levantou–se prontamente e caminhou em direção à misteriosa mulher que chegara numa égua marrom–claro com crinas brancas.
– O que deseja? – perguntou o soldado.
Sem responder, a mulher estende a mão para que o homem a ajude a descer. Ele obedece prontamente. Fica hipnotizado com a beleza dos olhos da sacerdotiza.
Ela desce do cavalo magestosamente, exibindo um porte de ainha enquando dirigia–se ao homem de olhos castanhos à sua frente.
– Estou aqui por Hiróclitos. – respondeu com um tom macio na voz.
– Apresente–se, por favor. – exigiu um guerreiro ruivo que levantou–se em seguida.
– Lyah. – Disse a mulher sem encarar nenhum dos soldados. – Sacerdotiza do templo de Afrodite da cidade de Tebas.
– Tebas? – o soldado ruivo dirigiu–se ao companheiro. – Como eles sabem que estamos aqui?
– Fui chamada pelo seu general em pessoa. Ele está me esperando. – respondeu a alta sacerdotisa.
Os soldados olharam–se confusos, mas não havia o que temer... era apenas uma sacerdotiza indefesa e desarmada, que mal faria? Faz um gesto com a cabeça, dando a entender um "siga–me".
A sacerdotisa andou acompanhada pelo soldado ruivo. Andando com uma sensualidade e leveza de matar qualquer mulher de inveja, ela caminhou enquanto era seguida por olhares curiosos. Chegou então na frente da tenda de Hiróclitos que ficava no meio do acampamento e olhou para os soldados que a cercavam.
– Senhor. – disse o soldade ruivo – Essa mulher diz que foi convidada por Hiróclitos. Diz ser do templo de Afrodite de Tebas.
O soldado superior olhou–a de cima a abaixo desconfiado.
– Pode ir. – disse ao soldado ruivo que obedeceu e correu em direção à sua fogueira. – Enquanto a você... quem disse que era mesmo?
– Lyah, sacerdotisa do templode Afrodite. – respondeu.
– Sei... – respondeu o soldado. – E você acha que iremos te deixar entrar? – riu o homem sarcasticamente.
– Creio que vocês não seriam tolos a ponto de desobedecer às ordens do seu general.
O homem apenas riu e abriu caminho para que ela entrasse.
Ao dar o primeiro passo, um barulho estranho, um tilintar de metais por dentro das roupas da sacerdotisa. Logo sentiu uma lâmina na garganta e um braço forte que a segurou pelos ombros.
– Desarme–se e deixe esse acampamento agora.
Xena golpeia fortemente o soldado com o cotovelo. O mesmo cai no chão e logo ela está cercada por dez homens.
Três resolvem ataca–la. Um de cada lado. Xena arrancou a túnica branca que escondia seu corpo, revelando novamente a sua roupa de guerreira, seu saiote, seu chakram pendurado e seu porte imponente. Sem tempo pra nada, apenas ataca seus oponentes com chutes e murros.
Um outro soldado a agarra pelas costas enquanto outros três a atacavam.
Xena é atingida por um soco no rosto e um chute nas costas.
O guerreiro que a atacou foi atingido no nariz pelo cotovelo da Xena. O que a chutou, levou um chute violento no maxilar e o que a segurou, a guerreira arremessou por cima de suas costas, pisando neste quando caiu no chão.
Estava do jeito que a guerreira gostava... ela se posiciona novamente no centro do círculo esperando o próximo a atacar. Outros soldados se aproximam, mas não tiveram coragem de enfrenta–la. Ela fica numa posição de combate. Puxa sua espada e encara os soldados. Xena não parave de se mecher para um lado e para o outro, de cabeça baixa e o olhar levantado. Em seu semblante um sorriso perverso.
– Quem será o próximo? – sorriu.
Cinco soldados atacaram a nossa princesa guerreira. Está dá seu grito e dá um longo salto mortal para atrás de dois homens, segurando–os pelas roupas e fazendo com que suas cabeças se chocassem violentamente. Em seguida puxa seu chakram, arremessando–o contra os três restantes.
– Doze já se foram. Alguém mais?
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Hiróclitos continuava a sua historia. Gabrielle ouvia tudo atentamente, porém estava começando a ficar assustada.
– Como se não bastasse... sua amiguinha, Xena, entregou–me à Cezar... passei 6 anos da minha vida naquela masmorra horrorosa... – o homem se recompôs, puxou sua espada de volta e colocou novamente dentro da bainha. – Até que um belo dia, Cézar descobriu meu odio por Xena e libertou–me, com a condição de que eu iria captura–la... e entrega–la. – o homem parou de falar. – Gostou da historinha? – sorriu maliciosamente. – Onde estavamos? Ah sim, eu observava seu decote abrir... que pena, ele parou nos últimos dois nós.
O homem caolho sorrindo dirigiu sua espada até a saia da barda, onde começou a subi–la vagarosamente, revelando pouco a pouco as coxas alvas da poetisa. Gabrielle lutou e mechia suas pernas para impedir o avanço da espada. E o homem ria com a situação.
Não suportando mais, unindo suas forças, Gabrielle levanta as pernas chutando para longe a espada do guerreiro.
– Ora sua... – o homem aproximou–se de maneira ameaçadora da barda, mas foi recebido pela mesma com os dois pés no estomago. O homem recuou três passos e, com uma furia animalesca no olhar, partiu para cima da barda.
De repente, antes que ele chegasse em Gabrielle, um grito. Não, não era um grito qualquer, era o grito de Xena que vinha do lado de fora. Aquele grito de guerra que amedrontava o mais forte dos soldados e enchia Gabrielle de esperança, ao mesmo tempo medo. Sim, finalmente princesa guerreira chegara. O que seria dela?
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A guerreira agora já havia derrotado vinte soldados. Apesar do cansaço estar começando a atingir seu corpo, lutar era um ato inbriante para a guerreira. Mais prazeroso do que estar com Gabrielle era, sem sombra de dúvidas, lutar. Ainda mais quando saía vitoriosa.
– Mais alguem???? – perguntou sorrindo perversamente enquanto tinha suas espadas em mãos.
Todos os soldados covardemente recuaram um a dois passos.
– Muito bem. – disse a guerreira sem baixar a guarda. – Minha amiga está aí dentro. E eu vim busca–la. Seu "general" já sabe que eu estou aqui. Vou entrar e não tentem me impedir.
A princesa guerreira, ainda com a espada na mão esquerda, deu as costas aos soldados e entrou na tenda.
Ao entrar na tenda, teve uma visão que a deixou sem palavras e com o coração apertado. Lá estava sua barda... amarrada, pálida, amordaçada... sua blusa quase totalmente aberta e sua saia levantada. Seus olhos verdes estavam marejados e olhavam Xena. Estava despenteada e suada... não estava nada bem.
– Gabrielle! – disse Xena correndo em direção à amiga.
A guerreira puxou a mordaça da boca da rainha amazona que respirou aliviada.
– Xena!!! – disse com a voz fraca.
– Calma, fica calma, vou te tirar daqui...
– Não, mas Xena, tudo isso é...
– Silêncio Gabby! – Xena soltou as amarras das mãos de Gabrielle que sentiu uma enorme dor ao mudar de posição, soltando um gemido agoniado.
A barda esqueceu–se por um minuto da preocupação e pôs as mãos no chão enquanto a guerreira soltava as amarras dos pés de Gabrielle.
– Pelos deuses, o que fizeram à você? – Xena perguntou aflita segurando o rosto pálido da barda. Xena andou até a mesa e pegou um odre. Cheirou e conferindo se era água. Após a confirmação, entregou o odre à Gabrielle, porém esta estava sem coordenação motora e sem forças para erguer os braços. – Calma... – disse Xena levando o odre aos lábios da barda que bebeu a água com vontade. – Olhe a sua blusa... – Xena olhou a blusa de Gabrielle com seus seios quase à mostra. Não sentiu nada, nem estava na situação correta para sentir algo. Apenas judou a barda a fechar sua camisa, amarrando–lhe os cordões. – Vamos sair daqui...
– Xena... – disse a barda – Isso tudo é uma armadilha!
– Como assim...? – antes que Xena terminasse sua frase, vira–se abruptamente e segura um dardo. Solta um gemido e olha nos olhos da sua melhor amiga que fica sem entender o olhar desesperado da guerreira.
Ao abrir a mão Xena vê que o dardo penetrou em sua pele enclinado, jorrando todo o conteúdo do mesmo para a corrente sanguínea da guerreira.
– Xena... – a última visão que a guerreira teve foi a dos olhos de Gabrielle. Logo tudo ficou turvo e a guerreira apagou, jogando seu corpo por cima do corpo da poetisa. – Xena!! – disse Gabrielle ao amparar o grande corpo da guerreira sobre si.
Então Hiróclito aparece sorrindo maliciosamente. Seu sorriso era perverso, como um caçador que consegue conquistar uma caça após persegui–la por anos...
Gabrielle solta um gemido de dor sente uma picada no pescoço. Um dardo também a atingiu... e a barda apagou ao lado da guerreira...
Continua...
Aeeeeeeeeee finalmente!!! XD
Cap 2 prontinho pra vocês!
Beijos!
Espero comentários ta?
