CAPITULO DOIS
Na manhã seguinte Rony (adulto) acordou bem cedo, já começava a imaginar que o dia seria ótimo, com cuidado para não acordar a esposa ele foi até onde estava sua mochila, a pegou e seguiu para fora do lugar, não demorou muito e já estava fora da sala precisa, pode ver que eram poucas pessoas que andavam pelos corredores, a maioria eram adolescentes do sétimo ano que estavam mais acostumados a acordar cedo, diferente dos primeiros anos, em alguns minutos já estava de frente para o quadro da mulher gorda, por sorte sabia a senha, entrou e seguiu para o dormitório de seu filho, colocou um relógio no criado mudo e saiu do dormitório, seguiu para os aposentos das meninas e colocou o mesmo objeto no criado mudo da filha, já havia feito algo assim com eles e teria certeza que eles acordariam da melhor forma possível.
Assim que terminou tudo voltou para a sala precisa, tinha certeza que sua esposa o repreenderia por ter feito aquilo, ao chegar na sala precisa encontrou Molly (avó) indo em direção de uma porta que ele nem havia lembrado existir.
— Onde estava a uma hora dessas? — Perguntou Molly (avó) confusa.
— Estava apenas dando uma volta, Hermione já acordou? — Perguntou Rony.
— Não sei, por enquanto os únicos que eu sei que acordaram foram nós dois e seu pai, que ainda esta lá em cima. — Falou Molly (avó) entrando definitivamente no cômodo da porta em que estava indo.
Rony foi em direção as escadas e assim as subiu, antes que chegasse ao seu quarto ouviu uma das portas que havia passado do lado se abrir e ao olhar viu sua irmã saindo devidamente vestida.
— Já acordado Rony? Que milagre é esse? — Perguntou Gina.
— Só fui dar uma volta, Harry esta dormindo? — Perguntou Rony.
— Esta e vai continuar dormindo por um bom tempo, esta bem cansado. — Falou Gina dando as costas a ele e seguindo para as escadas.
— Tomara que seja por causa da luta da noite passada. — Sussurrou Rony para si mesmo enquanto entrava no próprio quarto, no mesmo instante percebeu que Hermione já havia acordado, seu olhos estavam abertos e ela estava deitada de bruços, estranhou aquilo — Bom dia! — Falou Rony sorrindo.
— Bom dia. — Falou Hermione bem baixinho, se ela tivesse falado um pouco mais baixo, Rony teria certeza que não a escutaria, se aproximou da esposa e tirou de cima dela a coberta, podendo ver a mancha roxa por quase toda a extensão de suas costas.
— Você esta bem? — Perguntou Rony tendo certeza que ela falaria que não e estava mesmo certo, e ele estava certo, ela negou com a cabeça como resposta — Não consegue levantar? — Perguntou Rony enquanto se sentava na lateral da cama.
— Nem quero. — Falou Hermione — Ta doendo muito Rony. — Choramingou Hermione enquanto virava o rosto para o lado contrario ao dele.
— Você tem que ao menos tomar café Hermione, não pode ficar o dia todo ai deitada choramingando de dor. — Falou Rony fazendo um leve carinho nos cabelos bagunçados da esposa.
— Não estou choramingando. — Falou Hermione convicta, é claro que o orgulho dela inflaria naquele momento, Hermione nunca mudaria.
— Olha, eu vou descer para pegar um pouco de café para você e chamar a Madame Pomfrey, você não pode ficar o dia todo ai deitada, sentindo dor. — Falou Rony enquanto ia em direção da porta.
— Não, chame a Astória, ela vai saber resolver isso. — Pediu Hermione fazendo uma cara de dor ao tentar se levantar e por isso acabou por sentir mais dores ainda.
— Tudo bem, já volto, ao menos se veste né. — Falou Rony enquanto saia do quarto e fechou a porta atrás de si, olhou pelo corredor e o mesmo estava vazio, seguiu para a cozinha, encontrou Molly (avó) e Gina conversando — Podem prepara um café especial para mim? — Perguntou Rony fazendo com que as duas arqueassem as sobrancelhas ao mesmo tempo.
— Querendo fazer uma surpresa para a Hermione? — Perguntou Gina sorrindo.
— Não, mas é que ela não esta bem e não vai consegui descer para comer. — Respondeu Rony.
— Como assim não esta bem? — Perguntou Molly (avó) começando a ficar preocupada.
— A coisa foi tão agitada assim na comemoração da noite passada? — Perguntou Gina maliciosa, o ruivo apenas revirou os olhos por ter ouvido aquilo, todo Weasley tinha a mania de ser malicioso e Gina não era diferente.
— Quem me dera tenha sido isso, o fato é que ontem a Hermione acabou trombando com Greyback, e ela acabou se machucando, bateu as costas com força, eu consegui atrasar a dor por um tempo, mas ela voltou com toda a força agora. — Falou Rony — Ela vai ter que ser consultada por Astória. — Falou Rony como se essa fosse a única opção que eles tinham.
— É melhor mesmo, antes que algo pior aconteça, eu vou preparar um café bem leve e já levo para vocês. — Falou Molly (avó) para o ruivo que assentiu e voltou para o andar superior, foi até a porta do quarto dos Malfoy e bateu na porta algumas vezes, depois de mais uma tentativa viu Draco abrir a porta coçando os olhos de sono.
— O que foi Weasley? — Perguntou Draco aparentemente aborrecido.
— Eu poderia falar com sua esposa? — Perguntou Rony educadamente.
— O que exatamente você quer com a minha esposa? — Perguntou Draco.
— Não é isso que você esta pensando Malfoy, a minha mulher já é o suficiente, o fato é que ela não esta bem e precisa dos serviços de sua mulher. — Falou Rony detalhadamente, Draco assentiu como forma de dizer que havia entendido.
— Eu aviso a Astória, daqui vinte minutos ela vai até seu quarto. — Falou Draco fechando a porta logo em seguida.
— Obrigado. — Falou Rony observando a porta de madeira, o loiro havia fechado na sua cara.
— De nada. — Falou Draco do outro lado da linha, Rony piscou algumas vezes confuso, pelo jeito ele havia escutado, seguiu para seu quarto onde a esposa ainda estava deitada, com cara de dor, ficou a fazer carinho nos cabelos ondulados, minutos depois Molly (avó) entrou no quarto com uma bandeja de café da manhã, Rony olhou de relance e percebeu que aquilo faria bem para sua mulher, ela deixou a bandeja no canto da cama e desejou melhoras para Hermione.
Rony se levantou e pegou a mochila que havia deixado no canto do cômodo, pegou um vestido da esposa que estava ali e voltou para a cama, se sentou e pensou em um jeito que ajudaria Hermione a comer e se vestir, ela não havia feito o que ele havia pedido antes de sair do quarto, mas ela tinha que se vestir.
— Vamos Hermione, senta aqui. — Falou Rony apontando para o espaço que existia entre suas pernas, viu a mulher olhar para onde ele apontava e ficar irritada no mesmo instante.
— Ronald, não é hora para isso. — Falou Hermione irritada.
— Não é nada sobre sexo, é só pra você sentar aqui ué, precisa se vestir. — Falou Rony — E comer. — Prosseguiu o ruivo vendo a esposa dar de ombros, ela não queria fazer o que ele pedia.
Soltando um longo suspiro e ruivo se curvou por cima da esposa, colando seu peito nas costas dela, ele passou o braço direito por baixo do corpo dela e a puxou para mais perto de si, colando seus corpos para logo em seguida se sentar fazendo com que ela fizesse o mesmo, a ouviu gemer de dor por todo o momento em que seu corpo se mexia.
Ele se sentou um pouco para trás, enquanto ela ficava no mesmo lugar, pegou um travesseiro e o deixou em pé na frente de seu peito, puxou a mulher um pouco para trás, fazendo com que ela ficasse mais confortada no travesseiro, se esticou um pouco para pegar o vestido que havia deixado de lado na cama.
— Levanta os braços. — Falou Rony — E se você não fazer isso eu farei a força, e tenho certeza que vai doer mais ainda.
Hermione no momento que escutou aquilo levantou os braços, não estava afim de sentir dor é claro, mas a sentiu do mesmo jeito ao levantar os braços bruscamente, Rony colocou o vestido nela delicadamente, teve que levantar o corpo da mulher para que a roupa fosse até o meio de suas coxas.
— Ótimo, ao menos já esta apresentável para ser consultada, hora de comer. — Falou Rony pegando a varinha que estava no bolso e com um aceno fez com que a bandeja de comida fosse até a frente da esposa, que observou tudo o que tinha na bandeja que no caso estava empanturrada de delicias.
— Diga o que minha mãe colocou de bom ai. — Falou Rony já que ele não conseguia ver a bandeja direito.
— Suco de abóbora, eu acho ao menos, aqui tem torradas e cookies, queijo branco e varias frutas picadas, você por acaso falou para sua mãe que eu não estava bem? — Perguntou Hermione desconfiada.
— Não, apenas falei que você estava machucada. — Falou Rony — Porque? — Perguntou Rony confuso.
— Rony, esse é o famoso café leve para pessoas que estão doente, nada de gordura, nada de açúcar e resumindo isso é como se fosse uma dieta, tudo natural e light. — Falou Hermione sorrindo.
— Eu vou começar pelos cookies. — Falou Rony enquanto pegava um cookie e comia, estava um pouco sem gosto, não estava do jeito que ele gostava — Não gostei.
— Eu sabia que você não ia gostar, Rony tudo aqui é praticamente light, você não gosta de coisas assim, as vezes eu penso que você não me escuta. — Falou Hermione enquanto tomava um copo de suco — Tenho que concordar que suco de abóbora não fica muito bom sem açúcar.
— Eu vou querer um pouco das frutas então. — Falou Rony enquanto pegava a taça que continha as varias frutas picadas em pequenos pedaços, comeu muito, mas tinha certeza que aquilo ficaria bem melhor com leite condensado, depois de ter comido bastante colocou a taça no lugar, não demorou muito e muito do que tinha na bandeja antes já não tinha mais.
Assim que ouviu batidas na porta Hermione deu a permissão que entrassem, Astória assim que viu a forma que estavam ficou com as bochechas rosadas, os dois tinham certeza que ela falaria que voltaria depois.
— Ér, eu vou... — A morena já não pode terminar de dizer.
— Não precisa, só a estava encorajando a comer. — Falou Rony enquanto se levantava com cuidado para não machucar a esposa, foi até a porta sendo observada pelas duas mulheres — Eu vou dar privacidade a vocês. — Falou Rony enquanto saia do quarto, se encontrou com Draco ao lado da porta.
— Draco, pega a minha bolsa, lá pode ter alguma poção que a ajude, se não teremos que pedir a Madame Pomfrey ou ao Prof. Snape. — Falou Astória para o marido que assentiu, ela ficou na porta esperando o marido voltar com a bolsa o que não demorou para acontecer — Obrigado, desçam para tomar café. — Falou Astória para os dois que assentiram e foram em direção da cozinha, não demorou muito e já tinham varias pessoas sentadas na extensa mesa.
DORMITÓRIO MASCULINO
Todos dormiam tranquilamente, mesmo que não tivessem feito muita coisa na noite passada haviam chegado cansados, eram mudanças repentinas demais para apenas uma noite, principalmente para os Weasley e para Harry, já que entes queridos haviam voltado a vida depois que eles já estivessem acostumados e aceitado a perda, haviam pensado por muito tempo como seria suas vidas dali para frente.
Harry abriu os olhos lentamente, não estava com vontade alguma de levantar, a noite passada havia sido tensa demais, a dor que sentiu ao ter Voldemort dentro de si era pior que qualquer uma maldição da tortura, era pior que as dores de sua cicatriz, havia sentindo como se seu corpo tivesse sido invadido a força e que por não agüentar aquilo e por isso seu corpo explodiria de dentro para fora, havia dormido tranqüila, como uma pessoa normal, nada de pesadelos, nada de imagens estranhas como se ele estivesse mesmo em um lugar ou como se ele estivesse invadindo a mente de Voldemort. Se sentou apenas para poder abrir as cortinas de seu quarto, nem havia colocado os óculos ainda, enquanto os pegava seus olhos foram se acostumando com a claridade, olhou em volta para ter certeza de que ninguém havia acordado, todas as camas estavam fechadas pelas cortinas de cores vermelhas vinho.
Voltou a se deitar e os pensamentos começaram a fluir em sua cabeça, como sempre o mesmo assunto voltou átona, como seria dali para frente, começava até a sentir um tanto quanto de preocupação, será que aquelas mudanças afetariam o futuro de uma forma trágica, o que aconteceria com sigo, será que James, Lily e Alvo chegariam a nascer?
Um barulho estranho o tirou de seus pensamentos, olhou a procura do que fazia o tal barulho e viu que era um relógio em cima do criado mudo de Hugo, achou aquilo estranho, nunca havia visto aquela coisa ali e mesmo que aquilo já tivesse acontecido como ele esqueceria de um barulho tão irritante.
Harry se levantou e foi até o mesmo, vários meninos já haviam aberto as cortinas para saber o que era aquilo.
— NÃO FAÇA ISSO. — Gritou Hugo no momento em que ele pegou o relógio na mão e havia apertado o botão que provavelmente acabaria com todo aquele barulho, mas ele não pensou que o objeto poderia criar vida própria e fugir de suas mãos fazendo com que o barulho ficasse mais alto ainda — Ai não, alguém pega essa porcaria e joga na parede, quebra. — Falou Hugo enquanto se levantava e jogava o travesseiro no objeto, mas o mesmo desviou, o ruivo subiu em sua cama e começou a pular na mesma para tentar pega-lo.
— Hugo não precisa ficar tão preocupado assim, o que mais pode acontecer? — Perguntou Miguel como se fosse obvio, no momento em que ele disse aquilo o objeto parou, o barulho cessou, os meninos já estavam voltando a se deitar quando uma nuvem preta se formou dentro do quarto.
— Há não, isso não ta acontecendo. — Falou Hugo, só de ver a cara do menino todos entenderam que algo bom não aconteceria, ouviram barulhos que pareciam ser de uma tempestade bem forte, todos olharam para a janela ao mesmo tempo, mas pelo que viram lá estava ensolarado, olharam para cima e viram que o objeto causou aquilo, no momento seguinte começou a chover no quarto — Alguém para essa coisa. — Falou Hugo, o menino já estava com os cabelos encharcados, não apenas ele, mas todos os outros também.
— Finite encantatem. — Falou Miguel apontando a varinha para o relógio, a chuva apenas piorou, em um movimento rápido Fred II pegou um bastão de batedor e com força acertou o relógio que foi jogado na parede e se quebrou, no momento em que ele quebrou tudo parou.
— Você é demais Fred, merece meus parabéns. — Falou Hugo se jogando na cama.
— O que foi aquilo? — Perguntou Felipe confuso.
— Uma das brincadeiras do meu pai, ele tem mania de fazer a gente acordar já se movimentando e tudo, sabe, sem preguiça. — Falou Hugo.
— Seu pai é maluco. — Falou Fernando.
— Uma vez ele fez com que eu corresse atrás da porcaria do relógio pela casa inteira, eu tenho certeza que ele fez no quarto das meninas também. — Falou Hugo enquanto se levantava e ia em direção do banheiro.
Todos olharam para Rony com um olhar fulminante.
— O que foi? Eu não fiz nada ué. — Falou Rony dando de ombros.
(autora aqui: Gente eu não vou fazer a versão do quarto das meninas porque vai acontecer a mesma coisa, espero que tenham gostado dessa parte)
DORMITÓRIO MASCULINO (SONSERINA)
Astória acordou normalmente, daquela vez não foi por alguém ter lhe acordado, não foi por causa de susto, seu corpo estava revigorado, tinha forças para gastar durante a tarde inteira, abriu os olhos e no mesmo instante os fechou, sentia que estava no lugar mais confortável do mundo, mas percebeu que aquela não era sua cama, abriu os olhos lentamente e ao se mexer um pouco sentiu ser abraçada forte, levantou o rosto e viu Draco dormindo tranquilamente, estava um tanto possessivo pelo modo que a abraçava.
— Cachorro. — Sussurrou Astória para si mesma enquanto voltava a deitar a cabeça confortavelmente no peito do loiro.
— Já acordou? — Perguntou Draco fazendo com que a morena arregalasse os olhos, pensava que ele estava dormindo ainda.
— Não, ainda estou dormindo não ta vendo? — Perguntou Astória revirando os olhos.
— Vejo que acordou de mau humor, será que é mestruação? — Perguntou Draco rindo, ele ainda estava de olhos fechados.
— Seu idiota, eu deveria ter ido para o meu quarto, porque não me acordou? — Perguntou Astória se sentando.
— Porque acordaria? Estava dormindo tão bem. — Respondeu Draco dando de ombros.
— Idai? Eu tinha que ir para o meu dormitório e você sabe disso, se alguém descobre que eu dormi aqui estamos ferrados Draco, nós dois. — Falou Astória.
— Ainda é bem cedo, suas amigas ainda não devem ter acordado, vai para seu dormitório, faz sua higiene matinal e eu lhe encontro no grande salão. — Falou Draco.
— Você ao menos poderia ter certeza que seu companheiro de quarto esta dormindo? Para eu poder ir. — Falou Astória.
Draco abriu os olhos e logo em seguida levantou um pouco a barra da cortina, olhou para a cama em que Cedrico estava dormindo e a viu completamente arrumada, pelo jeito ele havia saído bem cedo.
— Ele já acordou e já saiu, o que significa que não tem perigo, até o grande salão. — Falou Draco enquanto via a namorada se levantar e ir em direção da porta, saindo logo em seguida, mas não deixando de olhar para os lados para ter certeza de que ninguém estava passando por ali.
O loiro se levantou e foi para o banheiro do quarto, fez sua higiene matinal e após arrumar a cama ele seguiu para o grande salão, estava bem vazio o lugar, o que seria ótimo para ele, o menino tinha certeza que a namorada iria demorar par descer.
SALA PRECISA
Na cozinha da sala precisa já estavam todos sentados a mesa, cada um com seu par ao seu lado, Molly (avó), Lily (avó) e Gina faziam o café, enquanto James (avô) e Arthur (avô) conversavam principalmente sobre Harry, o ruivo contava tudo o que sabia do menino, das aventuras dele, do jeito que ele era educado com qualquer pessoa antes de saber que tipo de pessoa era.
— Porque o Harry ainda não desceu? — Perguntou Lily (avó) para a esposa do homem que seria seu o futuro de seu filho, ela sorriu antes de responder, um sorriso que indicava que ela ria por causa do motivo da demora do moreno.
— Ele só esta cansado, é normal isso acontecer. — Respondeu Gina.
— Mas porque cansado? — Perguntou Lily (avó) desconfiada.
— Isso é normal, lembra do que o Lúcifer disse ontem? Que ele exagera na magia, deve ser isso. — Falou Gina dando de ombros — Uma ótima desculpa Gina, é isso ai, existe forma melhor para aprender a mentir para a sogra do que na pratica? — Pensou Gina sorrindo para si mesma.
— Então Tonks, agora que você vai fazer parte da família maroto, me diga sobre você, já esta acostumado com o humor extremo de Sirius e a falta de humor de Remo? — Perguntou Dorcas sorrindo largamente.
Sirius e Remo se olharam imaginando a resposta de Tonks, a mulher deu um sorriso antes de responder a amiga de seu namorado.
— Já estou acostumada com Sirius Black, e sobre o Remo, acho que ele sabe ter humor nas horas certas, mesmo as vezes sendo exagerado em certos assuntos. — Falou Tonks ainda sorrindo e dando de ombros.
— Sei como é, naqueles momentos que deve dar risada, mas prefere dar lição de moral ou dizer que é errado. — Falou Dorcas sorrindo.
— Digamos que eu tenha um jeitinho de dar a volta pela lição de moral do Remo, não é tão difícil, mas tem que ter as palavras certas. — Falou Tonks dando de ombros e olhando para seu prato onde tinha torradas que pareciam ser ótimas.
— Muito engraçadinha Tonks, só não fique vermelha para não ficar na cara de que em parte você deu a volta por minha lição de moral. — Sussurrou Remo com o copo de suco na frente da boca, ele olhou em volta para ter certeza de que ninguém olhava para ele.
Ele estava distraído quando viu a mão de Sirius deslizar pela mesa e depois voltar para perto da mão de Marlene, olhou na mesa e viu que ele havia deixado um pedaço de pergaminho que no primeiro momento ele pensou estar em branco, o pegou e viu que do outro lado estava escrito algo, leu com o pensamento.
Já contou pra Tonks da Dorcas?
Ele olhou para o amigo e assentiu com a cabeça, o moreno não disse mais nada, nem mandou nenhum recado, voltou apenas a conversar com Marlene.
— Bom dia. — Falou Harry (adulto) entrando na cozinha coçando os olhos, Lily (avó) ao ver aquilo não pode deixar de sorrir, mesmo ele já sendo um homem feito não pode deixar de vê-lo como um menino que acabara de acordar para ir a escola e estava com preguiça, ou melhor, com sono.
— Bom dia. — Falaram Gina e Lily (avó) observando o mesmo se sentar ao lado do cunhado que olhou para ele curioso.
— O que foi? — Perguntou Harry para Rony que ainda o olhava.
— Nada só nunca pensei que seu cabelo um dia ficaria pior, você me surpreende a cada dia em Harry. — Respondeu Rony dando mais atenção ao seu café.
— Você vai ficar surpreso quando eu for lhe dar um soco idiota. — Falou Harry mau humorado, pegou a jarra de suco e serviu um pouco em seu copo, bebendo logo em seguida.
— Gina ta mestruada? — Perguntou Rony sussurrando fazendo com que o moreno quase que se engasgasse.
— Eu não sei, pergunte a ela ué, até ontem não estava, porque? — Perguntou Harry confuso.
— Só isso poderia ser o motivo do seu mau humor. — Falou Rony dando de ombros.
— Hoje você esta inspirado novamente em, a noite foi boa? — Perguntou Harry sorrindo.
— Até que foi. — Respondeu Rony dando de ombros.
— Há é, quando eu estava descendo Astória pediu para avisar que Hermione já esta melhor e que daqui a pouco estaria descendo. — Falou Harry observando a esposa colocar cereais em seu prato — Ué, cereal? — Perguntou Harry para a esposa que assentiu — Porque?
— Eu me lembro que você tinha energia o suficiente para fazer todas aquelas coisas na época escolar, come cereal para que aquela energia volte e para que assim você não fique com essa cara de zumbi. — Falou Gina.
— Muito engraçadinha você. — Falou Harry com cara de poucos amigos, a ruiva sorriu e colocou outro prato na frente do moreno enquanto pegava o prato de cereal para si.
— Esta vendo, já esta mau humorado. — Falou Gina.
— Talvez seja porque não dormi direito. — Falou Harry como se fosse a coisa mais obvia do mundo.
— A culpa não é minha. — Falou Gina dando de ombros.
— Você também não dormiu tanto e esta ai, como se não estivesse com sono. — Falou Harry comendo um pedaço de torrada logo em seguida de ter dito aquilo.
— A diferença entre mim e você é que eu tenho meus métodos e sei mentir melhor. — Falou Gina.
— Resumindo você esta usando maquiagem. — Falou Harry gesticulando com as mãos.
— Exatamente. — Falou Gina sorrindo.
Logo depois entrou pela porta as meninas e os meninos que estavam dormindo na torre da Grifinória, eles deram a volta na mesa e ao mesmo tempo ficaram a olhar para Rony (adulto) com cara de que não haviam visto graça alguma.
— Foi muito boa essa em pai, muito boa. — Falou Hugo se sentando em um lugar vago.
— Eu vejo que deu certo, você finalmente lavou o cabelo. — Falou Rony (adulto) para o filho que olhou para ele com cara de poucos amigos.
— Fez até comigo. — Falou Rose indignada.
— Quando foi que eu não fiz? — Perguntou Rony (adulto) dando de ombros.
— Vai ter volta. — Falou Hugo.
— O que vai ter volta? — Perguntou Hermione aparecendo na porta da cozinha na companhia de Astória que foi para o lado do marido que até agora estava em silencio.
— Nada. — Falaram Rose, Hugo e Rony (adulto).
— Qual foi o milagre que aconteceu para você tomar banho de manhã? — Perguntou Hermione (adulta) indo até o filho e dando um leve beijo na cabeça dele, passando as mãos nos cabelos que estavam úmidos.
— Achei melhor tomar um banho. — Falou Hugo dando de ombros observando a mãe ir para longe — Ainda mais depois daquele outro banho gelado. — Sussurrou Hugo bebendo suco e olhando ameaçadoramente para o pai que retribuiu o olhar.
— Senta aqui filho. — Falou Lily (avó) segurando Harry (adolescente) pelos ombros e o fazendo se sentar ao lado de James (avô), a ruiva foi colocando varias coisas no prato do menino.
— Lily eu acho que já chega né, ao menos para o café de hoje, pela magreza que ele tem de sobra eu não acho que ele coma tudo isso. — Falou James (avô) observando o tanto de coisas que tinha no prato.
— Você não era nenhum fortão quando tinha 15. — Falou Lily (avó) para o marido que deu de ombros.
— Mas eu continuo achando que ele não come tudo isso. — Falou James (avô).
— Ele tem razão. — Falou Harry (adolescente).
— Como eu posso saber? A ultima vez que eu o vi ele comia até pedra se deixasse. — Falou Lily (avó) frustrada.
— Eu espero que vocês não tenham deixado um bebê fazer isso. — Falou Harry (adolescente) olhando para o pai e a mãe.
— O Sirius tratou de colocar um pouquinho de limão em cima da pedra para o gosto não ficar tão ruim. — Falou Remo sorrindo.
Harry (adolescente) ficou um tanto quanto constrangido, nunca pensou que ter seus pais ao seu lado seria daquela forma.
— Vocês não sabe o que é perder um filho, ou melhor, ser tirada do seu filho. — Falou Lily (avó) magoada.
— Sei como isso é ruim. — Falou Astória fazendo com que todos olhassem para ela confusa, antes que ela pudesse começar a dizer, Draco se levantou e tratou de sair da cozinha, deixando a esposa ali para explicar o fato de ela ter dito aquilo.
— Como assim? — Perguntou Molly.
— Bom, é que eu já perdi um filho. — Falou Astória surpreendendo aos filhos, eles não sabiam daquilo, nem ao menos desconfiavam — Ocorreu um aborto, eu nem sabia que estava grávida, só sei que eu estava no meu escritório, ai eu fui beber água e logo em seguida ocorreu a um aborto, foi antes de vocês nascerem. — Falou Astória ao ver que Cath perguntaria algo.
— Sua água estava batizada. — Falou Helena (adulta) para a morena que assentiu com a cabeça.
— Isso por acaso tem haver com sua irmã? — Perguntou Harry (adulto) um tanto quanto curioso.
— Eu não sei, nunca tivemos certeza, mas Draco acha que sim, ele não gosta de falar sobre disso e por isso saiu daqui. — Explicou Astória.
Harry (adulto) começou a pensar na noite em que havia visto Draco como nunca havia visto antes.
Harry estava dando uma volta pelo beco diagonal na companhia de sua esposa, afilhado, cunhado e de Hermione, havia sido um pedido de Teddy o passeio, ele gostava de dar varias voltas por aquele lugar, sempre quando estavam perto do caldeirão furado o menino só faltava os deixar sozinho e sair correndo em direção do bar.
— Dinho, vamos ali. — Falou Teddy apontando para a loja de Olivaras, ele nunca decorava as lojas pelo nome, apenas as decorava pelo que era vendido e pelo que havia percebido o menino estava fascinado por uma varinha de verdade que fizesse feitiços iguais aos de seu padrinho, ele dizia que queria uma varinha que fizesse o mesmo que a varinha de seu Dinho.
— De novo? — Perguntou Rony entediado, mesmo estando entediado com aquele passeio Rony achava engraçado o jeito do menino, parecia Harry em sua primeira vez ao Beco Diagonal, só faltava ficar fascinado pela lixeira que existia perto das lojas.
— Sim, o Olivaras havia dito que já estava vendo quais são as varinhas que vão ser minhas, ele disse que vai ser tão forte e invencível contra a sua, Dinho. — Falou Teddy para Harry que sorriu.
— Tá bom Teddy, vamos ali, mas depois a gente vai para casa, tudo bem? — Perguntou Gina para o menino que assentiu, Hermione sorriu sabendo que aquele não seria o ultimo lugar que ele iria querer visitar aquele dia.
Eles seguiram até a loja e foram bem recebidos por Olivaras que conversou bastante com Teddy, mostrando um livro que dizia tudo sobre varinhas, o idoso disse que Teddy foi o único menino a quem ele havia mostrado aquele livro, o fazendo ficar muito feliz.
Harry estava distraído olhando pela janela quando viu uma mulher andando um tanto quanto apressada demais e depois dela ter passado viu Draco Malfoy passar na mesma direção, foi até a porta e pode ver a mulher olhar para Draco e depois começar a andar com mais velocidade, ato feito por ele também.
— Estranho isso, não acha? — Perguntou Rony que também havia visto aquilo.
— Gina já voltamos. — Falou Harry para a esposa que assentiu, ele na companhia de Rony foi na mesma direção de Draco e da tal mulher, foi um pouco estranho aquilo, tiveram que ir para a travessa do tranco e assim recebiam o olhar de muitas pessoas ali, algumas sabendo de suas histórias tentavam se esconder como se a qualquer momento eles fossem os prender.
— Foi você que fez aquilo Dafne, eu sei que foi.
Ao ouvir aquelas palavras eles aumentaram os passos e em poucos desses eles se depararam com Draco prensando uma mulher na parede enquanto forçava seu braço no pescoço da mulher.
— Eu não fiz nada. — Falou Dafne completamente fria.
— O que esta acontecendo? — Perguntou Rony fazendo com que o loiro se virasse na direção deles.
— Sai daqui Weasley e Potter, a conversa ainda não chegou em vocês. — Falou Draco ameaçadoramente — Foi você que deu a poção para ela, eu sei que foi, me disseram no hospital que uma nova enfermeira foi levar o almoço para a Astória e pela descrição da mulher da certinho com você.
— Eu não sei do que você esta falando. — Falou a mulher novamente.
— Você não sabe? Você não sabe que sua irmã perdeu o bebê? — Perguntou Draco colocando força no braço — Você não sabia que o que tinha naquele copo era uma poção do aborto?
— Aquele filho não era para ser dela mesmo, era para ser meu. — Falou Dafne mudando completamente, a inocência sumiu de seu rosto e uma maldade imensa tomou conta.
— Eu nunca teria um filho com você, já falei mil vezes para que fique longe de mim e da sua irmã, e isso vale para sua mãe. — Falou Draco pegando a mulher pelo braço e a jogando para longe, a mesma caiu no chão machucando os joelhos e sujando as mãos.
— E vocês? Não vai fazer nada? — Perguntou Dafne para Harry e Rony.
— Estamos fora do horário de serviço. — Falou Rony.
— Deixe a mulher em paz Draco. — Falou Harry para o loiro, viu a raiva tomar conta do rosto do loiro.
— Paz? Ela acabou com a minha vida? Você sabe o que é perder um filho? — Perguntou Draco.
Harry viu lagrimas aparecerem no rosto do loiro, nunca havia visto ele daquele jeito, desesperado, imaginava que o que ele mais queria na vida ela voltar no passado e mudar alguma coisa.
— E você sabe? — Perguntou Rony.
— Se eu sei? Minha esposa a dois dias atrás perdeu o bebê por que alguém colocou uma poção do aborto em sua água, eu não durmo nesses dois últimos dias porque todas as noites Astória acorda desesperada perguntando pelo filho, e o que eu faço? O que você faria? O que ela mais queria no mundo era ter esse filho, mas ele foi tirado dela antes mesmo que ela pudesse saber que ele existia. — Falou Draco olhando seriamente para os dois que estavam ali.
Ele se virou para Dafne que já estava em pé segurando a varinha, antes que ele pudesse ir até a mulher ela aparatou, ele soltou um longo suspiro, se virou e saiu andando deixando os dois para trás, Harry ainda pode ver lagrimas descer pelo rosto de Draco quando o mesmo passou por ele.
— Desde quando ele tem filho? — Perguntou Harry, o ruivo ao seu lado não pode deixar de revirar os olhos para a burrice do cunhado.
— Parece que ele não tem mais, vamos voltar. — Falou Rony para o moreno que assentiu, muitas pessoas podem pensar que ele estava sendo um insensível, mas quando se trata de Rony algumas palavras podem sair de formas diferentes se tratando dele.
ESCRITÓRIO DE DUMBLEDORE
Era cedo quando Cedrico entrou no escritório do diretor, observou por alguns segundos o idoso mexer em alguns papeis, já estava começando a pensar que ele não havia o percebido ali quando percebeu o mesmo guardar os vários pergaminhos em uma gaveta da mesa.
— Sr. Diggory sente-se e fique a vontade, eu já chamei seus pais aqui. — Falou Dumbledore indicando a poltrona de frente para si, o menino de cabelos aparentemente sedosos se sentou e ficou a esperar, imaginava como seria a reação dos pais.
— Você adiantou o assunto com eles? — Perguntou Cedrico.
— Não, achei melhor deixá-los na expectativa. — Respondeu Dumbledore.
— Eu acho que só irá vir meu pai, tarefas assim parece ser feitas por ele. — Falou Cedrico.
— Eu imagino que vir aqui apenas trás infelicidade a sua mãe, você não é o único aluno de Hogwarts que já morreu na época do ano letivo, você não é o único que perdeu a vida para Voldemort. — Falou Dumbledore — E eu me lembro bem, que muitos desses pais que perderam filhos aqui jamais voltaram por vontade própria.
Depois do que o diretor havia dito Cedrico ficou em silencio, estava ansioso para ver o pai, voltar a sua vidinha, por causa da ansiedade começou a mexer os pés e as mãos, olhar para os lados como se assim o tempo fosse passar mais rápido, era incrível porque como ele lembrava a morte era algo que acontecia tão rápido e a felicidade estava sendo algo tão demorado, já estava pensando no que faria, de começo sabia que iria atrás da pessoa amada, já tinha a escola quase que terminada, só precisava fazer uma ultima prova para completar sua vida escolar.
Não soube quando tempo ficou ali, estava perdido em seus pensamentos, pensando em tudo o que havia acontecido antes dele morrer, ele cobiçara tanto ser alguém famoso como Harry Potter, nunca admitira, mas todos sabiam que se alguém quisesse entrar no torneio tribuxo era apenas para ser famoso, apenas para ter a gloria eterna e por querer isso ele acabou perdendo tudo de precioso que já tivera, a vida.
Ao ouvir o barulho da porta ser aberta Cedrico sentiu seu coração parar, viu o olhar de Dumbledore sair de si e ir em direção da porta, viu o pequeno sorriso se formar no rosto do diretor.
— Amos, sente-se. — Falou Dumbledore indicando a outra poltrona ao lado de Cedrico.
— Não obrigado Alvo, peço que seja rápido, o Ministério esta uma verdadeira bagunça com a história da morte de Voldemort. — Falou Amos ainda em pé.
— Sim, eu fiquei sabendo. — Falou Dumbledore respirando fundo — Amos acho que hoje será um recomeço para você, acontece que a algum tempo recebemos a visita de pessoas do futuro, eles nos mostraram o que aconteceria daqui alguns anos e posso afirmar que foi eles quem matou Voldemort, sim, ele esta morto, mas aconteceu algo que eles não poderiam imaginar, algo que para mim era impossível, essas pessoas conseguiu trazer pessoas da morte e uma delas era esse garoto. — Falou Dumbledore indicando Cedrico que continuou de costas.
Amos sentiu seu coração parar, se fosse outra pessoa dando essa noticia ele perguntaria a graça daquela piadinha sem graça, mas conhecia Dumbledore e sabia que ele não faria algo do tipo, deu alguns passos em direção da mesa e olhou para o menino que estava de costas, sabia quem era, mas precisava ver seu rosto.
— Filho? — Perguntou Amos enquanto colocava a mão no ombro direito do menino, fazendo com que ele se virasse, no momento em que viu o rosto dele sentiu lagrimas brotarem de seu rosto, instantes depois ele já havia se levantado e estava o abraçando forte, mesmo fazendo apenas um ano que havia perdido o filho sentia muita falta dele, sentia falta da bagunça que o menino fazia durante a tarde toda em sua casa.
Ele e a esposa já estavam até pensando em se mudar, não conseguiam conviver naquela casa depois da perda do filho.
— Mas como? — Perguntou Amos.
— Acho que não é o momento para isso, a única coisa que importa é comemoração. — Falou Dumbledore sorrindo — Cedrico você pode ir para casa com seu pai, qualquer coisa eu chamo vocês.
Amos assentiu e na companhia do filho saiu do escritório, aquele seria um grande dia para sua família.
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(Autora aqui: Gente, eu estava terminando o capitulo, não esse não era para ser o fim, então a pequena parte que eu estava escrevendo eu deixei para ser no próximo capitulo para que vocês tenham o segundo capitulo o mais rápido possível, esta um pouco difícil porque são muitas pessoas, pessoas do futuro, presente e as pessoas que retornaram a vida, por isso que esta um pouco difícil de escrever, tipo você esta fazendo um parágrafo e já lembra de mais um personagem que esta demorando para aparecer e ai você tem que imaginar algo que faça o tal personagem aparecer na cena para ele não ficar pra trás, e se eu continuasse assim eu nunca terminaria o capitulo, por isso que o deixei pela metade, espero que gostem)
