Sozinha
Ele permaneceu sentado no sofá da sala.
"Ela morreu no meu quarto?" Pensou.
-Vou dar uma olhada.
Caminho por um corredor e entrou em seu quarto.
-Você já está pron...? -perguntou abrindo a porta.
Paft!Poft!
Ele foi recebido por seqüências de pancadas por todo o corpo.
-Idiota!-disse ela com a blusa, que antes estava vestindo, escondendo seu corpo dele.
Ele se aproximou dela.
-Saí daqui seu maníaco!-ela gritou o dando um soco.
Que o fez voar pela porta e bater contra a parede.
Ela fechou a porta violentamente.
Escorreu por está.
-Idiota!Por que eu tive que ser salva por esse... Esse...?- ela respirou fundo. -Seria melhor se eu tivesse morrido.
*-*-*-*-*-*
Miroku voltou a esperar na sala.
Passaram se alguns minutos e ela finalmente saiu de seu quarto.
-Obrigada por tudo!-ela disse se dirigindo a até a sair dali o mais rápido possível.
-Deixa!Eu te levo para a casa.-disse ele se levantando e caminhando até onde ela se encontrava.
-Não, obrigada!
Ele segurou o braço dela.-Eu te levo!
Ela não respondeu.
*-*-*-*-*-*
Após, saírem do apartamento e do prédio em si.Não falaram uma única palavra até então.
-Sango...-disse Miroku para amenizar aquele silêncio.
-O que foi?-disse ela friamente.
-Por que você tentou se afogar no lago do parque?-perguntou olhando o rosto dela.
Ainda não conseguia entender como esse rosto podia demonstrar tanta solidão.
-Eu já disse queria morrer.-ela disse isso, como se fosse algo normal de se falar.
-Por quê?
-Por quê?-ela parou de para também parou de caminhar e ficou a fitando.-Eu perdi minha razão de viver.-disse ela isso voltou a caminhar.
Ele ficou vendo a ir embora.
"Eu não consigo entender. Por que tudo isso?"., se apressava para alcança-la.
-Eu não consigo entender. -disse ele segurando o braço dela a fazendo parar por um instante e olha-lo.
-Eu perdi minha mãe quando pequena... Agora eu perdi meu pai, meu irmão... Meu mundo!-ela disse séria.
-Não seja ém perdi minha famí mãe morreu após, me dar à pai, eu o vi sendo assassinado.
-Mas, você tinha alguém para lhe dar a mão. Para dizer eu estou com você. Um amigo... E eu?-ela disse o fazendo soltar seu braço.
-É eu tinha.
Voltaram a caminhar no silêncio.
Um silêncio que , do que o anterior.
E pensava ambos, o porquê de terem contado "traumas" de suas vidas para alguém que nunca vira antes.
-Aqui é minha pode , tchau!-ela disse abrindo o portão.
Ele segurou o braço dela novamente.
-Me larga!-gritou.
-Não.
Ela pisou no pé dele, quem não demonstrou nenhuma dor.
"Será um maníaco esse cara?" Ela começou a ter pensamentos assim...
-Você disse que não tinha nenhum amigo, certo?
-É e daí?
-Amigos se conquistam.
-E eu não sei conquistá-los. -ela disse o empurrando.
Ele se afastou dela. -Tem certeza?Pois, você já me conquistou.
Dizendo isso ele virou se e começou a caminhar a deixando pasma.
Ela fechou o portão e entrou dentro de sua casa.
Caminhou até seu quarto. Olhando tudo a sua volta e vendo que não poderia mais ver seu irmão na sala assistindo tv. Ou o vendo cuidar do jardim. Nem seu pai treinando artes marciais, e muito menos, o vendo na cozinha tentando cozinhar alguma coisa.
Caiu sobre sua cama.
-Eu já te conquistei Miroku?Mas, como eu já o conquistei?-ela disse com o olhar triste e confuso.
*-*-*-*-*-*
Sem perceber e sem saber exatamente o porquê voltou até aquele parque.
E ficou olhando para o lago congelado.
Ela procurava a morte. Queria a morte. A desejava.
Miroku não entendia como uma garota tão bela quão aquela podia ter pensamentos tão sombrios.
Ele a entendia. Ele sabia que a entendia.
Ver seu pai caído morto ao chã anos... Um garoto nessa idade nada , ele mudaria desde o dia em que seu pai deixou esse mundo.
-A morte. Eu não me lembro de ter desejado morrer. Talvez, seja por eu ter o perdido quando era muito novo. -ele disse sem tirar os olhos daquele lago. O buraco que foi feito pela Sango ainda permanecia ali. Mas, ele sabia que logo voltaria congelar. Já que, os dias de invernos nevavam sem parar... Congelando tudo. Até mesmo os corações.
-Morrer... Eu a salvei, pois, observava de , de ela tentar se matar eu tinha notado algo nela.O que poderia ser?
*-*-*-*-*-*
Ela abriu seus olhos algumas vezes.
Levantou de sua cama.E nem colocado o pijama ela acreditar que o que ouvira e o que acontecera fosse correndo as escadas.
-Papai, Kohaku?-gritou descendo as escadas.
Olhou a sala, a cozinha, quartos da casa... Procurou algum bilhete que falariam que eles saíram e logo fossem voltar.
Foi até o o quintal.A garagem... Onde seu pai costumava treinar.Não encontrou ninguém.
-Foi verdade!-disse melancolicamente.
Subiu as escadas.
"Papai... E Kohaku! Quando seus corpos serão achados? Eu gostaria de lembrar de vocês. E quero mostrar que sou forte. Por isso, não irei chorar. Não irei".
Ela tomou um banho, penteou seus cabelos, se vestiu.
-Vou respirar um pouco.-falando isso, saiu.
*-*-*-*-*-*
Caminhava sem rumo.
Novamente.
"Você já me conquistou".Lembrou-se.
Se isso era tudo aquilo havia sido ão, ela conheceu mesmo o pervertido do Miroku.
Ainda não entendia o porquê de ter contado o que lhe aconteceu.
-talvez, seja que naquele momento eu gostaria de ser desabafar.
Sem perceber voltou ao parque.
Olhou fixamente para o lago.
-Minha vida acabou.-ela disse triste.
Hoje ela havia faltado na escola... Era seu último ano no se formar daqui a três ém ajudava seu pai na loja.
E agora?
Como tudo seria?
Uma leve brisa tocou seu olhos pareciam querer , não , fosse lábios eram sérios.Não demonstrando um único sorriso.
Seus sonhos pareciam ter acabado.
Seu mundo se foi.
Se houvesse alguma forma de isso tudo não ter acontecido.
De se desfazer.
Sentiu novamente o parecia beijar sua face.
Sentiu alguém segurar sua mão.
Assustou-se e ferozmente virou para olhar quem atrevera fazer se ao ver Miroku.
-O que faz aqui?-ela perguntou com a voz gélida.
-Eu sabia que a veria aqui.
-Não queria encontrar ninguém.
-Mas, fui eu que te encontrei.
-Não importa!Eu quero ficar só.
Outro silêncio.
-Eu sei como se sente!-ele disse olhando o lago também.
-Não sabe!-ela berrou.
ém, não tenho famí meu pai quando tinha sete meus amigos... Kagome, sua famí... , mesmo assim não era ém, eles me ajudaram muito.-ele não sabia o motivo de contar isso a ela.Só apenas, sabia que deveria contar.-E eu quero te ajudar!-ele disse olhando para ela.
Ela o olhou sé, seu rosto não tinha alguma expressão certa.Só se sabia que era uma expressão de alguém só.
-Já não lhe disse que já me conquistou?-ele se aproximou dela.
Ela deu um passo para trá se aproximou mais.-Eu não lhe disse que quero ajuda-la?Então, por que não quer que eu a ajude?-ele segurou os braços dela.-Por que se rejeita a ser uma amiga?A me deixar ser seu amigo?
Ele a puxou contra seu corpo.A abraçando.
-Amigo?-ela repetiu.
Ele não respondeu.
Ela o abraçou até chegou a estranhar tal atitude, pois, pensou que ela o jogaria dentro do lago e o deixaria morrer. Padecer!
-Eu quero ajudá-la a superar essa dor.-ele disse sorrindo.
Ela se afastou.
"Por que ela não chora igual às outras garotas? Por que ela não ri? Sorri".
-Obrigada!-ela se afastou completamente. -Ela respirou fundo.-Eu já vou!
-Espera!-disse ele.
Que sem perder a vez. Passou lhe a mã mais socos, mais tapas.
-EI!
-Ei, nada, é para aprender. -ela disse séria.
Ele sorriu massageando o rosto.
Ela ainda demonstrava aquele rosto frio.
-Espero te ver novamente. -ela disse enquanto, caminhava para ir embora.
-Eu também!
"E você nem poderia imaginar o quanto".
Pensou a vendo ir embora.
Continua...
Muita boa noite a todos! Depois de quase uma semana eu voltei, eu acabei me dedicando um bocado em DUH e depois me deu uns cinco minutos e eu comecei a escrever uma nova fic... – Dani termine as que você ainda não terminou menina!- Mas, sinceramente, é mais forte do que eu. A nova fic tem uma estrutura muito boa, normalmente as minhas histórias só possuem um começo que eu desenvolvo com o tempo. Ela é como DUH. Essa nova fic é divertida de escrever. Eu me diverti. Logo que eu terminar DUH eu vou postá-la, enquanto isso eu vou a adiantando.
Agora falando de Sozinha, eu adoro essa fic, porque ela é muito sutil e muito fofa. Tudo acontece de uma forma dramática e ao mesmo tempo doce. Não sei explicar. Mas sempre gostei dela. Esse é o segundo capítulo, tem mais três, ou seja, o próximo já é o antepenúltimo. Afinal, é uma shortfic.
Agora aos agradecimentos, eu estou tão feliz de ver que recebi comentários. O pessoal geralmente gosta do casal Inuyasha e Kagome, então quando a gente escreve algo diferente há um público menor. Ainda mais agora que o pessoal lê fanfics pelo orkut, então acho que o de alguma forma está perdendo um pouco seu espaço no Brasil. Nos EUA ele continua a todo vapor eu imagino.
Cosette. – Obrigada minha amiga por sempre ler minhas histórias, por opinar sempre e dizer o que acha de verdade. Adoro quando você tenta adivinhar o final da história! Suas idéias sempre são extremamente fascinantes. Realmente eu me baseei na história do anime para mostrar a solidão da Sango. Eu lembro que a escrevi perto da época que passou esse capítulo. Acho que é o jeito espontâneo do Miroku que vai ajudar a Sango. Obrigada, super beijos, boa semana, até mais.
Nadinha. – Oi, beleza? Mais uma vez você me acompanhando e me deixando super feliz. Essa história eu a adoro, gosto dela porque é algo que acontece de forma sutil e bonita. Espero que a cada capítulo você goste dela mais e mais! Super beijos, boa semana, obrigada sempre, até.
Callope. – É uma maravilha ver um nome novo lendo a minha história. Me deixa ainda mais animada. Espero que você tenha gostado ainda mais desse capítulo. A história é doce. Ah! Poética? Obrigada! Obrigada mesmo. Tenha uma boa semana, valeu, beijos e até.
Gente agora eu vou indo.
Super beijos
Dani
