Secretária

Resumo: Rin consegue um emprego para poder ajudar no pagamento da sua faculdade. Mas não esperava ela que permanecer nesse emprego seria tão difícil, ainda mais com um chefe tão misterioso.

Atenção: Essa fic foi baseada no filme "Secretária", mas não é parecida com a história, apenas o título e o fato de Rin ser uma secretária...

No cap. anterior...

Ela andou em direção a porta. Se endireitando mais um pouco, ela respirou fundo e bateu três vezes.

Capitulo Dois – Pura Falta de Sorte

"Entre" - uma voz grave falou do outro lado da porta, um pouco abafada pela madeira da mesma.

A garota respirou fundo mais uma vez e girou a maçaneta com cautela. Entrou na sala e fechou a porta atrás de si. Observou o cômodo; como todos os locais que já fora naquele prédio, era bonito e muito bem decorado com alguns quadros de belas paisagens, havia um tapete no centro, este era branco e parecia ser feito de pêlos; havia também uma enorme janela ao lado da mesa no fundo do lugar. E foi nessa mesa que seus olhos pousaram, mas precisamente na figura de cabeleira prateada sentada atrás do móvel.

O homem escrevia com rapidez numa folha de papel, seu rosto escondido por uma discreta franja que cobria metade de sua testa, deixando apenas a região do centro à mostra. Ele finalmente parecia ter notado que a garota entrara e levantou seu rosto para olhá-la.

Rin encarou os olhos âmbar que homem possuía. Sentiu seu rosto queimar levemente, por ser observada tão atentamente por olhos simplesmente maravilhosos. Ela não esperava que seu futuro chefe fosse tão... Tão... Bonito... Ela se perguntou novamente se não errara de porta... Na verdade ela espera ver um daqueles homens carecas e baixinhos que falavam alto no meio dos tribunais, gesticulando brandamente para convencer que seu cliente estava certo.

"Senhorita Yoshida, não?" – ele indagou, tirando-a dos seus pensamentos – "Sente-se" – ele disse mostrando uma das cadeiras a sua frente, numa voz que Rin julgou ser sem muita emoção.

"Ah... Arigatou" – ela falou um pouco hesitante, se dirigindo ao local indicado pelo homem. Seus passos ecoavam em pequenos baques surdos pelo chão de madeira, este tão bem polido que chegava a brilhar. Ela sentou na cadeira, tirando a bolsa de seu braço e depositando-a sobre as pernas.

O homem voltou a observá-la atentamente antes de prosseguir com a conversa.

"Então Srta. Yoshida, está mesmo interessada no cargo?" – ele perguntou unindo as mãos com os dedos entrelaçados e apoiou os cotovelos na mesa.

"Hai, Inokuma-sama, muitíssimo!" – ela tentou controlar a voz para parecer mais confiante.

"Você tem experiência no cargo?" – ele perguntou.

"Er... Não senhor..." – Pronto. Ele não iria aceitá-la, quem iria querer uma garota baka e inexperiente de secretária?

"Quantos anos você tem, Srta.?" – ele perguntou ainda a observando com aquele rosto inexpressivo.

"Tenho dezessete, senhor" - respondeu, tentando de todas as formas, controlar a voz – "Mas já vou fazer dezoito..." – apressou-se a completar.

"Você é jovem Yoshida-san" – ele finalmente mudou a expressão do rosto, arqueado levemente as sobrancelhas – "Por que uma garota tão jovem assim quer trabalhar?".

"Er... Bom... É que... Eu entrei para faculdade esse ano e quero ajudar o meu pai a pagar..." – ela respondeu, mas não teve sucesso em controlar a voz, que saiu num claro tom de nervosismo. Sua baka! Deveria ter falado outro motivo... Ela pensou.

"Faculdade? Está cursando para quê?" – ele perguntou voltando à antiga expressão sem emoção. Aquilo estava incomodando Rin, como alguém conseguia ficar tão impassível?

"Direito... Por isso que me interesso em ser secretária de advogado... Posso aprender muita coisa, pois... Pretendo ser advogada também..." – respondeu, dando um sorriso tímido. Isso! Finalmente falei algo que preste... Pensou novamente.

"Sério? Pretende ser advogada?" – ele perguntou parecendo ter se interessado, mesmo que não transparecesse.

"Hai... Quero sim..." – respondeu. Finalmente a conversa fechou em um assunto que ela gostasse, adorava conversar sobre seu futuro emprego. "Estou adorando as aulas na faculdade eacho que foi uma boa escolha...".

"Acha?" – ele levantou uma sobracelha. Rin corou, lembrando do que um de seus professores disse no primeiro dia de aula, algo como: 'Sempre seja objetivo e direto, nunca use palavras que transpareçam incerteza... Quem quer ser um advogado tem que sempre parecer não ter duvida do que fala'

"A senhorita acha?" – ele perguntou novamente soltando as mãos e cruzando os braços na altura do peito – "Uma estudante de Direito deveria saber que tem que ser sempre segura do que fala" – ele completou, e finalmente, desde que a garota entrara, ele deixou um pequeno sorriso transparecer no canto de seus lábios.

"Sumimasen Inokuma-sama" – ela murmurou corando ainda mais, talvez pelo comentário dele ou porque ele sorrira, mas não se atreveu a continuar olhando-o nos olhos e desviou os seus – "Foi uma ótima escolha a faculdade de Direito" – ela consertou a antiga frase, do jeito que julgara ser a forma correta.

Ele pareceu se divertir com o acanhamento dela, mas da mesma forma que a o pequeno sorriso viera, desapareceu dando o lugar ao rosto sem emoção.

Rin levantou novamente os olhos. Pensou que provavelmente se continuasse a não olhá-lo viria mais um comentário, dessa vez sobre a interrupção do contato visual e ela não queria ficar sem graça novamente na frente dele, que já devia estar pensando que ela era uma completa idiota.

"Bom... Deve saber que a secretária de um advogado tem que ser sempre atenciosa e organizada... Deve estar sempre informada de todos os clientes e ser muito prestativa... Isso dentro de milhões de coisas que tem que fazer..." - ele continuou o diálogo como se não tivesse feito nenhum comentário e a garota não tivesse completamente envergonhada.

"Hai..." – ela respondeu acenando levemente com a cabeça.

"E devo acrescentar Srta. Yoshida... Sou muito exigente quanto a tudo" – ele pareceu fazer questão de falar essa frase, pois enfatizou tanto a ultima palavra que sua voz saíra em um total tom imperativo.

Ela engoliu em seco ao ouvir tal afirmação, mesmo ela já tendo notado que ele parecia ser muito exigente mesmo.

"Mas como você já deve ter ouvido muitas vezes, é muito jovem e inexperiente, não estou subestimando a sua capacidade de trabalho, mas no mercado de hoje em dia, são solicitadas as pessoas com mais conhecimento na área que pretendem trabalhar." – ele continuou. Rin sentiu uma pontada de decepção invadir seu corpo, embora ela já esperasse essa resposta vinda dele.

"Hai..." – murmurou novamente, mas não se atreveu abaixar os olhos, continuou a encarar as íris douradas do homem a sua frente com total determinação, algo que deveria ter dito há muito tempo, desde que entrara naquela sala.

"Mas, contudo, gostei muito da senhorita" – Rin prendeu a respiração ao ouvir tal comentário – "Parece ser esforçada, reconhece e conserta seus erros pelo o que vi...".

Rin nada respondeu, apenas continuou a escutá-lo, soltando a respiração. Uma ponta de esperança ressurgira no seu interior.

"Bom... tenho outra reunião com o Nakamura-sama, daqui a estantes" – continuou consultando o relógio no pulso esquerdo – "Qualquer coisa entrarei em contato Srta. Yoshida" – ele levantou, assim como ela. A pouca esperança que havia surgido em Rin, se apagou.

Eles apertaram as mãos formalmente. Ela pôs a bolsa de volta ao seu ombro e foi em direção à porta, lançou um último olhar a Sesshoumaru e fechou.

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Droga! Por que tudo dava errado com ela? Será que ela não podia ter sorte uma vez na vida? Essa entrevista tinha sido... Um... Um... Completo fracasso! Talvez não tivesse demorado nem 15 minutos... Ou seja, em quinze minutos ela não conseguira falar absolutamente nada que prestasse. Sem falar que cometera um erro gravíssimo na frente dele. Sua baka imprestável! Pensou, chutando uma latinha que estava no chão da rua.

Virou mais uma esquina e continuou seu trajeto para a casa. Já havia pegado o metrô de volta e estava muito próximo de onde morava. Seu cabelo, não estava mais tão arrumado como quando sairá, agora, vários fios estavam espalhados e seu rabo-de-cavalo estava um pouco frouxo. Seus pés doíam, graças aos saltos e tudo que ela queria no momento era tirar logo aquela roupa.

O sol estava quase no centro do céu, o que significava que logo seria meio dia. Suspirou pesadamente ao avistar a sua casa no final da rua. Ela estava tão confiante quando saíra de lá, que nem sabia como iria contar para sua família, a ruína que fora a tal entrevista.

Pegou a chave da casa na bolsa e abriu a porta.

"Cheguei!" – gritou para o nada, mas provavelmente quem estivesse lá ouvira. Estava tão acostumada a fazer tal ato que às vezes gritava para o nada literalmente, já que de vez em quando, não se encontrava ninguém em casa.

Depositou a bolsa na mesinha de madeira, perto da porta, onde havia um bilhete do seu pai dizendo que já fora trabalhar e que havia deixado o almoço pronto.

Tirou os sapatos, permitindo que a meia calça tocasse no chão; nem estava ligando para a possibilidade dela puxar o fio, estava tão absorta em seus pensamentos que no momento, fazia as coisas involuntariamente.

"DOMO ONEE-CHAN!" – Shippou gritou a plenos pulmões dos últimos degraus da escada, na hora em que Rin passava pela mesma. O garoto deu um enorme salto caindo em cima dela e derrubando-a no chão.

"AHHH SHIPPOU! Sai de cima de mim..." – disse ao garoto que se encontrava sentado em cima dela, enquanto ela estava esparramada no chão de bruços.

"Como foi a entrevista, onee-chan kawaii?" perguntou ignorando o pedido da outra.

Rin não respondeu, virou seu corpo de barriga para cima, derrubando o irmão mais novo. Ficou de pé e o olhou atentamente.

"O que você está fazendo aqui em casa? Não devia estar na escola?" – ela perguntou autoritária, colocando as mãos na cintura.

"Devia... mas não estou..." – respondeu o garoto, se levantando com um sorriso maroto nos lábios. Seus cabelos estavam soltos, uma coisa totalmente rara de se acontecer, já que ele vivia com o pequeno rabo-de-cavalo no alto da cabeça.

"Sem enrolação, Shippou... Por que não está na escola?" – ela insistiu na pergunta. Conhecia muito bem o pestinha que tinha de irmão. Ele devia ter aprontado alguma.

"Ora... Não quis ir... Hoje tem aula de matemática... E eu odeio matemática" – Ele deu de ombros em sinal de que não se importava.

"O QUÊ?" – Rin exclamou tirando as mãos da cintura – "Você só não foi para escola, por que não queria assistir aula de matemática?".

"É..." – ele respondeu simplesmente, como se fosse a coisa mais natural do mundo, indo a direção a pequena televisão e a ligando, para depois deitar relaxado no sofá.

"Shippou... Otto-san deixou você faltar aula por causa disso?" – ela indagou ainda sem acreditar no ridículo motivo de seu irmão não ter ido para a escola.

"Não... Ele me deixou faltar aula porque estou doente" – ele respondeu, prestando mais atenção na televisão do que nela.

"Você está doente?" – ela perguntou com uma ponta de confusão, arqueando levemente as sobracelhas.

"Quem te disse isso?" – ele a olhou confuso por cima do sofá.

"Ora... Mas você acabou de dizer que...".

"Minha cara maninha... você acha que o Otto-san me deixaria faltar à aula se eu dissesse para ele o verdadeiro motivo?" – ele perguntou com a cara de santo mais perfeita que conseguia fazer.

"O QUÊ?" – ela gritou novamente – "Você mentiu para o Otto-san?".

"Não Rin... apenas ocultei a verdade..." – disse apertando um botão do controle remoto para mudar o canal.

"Yoshida Shippou, você está muitíssimo encrencado... quando o Otto-san descobrir...".

"Ele não vai descobrir, a menos que você conte..." – ele a interronpeu.

"Pois eu vou contar!" – ela cruzou os braços na altura do peito, numa expressão vitoriosa.

"Não vai nada maninha querida..." – ele disse num olhar malicioso – "Tava dando uma olhadinha no seu quarto e encontrei umas cartinhas de amor... Acho que o Otto-san vai adorar lê-las".

Cartinhas de amor? Como assim? Será que ele havia achado as...

"NÃO!" – ela se pôs na frente da televisão para ganhar a atenção do irmão – "Quem mandou você mexer nas minhas coisas, Shippou? Não gosto que façam isso!"

"Ora... Ora... Onee-chan querida, eu não sabia... Gomen!" – disse mais uma vez com cara de santo.

Uma vontade imensa de dar um doloroso cascudo em Shippou, invadiu o corpo da garota. Ele havia encontrado as poesias e cartas que ela gostava escrever... Na verdade ela nem sabia para quem era... Mas adorava escrever coisas profundas e sentimentais... Coisas que viam do seu coração do nada que ela gostava de por no papel... Ahhh... Como ela ficaria envergonhada se seu pai as lesse.

A vontade de bater no garoto explodiu e ela fechou o punho e levantou o braço para acertar a cabeça do irmão.

"Espera!" – disse ele colocando uma almofada na sua frente para se proteger – "Vamos fazer o seguinte: Você não conta para o Otto-san por que não fui para a escola e eu não conto sobre os poemas..." – ele propôs com um sorriso medroso. Rin pensou um estante.

"Está bem..." – disse abaixando o braço– "Nenhuma palavra, viu?" – completou pegando a bolsa na mesinha e foi subindo as escadas.

"Certo, Sonho do meu coração" – concordou quando ela estava chegando ao pequeno quarto que dormia, recitando um trecho de um dos seus poemas no final.

"BAKAAAAAAAAAAAAAAAA!" – ela gritou fechando a porta com força.

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Ela havia acabado de tomar banho. Pusera uma calça jeans e estava colocando a blusa de seda rosa. Deixou os longos cabelos soltos, descendo como uma bela cascata negra atrás das suas costas. Olhou-se no espelho, dando um sorriso satisfeito. Isso sim é roupa que se use, pensou.

Olhou para a janela. O sol se escondia no horizonte, dando um tom alaranjado ao céu. Uma única estrela aparecia tímida no meio do intenso azul, que ia ficando cada vez mais escuro, conforme o sol ia se escondendo, perdendo aos poucos o brilho laranja que antes tinha.

Seus olhos desviaram para a minúscula casa ao lado. Sua avó estava regando algumas flores no jardim, este repleto não só das mais variadas flores com os mais doces aromas, mas também com ervas e plantas medicinais. Sua avó Kaede era uma curandeira muitíssimo boa, sempre tinha a solução para todas as doenças, desde uma gripe simples, á uma doença grave que o Shippou já tivera. Sorriu novamente, dessa vez para a avó mesmo que a outra não a olhasse.

Pegou os livros em cima da cama e fechou a porta atrás de si.

"Domo!" – uma voz disse do andar debaixo enquanto ela descia as escadas. Seu pai acabara de chegar do trabalho e tinha uma expressão de cansaço no rosto pálido que contrastava com seus cabelos castanho-claros, que no momento estavam um pouco bagunçados.

"Olá, Otto-san" – disse dando-lhe um beijo na bochecha.

"Como foi a entrevista, filha?" – ele indagou andando para a sala e depositando a mala que trazia no sofá. Seu pai trabalhava no hospital Inochi que ficava no centro da cidade, era um enfermeiro muito bom, um dos melhores do hospital. Ela tinha que admitir que seu pai e sua avó faziam uma dupla e tanto no combate das doenças.

Rin suspirou pesadamente lembrando-se da fracassada entrevista. Não sabia como contar para seu pai que fizera tudo errado na frente do homem que a interrogara. A imagem dos belos olhos dourados que a observaram de manhã voltou a sua mente, ela sentiu seu rosto queimar levemente e olhou para o chão para que seu pai não percebesse. Talvez tivesse ido tão mal por causa do advogado; ela ficara muitíssimo nervosa e envergonhada por ele ter a olhado tão profundamente e por ser tão lindo... Talvez ele tenha sido o homem mais belo que já vira... Pena que não iria vê-lo novamente.

"Rin... Te perguntei como foi a entrevista..." – seu pai a tirou dos seus devaneios, quando voltou a perguntar, sua voz dessa vez saiu um tom de preocupação, ao ver que a filhar havia ficado calada. Não deve ter ido bem... Se não desceria a escada aos pulos e já teria me contado, pensou ele observando a filha de cabeça baixa.

"Ah... Otto-san, eu devia ter te escutado" – ela choramingou, levantando os olhos um pouco marejados- "Fui horrível! Fiquei muito nervosa e... E..." – ela passou uma das mãos nos olhos para que as lágrimas que estavam se formando não caíssem... Seu pai agora devia estar decepcionado com ela. Ela saíra da casa tão confiante e prometera a ele que iria voltar com um emprego – "Não consegui cumprir o que te prometi...".

"Ah... filha vem cá..." – ele a puxou para um abraço. Rin afundou o rosto no peito do pai se consolando – "Não fique assim, tenho certeza que deu o máximo de si... pronto... calma" – ele acrescentou quando ouviu um soluço vindo da filha, afagando seus cabelos negros carinhosamente.

"Não... eu fui horrível! Gaguejei muito... Como serei uma boa advogada se nem consigo controlar a mim mesma?" – ela falou ainda chorosa, fungando levemente.

"Não fale isso Rin. Você é uma ótima pessoa e será ainda melhor advogada! Tenho e sempre terei muito orgulho de ter você como filha e tenho certeza que sua mãe também estaria muito feliz...".

Rin sorriu levemente ao ouvir falar da mãe. Soltou seu pai devagar e lhe deu outro beijo, agora na testa.

"Arigatou Otto-san... por tudo!" – ela disse abrindo mais o sorriso.

"Isso! Quero te ver assim, sorrindo..." – ele falou para ela sorrindo também – "Esquece esse negocio de emprego, Rin. Pode deixar que eu me viro com o salário do meu..."

"Certo..." – ela falou suspirando derrotada. – "Bom... já estou indo... se não me atraso para a faculdade" – disse passando novamente a mão nos olhos para tirar qualquer vestígio de lágrima.

"Sayonara!" – Disse seu pai, acenando com a mão.

"Ah... deixei a comida pronta pai... está em cima do forno... é só esquentar..." – disse dando uma piscadela para o homem.

"Arigatou Rin" – ele disse sorrindo.

"Sayonara, para você também" – disse ela para um retrato de uma mulher muito bonita com longos cabelos negros e lisos que esvoaçavam por causa do vento e brilhantes olhos castanhos. Ela sorria timidamente na foto, segurando um lindo chapéu azul para que ele não voasse com a ventania.

Rin sorriu para o retrato, antes de sair da casa.

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N/A: Domoooo xD! Ae! Mais um humilde cap postado! Peço desculpas pela demora... é que meu pc tinha dado pane... mas agora ele está de volta e eu tb! Eae o que acharam do cap? Espero que tenham gostado, pois adorei escreve-lo! xP

Sobre os reviews... muito obrigada por terem comentado! Gosto muito de ler os comentários sobre a história! (e quem não gosta sua baka?) hehehehehehehe

Megumi Poi-Poi – Obaaa! Que bom que gostou da idéia! Hehehehe E dei uma passadinha na sua fic tb! Muito sugoi! Adorei a história... é massa quando o casal principal não se gosta no inicio! Arigatou pelo review e se puder... comenta nesse cap tb! Bjssss!; )

Hyuri Higurashi BlackVc disse que naum era boa para mandar comentários, ne? Mas o importante é e vc mandou e eu o adorei! Que bom q axou a fic fofa! Agora me diz o que achou desse cap, viu? Bjuxxxxxxxxxx

Palas LisAhhh! Nossa! Um review seu! Q honra! xD Ahhh vc gostouuu q bom! Tb adoro quando os casais brigam... acho que vou colocar uma briga deles... mas naum foi nesse cap ainda... !

Eu tb tenho um irmão assim... me baseei nele para fazer o Shippou nessa fic! Ahhhh... to esperando a atualização de Versos da Paixão e Dake wo Aishite, viu? Hehehe bjs

Bem... axo q só foram esses... mandei reviews plixxxx! Bjs e ate o próximo cap!