Disclaimer: Bem, como todos sabem Saint Seiya não me pertencem, sou apenas um fã desse anime, então não estou lucrando com isso. Porém, essa fic é composta de muitos personagens originais, portanto não os utilize sem a permissão de seus respectivos autores!Obrigado e boa leitura
O Retorno
Inúmeros passos podiam ser ouvidos no grande salão, servos andavam agitados sobre as ordens de Athena que parecia bastante nervosa. As servas cuidavam dos arranjos de flores enquanto os homens carregavam e preparam as mesas fartas de comida e bebida. Tudo sobre o comando da grande deusa do santuário, que parecia bastante apreensiva. Ainda faltavam muitos coisas para arrumar e em breve eles estariam de volta e tudo precisava estar pronto. Na tentativa de facilitar o trabalho da deusa, até mesmo os cavaleiros de bronze ajudavam a preparar o grande salão para o retorno deles. Precisava recebê-los com a maior das comemorações, digna de fazer Baco morrer de inveja.
-Não acredito que estou fazendo isso para aqueles moleques... –Reclamou Seiya enquanto carregava uma mesa pesada para o canto do salão. –Por que eles merecem uma festa tão grande?
-Tenha calma, Seiya. –Disse Shiryu que ajudava o amigo a carregar a mesa- Eles venceram todas as provas e irão suceder os cavaleiros de ouro com louvor, merecem essa comemoração... –Explicou o cavaleiro de dragão.
-Depois de oito anos, ainda continuamos subordinados aos cavaleiros de ouro... –Disse Pegasus inconformado.
-São as leis do santuário, Seiya..-Explicou Shiryu reprovando a atitude infantil do amigo.
Era isso mesmo, oito anos já haviam se passado desde o último encontro entre Athena e os antigos cavaleiro de ouro. Finalmente o prazo havia acabado e os cavaleiros deveriam retornar com seus discípulos para o santuário, para que esses assumissem seus postos de guardiões das 12 casas. Para recebê-los Athena decidiu realizar uma grande festa e convidar todos os cavaleiros do santuário, afinal todos precisavam conhecer os novos guerreiros. Porém, estava atrasada, precisa fazer tudo as pressas pois não tivera tempo de organizar antes pois o santuário ocupava todo seu tempo. Na verdade, estava ficando cansada de toda aquele burocracia, leis, decretos, queria se livrar daquilo, ser consultada em apenas casos extremos. Estava na hora do santuário ter um novo mestre, um homem justo e competente que fosse capaz de cumprir todas aquelas obrigações. Athena já tinha o homem perfeito em mente e que lugar melhor do que a festa de retorno dos novos guerreiros para anunciá-lo? Era o que faria. Finalmente estabeleceria toda a hierarquia do santuário.
Estava cansada, foram oito longos anos reorganizado a defasagem, subsituindo os cavaleiros e amazonas de prata derrotados nas antigas batalhas e limpando o nome do santuário manchado pelo lado negro de Saga. Mas agora estava tudo em paz, o santuário já havia recuperado sua honra e prestígio por todo o mundo, portanto estava na hora de um mestre escolhido pela deusa Athena assumi-lo novamente.
Porém , só conseguia pensar nos preparativos, escravizara os servos e até mesmo seus cavaleiros de bronze para arrumar a grande festa que ainda não estava pronta, precisa ficar tudo pronto, tudo perfeito.
-Saori, aonde eu coloco isso? –Perguntou Jabu enquanto segurava uma grande estátua de gelo com a figura de Athena.
-Ponha próxima aquela mesa –Apontou para a mesa que Seiya havia carregado
Athena bateu palmas e todos os servos se curvarem diante dela, a deusa parecia bastante séria. Não estava satisfeita com a lentidão dos serviços.
-Por favor, peço que se esforcem mais, sei que é cansativo mais tudo precisa está perfeito para hoje a noite, eles chegarão assim que o sol se pôr. –Olhou o relógio- Faltavam algumas horas...
Jamiel, Tibet
Do alto de uma montanha, Mú estava sentado a beira de um precipíciotoda Jamiel em meio ao duro frio que estava acostumado, a neve branca cobria metade do local motanhoso. O cavaleiro de Áries estava bastante pensativo, seus olhos cerrados indicavam uma certa preocupação.
-Mestre Mú –Chamou uma voz feminina bastante serena –Aconteceu alguma coisa?
-Nada, não se preocupe Krika...-Respondeu sem se virar.
-Tem certeza? –Insistiu a menina.
-Sim, não se preocupe. –Virou-se –Podemos partir?
-Quando o senhor quiser... –Respondeu com um sorriso.
Floresta Amazônica, Brasil
Em meio a mata verde da gigantesca floresta tropical encontrava-se Aldeberan embaixo de uma árvore descascava uma suculenta fruta típica do loca. O cavaleiro de touro encontrava-se bastante sereno em meio aos barulhos de uma das mais belas florestas do planeta. Animais circulavam tranqüilamente ao redor do gigantesco taurino que não se incomodava com absolutamente nada. Pelo contrário, adorava aquele lugar, era tranquilo, agradável, sua terra natal. Suspirava constantemente por ter que deixá-la, gostava muito da Grécia, mas era apaixonado pelo Brasil.
-Mestre Aldeberan –Chamou de cima da árvore do taurino
-Diga, Meg...-Respondeu enquanto mastigava a deliciosa fruta.
-Acho que devemos partir, senão chegaremos atrasados...
-Verdade...-Suspirou o cavaleiro.
-O que aconteceu mestre?
-Nada –abriu um pequeno sorriso –Desça daí e vamos encontrar Athena...
Ilhas Jõnicas,Grécia
Um belo homem sentia a leve brisa do mar bagunçar seus longos cabelos azuis. O cavaleiro de gêmeos estampava um belo e sereno sorriso na face. Parecia bastante satisfeitoenquanto observava o mar daquela majestosa ilha, digna de um cartão postal. Depois de muitos anos parecia ter encontrado a paz, finalmente seu lado negro havia sumido para sempre e seu coração florescia de sentimentos nobres por Athena e de orgulho por seu mais novo díscipulo. Um rapaz que estava parado ao seu lado, observando o mar exatamente como ele estava fazendo. Seu peito enchia-se de orgulho e agora estava na hora de mostrar o excelente trabalho que fizera.
-Sensou, está na hora de irmos...
-Não quero deixar Creta, mestre.
-Precisamos Sensou- Disse com um sorriso. –Athena espera por nós.
-Mas... –Calou-se sabia que não adiantaria discutir com o mestre ainda mais a respeito da deusa que ELE tanto idolatrava –Vamos logo então...
Roma, Itália
Em meio as ruínas desertas do antigo Coliseu encontrava-se Máscara da Morte que terminava de arrumar uma pequena trouxa de roupas enquanto seu discípulo um pouco afastado dali, sentado, lia um pequeno livro em francês. Mascara da Morte bufava ao ver aquilo. O cavaleiro odiava o excesso de delicadeza e a maneira intelectual do menino agir, tentou mudar isso, mas ele apresentava essas características desde pequeno, além de uma facilidade incrível de aprender diversos idiomas. Em todos esses anos, viajou por toda a europa com seu mestre foi capaz de aprender a maioria deles. Por mais que não gostasse de admitir, o garoto tinha potencial e grandes habilidades e uma frieza invejável.
-Pablo, largue esse livro e vamos partir –Disse enquanto fechava a pequena trouxa- Athena está nos esperando.
-Será que chegaremos há tempo mestre?
-Não diga bobagens, claro que sim.
-Se o senhor diz...
-Chegaremos! –Disse já impaciente- Se você se preparar logo! Não quero chegar depois de nenhum daqueles outros! –Disse com um sorriso.
-Sim... –Fechou o livro e guardou na mochila preta aos seus pés.
Tessália, Grécia.
Em uma bela ilha, observando os barcos na costa, sentindo a deliciosa brisa bagunçar seus cabelos castanhos estava o belo cavaleiro de leão. A praia deserta, com a presença de apenas um homem moreno e uma linda jovem ao seu lado. A menina sentia seus cabelos serem bagunçados pela mesma brisa. Observava seu mestre que estava bastante calado.
-Algo o incomoda, mestre Aioria? –Perguntou quebrando aquele silêncio tão incomodo.
-Nada, não se preocupe... –Disse em um tom nostálgico.
-Me desculpe a insistência, mas o senhor parece triste...
-Triste? –Abriu um pequeno sorriso e cerrou os olhos- Só estou pensando em tudo que se passou...-Disse sem encarar a discipula.
-...
-Muito tempo se passou e finalmente está na hora de voltar ao santuário...-Disse sem desviar o olhar da bela paisagem
-Não se preocupe, mestre. Vai dar tudo certo. –Abriu um belo sorriso.
-Sim, vamos Rayna...
Ganges, Índia.
Em uma paisagem deprimente, com muitas cenas tristes como a pobreza e a fome encontrava-se o cavaleiro de Virgem próximo a um majestoso rio que percorria toda a região. O loiro estava bastante pensativo, estava desatento. Muita coisa havia acontecido nesses oito anos e isso o fazia refletir e a temer os próprios pensamentos. Era bem querido na Índia, conhecido por sua capacidade de consolar e ajudar aqueles que tanto sofriam com os obstáculos do destino. O loiro fitava uma pequena e pobre vila no horizonte, seus majestosos olhos azuis pareciam perdidos naquele lugar. Algumas gotas de suor escorriam por seu rosto, era um dia quente, muito quente. Encontra-se em silêncio, ouvindo apenas o barulho relaxante do rio Ganges. Abaixou-se, molhou o rosto, algumas mechas de seu cabelo caíram por seu pescoço e tocaram a água gelada.
"Está na hora de voltarmos..."
-Mestre, acho que devemos ir, senão não chegaremos há tempo.. –Disse uma voz séria de trás de Virgem.
-Arman..-Disse fitando com o canto dos olhos. –Acha que está mesmo pronto para deixar a Índia?
-O senhor me disse que devíamos voltar ao santuário hoje...
-Sim. –Abaixou a cabeça – Mas tenho minhas dúvidas sobre você...
-Não se preocupe, não direi nada que afete os outros cavaleiros...
-Não estou preocupado com os outros cavaleiros de ouro...
-Então com quem?
-Com os de bronze...
-Não se preocupe, não vou me dirigir a eles... –Disse em tom de desprezo.
-...–Suspirou –Vamos para o santuário...
Rozan, China
Sentado em uma pedra observando pensativo a bela cachoeira, estava o mestre Ancião com sua serenidade habitual. Seus olhos bastante expressivos pareciam perdidos em meio aquela queda d'água. Shunrei já não se encontrava mais ali, havia se mudado para o Japão para ficar ao lado de Shiryu que após anos de espera declarou-se para ela. Nos cinco picos antigos residiam apenas o Mestre Ancião e sua nova discípula.
-Acho que está na hora de irmos, Annabel... –Disse sem desviar o olhar da majestosa cachoeira.
-Sim...-Disse insegura a jovem atrás do mestre.
-O que aconteceu, Annabel? –Disse sem sequer piscar.
-Estou nervosa mestre...
-Com o que? –Fez um gesto para que a menina senta-se na pedra ao lado dele.
-Estou preocupada sobre o que Athena pensará de mim...
-Não se preocupe Annabel, você se sairá bem –Disse sem fitar a menina –Fique tranquila, você e seus novos companheiros sempre conseguirão a vitória...
Dohko não havia mudado nada, seu coração continuava gentil, tinha um carinho muito especial por sua nova discípula uma menina extremamente amável e gentil. No inicio apresentou dificuldades para treiná-la que já que acredita que fosse muito frágil, porém as coisas estavam diferentes agora e estava na hora de todos verem.
-Está na hora de irmos –Disse o mestre se levantando
-Sim, mestre!
Ilha de Milos, Cíclades (Grécia).
Um belo homem de longos cabelos azuis estava em pé observando o chocar das ondas. A água salgada molhava seus pés descalços, em uma praia magnifica típica das ilhas gregas. Seus olhos mantinham-se fixos ao mar, enquanto seus cabelos revoltos eram ainda mais bagunçados pela brisa fria do mar. O belo homem tinha um sorriso confiante na face, seus olhos tinham um brilho especial. Um coração cheio de certezas e de vitórias, um temperamento forte e marcante.
-Não está na hora de irmos, mestre Milo?-Perguntou uma voz feminina atrás do cavaleiro de escorpião.
-Sim, mas podemos esperar você terminar de arrumar suas coisas...
-Como sabe que eu não terminei?
-Por que você sempre faz isso Caroline. –Disse em tom de reprovação.
-Se você sabe que sou assim, então porque não me lembrou que o dia de ir para o santuário era hoje?
-Abusada...-Suspirou com um sorriso. –Parece que a cada ano que passa fica pior... –Disse sem desviar o olhar- Vamos logo
Creta, Ieraptera (Grécia).
O sol já começava a dar sinais de despedida, um tom amarelo-alaranjado tomava conta do céu da bela ilha. Misturando-se com a beleza da praia onde Shura se encontrava observando os barcos que navegavam por aquela imensidão azul. O cavaleiro de Capricórnio estava bastante sério, sua expressão ansiosa não negava a vontade de voltar para o santuário e mostrar a sua deusa a sua mais nova discipula.
-MESTRE SHURAAAAAAAAAAA- Berrou uma menina atrás do cavaleiro
-Diga –Sendo retirado brutalmente de seus pensamentos- o quer , Dália?
–Como eu vou levar todas as minhas coisas para o santuário?
Quando o cavaleiro se virou, levou um susto com a imensa pilha de malas que a menina havia feito.
-Você não vai mudar nunca, Dália? –Disse com reprovação. –Já disse que isso é um exagero, não precisará de nada disso. Leve mais a sério.
-Mas eu levo... –Disse em tom baixo.
Shura tinha algumas divergências com sua nova discipula, uma menina muito emotiva e as vezes espalhafatosa, porém o tempo o fez perceber o tamanho potencial que tinha. Possuía grandes habilidades e havia herdado dele a mesma devoção por Athena e por seu mestre. A menina parecia sempre feliz durante os treinamentos, o que embora não demonstrasse alegrava Shura.
-Eu sei que sim. –Disse sem olhar para a menina, fitando o belo crepúsculo- Daqui a pouco o sol vai se por, vamos para o santuário.
-Sim! –Disse bastante animada.
Floresta Negra, Alemanha
O agradável vento frio tocava a face masculina do mestre francês, Camus de Aquário. O cavaleiro estava bastante sério, sobre uma colina observava toda a floresta negra, com vegetão rasteira, grandes vales e grandes campos verdes, com inúmeras ovelhas e outros animais de pasto. Esse havia sido o lugar onde passara os ultimos 8 anos com sua mais nova discípula. Aquário olhava nostálgico para a cidade que embora não fosse sua terra natal , foi onde viveu por quase uma década. Porém, não demonstrava em sua face que continuava sempre indiferente. Estava distante, apenas perdido naquela visão que se acostumara a ter durante todo esse tempo. Aquela menina havia dado( ainda dava) bastante trabalho para o francês.
-No que está pensando mestre Kamus? –Perguntou uma menina ao se aproximar de Aquário.
-Em nada...-Saiu de seu mar de pensamentos.
-Se não estivesse pensando em nada, não estaria tão calado... –Disse de forma displicente.
-Controle sua lingua, Anna.-Disse sério como o de costume. –Agora vamos, senão nos atrasaremos.
-Como quiser, mestre...-Disse com o mesmo tom anterior.
Umeå,Suécia.
Uma cidade fria, ao norte da Súecia, em meio a uma pequena floresta de pinheiros encontravam-se Afrodite e sua discípula afastado de todos. O clima frio agradava e muito o sueco, afinal aquela era sua terra amada. Estava triste por deixá-la, ter de retornar aquele clima infernal do Santuário e encarar os outros cavaleiros não era algo que lhe agradava muito. Estava bastante desanimado, havia terminado de arrumar suas coisas, estava em meio a floresta de pinheiros quando os pequenos grãos de neve começaram a cair. Peixes estendeu sua mão,deixando alguns flocos brancos caírem sobre ela.
-Vou sentir saudade disso...-Disse para si mesmo.
-Mestre Afrodite, estou pronta. –Disse em tom sereno.
-Tudo bem, Cassiael...-Disse enquanto observava os pequenos e frios flocos brancos em sua mão- Só espere mais um pouco...
-Está tudo bem, mestre?
-Sim, não se preocupe. Encontraremos Athena ainda hoje e ela verá o quão bela você é... –Disse abrindo um pequeno sorriso.
-Obrigada...
Santuário, Grécia.
A agitação continuava por todo o grande salão, servos pra lá, cavaleiros pra cá, uma grande correria. Porém, finalmente as coisas já estavam tomando alguma forma, parecia que finalmente ia dar tempo. Saori sabia que eles estavam a caminho, podia sentir as cosmo- energias cada vez mais próximas do santuário e isso deixava a reencarnação da deusa bastante tensa. Após algumas horas de ordens e estresse parece que finalmente estava tudo pronto. Cada coisa colocada perfeitamente em seu lugar.
-Conseguimos há tempo, Athena! –Disse Shun muito satisfeito.
-Sim...
-Aposto que eles vão se atrasar... –Disse Jabu com uma ponta de ciumes.
-Errado... –Sorriu e fitou o cavaleiro de Unicórnio em seguida os grandes portões. –Chegaram...
Imediatamente os grandes portões se abriram, surpreendendo a todos, menos Athena. Lá estavam eles, os doze mestres e agora os novos 12 guerreiros de ouro vestindo as sagradas armaduras douradas. Arrancando olhares e sons de admiração dos servos e surpresa dos cavaleiros de bronze.
-Sejam bem vindos, guerreiros de ouro... –Disse Athena com um belo sorriso enquanto fitava a todos.
N/A: UFA! Demorou mais consegui terminar! Espero que tenham gostado e mandem comentário! Ocorreram algumas pequenas modificações como puderam perceber. Queria tirar todos do Santuário, para que essa fosse a Segunda vez que pisassem lá, não queria que estivessem familiarizados. Espero que tenham gostado e aguardo as reviews!!
Chibi Psique: Oie! Espero que tenha gostado desse capitulo! Hahahaha pode deixar, vou usar seus personagens com sabedoria! Mas tenho o hábito de fazer todos sofrerem um pouco hahahahaa!
Anya-san: De nada! Espero que tenha gostado desse capitulo!
Flan(Lya B): Amore , espero que tenha gostadoooooooooooo desse capitulo!!Vou maltratar só um pouco.
Tenshiaburame: Hahahahaha pode deixarrr, vou fazer o possível para aproveitar todos os personagens enviadoss, afinal é toda uma nova geração de guerreiros!! Espero que tenha gostado desse capitulo!
Estrela Polar: Ok! Anotei a informação! Espero que tenha gostado desse capitulo!
Ero-Kitsune21: Hahahahaha sim sim foi escolhido e realmente dará muitos problemas!! Espero que tenha gostado da aparição dele!
Lune Kuruta: Hahahahah recebi sua review sem problemas dessa vez! Hahaha
De nada! Espero que tenha gostado da aparição nesse capitulo!!Essas coisas ruin sempre acontecem cmg tbm.
Carol Coldibeli: Hahhahaha pronto, agora acho que acertei o nome rsrsrs. Vou preservar a historia toda, só vou mexer na idade de quando ocorram os fatos! Espero que tenha gostado desse capitulo!!
Gostaria de agradecer a todas as reviews, são muito importantes para mim e espero que continuem mandando com sugestões, criticas e elogios para eu ir melhorando a cada capitulo e escrever mais rápido!!OBRIGADO!
