Vim com capitulo duplo *-* eeee, com lemon, HUHUHUHU. Comentem quando terminar de ler, e espero que gostem :)
002
O corredor já estava vazio. Ou quase, apenas uma alma transitava por aquele espaço. Uma certa garota de cabelos castanhos, um maço de cigarro nas mãos e uma coturno da qual quando batia no piso perfeito da escola, ecoava em todos os cantos.
Depois do almoço era sempre assim. Como se fosse toque de recolher, cada individuo ia correndo para sua sala com medo de encontrar com algum inspetor maldito.
Mas, Bella não. Ela não liga, afinal, os inspetores também não ligam muito pra ela. Sabiam muito bem que aquela ali andava mais do que ficava dentro de sala. Ela caminhou mais pelo longo corredor e virou, subindo as grandes escadas que davam para o terraço. O único lugar que podia relaxar. O único lugar que podia fumar.
Abriu a porta de ferro e foi andando até o parapeito do terraço, apoiando seus braços ali e pegando um cigarro, acendendo-o depressa. Agora não chovia mais, estava apenas um friozinho gostoso do qual ela sempre adorava. Na primeira tragada que deu, ouviu um estalo vindo da porta, e virou-se instintivamente para ver.
- Ora ora, Isabella Swan – o garoto loiro, alto e muito bonito dirigiu a palavra a morena – Você não sabe que fumar faz mal para a saúde? – ele disse sarcástico, e a garota balançou a cabeça, reprimindo um sorriso.
- Não, você foi o primeiro a me informar, Fletcher – ela disse com um sorriso meigo nos lábios, mas logo depois, revirou os olhos e tragou novamente, ignorando a presença do garoto ali.
O garoto foi um dos que já ficaram com Bella. Mas, por ventura, ele ficou caído por ela. Não que os outros não ficassem, mas ele realmente, fazia tudo que a morena pedia.
Thomas Fletcher era bonito, loiro, simpático e fofo. O sonho de consumo de todas as garotas dessa escola. Desde as líderes de torcida até as nerds de aparelho. Ele era desejo mundial, mas, não dava mole para nenhuma. Quer dizer, para apenas uma. Isabella Swan, que fazia o garoto de gato e sapato, mas, que mesmo assim, tinha um carinho forte por ele. Porque afinal de contas, ele foi o único que comeu e não jogou fora, como todos os outros faziam, e isso, fez com que a garota criasse uma simpatia com ele.
Ele se aproximou sorrateiramente da garota e ela o olhou de cima abaixo, logo fazendo brotar um sorriso malicioso em seus lábios. Thomas riu pela expressão da garota e logo segurou firme seus pulsos, fazendo com que ela jogasse o cigarro no chão.
- Ei! Que abuso é esse? – ela brincou, enquanto ele se aproximava mais dela.
- Abuso é o que eu vou fazer agora – ele sussurrou contra os lábios rosados e finos de Isabella, e logo depois os atacou com uma fúria incontrolável.
Ainda agarrando os pulsos da morena, ele puxou seu corpo contra o dele, fazendo com que seu beijo se aprofundasse mais. Oh, como ela sentia falta daquela boca. Afinal, fazia um mês que o garoto não aparecia. Muitos jogos e treinos, mal tinha tempo para o "lazer". E mesmo que todas essas brincadeiras não passassem de algo superficial, os dois sentiam falta um do outro. Ele, de um jeito apaixonado. Ela, de um jeito pecaminoso.
Ele pressionou seu corpo contra o dela, emprestando-a contra a mureta aonde antes ela estava apoiada e agarrando forte sua cintura. Ela arfava contra o beijo, enquanto suas mãos escorregavam nos fios macios e loiros do garoto. Ficaram nesse beijo de tirar o fôlego durante minutos, até que pararam para respirar e tentar reajustar seus pensamentos na cabeça. Oh saudade.
- O que você esta fazendo aqui em cima?
- Estava, você quis dizer – disse ela em seu famoso tom sarcástico – Vim fumar, até um cidadão loiro e chatinho vir me atrapalhar, roubando-me um beijo completamente delicioso.
- Então, o "chatinho" esta perdoado? – ele deu ênfase a palavra e ela riu, mordendo o lábio inferior do garoto de brincadeira.
- Não, você sabe que eu não perdôo fácil.
- E, como eu faço pra conseguir o seu perdão? – ele provocou, colando ainda mais seu corpo ao dela.
- Saber, você sabe muito bem – a garota sorriu, fazendo o garoto cair em tentação e cair com os lábios em seu pescoço, arrancando um gemido baixo dos lábios finos de Isabella – Mas, não agora.
- Não agora? – ele parou, a olhando descrente – Desde quando Isabella Swan nega fogo?
- Desde quando eu tenho coisas mais importantes para pensar – ela suspirou, revirando os olhos e se afastando do garoto, sentando-se no chão e recostando as costas na parede.
- Fala sério, Bella – agora ele revirou os olhos – E o que é mais sério do que sexo?
- Notas.
- E desde quando você se preocupa com ela?
- Desde nunca! – seu tom era soberano, como de uma mestra, fazendo o garoto a olhar vidrado. Ela sempre tinha o poder em suas mãos, e isso o fascinava. Ela pegou um cigarro no maço e acendeu, tragando e depois soltando a fumaça pela fresta fina entre seus lábios – Mas a diretora me sugeriu uma aulinha extra, pra melhorar essa merda.
- E o que vai ser? – o garoto estava de frente a ela, com as mãos dentro do bolso e a olhando com a sobrancelha erguida.
- Dança.
- Haha, essa eu quero ver!
- Cala a boca, Thomas! – disse entre os dentes, mas o garoto continuou a olhando com a sobrancelha erguida – Não sou eu que fico correndo atrás de uma coisa que falam que é uma bola por um campo idiota.
- Mas é isso que me faz ficar com esse corpinho que você tanto gosta – ele abriu um sorriso safado e ela balançou a cabeça.
- Eu mereço! – ele riu – Mas enfim, eu vou ser obrigada a fazer e não estou nada feliz, diga-se de passagem.
- Eu até te ajudaria – ele sentou ao seu lado – Mas, você sabe que é muito...
- Treino e o seu treinador te capa caso você falte a algum – ela completou, gesticulando com as mãos como se o som saísse delas – Mas eu não estou te pedindo ajuda mesmo.
- Por isso não me arrisco a faltar a treino – o garoto não estava mais brincalhão – Você não liga pra nada que eu fale pra você.
- A Thom, desculpa – ela fez uma voz melosa, apertando as bochechas rosadas de frio do garoto – Da próxima vez, eu não falo assim – Isabella fez um biquinho debochado e ele bufou.
- É sério, é insuportável o jeito que você me trata!
- Se realmente fosse, você não estaria aqui – sorriu vitoriosa.
Ele ficou sem argumentos. Porque realmente, o que ela disse era verdade. Mas, por culpa de seus sentimentos, ele acabava deixando ser pisado pela garota sem nem ao menos argumentar, mesmo vendo que tudo aquilo era completamente injusto.
Mas, caso ele falasse algo, teria medo de sua reação. Se ficaria brava, quieta ou submissa ao seu jeito respondão. Por isso, Thomas sempre ficava quieto. Essa, devo informar, foi uma das primeiras vezes que ele falou grosso com Isabella.
A garota não liga para os sentimentos dele, mesmo que no fundo, beem no fundo ela sinta algo pelo seu "colega com benefícios", ela ainda acha que não deve se rebaixar para pedir desculpas ou demonstrar seus sentimentos. Como se isso fosse algo realmente vergonhoso.
Eles ficaram em um silêncio crônico. O único som que os rodeava era de suas respirações e algumas gotas de chuva que começavam a cair. Bella terminou de fumar e jogou a guimba do cigarro para o lado, em um peteleco, e levantou em um pulo. Estendendo a mão para o garoto que olhava para o lado desolado pelo jeito frio dela.
- Vamos acabar pegando um resfriado.
- E uma suspensão – ele completou – Já se passou um tempo desde que estamos aqui.
- Como se fosse novidade para nós dois – eles riram e foram até a porta.
No caminho, Thomas passou o braço pela cintura de Isabella, quando viu que a garota estava tremendo de frio por conta de sua saia tão curta. Seu casaco grande cobriu parcialmente o ombro coberto da garota e ela apoiou a cabeça em seu peito. Era bom ficar assim. Ela se sentia protegida, mesmo sem querer afirmar nem para si mesma.
003
Ela foi caminhando até a sua tortura. Aula de trigonometria. Como ela odiava isso. Números, professor chato e meia dúzia de puxa saco. Essa vida não era para ela. E assim como antes e agora, apostando todas suas fichas nessa bendita aula extra par aumentar sua nota, abriu seu caderno e começou a fazer o mesmo desenho abstrato ouvindo sua música a uma altura boa que não atrapalhasse ninguém.
Esse professor mal ligava para ela, por isso nem se incomodou pelo fato dela estar ouvindo música e não o que dizia. Na verdade, até se aliviou, porque assim ,ela não fazia nada que perturbasse a aula.
Os minutos passaram rápidos e quando viu, já era a saída. Toda aquela correria que ela tanto odiava foi acontecendo rápido. E do jeito que começou, acabou como poeira. Todos já haviam saído da sala e dos corredores e ela ainda estava ali, de costas para porta e inclinada sobre a carteira guardando suas coisas em sua bolsa rabiscada.
Segundos depois que guardou seu estojo na mesma, ouviu a porta atrás de si bater. Respirou fundo mas não virou, apenas espalmou suas mãos sobre a carteira e dedilhou seus dedos pela superfície. Ela sabia quem era. Afinal, aquele perfume era a marca registrada do garoto.
Passos lentos vieram ao seu encontro e ela pode sentir mãos fortes a agarrando pela cintura e beijos contornarem toda superfície de seu pescoço. Um suspiro baixo saiu de seus lábios e Isabella segurou nas mãos do garoto, as pressionando ainda mais sobre sua cintura.
- Acho que você não esta mais tão tensa – sua voz soou rouca e baixa, inundou a sala com seu sotaque inglês perfeito.
- Na verdade, estou muito – a garota provocou, descendo as mãos do garoto pelo vão de suas pernas.
- Esta? – ele mordeu o lóbulo da garota e ela gemeu. Esse era seu ponto fraco, e Thomas sabia muito bem disso. Ela nada respondeu, então ele tomou a liberdade de prosseguir – Então, acho que sou capaz de aliviar a sua tensão.
E falando isso, a virou, puxando o corpo magro e desenhado da garota contra seu corpo forte, fazendo os seios de Bella ficarem espremidos por seu peito. Thomas tomou seus lábios com fúria, arrancando qualquer ar que a garota ainda tivesse. E conseqüentemente, arrancando-lhe qualquer sanidade que ainda rondasse sua cabeça.
Ele percorria a lateral de seu corpo com as mãos, enquanto sua língua ainda procurava insistentemente a dela. Isabella agarrou-lhe a nuca, puxando ainda mais seu rosto para o dela e foi andando com o garoto para frente. Ele seguiu seus passos, andando de costas para aonde quer que ela o levasse. No trajeto, bateram em diversas carteiras mas finalmente chegaram ao lugar que Bella desejava: a mesa do professor.
Thomas a sentou ali, passando suas mãos pelas pernas um pouco grossas dela, enquanto Bella já tomava partido da blusa de botão dele. A pele quente e delicada da garota, tocando toda a extensão de seu peito, era quase delirante. Com tão pouco, ela já conseguia o fazer queimar, só por sentir uma vez ou outra as unhas grandes e negras roçarem por certas partes de seu peitoral.
Tom desceu seu beijo por toda extensão de sua mandíbula e mordia sua pele exposta, causando longos arrepios desde a ponta dos pés até o ultimo fiapo de cabelo de Isabella. Ela adorava as carícias que ele lhe proporcionava, tanto que nunca o reprimiu de fazer nenhuma delas.
Os dedos finos de Bella passaram a percorrer o cós, abrindo os últimos botões e tirando a camisa social de linho branco que ele usava. Seus olhos se perderam em todo aquele físico que o garoto tinha e com um sorriso malicioso brotando em seus lábios, ela passou a beijar o pescoço e peito do garoto. Ele arfava, enquanto acariciava os cabelos de Isabella, a incentivando a continuar com toda essa "brincadeira".
As suas mãos grandes seguiram para a blusa básica de Isabella, a passando por sua cabeça e contemplando seu tronco coberto apenas pelo sutiã preto rendado. Ele subiu com seus dedos longos e frios por toda extensão da barriga de Bella, que arfava pelo choque térmico de seus corpos, e logo depois, partiu para o fecho frontal de seu sutiã, abrindo-o com a habilidade, já que ele estava bem acostumado com esses fechos de seus sutiãs, que nem fazia a asneira de passar as mãos por suas costas procurando um modo de abrir por lá.
Isabella gemia baixo quando sentiu a boca quente de Tom tomar seus mamilos com a mesma agilidade que sua mão fria tocava-lhe o seio direito, massageando, puxando e apertando o bico rosado. O quente no frio e o quente no quente estava enlouquecendo Isabella, que já podia sentir sua calcinha encharcada sob a saia preta.
- Pare de brincadeiras – ela disse em um sussurro quase inaudível, que Tom só conseguiu ouvir pois seu ouvido estava bem próximo de sua boca.
- Brincar é legal – seus beijos subiram por seu colo e ela segurou o rosto fino, fitando seus olhos castanhos claros, que quase refletiam luxuria.
- Não na escola – ela mordeu o lábio inferior, de forma sedutora e Tom balançou a cabeça, passando a língua por entre os lábios.
- Cachorra... – ele sussurrou, passando uma mão pela nuca da morena e a puxando para outro daqueles beijos.
Suas bocas não se desgrudavam nem para retomar o fôlego. Tom foi com suas mãos da barriga de Isabella até o zíper lateral de sua saia, abaixando-o e fazendo a peça deslizar pelas pernas da garota. Seu membro já estava pulsante dentro das calças e nem se ele quisesse ele iria conseguir continuar com as brincadeiras.
Tom em relação a sexo era diferente do Tom em relação a Bella. Com ela, Isabella Marie Swan, ele era romântico, fofo e tentava ao máximo amolecer aquela pedra de gelo que a menina trazia no lugar do coração. Mas em relação a sexo, transar com Bella Swan, as coisas eram totalmente diferentes. Ele tinha o controle das coisas, mesmo a garota querendo tomar as rédeas, ele sabia como fazer para que a garota morresse em seus braços.
Bella percebeu a cara de que ele ia explodir caso continuasse com as benditas calças, e tratou de abaixar o zíper do garoto, fazendo as calças e a cueca boxer escorregasse por suas pernas até os calcanhares, aonde ele fez questão de logo se desfazer.
Ele era grande, grosso e pulsante assim como Isabella se lembrava da ultima vez. Tom soltou um gemido baixo assim que sentiu as mãos quentes da garota se apoderarem de seu membro e fazerem movimentos de cima a baixo, lentamente. Era como uma tortura: lenta e dolorosamente deliciosa para ambos.
- Sem brincadeiras – ele comentou, com um fio de voz, enquanto passava as mãos pelo quadril da garota e a puxava para a ponta da mesa.
Ela mordeu o lábio inferior assim que sentiu a ponta de seu membro apontar em sua entrada molhada, e Tom soltou um suspiro baixo ao sentir o quão pronta ela estava pra ele.
Sem nem avisar, ele entrou de uma vez, em uma estocada forte e longa, fazendo a garota gritar de prazer. Suas unhas instintivamente foram para os ombros do garoto, cravando-as ali sem piedade. O vai e vem de seu quadril era frenético ao encontro de Bella, que constantemente gemia a cada investida.
Tudo aquilo era como um estimulo para Tom. Seus gemidos, beijos insanos e unhas grudadas em suas costas, tudo fazia com que ele ficasse com o mais tesão ainda pela morena. Sempre selvagem.
- Mais... forte... – ela arfava, e voz era uma das ultimas coisas que tinha no momento.
Tom a beijou com fúria, invadindo sua boca com a língua, massageando a dela constantemente enquanto suas mãos acariciavam as pernas da garota e a puxavam de encontro a ele, fazendo o que ela havia acabado de pedir.
As pernas de Bella logo estavam enlaçadas na cintura dele, puxando-o ainda mais (se for possível) para perto de si. Era louco, insano e completamente cheio de paixão o sexo desses dois. Paixão sim, isso era algo que Isabella sentia por Tom. Algo que ela sente, mas não chega a ser uma coisa que se compare ao amor que ele sente por ela. Mas, que isso contribuía muito para o momento dos dois juntos.
Ela ficava com ele sem pudor. Gemia sem ser forçada e fazia porque gostava. O que ela sentia quando transava com Tom era totalmente diferente quando ela estava com outros caras. Era apenas ela e ele. Sem máscaras, sem Bella durona. Apenas a Bella. A Bella que Tom era perdidamente apaixonado e que queria poder ver o tempo todo que estivesse com a garota.
Seu membro entrava e saia por completo de dentro de Isabella, a fazendo gemer e morder o lóbulo de sua orelha. Ele beijava o pescoço dela, chupando e fazendo com que toda essa [i]atenção[/i] causassem marcas futuras. Entregues, completamente entregues um ao outro, sem pudor algum.
As pernas de Bella se apertaram ainda mais em sua cintura, puxando seu quadril para ela, fazendo seu movimento ser mais intenso e forte e um urro de prazer sair da boca de Tom.
Ele passou os dedos pela pele branca de Isabella, fazendo cara parte do seu corpo queimar e arrepiar até a nuca. Sua cabeça foi pra trás, fazendo seus cabelos caírem em cascata por suas costas, e mais gemidos foram emitidos de sua garganta, estimulando ainda mais o garoto a continuar.
Lento e tortuosamente eram os movimentos de Tom dentro dela. Por mais que ela quisesse rápido e forte, ele fazia o que não pedia pois sabia que isso ainda a excitava mais. Vê-la perdendo o controle, mordendo seu ombro e pescoço, arranhando seus braços era tudo que ele precisava na hora.
Bella já estava vermelha e seu corpo suado, juntamente com o de Tom, definindo ainda mais seus músculos por conta do prazer. Ele agarrou forte o corpo esguio dela, fazendo uma corrente elétrica passar por ambos. Tom sabia que não agüentaria por muito mais tempo. Isabella sabia que ele não agüentaria por muito mais tempo. Ele tem um bom "pique", mas, digamos que não é páreo para o de Isabella, mas, da pro gasto.
Seu corpo na ponta da mesa, quase caia, se não fosse pelo atrito de Tom contra seu corpo, fazendo ele se arrastar levemente na mesa. Mais quatro estocadas longas, fortes e fundas, e ela pode sentir o linquido de Tom dentro de si. Por mais que não fosse tudo que ela mais esperasse, ela não podia negar que ele acabava com ela, e seguindos depois podia sentir o ápice vir.
Mesmo sendo algo tão sincero, digamos assim, a relação deles tinha um pouco de carinho, vindo de ambos. Ela se entregava pra ele, como não se entregava a qualquer outro homem, mas ainda sim... não era exatamente o que ela queria. Não que ela não goste, ao contrário, gosta e MUITO, sendo que, Tom ainda é muito carinhoso, muito.. "namorado". Algo que ela desaprova já que não da nenhuma chance para ele, mas mesmo assim, ele teima em se iludir. Deve ser por isso que a garota não gosta dele. Tom é fácil demais, por causa do amor. Porque ele pensa que sendo assim, ela gostará mais rápido dele.
Sendo que mal sabe ele que pra Isabella tudo é um jogo. O quanto mais difícil for, mais prazeroso pra ela.
