Capitulo Dois

Desci rapidamente as escadas e a pedra ainda estava no meu bolso.

Ele estava no sofá olhando o jornal do dia como sempre fez desdo dia em que aprendeu a ler.

Fui em sua direção e lhe deu um tapão na cabeça. Ele deu um pulo do sofá.

- Ai. Porque você é sempre tão grossa? – perguntou Justin.

- Eu? Você que fez aquela brinacadeira de mal gosto só porque eu pequei a droga da sua p. – foi por pouco que eu não falei pedra. – pantufa.

- Eu perdi a minha pantufa. – ele sugou o ar. – Foi você. Eu devia saber. Você vai me pagar.

- Estou morrendo de medo, vai fazer o que? Ir ate a mãe e contar para ela que quando você tinha 5 anos de idade perdeu a pantufa e 13 anos depois você descobre quem foi. A sua irmã malevola. – bufei. – Me polpe Justin.

- Ta certo. Mas que brincadeira de mal gosto eu fiz com você? – Justin imitou a minha voz.

Cerrei os olhos para ele.

- Eu não falo assim. – resmunguei.

- Pois para mim fala. – retrucou ele.

Eu e ele ficamos trocando caretas e resmungos.

- Mi dios, vocês dois não podem ficar um minuto sem brigar? – perguntou Thereza.

Revirei os olhos para ela, peguei uma resvita da Vogue e me deitei no sofá.

- Alex. Alex. Acorda. Va para cama meu amor. – Mamãe me cutucava e aquil estava me incomodando.

Abri os olhos um pouco sonolenta, para respoder que eu já ia, quando vi aquela muler de cabeça baixa e com grandes cabelos negros lhe cubrindo a cara.

Dei um pulo do sofá.

- Quem é você? – perguntei para a estranha mulher.

Eu estava muito assustada. O que era aquilo? Fiquei me perguntando.

E ela mais uma vez não disse.

- O que você quer comigo? – perguntei.

Mas nada aconteceu, ela ficou do mesmo jeito de sempre. Cabeça baixa, com efeito olograma, vestido branco, descalça e cabelos negros.

Dei um grito, mas niguem veio.

Tudo estava tão silencioso.

Dei outro grito e nada. Olhei para todos os lados e tudo no mesmo lugar sem mudar nada.

Olhei para mulher e ela não estava lá.

Essa era a oportunidade perfeita de sair correndo. Não pensei duas vezes, corri feito uma louca para porta. Abri e ela estava lá, fechei rapidamente.

Ela estava parada na minha frente.

Começei a chorar desesperada.

- Quem é você? O que você quer de mim? – perguntei entre soluços.

Ela levantou a cabeça e com a rosto que não deu para perceber direito abriu a boca.

Acordei assustada e olhei em volta.

Mamãe estava na cozinha preparando a comida e Justin estava no sofá lendo o jornal.

- Por quanto tempo eu apaguei? – perguntei para o Justin.

- Sei lá. Eu não prestei atenção. – respondeu.

- Uau, que pura ignorância. – resmunguei.

Levantei e fui aonde a mãe estava.

- Tem o que para o jantar? – perguntei.

- Panquecas, pão, milho, ovos e bacon. – respondeu.

- Meu preferido. Pãozinhos e milho. – falei intusiasmada.

- Oba! Panqueca com ovos! – gritou Max.

Revirei meus olhos para ele.

Quando sentei novamente na cadeira algo me encomodou.

Meti a mão no bolso e pequei a pedra. Foi nesse exato momento em que o Justin tinha se levantado.

Ele inchou feito um baiacu. Mas ele não teve a reação que eu esperava. Tipo ele sair correndo atras de mim ou grita feito um louco.

Ele simplismente desinchou e voltou a cor normal, por que ele tinha ficado vermelho feito um tomate.

Guardei rapidamente a pedra e corri para as escadas.