Obrigado a todos que leram e me mandaram reviews!E eu pensando que a história não seria tão boa... É muito bom que várias pessoas tenham gostado. Bom, no último capítulo, Errol iria contar uma história:
-ta!Ta!Pode falar Errol!-permitiu Edwiges.
Errol sentou-se e suspirou. Olhou para todos seus ouvintes e começou a contar:
"há algum tempo atrás..."
Capítulo 2-pichitinho
Todos se inclinaram em direção à Errol, muito interessados no inicio da história. Errol fez uma pausa que gerava suspense, arregalou seus olhos castanhos, mordeu a parte inferior dos lábios, inspirou e finalmente completou:
"há algum tempo atrás,quando eu tinha uma idade equivalente às de vocês,meus donos trouxeram para mim uma grande entrega. disseram que era para eu levar com todo o cuidado, pois era um presente de aniversário e frágil. então, lancei um olhar para fora da casa e me deparei com uma grande tempestade, cheia de raios, trovões..."
-ah, essa você já contou, Errol... -disse a decepcionada Edwiges.
-isso mesmo. Você não se lembra?Parece até que foi acometido da doença de Alzheimer... -observou Hermes.
-ALZHEIMER?QUEM FALOU EM ALZHEIMER?ISSO SÓ DÁ EM PESSOAS VELHAS!-indignou-se Errol.
-parece até que não se enxerga... Você já está na terceira idade, Errol- observou Edwiges, enquanto Errol se contorcia de raiva.
-ei!-falou pichí, levantando a mão e balançando-a para todos os lados- mas ele não contou para mim!Vocês me esqueceram!Me esqueceram!
-ah, pichí... -falou Hermes- é lógico que no final da história ele vai enfrentar a tempestade e vai entregar tudo direito ao seu destinatário...
-DROGA!-berrou pichí, pisando forte - vocês estragaram o final da história!Estragaram!E agora estou muito TRISTE!!Vocês destruíram minha felicidade!VOU CHORAR!!BUÁÁÁ...
Quando Pichí desatou a chorar, Edwiges colocou a mão nos ouvidos, enquanto Hermes e Errol tentaram fazê-lo parar...
Dez minutos depois...
Pichí havia ficado rouco de tanto berrar, embora tentasse continuar a chorar. Hermes bufava de raiva e Errol reclamava de dor nas costas.Edwiges fingia estar completamente atenta ás suas unhas como se fossem a coisa mais importante do mundo.
-alguém... Silencia este garoto... -bufava Hermes, quase rezando para que um raio acertasse a cabeça do "sofrido" Pichitinho.
Pichí, agora, retorcia-se como se estivesse dolorido e, de tempos em tempos, voltava a fazer um escândalo...
-er... Garoto... -chamou Edwiges, agora achando que ignorá-lo não iria resolver a situação. Ela teve uma idéia... -eu tenho uma história para contar...
-LEGAL!-pichí pulou como uma pipoca que acaba de estourar na panela-AMO HISTÓRIAS!E VOCÊ TEM UM MONTE, NÃO É EDWIGES?
Edwiges suspirou, tentando manter a calma...
-claro... -ela abriu um sorriso bem forçado que poderia ser notado a milhares de distância-... Seria ótimo contar como você e eu nos conhecemos... Não é?
Ela lançou o mesmo sorriso para Hermes e Errol, esperando que ambos concordassem. Os dois assentiram ansiosos. Valia tudo para calar Pichitinho...
-ÓTIMO!Conta, Edwiges!-pediu Pichí, entusiasmado.
-EU?MAS EU NÃO... -tentou se desculpar Edwiges, mas logo foi cortada por Hermes.
-conte... Afinal, foi a senhorita que deu a idéia...
-É!-concordou o mais excitado ainda Pichí.
-ha, a Edwiges nem deve saber contar uma história direito... Dessa vez a coloquei em maus lençóis... -sussurrou Hermes, lançando um olhar maldoso para Errol.
-Olha, rapaz... Cuidado com a maldade... -sussurrou de volta Errol.
Hermes lançou um sorriso vitorioso para Edwiges. Edwiges lançou um enorme olhar de desprezo para Hermes.
-VAI, EDWIGES!-insistiu, pichí.
Edwiges sentou-se com um ar derrotado.
-está bem... Era uma vez uma coruja pirralha... E eu... é claro... Nós nos conhecemos, ficamos amigos e fim...
-SÓ ISSO??-perguntou pichí, murchando como um pneu velho.
-não foi bem assim, Edwiges... -censurou Errol.
-você quer O QUÊ?Eu nem quero contar histórias... NEM tenho paciência para isso... -Edwiges cruzou os braços, nervosa.
Hermes riu.
-poderia ser ótima contadora de histórias, Edwiges... Você tem o dom de resumi-las... -ele ironizava, enquanto Edwiges deu-lhe as costas.
Errol levantou-se empertigado.
-se ninguém quer contar, eu conto...
Todos fizeram silencio. Errol inspirou o mais profundo que podia e soltou o verbo:
"no ano passado, o dono de Edwiges hospedou-se na humilde, mas feliz, toca e com certeza, Edwiges veio junto. eles a acomodaram num dos quartos existentes na toca. então, no momento em que fecharam a porta, eu olhei significativamente para Edwiges e o recém-chegado Pichitinho e todos nós assumimos a forma humana. logo depois do ato, Edwiges lançou um olhar de fúria ao novato:
-você?!-ela bradou-não acredito que estou vendo você de novo, não depois daquela bagunça no trem!
E então..."
-ESPERA AÍ!-gritou Pichí- achava que ela me lançou um olhar amigo, não de fúria!
Todos lamentaram, decepcionados, a pausa que Pichí fez.
-deixa o Errol contar tudo!A gente ta relembrando!-censurou Edwiges, com as duas mãos na cintura.
-é!Não está vendo que o Errol está contando?-apoiou Hermes, exageradamente indignado.
-só se ele mudar a parte que a Edwiges lançou um olhar do mal para mim, porque ela me ama!-rebelou-se, pichí.
Errol foi em direção à pichí e brigou:
-EU CONTO DA MANEIRA QUE EU QUISER E NINGUÉM VAI INTERFERIR NA MINHA HISTÓRIA!ENTENDEU?
Todos se assustaram com a fúria repentina. Até pichí se encolheu:
-sim, vô... Digo, Errol...
Errol bufou extremamente bravo e voltou a lançar olhares simpáticos para todos os ouvintes, de repente. Então, disse, na voz mais amigável do mundo:
"e então perguntei:
-vocês já se conhecem?
E pichí respondeu:
-claro que já!Conheci a branquela no trem que leva meu dono até a escola dele!
-BRANQUELA?QUEM VOCÊ ESTÁ CHAMANDO DE BRANQUELA, SEU...?-Edwiges berrou, mais indignada o impossível.
-oras!-retorquiu pichitinho, como se ele não tivesse ofendido ninguém- é o que você é, ué!Já pensou em ir mais para praia, se bronzear um pouquinho...?
-JÁ CHEGA!-berrou Edwiges chegando ao último limite de sua paciência - qual é o seu nome, tampinha?
Eu ri, pois já sabia o quão ridículo era o nome de Pichí..."
-meu nome não é ridículo!-protestou pichí, quase se requebrando no seu lugar.
-SILÊNCIO!-advertiram Hermes e Edwiges.
-continuando... -disse Errol, entre dentes.
"depois de Edwiges indagar o nome de Pichí, ele cantou seu nome como se fosse uma letra de música:
-PICHITINHO!PICHITINHO!
Edwiges mal conseguia segurar o riso.
-pichitinho?-ela lhe perguntou, com um ar de desdém - pichitinho?Quem foi o desprivilegiado de neurônios que te deu um nome tão retardado?
-meu nome não é retardado!
-se preferir, chame-o de Pichí- aconselhei-a.
-NÃO!-retrucou pichitinho - gosto de PICHITINHO!PI... CHI... TI... NHO!-ele soletrou, como se nós fossemos iletrados...
Ela o encarou como se ele fosse uma grande piada.
-ótimo- Edwiges disse -só fique longe de meu caminho, se quiser ser meu amigo... Pichitinho...
Bom, nem preciso dizer que Pichi fez exatamente o contrário do que Edwiges recomendou. Ficou pulando em volta dela, fazendo uma espécie de dança da chuva, cantando "AMIGOS! AMIGOS!", o que irritou Edwiges mais ainda:
-VOLTE AQUI!VOU TE ENSINAR UMA COISA!
Pichitinho fugia, agora, de Edwiges cantando "BRANQUELA! BRANQUELA! SUA BRANQUELA" enquanto Edwiges gritava "PIRRALHO!" para ele e o perseguia incansavelmente. Eu suspirava, cansado apenas de olhar aquela perseguição implacável...
De repente, a maçaneta girou e Hermes apareceu, na sua forma humana, deparando-se com a terrível perseguição à Pichí.
-Pela grande coruja do mundo!-ele exclamou- Edwiges já chegou por aqui feito um tornado!Que transtorno!
-é melhor calar-se agora, Hermes- advertiu-o Edwiges - ou vou fazer com você o mesmo que farei com Pichitinho!
-o quê?-acho que foi uma provocação do Hermes, não tenho certeza, mas foi o que ele disse.
Edwiges corou e desviou o olhar para o Hermes e continuou a perseguir cada vez mais enérgica, o Pichí.
Então pichí gritou o que fez Edwiges parar:
-CANSEI DE BRINCAR!VOU SEGUIR O MEU DONO!
Então ele tornou a virar uma coruja e escapou pela janela.
-ah!-exclamou Hermes para Edwiges - já conhece, agora, o Pichí?
-sim!Francamente!PICHITINHO!-exclamou Edwiges de volta, furiosa - Ele é tão ridículo como o próprio nome!
Hermes sorriu simpaticamente e voltou ao quarto de seu dono. Como coruja, é claro.
Eu resolvi acrescentar algumas informações sobre Pichí para Edwiges:
-foi a irmã do dono dele que deu o inusitado nome...
-eu já o conheci... -informou-me Edwiges- pois foi o padrinho de meu dono que o entregou... Ele deveria ter morrido no caminho, isso sim...
Eu, surpreendido pela tamanha brutalidade com que Edwiges disse a última frase, tentei dar um sorriso de consolo. Embora, eu estava temeroso por dentro:
-esta casa a cada ano, fica cada vez mais cheia de corujas. Tomara, que ele não me substitua como coruja da família,nem na hora das entregas,pois há muito tempo já não possuo o vigor de antigamente...claro não estou caindo aos pedaços,mas desconfio que queiram me substituir...primeiro o Hermes...depois o Pichí...-desabei na cama,desconsolado e até meio paranóico com o novo membro da família.
-eu duvido muito da competência de Pichitinho na hora das entregas- consolou-me Edwiges- ele é muito novo e inexperiente... E o Hermes... Bem, ele até agora não substituiu você. Ele é apenas a coruja de um dos membros da família, não de toda a família, como você.
Meu rosto se iluminou como se estivesse sendo atingido por um raio de sol.
-é claro - respondi, maravilhado-não me substituirão tão cedo.consigo entrar todas as cartas que me aparecem.ainda sou jovem!
-quanto a ser jovem, duvido muito... -rebateu Edwiges.
-o que disse?-eu ralhei com ela.
-nada... Er... Vamos descer...
Depois que pichí voltou do passeio com seu dono,que estava olhando feio para ele,com a cara mais amarrada deste mundo..."
-MEU DONO NÃO ME OLHA FEIO!MEU DONO ME AMAAAAAAAA!!-pichí berrou, histérico.
-PÀRA, PICHÍ!CALA A BOCA!-brigou Edwiges, aborrecida.
-QUEREM QUE EU CONTINUE OU FICA POR ISSO MESMO?-Errol berrou, totalmente nervoso.
-CONTINUA!-Pediram todos.
"Pichí virou humano e foi na direção em que estávamos escondidos. ele já ia me saudando:
-OLÁ VOVÔ!BOM DIA, BOM VELHINHO!-ele me chamou duas vezes.
Minha face corou de raiva. Que total falta de respeito!Eu perdi minha compostura:
-VELHINHO O QUÊ!VOCÊ DEVERIA ME TRATAR MELHOR!EU NÃO ESTOU VELHO, TAMPOUCO SOU SEU AVÔ, MENINO!ESTOU MAIS DO QUE BEM CONSERVADO!
Mas,cada vez que nos irritávamos com Pichí,ele ficava cada vez mais alegre.era inevitável sua falta de noção:
-tudo bem!oi,vovô de mentira!
Fiquei imediatamente nervoso e chutei a árvore mais próxima com uma vontade enorme de chutar Pichí. Meu pé, então, começou a doer miseravelmente. Virei-me para Pichí com uma vontade louca de lhe dar uma lição...
-vamos para casa - ordenou Edwiges - tchau, Pichí!
-tchau, Branquela!Tchau Chatolino!(aqui, Pichí se referia à Hermes,pois pichí o achava no inicio bem monótono,a coruja mais monótona que ele já vira)
Ambos tremeram de raiva. Mas, agarraram meus braços e me levaram para a toca...
Os dias se passaram e Pichí continuou com o mesmo comportamento reprovável de sempre. Agora, ele bagunçava a casa, derrubando todos os objetos ao seu alcance com sua agitação crescente. Ele não parou de nos chamar pelos apelidos (chatolino, branquela e vovô). a situação estava precária:
-CHEGA!-desabafou Edwiges, num belo final da tarde de um dia qualquer...- não o agüento mais!Nem o próprio dono o agüenta mais!Viu o que ele fez ontem?Derrubou um enorme vaso delicado da casa e botaram a culpa na pessoa errada!e ele vive me perseguindo,como se nunca visse uma coruja das neves antes!
-realmente... - concordou Hermes - o garoto é difícil de lidar!Sempre se intrometendo nas coisas dos outros... O que lhe falta é limite!Postura!
-E quantas vezes têm que insistir que não sou o avô dele?-eu participei da conversa- e ele continua com seu erro!É muita indisciplina para uma coruja só!
-eu falei para ele que ele deve ser hiperativo e ele nem ligou!ELE GOSTA DE SER UM DOENTE MENTAL!Ele gosta de ser maltratado pelos outros!Parece um masoquista - observou Edwiges.
-talvez ele nunca tivesse a oportunidade de saber o que era limite, respeito... -tentou amenizar Hermes, talvez bastante chocado com as impressões de Edwiges-... Talvez devêssemos tentar ensinar o que lhe falta para ser uma coruja completa...
-ensinar MAIS O QUÊ?-eu indaguei - já tentamos ensiná-lo de tudo e ele NÃO ABSORVE!já é tarde demais!Precisamos é que arrumem um jeito de se livrar dele, isso sim...
-SE LIVRAR DE MIM?-para nossa surpresa, pichí saiu detrás da cama, com os olhos cheios de lágrimas.
-pichitinho, você por aqui?-comentou o bastante assombrado, Hermes.
Todos nós sorrimos amarelo para o garoto.
-vocês não gostam de mim... Não me querem mais... -ele se debatia.
-não foi bem isso o que eu quis dizer... -tentei aliviar-... Foi apenas no calor da emoção, eu não queria dizer, na verdade, aquilo mesmo. Entende?
-vocês me odeiam... Eu vou ir embora!
-Pichí... Não!-Hermes tentou segurá-lo, mas Pichí foi mais rápido. Ele rumou para o andar debaixo.
-temos que ir procurá-lo... Acham que ele vai fazer alguma... Besteira?- comentou Edwiges surpreendentemente preocupada.
-não sei... Vamos procurá-lo!-ordenei meio arrasado com o problema que criamos.
Nós havíamos quebrado o coração de pichí.
Nós o encontramos no jardim, carregando uma trouxa de viagem que continha apenas ratos mortos. O paramos, antes que ele pudesse fechar a trouxa.
-pichí!
-desculpa!
-nós erramos!
Ele não aceitou as nossas desculpas. Fez que não, com a cabeça.
-vocês pensaram coisas horríveis sobre mim!
-não!É claro que... -Hermes tentou falar.
-sim!Nós pensamos!-disse Edwiges, o que surpreendeu a todos- na verdade, ninguém conseguia entender você, pichí, porque você era tão agitado... Meio inconseqüente e nós não tolerávamos você... Bem, a gente esqueceu que você tinha sentimentos ao dizer aquilo tudo... Mas você é meio invasivo, ah isso é...
Realmente, achei que a franqueza de Edwiges iria assustar o garoto, mas, isso o fez se abrir conosco:
-eu só queria chamar a atenção de vocês... Por que... Tinha medo que vocês me odiassem e se esquecessem de mim...
-bom, se esquecer de você?-eu indaguei- você é bem notável meu caro rapaz, e no fundo, bem lá no fundo, nós gostamos de você...
-... Porque, senão, nós não estaríamos tentando te impedir de ir embora... -completou Hermes.
Pichí abriu o maior sorriso que alguém poderia dar no mundo.
-vocês... Não querem que eu vá embora?
-claro, que não!Poderíamos te amarrar e te amordaçar num tronco para impedir que isto aconteça!Porque,bem,não sei explicar como,nós gostamos de você - disse,sinceramente,Hermes.
-e você traria uma bela agitação na toca antes que o lugar vire um tédio- comentei.
Hermes e Edwiges levantaram uma sobrancelha para o meu comentário estranho. Para eles, a paz e o sossego eram muito melhores!E talvez, esse comentário poderia incentivar pichí a fazer mais bagunça. É... Talvez...
-mas - disse Edwiges - para evitar ofensas e todo esse mal-entendido tenho que lhe impor uma condição: pare de me chamar de branquela!
-ta!- disse pichí.
-pare de me chamar de chatolino e de bagunçar a casa!-pediu Hermes.
-vou tentar!-ele disse, disfarçando o riso.
-e pare de me chamar de vovô, está bem?-tentei pedir-lhe.
-parar?-disse pichí, contrariado-é que você é velho e aí não dá para evitar... Vovô é legal, não é?E daí...
-EU NÃO SOU VELHO!
-ta!Ta!Chega!-ordenou Edwiges - antes que eu bata em todos vocês!
Pichí olhou, divertido, para Edwiges.
-é melhor irmos!-eu os adverti-é melhor irmos descansar!E recuperar as energias!
-certo - concordou Hermes. E todos entraram na toca.
Apesar de pichí, viver se esquecendo das nossas recomendações sobre seu comportamento, nós convivemos pacificamente com ele desde aquele dia.ou quase pacificamente..."
Todos aplaudiram a história.
-bom!-elogiou Edwiges - realmente bom!
-deveria ser contador de histórias!-também elogiou Hermes. Pichitinho ovacionava Errol com entusiasmo:
-viu Hermes?O vovô não está com Alzheimer!-disse pichí, excitado.
-EU NÃO SOU VELHO, NEM VOVÔ!-Errol disse um pouco irritado.
Apesar disso, Errol sorriu satisfeito.
Aqui vai a segunda parte da história!Espero que esteja tão boa quanto a primeira!
Bom, Falar mais o quê?Deixem reviews!
