Yoo minna-san. :3 Depois de um tempin, trago para vocês o segundo capítulo. \o Está meio grandinha, porque não quis usar o mesmo tema para dois capítulos. Ah, eu gostaria de agradecer a todos que leram o outro capítulo e que deixaram review e/ou favoritaram. *-* 3 Bem, eu espero que gostem. *-* Logo mais, trago o terceiro capítulo. Bem.. Boa leitura. S2


" Onde estou? O que aconteceu? K-Kagome... "

Não sabia o que estava acontecendo, nem aonde estava. Sua visão estava completamente preta. Não dava para enchergar nada. Mas, devagar, abria seus olhos, sentindo alguém tocando em suas orelhas. Ao abrir os olhos, via Kagome. Ele estava totalmente confuso. Ao ver Kagome na sua frente, lembrava dela, lembrava de tudo. E, lembra também da primeira vez que viu ela, e não foi dessa maneira, por que agora estaria sendo diferente? A pergunta é, será que Kagome também se lembrará? Após ter aberto os olhos, parecia que ela não tinha percebido, Inuyasha em um tom baixo, tentava começar um diálogo com ela.

- H-hey, o que você está fazendo, Kagome?

- AHN? - Se assustava, afinal, pensava que ele estava morto, ou algo do tipo. Com o susto, caía para trás, batendo com o trasseiro no chão.

- Você está vivo? E c-como sabe meu nome?

" É.. Parece que ela não se lembra. " - Pensava Inuyasha.

- É uma longa história, irei te explicar, mas antes, poderia tirar esta flecha do meu peito, Kagome?

- M-mas como.. Por que? Você pode ser uma pessoa malvada que irá me matar logo após tirar a flecha. E por que você não tira sozinho?

- Tsc.. " Não acredito que terei que recorrer a este metodo, mas você pediu, Kagome. "

- Olha para mim, eu tenho cara de alguém malvado? - Fazia uma cara de triste e biquinho, com os olhos brilhando.

- KAWAAAAAAII! - Pronunciava ela.

" Heh, funcionou. "

- ... Tá, até parece que isso funcionará comigo.

- AHN? " Merda, não funcionou. "

- Só irei tirar essa flecha, depois que você me dizer como sabe meu nome, hunf. - Cruzava os braços e fechava os olhos.

- Eu prometo que irei te falar. É que se a gente continuar aqui, poderá vir youkais, e você estará correndo perigo, besta! Eu estou querendo te proteger, mas comigo selado nesta árvore, não irei conseguir.

- S-selado? - Não entendia o que ele estava falando, estava totalmente confusa.

- Kagome, por favor!

" O que eu faço? Por que eu estou achando que não irei me arrepender se liberar ele? O que está acontecendo? "

- Ok ok, você venceu, seu idiota!

Se levantava, e aproximava-se da árvore, colocando a mão na flecha, logo depois, tirou ela do peito do hanyou, liberando-o ele do selo. Ao ser liberado, envolvia seus braços na moça, abraçando-a, afinal, não acreditava que iria encontrá-la de novo.

- Kagome, estou tão feliz em te ver de novo!

- H-hey, pare! O que está f-fazendo? - Ficava um pouco vermelha, logo empurrando ele.

- Você não se lembra, né? Maldição, é tudo culpa minha.

- M-mas sobre o que você está falando? E vamos logo, você me disse que me explicaria tudo depois de eu tirar a flecha de você.

- Ok-... Hm, que cheiro é esse? Velha Kaede? Vamos Kagome, eles estão se aproximando.

- Ahn? Mas o que-..?

Inuyasha pegava ela pelos braços, e corria para algum lugar que não os encontraria. Sabia que provavelmente Kaede também não iria reconhecer ele. E causaria uma confusão tremenda. Ao chegar num lugar seguro, largava ela, e sentava no chão, com as costas na árvore, cruzando seus braços.

- M-mas o que? Dá para você me explicar o que está acontecendo? - Agora, sua face era de raiva.

" Ela continua assustadora com essa cara.. "

- Ok ok.. O que você quer saber mesmo?

- Ahn? TUDO! Não me enrrole!

- Tá tá...

Começava a contar pra ela, tudo que aconteceu, desde o captura dos fragmentos até agora. Isto, demorou um certo tempo; Kagome mesmo depois de ter ouvido aquilo tudo, continuava sem entender, não entendia o que ele estava falando. Após ele ter terminando de contar tudo para ela, a mesma sentava no chão, fechava os olhos e suspirava.

- Mesmo agora, depois de ter me contado tudo isso, continuo sem entender nada..

- AHN? Está dizendo que todo esse tempo que perdi contando tudo isso pra você, foi jogado fora?

- ... Eu quero ir para casa.

- O que? - Não entendia a dela agora.

- Já disse, quero ir pra casa. Esse poço que você me falou, o qual "liga" a minha era e a sua, é aquele por qual eu vim?

- S-sim.

- Hmm.. Poderia me levar de volta pra ele? Quero ir pra casa.

- M-mas..

- Já disse. Poderia?

- O-ok. " Mas que diabos ela.. "

Se levantava, dava as costas para ela, e abaixava um pouco.

- Vamos, suba nas minhas costas, é mais rápido assim.

- O-ok.

Se aproximava dele, depois, subia nas costas dele, e indo novamente até tal poço, chegando nele, colocava ela no chão, ficando com uma cara meio que triste. Seria que a veria de novo?

- P-pronto..

- Obrigada. Agora vou indo.

- Kagome..

- Hm?

- Eu irei te ver de novo?

- .. Jaa nee.. Inuyasha.

Após se despedir dele, pulava dentro do poço, voltando a sua era. Inuyasha não se lembrava de ter dito seu nome para ela.. Então como ela..? Olhava para dentro do poço, tinha uma esperança de que ela apareceria novamente. Mas, era surpreendido por uma flecha que estava vindo em sua direção.

- O-o que? Esse cheiro.. Velha Kaede? - Se jogava para o lado, escapando da flecha.

- Como você conseguiu se libertar do selo da minha irmã, Inuyasha?

- Heh! Você provavelmente não compreenderia, já está numa idade mais avançada. Hah! - Dava as costas para eles, e pulava em cima de uma árvore, depois, virava seu rosto para ela de novo.. E mostrava a língua. Depois ia embora dali.

- Não pense que irá ficar assim.. Inuyasha!

Enquanto continuava pulando de árvore em árvore, olhava para o céu, e via que já estava anoitecendo. Pensava nos seus amigos.. Miroku, Sango, Kirara e Shippou. Como será que está a vida deles agora? Já estava meio que perto da vila a qual Sango morava. Então, ia em direção até tal vila. Ao chegar na mesma, adentrava-a, mas logo depois, veio vários humanos com katanas, cercando Inuyasha. Um deles perguntava.

- O que você quer aqui?

- Estou procurando a Sango, preciso conversar uma coisa com ela. Não vim até aqui para brigar.

- O que diabos um hanyou como você teria para conversar com ela?

O círculo que formava em volta de Inuyasha, meio que se abria um pouco, para a passagem de uma pessoa. Tinha aparência de gente já velha. Este seria o pai de Sango.

- Qual seu nome, hanyou? O que você quer com a minha filha?

- O assunto é meio que particular.

" Hm.. Sem fragmentos da Shikon no Tama, Kohaku não foi controlado pelo Naraku.. Com isso, a família dela não morreu. "

- Hmm.. Matem ele!

- ... Espera, pai! - Sango aparecia de trás dele, e olhava o hanyou.

- Hm?

- Que estranho.. Você me procura, dizendo que tem algo a conversar comigo, mas eu não estou reconhecendo você.

- Por isso mesmo. É sobre isso que queria conversar com você.

- Ahn?

- Filha.. Não dá conversa para ele!

- Calma, pai. Você já pode pedir para seus homens se retirarem. Não acho que esse hanyou tentará algo dentro da nossa vila. E além do mais, já sei me defender sozinha, caso ele tentar algo.

- Hmm.. Ok. Homens, podem se retirar já. Tome cuidado, Sango! - Os homens que cercavam Inuyasha saiam dali em seguida do pai de Sango, deixando os dois sozinhos.

- Me siga.. Vamos conversar em outro lugar.

- A-ah, ok.

Ela dava as costas para ele e andava em frente, até uma casa que tinha logo ali na frente, enquanto Inuyasha a seguia, ao chegar na casa, entrava nela, depois, o hanyou. Ao entrar na casa, Inuyasha vê uma criança deitada dormindo, criança esta que era meio que familiar. E em cima deste, um gato youkai. Kirara?

- Pronto, só falaremos um pouco baixo, não quero acordar meu irmão.

- Kohaku? E aquele gato, seria a Kirara?

- Como você sabe o nome dele e o dela?

- Sobre isso que vim conversar com você..

- Vamos, então diga logo.

- Heh! Por onde começar..

Sentava no chão, cruzava seus braços e fechava seus olhos, e começava a contar tudo o que houve para ela. Depois de ter contado tudo.. Sango arregalou os olhos, não acreditava no que tinha acabado de escutar. Seu próprio irmão ter matado sua família? Não conseguia acreditar naquilo.

- M-MAS QUE DIABOS VOCÊ ESTÁ FALANDO? KOHAKU JAMAIS FARIA ALGO DESSE TIPO!

- Já esperava essa reação de você.. Mas é a verdade. Eu darei um jeito de que tudo volte a ser como era antes, então, digamos que isso que você está vivendo, é uma ilusão passageira. E como eu disse.. Kohaku não fez aquilo tudo por quis, e sim porque estava sendo controlado pelo Naraku! E mesmo depois de ter feito.. Faz de tudo para se vingar do Naraku. Mesmo não sendo culpa dele. E você fez novos amigos, que se importam com você.. E até mesmo, um amor, o Miroku.

- CALE-SE!

- .. Aneue? - Kohaku abria os olhos e se levantava lentamente, ficando sentado. Olhava para sua irmão, e a via com umas lágrimas no rosto.

- O que houve, aneue?

- Kohaku, eu te acordei? Desculpe. Não foi nada. - Passava a mão nos seus olhos, para tirar as lágrimas.

- Kohaku.. Você poderia me fazer um favor? Leve este hanyou embora.

- O-oh, certo.

- Sango.. Não entenda errado o que eu disse. - Era puxado por Kohaku, para fora daquela casa.

- E-ei, espere.. Sango, reflita um pouco.

- Jaa nee.. Inuyasha...

A mesma virava o rosto para ele e se despedia. Enquanto o mesmo era arrastado até a saída da vila, após dela, Kohaku largava dele, dava as costas e andava até sua casa novamente. Até que para ao ouvir a voz de Inuyasha.

- Kohaku, posso ter uma conversa com você?

- Hmm.. S-sim.

O mesmo se aproximava de Inuyasha.. E começaram a conversar. Depois de uns minutos, Inuyasha se despedia de Kohaku e corria em frente, indo embora dali, enquanto Kohaku voltava para sua casa. Permanecia correndo para longe dali; pensava.

" Hmm.. Falta agora Miroku e Shippou. Quem irei primeiro? Ah, o Miroku é mais fácil de se achar. "

Continuava correndo, até encontrar uma vila cheia de mulheres, depois de um tempo pensando, sabia exatamente onde encontrá-lo. Conhecia uma vila que era habitada somente por mulheres, provavelmente seria lá onde ele estava. Corria em direção até tal vila. Olhava para o céu, e via que já estava bem escuro. Mas ia atrás dele mesmo assim. Ao se aproximar da vila, não via ninguém nela, provavelmente seria porque já estava tarde. Mas, sentia o cheiro de Miroku por perto, ia em direção da onde o cheiro estava vindo. Conforme chegava perto. Conseguia avistá-lo, mas, ele não estava sozinho, estava com uma mulher do lado. Já sabia o que estaria pra acontecer. E não queria presenciar aquilo, então, se aproximava dele com passos lentos, ficando de braços cruzados, chegava atrás dele, sem ser percebido e falava baixo.

- Ei, seu pervertido!

- AAAAAAAAAAH! - A mulher tomava um susto, e desmaiava, caindo em cima do Miroku.

- WOOOA! Maldito hanyou! Irei acabar com você! - Segurava a moça com sua mão esquerda, e com sua direita apontava para frente, Inuyasha sabia que ele iria usar o kaazana.

- E-E-EI, MIROKU, ESPERE! Não use o kaazana, eu só quero conversar. - Dizia tais palavras, se escondendo atrás de uma árvore, deixando só seu rosto amostra.

- Como você sabe meu nome? Não estou me lembrando de você.

- É por isso que vim até você!

- Ah, já que você fez esta mulher desmaiar, acabou com meus planos para hoje, então, não tenho nada melhor para fazer. Diga o que quer comigo.

- Seu houshi pervertido, você não muda! Enfim..

Saía de trás de tal árvore e se aproximava lentamente, sentava no chão, e começava a contar para ele.. Toda a história. Depois de ter contado tudo, não parecia que ele estava surpreso. E sim com uma cara de feliz.

- Hmmm.. Uma mulher.. Sango, hein? Hmmm.. Ela é bonita então, né? Hmm.. Pode não ser uma coisa ruim de se pensar.

- ... Miroku, tenha vergonha nessa sua cara! Aqui é um papo sério, hunf.

- Haha, desculpe!

- Enfim.. Você sabe de uma maneira que eu possa desfazer isso tudo?

- Hmm.. Eu não sei de nenhum.

- Tsc.. Seu inútil.

- Bem, eu já vou indo. Se eu demorar para voltar com esta moça, irá causar problemas para mim! Haha. Jaa nee.. Inuyasha.

- H-hm.. Houshi-Sama, o que aconteceu? - Dizia a mulher acordando.

- Não é nada, vamos voltar.

- U-uhum.

Eles iam embora de volta para vila, enquanto Inuyasha continuava ali. O mesmo se aproximava de uma árvore, colocava suas costas nela, e suas mãos atrás de sua cabeça. Olhando para o céu. Vendo a linda noite que estava. Seus olhos iam se fechando lentamente.

- ... Será que existe uma forma, de eu desfazer isso tudo?

Pegava no sono ali mesmo. O tempo se passava, e depois de umas horas, o sol começava a aparecer. Mas Inuyasha continuava dormindo. Até que sentia algo te cutucando, abria seus olhos lentamente. E via Shippou na sua frente.

- H-hm, Shippou?

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, PAAAAAAAAAAAAAI, ELE ESTÁ VIVO!

- Mas o que? - O pai de Shippou ia para frente do mesmo, protegendo-o.

- Hmm? Então você é o pai dele? " Heh, de fato, já que a Shikon no Tama está inteira, não existe fragmento, não existindo fragmento, aqueles irmãos do trovão não eram tão fortes para derrotá-lo... "

- Você conhece meu filho?

- Sim, infelizmente.

- GRRR, olha como você fala dele.

- Enfim.. Não precisa se preocupar, não quero brigar com ninguém, queria apenas conversar com ele.

- Pai, eu não quero, ele vai querer me matar. Olha a cara de sanguínario dele.

- O que você disse, pirralho? Gr.

- Não se preocupe filho..

- Eu só deixarei você falar com ele se eu ficar do lado.

- Heh, não importa.

- Tudo bem para você, filho?

- S-sim.

- Então.. Vou direto ao ponto..

Não ficava enrrolando, contava tudo para eles dois. Shippou ao ouvir tudo, começava a chorar, afinal, de acordo com Inuyasha, seu pai está morto. O filhote de raposa, se agarrava em seu pai,

- M-mas que diabos você está falando, hanyou?

- Não fui eu quem escolheu que isso tudo acontecesse. Apenas aconteceu. A culpa não é minha.

- Grrrr.

- Ah, eu tenho uma pergunta.. Você sabe uma maneira de eu desfazer isso tudo?

- Na verdade eu sei.. Mas, não irei te falar, porque não quero que voce desfaça, pois não quero meu filho sofrendo sem mim por perto dele, para protegê-lo.

- Mas quem disse que ele estava sofrendo comigo? Pelo contrário, ele ganhou novos amigos que sempre o protegia, aprendeu bem mais com a vida, e amadureceu, e o mais importante, ele estava feliz ao nosso lado. Você como pai dele, não tinha que achar que isso é importante?

- .. Inuyasha... - Dizia Shippou, meio que surpreso com as palavras dele.

- Tsc.. A única coisa que eu quero é a felicidade do meu filho, não importa se eu estou vivo ou morto. Se ele está feliz, é o que importa.

- Heh!

- Pai..

- Bem.. Existe uma pedra que é capaz de fazer qualquer desejo, chamada, pedra do desejo...

- Ótimo, como eu consigo ela?

- .. Você não deixou eu terminar de falar...

- Heh!

- .. Bem, tem uns pequenos problemas.. Ela fica na montanha mais alta do norte, no topo dela, tem uma caverna, lá dentro que fica a pedra. Dentro da caverna, tem um youkai que protege ela. E a própria caverna é protegida por uma barreira, para quebrá-la somente um youkai muito poderoso. E mesmo assim, é com dificuldade. Mas, o maior problema, não é esse..

- Hm..?

- Essa pedra só aparece no primeiro dia do primeiro mês, quando a lua fica negra, no caso, daqui a uma semana. Ou seja, existem hanyous que perdem seus poderes neste dia. Você seria um, correto?

- Tsc..

- Viu. E essa montanha é protegida por vários youkais pássaros. Em resumo.. Para quebar a barreira, precisa ser um youkai, para entrar na caverna precisa ser um humano, e para usar a pedra precisa ser na hora em que o sol nasce no dia seguinte, porque depois ela se quebrará. E não pense que é tão fácil... Pois, muitos hanyous e youkais tentam pegar essa pedra também. Enfim, não é uma coisa fácil de se fazer. Mas.

- Heh! Não importa.. Eu consigo fazer. Jaa nee, Shippou, pai do Shippou. E.. Obrigado.

Se levantava e corria em direção ao norte, mais exatamente, em direção até essa tal montanha. Será que Inuyasha conseguirá concentar seu erro? Realmente há uma solução?

- Kagome.. Eu irei conseguir, você vai ver! Heh!


Acabou-se o que era doce. ))):

Bem.. Espero que vocês tenham gostado. *-*

Deixe um review, queride? *-* Dizendo o que você achou do capítulo e tals. Sua opinião é importante para mim. :3 -ss

E novamente.. Agradeço a todos que estão acompanhando esta fanfic. *-*

bgs, até a próxima. s2