Meninas obrigada pelos avisos, mas por enquanto não posso revisar estou estagiando de manha e estudando a tarde, a noite é cheio de trabalhos. Então vou postando, depois eu arrumo. Mas obrigada e desculpa pelos erros. Mas realmente não da para arrumar todos, tentei o maximo fazer isso em pouco tempo, porém sempre escapa algum.

Cena 02 -

As luzes do castelos brilhavam no meio das escuridão daquela noite. Não havia estrelas e nem lua naquela noite fria. Mas a vida dele sempre era assim. Sozinho. Sentava em cima de uma pedra, o chão estava coberto por neve. Ele porém gostava, sentia-se bem com silêncio, com a escuridão. Sua única luz estava longe naquele momento.

Dentro do castelo uma garota de cabelos vermelhos e olhos verdes voltava para torre da grifinória quando o viu. Lá estava ele sozinho de novo. Ela odiava a tristeza que ele vivia. Não importava quantas vezes tentava animar a vida dele, as surpresas ou passeios, ele sempre acaba ficando só. Mas não esta noite.

Subiu correndo para torre largou os livros sobre a sua cama, ignorou suas amigas dizendo que depois voltava e correu para cozinha. Era amiga dos elfos e conseguiu logo uma cesta para um piquenique noturno, era contra as regras e ela odeia quebrá-las, mas não podia o deixar sozinho.

Severo observava a escuridão, tão concentrado que não percebeu a aproximação da garota. Estavam no 3 ano em Hogwarts e ainda eram amigos apesar de casas diferentes.

- Sev? - chamou a menina se colocando na sua frente

Ele encarou aqueles olhos lindos e a solidão sumiu. Ela tinha esse poder sobre ele. Era impossível não se animar com a garota, era surreal não gostar dela. Seu coração sempre acelerava, suas mãos soavam frio, o mundo ficava sem cor, porque a única coisa que importava estava ali.

- Li o que estas fazendo aqui? - ele olhou para aquela menina sorridente – Esta frio – ela deu de ombro

- Você está aqui, não? - antes de ele reclamar completou – Vamos fazer piquenique e se fores reclamar trouxe um livro para estudarmos

- Lilian – ele suspirou – Vem vou te ajudar

Estenderam a toalha sobre a neve, espalharam as comidas e abriram o livro de porções numa poção complicada que só aprenderiam daqui alguns anos, ficaram ali conversando, comendo, rindo e estudando. O toque de recolher já havia tocado, mas não se importaram estavam bem ali juntos.

Os braços do garoto estavam sobre os ombros da ruiva, esta por vez tinha sua cabeça apoiado no moreno. Era um abraço aconchegante e gostoso, ali o frio não entrava.

A ruiva pegou a ultimo sapo de chocolate e comeu. Enquanto comia o garoto não tirava os olhos dela e de repente começou a rir.

- O que foi Sev? - perguntou a menina tentando parecer irritada

- A sua boca esta suja Li – falou rindo – Esta parecendo a Petunia comendo sorvete aquela vez no parque

- Para Sev – brigou a menina, levou as mãos ao rosto – Deu? - O menino negou – A que fique sujo

- Que ajuda? - debochou ele, recebeu um tapa de volta

- Vou lavar meu rosto no lago – A menina se levantou e foi até a margem calmamente. Ela se abaixou e acabou tropeçando e caindo dentro dele.

- LILIAN – berrou o garoto correndo ate lá, tudo estava escuro. Não se enxergava nada. Cadê ela? Pensava freneticamente. Ele procurava um solução, mas não achava nenhuma, seu coração parou de bater, sua respiração saia de forma irregular. Quando viu a menina aparecendo mais no fundo no lago – LILIAN – agora o berro foi de raiva e alivio

- Esta frio Sev – falou a menina tremendo – Um seriano me ajudou – O menino não ligou para o frio e entrou no lago para ajudar amiga. Se encontraram no meio do caminho e foi ali que percebeu que amava Lilian Evans.

- Li – falou afastando um mecha do cabelo ruivos daquele rosto que adorava. Foi se aproximando com os olhos fixos naqueles misteriosos verde vivos. Seus corpo estavam grudados, enxergados e tremendo de frio. Quando os lábios se tocaram

A noite fria era um pleonasmo no momento. O beijo era casto no inicio, se transformou em algo mais urgente. O garoto deixou se extinto dormia e pediu passagem com a língua, a ruiva concedeu. Quando estas se encontram um mar de emoções uniu o casal, seus corações batiam no mesmo ritmo, suas respirações eram dispensáveis, as mãos do garoto estavam em sua cintura a trazendo para mais perto a dela se encontrava em seu pescoço. Os dois unidos num mar de emoções. Quando se separam apenas sorriram e voltaram para a toalha de piquenique, pois palavras não precisavam completar aquele momento. Os dois sabiam que nunca passariam de amigos, mas não queriam encarar a realidade naquele estante. Apenas curti a noite entre beijos e carinhos