Donzela Guerreira

"Sasuke está disposto a desposar uma das Guerreiras de Haruno, por presente do rei. Sakura está disposta a se sacrificar pelas irmãs, mesmo que sua vontade seja de não deixar o Normando passar da noite de núpcias."


Adaptação da obra de Sarah Mckerrigan.

Disclaimer: Quando "Naruto" for meu, vocês lerão meu nome dos créditos. Por enquanto, o nome que aparece lá é do Kishimoto-sensei.


Capítulo 2.

Sasuke não se atreveu a dar-se à volta. A espada dela pressionava firmemente contra uma veia que pulsava em sua garganta. Ao lado dele, Gaara abriu a boca surpreso e tropeçou e caiu quando quis olhá-la. Se Sasuke não tivesse estado furioso com ele mesmo por ter baixado a guarda, teria se rido com a cena.

— Moços, não estão um pouco grandes para andar espiando donzelas banhando-se? — Seu tom era zombador. — Esperava encontrar jovens imberbes aqui, não homens adultos.

A moça deve ter dado a volta ao redor da base da colina, subiu até chegar pelas costas deles. A humilhação fez arder às orelhas de Sasuke, e para piorar as coisas Gaara, em vez de vir em sua ajuda, estava apoiado sobre seus cotovelos com uma expressão perplexa que comunicava ao mundo que a rósea era ainda mais bela de perto. Ele se perguntou se ela ainda estaria nua.

— Vocês não são daqui — ela adivinhou. — O que estão fazendo nestas terras?

Sasuke se negou a responder. Não devia à mulher nenhuma explicação. Estas terras logo pertenceriam a ele.

Mas Gaara, o traidor, estava encantado pela mulher e respondeu.

— Não tínhamos intenção de ofender ou incomodar, minha lady — ele disse quando se recuperou de seu estado de choque — O asseguro! — Ele sorriu, fazendo que seus olhos cor jade dançassem de uma maneira que nunca falhava em seduzir as moças. — Veja, somos amigos do Neji? O histrião.

Enquanto Gaara a mantinha entretida, Sasuke ganhou vantagem de sua distração para deslizar sua mão lentamente pelo flanco de seu corpo e logo ao longo de sua panturrilha. Poderia tirar a adaga de sua bota?

Gaara levantou suas sobrancelhas em fingida inocência e seguiu falando.

— Nos disseram que ele tinha passado por aqui. Só queríamos nos encontrar com ele. Não tinha intenção de entrar como intrusos em suas terras.

A espada subitamente se afundou na carne do pescoço de Sasuke, em violento contraste com a voz melodiosa da mulher, que disse.

— Espero que te esteja picando a perna e não que esteja tratando de tirar algo da bota.

Ele apertou os punhos. Maldição! Ele era um guerreiro, o comandante de um grupo de cavalheiros. Ser ameaçado a ponta de espada por uma donzela! Por Deus! Era humilhante.

— O que quer? — ele grunhiu.

— O que quero? — ela repetiu. — Hmm. O que quero? — Ela baixou a espada e golpeou a coxa de Sasuke irreverentemente com a espada. Mas antes que ele pudesse reagir, ela a moveu rapidamente de volta a sua garganta. — Sua roupa interior.

Gaara afogou sua risada. Ela sorriu brandamente em resposta.

— As tuas também.

O sorriso de Gaara se congelou em sua cara.

— Eu? Quer que eu me tire meus...?... A roupa interior?

— Sim.

A ira crescia em Sasuke.

— Idiota! — disse ao Gaara, que realmente parecia estar desfrutando da cena. — Toma sua espada. Maldição, ela é só uma mulher, uma neném. Vais-te ficar aí atirado como um...

Gaara riu.

— Ela já não é uma neném. Além disso, se a senhorita quiser minha roupa. Estarei encantado em obedecer. — Gaara ficou de pé, deixou cair seu cinturão, tirou-se suas botas, e começou a afrouxar os cordões de suas calças. — Depois de tudo, é justo. Eu a espiei enquanto estava nua.

O entusiasmo de Gaara enquanto tirava as calças e a roupa interior só aumentou a irritação de Sasuke. Para sua surpresa, quando finalmente Gaara se mostrava corajosamente ante ela, seu membro ereto estirando a túnica larga como uma carpa, a mulher permaneceu indiferente a sua exibição de masculinidade.

Com a mão livre, ela recolheu o cinturão e o lançou pela colina.

— Agora você. — ela disse, cravando a Sasuke a ponta de sua espada.

Sasuke considerou que não o faria. Gaara podia consentir com esse jogo, sorrindo como um idiota só coberto por sua túnica. Mas Sasuke estava certo a não conceder nada a uma mulher.

— Não — ele disse.

— Vamos — ela o apurou. — É um pagamento justo por estar espiando.

— Não é um crime espiar aquilo que se exibe tão obscenamente — ele a repreendeu. Ela já tinha ferido seu orgulho de cavalheiro. Ele não ia permitir ganhar a luta de vontades também.

A voz dela adquiriu um tom duro.

— Tire a roupa. Já.

— Não — ele disse também com um tom duro.

Apesar de que a espada nunca se moveu de seu pescoço, a mulher caminhou detrás dele, inclinando-se para lhe sussurrar no ouvido.

— É perigosamente arrogante. — Seu quente fôlego lhe produziu um calafrio que lhe percorreu o corpo, e a essência de sua pele recém lavada era uma distração perigosa. Mas ele se negou a admiti-lo.

Com o silêncio dele, ela deu a volta para enfrentá-lo cara a cara, ela se agachou para estar diretamente em sua linha de visão. Sasuke não tinha outra opção mais que olhá-la. O que viu fez com que seu coração se acelerasse e que sua boca se secasse.

Graças a Deus, ela já não estava nua, de outro modo à luxúria teria esmagado toda sua vontade. Ainda assim, sua fúria se derreteu instantaneamente, e era difícil para ele formar idéias, e muito menos emitir palavras.

Era bela como uma noite de verão. O cabelo dela secava-se formando suaves ondas, parecia pétalas de quartzo rosa, e seus olhos brilhavam tão claros e verdes como o mar caribenho. Sua pele era tão dourada, parecia que seria morna ao tato, e seus lábios eram rosados claros e Sasuke desejou pô-los mais rosas com beijos.

Ele baixou seus olhos até o doce vale entre seus peitos. O martelo de Thor feito em prata pendurava em uma gargantilha ali, em brusco contraste com sua delicada pele.

Sua voz era suave agora.

— Realmente isto vale sua vida? — Havia um traço de curiosidade em seus olhos, como se não pudesse acreditar que ele se negasse a obedecer a suas demandas.

Ele tragou com dificuldade. Se ela tinha planejado desarmá-lo com sua beleza, era uma boa idéia. E funcionou até certo ponto. Mas enquanto ele continuava olhando sua formosa e feminina cara, ele se deu conta de uma verdade. Significativa. Apesar de toda sua bravura e palavras duras, ela era uma mulher. E o coração de uma mulher sempre era terno e compassivo.

A espada ameaçando sua garganta não era mais que uma travessura. Ela nunca a usaria para machucá-lo. Não era mais perigosa que um gatinho.

— Não me cortará — ele disse, desafiando seu olhar.

Ela franziu o cenho.

— Não seria o primeiro.

Sasuke não lhe acreditou por um instante. Gaara, porém, preocupado pela séria mudança no intercâmbio de palavras, interrompeu com um sorriso.

— Paz, amigos. Não necessitamos que isto se converta em um assunto tão grave. Vamos, te tire a roupa como um bom moço, sim Sasuke?

Com suas palavras, um alarme percorreu os traços da donzela como um raio, desaparecendo outra vez tão rápido que Sasuke se perguntou se o tinha imaginado.

Ela ficou de pé então, e se parou ante ele como um conquistador. Gaara tinha razão. Ela não era um neném, nem sequer uma garotinha com semelhante altura. E sua voz era tão cortante e impressionante como sua altura.

— Sua roupa, sir. Agora.

Sasuke estreitou seus olhos ante seu quadril, que estavam rodeadas por um pesado cinturão de cavalheiro que servia para sustentar a espada. O cinturão ia por cima de uma feminina saia azul.

— Não — ele desafiou.

Um longo silêncio cresceu entre eles, carregando o ar como o vento antes de uma tormenta. E então um raspo estalou. Foi tão inesperado e tão rápido que a princípio Sasuke não o sentiu.

— Santa Mãe de Deus! — Gaara murmurou assustado.

Algo ardia no peito de Sasuke. Era impossível. Impensável.

Atônito, ele levou seus dedos ao lugar. Voltaram ensangüentados. A moça o tinha talhado. A moça de cara doce, de voz suave, e olhos verdes tinha talhado sua carne.

Antes que ele pudesse recuperar-se para lançar um contra ataque, ela levou a espada de volta a sua garganta, e ele foi forçado a agachar-se dobrado em dois como um animal ferido enquanto o sangue do corte superficial se escorria pela túnica rasgada.

Ele se tinha equivocado a respeito dela. Estava completamente equivocado. Nenhum remorso suavizou seu olhar tranqüilo. Nada de piedade. Nada de clemência. Poderia matá-lo sem pestanejar.

Nunca tinha visto tanta força de vontade em uma mulher. E só nos mais desumanos guerreiros tinha visto esse tipo de fria determinação. Isso o impressionava e o enfurecia. Dobrado em dois, desamparado, olhando-a fixamente com ira silenciosa, não podia decidir o que sentia por ela, admiração ou ódio.

— Mãe de Deus — Gaara disse balbuciando a mulher. — Sabe o que tem feito?

Seu olhar nunca se desviou.

— Dava-lhe uma advertência prévia.

— Oh, minha lady — Gaara disse, sacudindo sua cabeça. — Provocou ao urso.

— É só um arranhão — Lhe disse, estreitando seu olhar em Sasuke e adicionou. — Para lhe recordar quem tem a espada aqui.

— Mas, minha lady! — Gaara pressionou — Sabe quem é ele?

— Deixa-a — Sasuke interrompeu, sem deixar de olhá-la e permitindo um sorriso malicioso, adicionou. — Farei o que minha lady quer.

Por agora, ele pensou. Mas em uns poucos dias, não, amanhã, ele reclamaria Haruno para si próprio. Já tinha eleito sua noiva. Casar-se-ia com a terceira irmã, a pequena, delicada e a dócil, a que parecia incapaz de matar uma mosca. Quanto a essa moça, encerrá-la-ia por sua rabugice.

Não podia esperar para ver o gelo da compostura dela quebrar-se quando lhe informasse que ela passaria um mês em calabouço de Haruno.


O coração de Sakura pulsava ferozmente, e desejava que seus ossos não tremessem. O mais leve tremor em seu olhar teria um resultado mortal. Tinha chegado a tal extremo, e agora, sabendo a quem se enfrentava, ela não se atrevia a retroceder, menos ainda ante um normando que presumia que ela era...

...o tipo de mulher que ele podia intimidar.

Ainda assim, ela desejou ter lutado com seu desafio de um modo mais diplomático. Respondendo com semelhante golpe não era digno dela, esse tipo de reação violenta era mais própria da volátil Ino. Envergonhava-lhe admitir que tinha atuado de maneira irracional. Mas ao ouvir o nome Sasuke referindo-se ao homem que ela tinha acreditado que era um inofensivo e travesso moço foi um grande choque. E suportar o escrutínio desses olhos ardentes, tão temerários, tão insolentes, tão atrevidos tinha-a perturbado completamente. Debaixo de semelhante pressão, ela o tinha talhado.

Ela tinha esperado terminar com o assunto dos espiões rápida e facilmente.

Com a primeira impressão, ela tinha adivinhado que o sorridente cavalheiro de cabelos ruivos era inofensivo, por isso tinha apontado sua espada ao outro, que lhe tinha parecido mais perigoso. Mas tinha subestimado a extensão de sua periculosidade. E embora ela preferiria morrer antes de admiti-lo, quando finalmente pôde ver a cara de Sasuke, estremeceu-se pelo fato de que fosse o homem mais bonito que tivesse visto. Tinha esperado que o normando que viria como administrador fosse muito mais... Feio. E muito menos jovem, e menos magnífico.

Ainda agora, era difícil olhá-lo, sem notar o tom ônix de seus olhos, seu cabelo brilhante, o forte ângulo de seu queixo, sua boca curvada que parecia chamá-la, tentá-la convidá-la a...

Ela voltou a focalizar seu olhar em seus olhos. Por Deus! O que estava pensando? Não importava que ele fosse bonito. Ele era seu inimigo. Era o bastardo normando que tinha vindo a ocupar seu castelo e suas terras. Estremeceu-se ao recordar que mais ele tinha vindo tomá-la.

Forçou a suas sobrancelhas a franzir. Ele se deu conta de sua distração? Da vacilação de sua determinação?

Uma luz sutil alterou seu olhar. Podia ser diversão. Ou satisfação. Nenhum bom presságio.

Ela se endireitou e se esticou enquanto ele tirava suas botas, desabotoou seu cinturão, e começou a tirar suas calças, tudo com deliberada tranqüilidade. Maldição, as palmas de suas mãos estavam suando. O cabo da espada estava escorregadio em sua mão. Se ela não fosse cuidadosa, poderia cair.

— Te apure — ela murmurou.

Suas pestanas se baixaram com sugestiva insolência enquanto terminava de tirar as calças.

— Paciência, minha lady — ele murmurou.

Ela desejou golpeá-lo outra vez, mas afogou esse impulso. Ele não devia descobrir como a provocava ou ela nunca conseguiria dobrá-lo. Nunca.

Ainda, contra sua vontade, seu olhar permanecia fixo onde seus dedos distraidamente afrouxavam os cordões de sua roupa interior. Seus nódulos mostravam cicatrizes próprias de um guerreiro, mas suas mãos se moviam com graça e habilidade que fez que seus joelhos se debilitassem.

Então, sem cerimônia e antes que ela pudesse recuperar-se, ele baixou o último objeto.

Ela se afogou. Era como se ela não tivesse visto centenas de homens nus antes. Tendo passado a metade de sua vida entre homens, vê-los sem roupa tinha sido inevitável. Mas o olhar que lançou a suas partes íntimas, expostas por um breve momento, parecia dizer o contrário. Pois ele parecia estar muito bem dotado. Era evidente que ele não estava nem comovido nem excitado com sua beleza, como a outros homens invariavelmente ocorria.

O que significava que ela tinha uma arma menos em seu arsenal. Maldição! Seus olhos faiscaram perigosamente.

— E agora o que? — Ele perguntou brandamente. — Você gostaria de ver se te cabe?

Se ele queria insultá-la, tinha falhado. Do primeiro minuto em que Sakura tinha levantado sua primeira espada e usado sua primeira cota de malha, tinha sofrido a ridicularizarão por parte de homens e mulheres por igual. Se foi acostumando com os anos de insultos, ao que ela tinha aprendido a responder, ao princípio com a espada e mais tarde com a indiferença.

Ela se estirou para tomar e aproximar do cinturão de Sasuke.

— Toma, minha lady — disse seu companheiro, arrojando suas calças e sua roupa interior ao chão aos pés dela.

— Perdoe a meu amigo. É lento mentalmente e muito rápido com a língua. Tirou-nos nossas armas. Tem nossa roupa interior. Você ganhou. Rogo-lhe deixe-nos ir em paz.

Apesar de que ela realmente tinha ganhado. Tinha-os superado a ambos, e que estava exercendo sua vingança ao condená-los a uma tarde humilhante caminhando pelo campo com nada para cobrir-se mais que suas túnicas, Sakura não podia sobrepor-se à idéia de que de algum jeito ela estava sendo refém da situação.

O normando ainda a olhava com olhos penetrantes, e não importava que ela o estivesse ameaçando a ponta de espada. Não importava que ele estivesse nu debaixo de sua túnica. Tampouco importava que ele estivesse marcado pelo fio da espada dela. Havia um olhar de vitória em Sasuke, e ela sabia que nunca tinha enfrentado a um inimigo mais formidável.

Por Deus! Que passaria quando ele descobrisse quem era ela? O que seria de Haruno quando esse bruto viesse reclamar seu lugar no grande hall do castelo?

E que seria dela quando devesse reclamar seu lugar em sua cama?

Rapidamente, antes que um tremor pudesse traí-la, ela tomou a roupa interior de Sasuke e de seu companheiro com sua mão livre, as pondo logo sobre seu ombro. Então saudou os homens com uma breve sacudida de cabeça e se apressou a sair dali. Estava afastando-se quando Sasuke a chamou.

— Se esqueceu de algo, dama?

Sempre em guarda, ela girou com sua espada pronta para atacar. Muito tarde. Algo passou assobiando perto de sua orelha e se alojou no tronco da árvore ao lado dela. A adaga de sua bota.

Ela se sobressaltou. A adaga não lhe tinha acertado por uns poucos centímetros. Mas quando ela fixou seus olhos em Sasuke, parado ali em aberto desafio, soube em um segundo que ele tinha tido a intenção de errar. O que era ainda mais ameaçador.

Sua mensagem era clara. Ele podia havê-la matado. Ele simplesmente escolheu não fazê-lo.

Suas fossas nasais abertas e alertas, ela embainhou sua espada e se afastou com toda a calma que pôde fingir, silenciosamente amaldiçoando ao normando em todo o trajeto de volta a sua casa.

— Maldição! O que nos passou? — Gaara demandou quando a moça havia desaparecido.

Sasuke ainda fervia pela traição de Gaara.

— Perdemos nossa roupa interior, e em parte graças a você.

— Nossa roupa interior? Sasuke, perdeste a cabeça. — Gaara baixou com tropeções pela colina até o lugar onde estavam suas armas. — Sabe, se você queria escolher uma noiva por processo de eliminação, me poderia haver dito isso. Não era necessário matá-la. Eu estaria encantado de tomar a uma delas.

Sasuke foi atrás dele.

— Não ia matá-la.

— Não? — Gaara amaldiçoou enquanto pisava em algo pontudo com o pé descalço.

— Não — Sasuke estreitou seus olhos. — Tenho algo muito pior planejado para essa.

— Não brinque — Gaara disse, saltando em um pé. — Te vais casar com ela.

— Agora você perdeu a cabeça. — Sasuke não podia negar que o pensamento de deitar-se com a moça era diabolicamente tentador. A beleza dela naturalmente o tinha excitado, apesar de sua determinação de não demonstrá-lo. Mas havia algo mais. A maioria das moças o fazia sentir-se superior, forte e inteligente. Esta desafiava sua dominância. Pela primeira vez em sua vida, havia-se sentido de igual para igual com uma mulher, fisicamente e mentalmente, e a idéia de deitar ao lado dessa mulher o excitava.

Mas em um instante, com o cruel ataque de sua espada, ela tinha mostrado a fria natureza de seu coração.

— Não — disse ao Gaara amargamente. — Vou encadeá-la. Quebrarei seu espírito. Ensinar-lhe o que é obediência.

— Ah sim, como disse — Gaara respondeu. — Vais casar com ela então.

— Vou casar-me com a tranqüila e dócil — ele declarou, embora a idéia lhe trouxe pouca alegria. — Sem dúvidas ela provará ser uma esposa devota, agradecida e obediente, feliz de agradar meus pedidos. E a mais frágil das três não parece capaz de levantar uma espada, e muito menos de me atacar com uma.


Continua...


Aí está mais um capítulo fresquinho, em menos de uma semana hein! Esperava mais reviews para essa história fantástica, mas fico muito feliz com os que já recebi, espero que eles aumentem, porque quanto mais reviews, mais rápido eu posto.

Por falar nelas, segue abaixo as respostas:

dai-cham: Será que agora eles se arrependeram de ter ido dar uma "espiadinha"? O negócio naquele castelo é bruto, a força da mulher. O Gaara está super OOC nessa fanfic, a personagem combina mais com o Naruto, mas como é uma triologia e a Hinata é a dócil, não dava para colocá-lo. Claro que fiquei entre Temari e Ino, porque poderia colocar ao invéz do Gaara o Shikamaru. Mas ai não ia ficar muito legal, apesar da personalidade das duas loiras serem superparecidas, a Ino é mais cheia de atos impensados. Espero que tenha gostado, eu simplesmente amei sua review! Beijinhos! =D

Yuuki ai: Oiiii minha floooore! A única que lê todas as minhas fanfics! Nossa, fico super feliz que você esteja gostando dessa, pode ficar à vontade para puxar a orelha quando eu deixar algum errinho (ou errão, vai saber) passar. Quanto ao msn, eu nunca te pego oon! Beeijos! ;)

Gigi Haruno: Hey flor, que bom que está gostando da fic! Mais um capítulo fresquinho viu? Beeijos! ;*

Não tenham medo de deixar reviews, mesmo que curtinhas. Porque elas movem montanhas, ou melhor, capítulos! rs

Beijos.