Duas agentes encontravam-se totalmente concentradas no trabalho (uma jogava computador enquanto a outra limava furiosamente as unhas) quando Roberto, um dos seus colegas chegou perto da secretária das duas.

-Lopes e Cruz o chefe está a chamar-vos para o gabinete dele. – Disse o moreno de olhos acastanhados e com um corpo descumunal.

Vera acenou com a cabeça enquanto de língua de fora tentava passar um nível extremamente díficel e Patricia esticava a mão vendo o trabalho acabado.

Roberto revirou os olhos e sorriu maldoso.

-ACABARAM COM OS CHOCOLATES! – Exclamou enquanto as duas detectives do F.B.I. se levantavam sacando da pistola.

-Quem cometeu essa atrocidade? – Perguntou Vera olhando para todos os lados. – Procurem A.D.N. no cofre principal.

-E impressões digitais, quero ver quem foi o cabr...

-O chefe quer que vocês vão ao gabinete dele. – Disse Roberto virando as costas enquanto todos os presentes davam gargalhadas.

-Ahhh. – Disse Patricia encaminhando-se pelo corredor enquanto Vera se virava para trás furiosa.

-Eu gosto de chocolates e vocês de mulheres nuas... QUAL É A DIFERENÇA! – Exclamou a detective antes de seguir o mesmo caminho da colega.

-Chamou? – Perguntou Patricia abrindo a porta do gabinete do chefe.

Um homem barbudo e com óculos fundo de garrafa acenou com a cabeça.

-Quero-vos encarregar de um cargo extremamente importante, já que são as melhores detectives que temos no F.B.I. – Disse o Chefe levantando-se da cadeira de cabedal para pegar num cachimbo em cima da secretária de pinho atulhada de papéis.

Vera e Patricia trocaram olhares orgulhosas.

-E qual é a missão? Dar uma tareia a quem? – Perguntou Patricia apoiando a cabeça no braço.

-Dar um tiro na toina a quem? – Perguntou Vera quase aos pulos.

-Vão ter que descobrir o mistério do apareçimento de Cocaína na Arábia. – Disse o Chefe coçando a cabeça antes de se sentar e acender o cachimbo.

-Caso novo? – Perguntou Vera aborrecida. – Nunca nos deixam ficar com a melhor parte. – Disse Vera aborrecida enquanto Patrícia concordava com a cabeça.

-E como ajuda vão ter Draco Malfoy e Ben ... Ben Flestes... Fosters.. Bem vão ter a ajuda desses dois. – Disse agarrando em duas pastas e pondo á frente das duas detectives. – Aí estão algumas fotos deles.

Patrícia virava a fotografia ao contrário tentando descobrir onde era a boca enquanto Vera pegava na lupa em cima da mesa do chefe tentando ver alguma coisa.

-Tem a certeza que são fotos deles? – Perguntou Patrícia enquanto Vera olhava escandalizada para uma das fotos.

-Isto é o cu de um deles ou é impressão minha? – Perguntou Vera mostrando a foto a Patrícia que encolheu os ombros.

-E então aonde é que eles se encontram? – Perguntou Patrícia agora que Vera observava a fotografia recém encontrada com mais atenção.

-Primeiro vocês têm que aceitar o caso. – Disse o Chefe dando uma bafurada de fumo.

-Aceitamos! – Disseram ambas ao mesmo tempo.

-O Psicópata está na sala de interrogações, o incendiário está na prisão... vão ter que o ir visitar lá. – Respondeu. – Podem ir. – Disse fazendo-lhes sinal com a mão.

Vera/Pat: o.O?

-Psicópata? Incendiário? – Perguntou Vera enquanto Patricia a arrastava para fora da sala.

Quando a porta do gabinete se fechou...

-PSICÓPATA? INCENDIÁRIO? – Perguntou/Gritou Vera.

-Calma, assim podemos dar mais porrada! – Exclamou Patrícia acalmando a outra Agente que possuía agora um ar lunático.

-Ahh... assim está melhor. – Disse Vera encaminhando-se para a sala de interrogatórios pronta para a sessão de espancamento.

...Algum tempo depois...

Um homem de aparência jovem encontrava-se sentado numa poltrona de aspecto desconfortável, as suas mãos fortemente amordaçadas atrás da cadeira por uma corda negra. Os seus cabelos loiros e brilhantes contrastavam vivavemente com as orbes verdes que fitavam algo á sua frente.

Ele alargou as orbes quando percebeu alguem que antes se encontrava envolto pela sombra da sala, aproximar-se lentamente dele como um felino. As orbes esverdiadas da jovem mulher, brilharam quando fitou o homem á sua frente.

Com a mão, colocou uma madeixa negra de cabelo atrás da orelha que se desprendia do rabo-de-cavalo alto, e aproximou-se ainda mais de maneira a ficar com o seu rosto a centimetros do rosto do homem.

- Confessa agora todos os teus pecados "Fester"...

- Não é "Fester" e sim "Foster", Ben FOSTER!

- Olha lá ó "Festa" é melhor melhorares esse teu tom, ou então temos mesmo FESTA! - Gritou enraivecida a outra agente de longos cabelos castanhos presos numa trança, segurando o homem pelo colarinho.

- Mas eu não fiz nada! estou inocente! e..

- Ouve bem "Flecha" - A outra agente ergueu o homem pelo pescoço com uma só mão - Se não confessares todos os teus crimes aqui e agora... terás sérios problemas..

- Mas eu não fiz NADA! E É FOSTER! F-O-S-T-E-R!

- Guardas, levem o "Fósforo" para a cadeia, nós resolveremos este empecilho mais tarde... - Anunciou a agente da trança.

- Sim senhora.

- NÃO É FÓSFORO! É FOSTER! FOOOSSTERRR! - Gritou o prisioneiro sendo arrastado por dois guardas para fora da sala de interrogatórios.

A agente cujos longos cabelos negros se encontravam presos num rabo de cavalo alto, suspirou desanimada olhando para a sua perceira de longos cabelos castanhos presos numa trança larga, que tentava inutilmente acender um cigarro com um isqueiro cuja validade já deveria de ter passado á muito tempo.

- Vera... - Sussurrou a Agente sombriamente, o seu rosto envolto nas sombras da sala.

- Sim Patrícia..? - Respondeu a outra sériamente.

Ambas encararam-se com olhares sinistros.

- 808 123 123..

- Bacon ou Chouriço..?

- Bacon..

- Certo.. - Concordou a Agente Vera pegando no seu telemovel e telefonando para a Telepizza.

No dia seguinte...

-Temos mesmo que entrar aqui dentro? – Perguntou Patricia ás 8 da matina abrindo a boca. – Tenho uma óptima cama em casa! – Exclamou alegre.

-Não viemos aqui para falar de camas, viemos aqui conhecero outro que nos vai ajudar. – Disse Vera subindo as escadas que davam acesso á esquadra.

-Pois sei... – Disse a agente acompanhando a amiga. – Conseguiste descobrir de quem é que era aquela foto estranha de ontem? – Perguntou Patricia enquanto Vera suspirava pesadamente.

-Não era do loiro que nós quase espancámos ontem. – Respondeu Vera em desespero.

Pat: o.O

-Como é que sabes? – Perguntou a morena escandalizada.

-Foi a médica que me disse, aquela que se veste horrivelmente mal e que usa sempre umas luvas cor de rosa para revistar os prisioneiros.

-Hum... estou a ver... – Respondeu a outra agente abrindo chegando ao pé do guarda que estava em frente á porta da prisão.

- O que desejam? - Perguntou o guarda prisional fitando Patrícia e Vera com um sorriso perverso.

- Agentes Cruz e Lopes do FBI - Apresentou-se Vera mostrando a carteira. O sorriso perverso do guarda prisional imediatamente desapareçeu do seu rosto.

- Oh.. claro façam favor, sigam-me...

Patrícia e Vera trocaram olhares convençidos antes de seguirem o homem por um corredor escuro, onde ia dar a inúmeras celas que continham imensos homens que ao verem as duas agentes começaram rapidamente a assediá-las.

- Não liguem a esses paspalhos, eles fazem isso a qualquer mulher, e ás vezes nem é preciso ser mulher para isso!

- Como assim? - Perguntou Vera com uma sobrançelha erguida ignorando o facto de Patrícia ter ficado para trás a estrangular um preso que a tinha assediado.

- Então, no outro dia um preso teve a audácia de dizer que os meu cabelos cheiravam bem!

- Hum.. e qual é o problema disso? - Perguntou a morena confusa.

- O problema minha senhora, é que o preso era um anão.

-O.O?

-Siga por aqui. Ele está ao fundo do corredor á esquerda. – Disse o guarda apontando.

-Porque é que não vem comigo? – Perguntou Vera confusa.

-Porque a ultima vez que entrei ai, sai com o meu rico rabiosque á mostra, a cheirar a pintelhos queimados. – Disse o guarda coçando a nuca e afastando-se de Vera.

-Ah, então está bem! – Exclamou Vera animada á espera da sua companheira para continuar.

Patrícia chegou sorridente esfregando as mãos.

-Aonde está o próximo? – Perguntou animada e Vera riu.

-Ah, este deixas para mim, não podes ficar com tudo! – Exclamou Vera.

-Está bem, está bem. – Disse Patrícia arrastando Vera pelo corredor aos pulos. O corredor era sombrio.

-Ah só uma coisa. – Disse Vera quando chegaram ao fim do corredor e espreitaram para dentro da cela.

-O quê? – Perguntou a morena animada.

-É que ele o tal...

Mas não teve tempo para responder, um jacto de fogo passou ao lado da amiga que deu um pulo para trás, indo contra a parede ficando lá espalmada.

-Apresento-te o incendiário! – Apresentou Vera sorrindo.

Patrícia despalmou-se da parede e andou com passos rápidos e barulhentos até á cela com os olhos a faiscarem de raiva.

-VAIS VER AGORA O QUE EU TE FAÇO! – Gritou Patrícia fula.

-Patricia tem calma, ele não te fez nada! – Exclamou Vera rindo da amiga.

Um novo jacto de fogo passou a poucos centímetros da orelha direita de Vera que ficou em choque. Alguns segundos depois acordou com Patrícia a chocalhá-la.

-Vera estás bem? – Perguntou Patrícia.

Mas rapidamente a largou ao ver o olhar assassino da amiga.

-VAMOES MATÁ-LO! – Gritou Vera aproximando-se da cela.

-Eu vou buscar as chaves. – Respondeu Patrícia olhando para a fechadura da cela que se encontrava fechada a sete cadiados.

-Não é preciso. – Disse Vera entre dentes.

Vera deu um pontapé á songocu mesmo no meio dos sete cadeados e a porta caiu no chão fazendo um grande basqueiro, sorriu demoniacamente preparando-se para entrar dentro da cela quando um borrão preto veio passou a uma velocidade em direcção á sua cara.

- Mas o qu.. AAAAAAHHHHHHHHHHH! - Gritou Vera tentando arrancar á força uma lula enorme que estava agora agarrada á sua cara.

A agente Patrícia ao ver o aconteçido, ia-se a preparar para ajudar a amiga quando tropeçou num dos sete anões que vinha a regressar da sua visita diária á cela da Branca-de-Neve.

Vera conseguiu tirar a lula da cara e olhou para dentro da cela escura com olhar de assassina enquanto Patrícia empurrava os anões dali para fora para poder passar.

-Tu tens a noção da confusão que arranjas-te ó paspalho! – Perguntou Patrícia pronta para entrar na cela mas Vera a impediu, segundos depois um jacto de fogo passou a cêntimetros de ambas.

-YYYYYYYYYAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH! – Gritaram as duas e entraram dentro da cela onde poderam ver o loiro a rir á gargalhada encostado á parede.

Vera pegou na sua G3 que tinha dentro do bolso da frente das calças e apontou-a á cabeça do loiro que parou de rir e engoliu em seco enquanto Patrícia pegava na sua espada de samurai e a apontava ao pescoço.

-É bom pedires desculpa a nós as duas ou morres aqui, agora e hoje... consequentemente esta semana. – Disse Vera olhando para o loiro com um olhar demoniaco enquanto Patricia concordava com a cabeça.

-Só tenho pena de nunca ter visto o Castelo Branco. – Disse o loiro choroso numa voz sensual.

-É aquele da cela da frente. – Disse Patrícia apontando com a mão livre para a cela da frente onde se encontrava um homem vestido de verde, com um lenço cor-de-rosa e umas botas de pele de crocodilo que acenava animadamente com os seus óculos chanel na mão esquerda.

-Ah. – Disse o loiro desiludido.

-E agora a parte que nós mais gostamos. – Disse Patrícia olhando para a espada.

-Sim, prepara-te para pagares bem pago o que nos fizes-te. – Disse Vera puxando o gatilho para trás.

-Tudo o que vocês quiserem! – Exclamou o loiro com a respiração ofegante.

As duas detectives trocaram olhares maliciosas e olharam de novo para o loiro que sorriu também.

-É isso que vocês precisam meus amores? – Disse Draco sorrindo de canto.

-NÓS QUEREMOS 400 KILOS DE CHOCOLATE JÁ!. – Gritaram ambas ao mesmo tempo.

No dia seguinte...

As duas agentes sentadas no sofá da sala, a ver televisão com duas grandes caixas de papelão.

Serião roupas?

Nãããoooooo

Serião armas?

Nãããoooooooo

Seria o pai Natal que tinha enviado prendas antecipadamente?

Nãããoooooooo

-Ainda bem que aquele loiro lá da cadeia era honesto, acabei agora mesmo de pesar as caixas. – Disse Patrícia esfregando as mãos satisfeita. – 400 Kilos de chocolate de todas as variedades! Viste que é que trouxe as caixas? – Perguntou Patricia abrindo a caixa da direita.

-Vi, foi o homem das cavernas. – Respondeu Vera dando pulos de satisfação em volta das caixas.

-KILL ME SOFLLYYYY WITH THIS SONG, TELL ME..

-Vera é o teu telemóvel. – Disse Patricia enquanto Vera atendia o telemóvel satisfeita.

-Sim?

Do outro lado da linha..

-Kyusgdfsijgliogdhfhsodhg...

-Sim sim, e o que é que isso tem?

-Jtyfsdfklçgoihdofsdaºpfoghuasytvsdjkvkfjjf...

-Ahhhh isso é muito interessantes, já agora quem é que está a falar?

-Desculpa agente Cruz, foi a minha tartaruga que me roubou o telemóvel, está tudo bem? – Perguntou o Chefe do FBI contente.

-Ahhh tudo. – Respondeu Vera confusa. – E a sua tartaruga estava a dizer o quê exactamente?

-Que está um lindo dia de sol mas que vai chover... adiante eu liguei para dizer que foi aceite o vosso pedido.

-Qual pedido? – Perguntou Vera enquanto Patrícia saltava para dentro de uma das caixas nadando em chocolates.

-Já que vocês se ofereceram para ficar com os nossos dois suspeitos números 1 e 2 para mais averiguações! – Exclamou o Chefe contente. – Eles devem de estar a chegar a vossa casa dentro de minutos.

-A nossa casa? – Perguntou a agente Vera enquanto Patrícia nadava agora de costas dentro da caixa.

-Sim, a casa que eles eram para ficar foi derrubada de manhã, devido ao perigo de ruir, parvoice digo! Aquilo estava em perfeitas condições, apesar de abanar um pouco quando fazia vento... mas como não tinham para onde ir mandei-os para vossa casa. Tenho que ir dar de comida á tartaruga, boa sorte! – E o Chefe desligou o telemóvel.

---Minutos depois...

-AAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH. – Gritou Vera enquanto Patrícia saía da caixa de biquini enrolada numa toalha.

-Ok, ok já sai podes entrar agora! – Disse Patrícia enxugando os cabelos.

-Eles... eles... ELES VÊM PARA A NOSSA CASA!

- Eles? ELES? - Perguntou Patrícia escandalizada deixando cair a toalha.

- SIM! ELES! - Berrou a outra puxando os cabelos e revirando os olhos.

- Vera.. de certeza que são MESMO ELES?

- SIM! ELEESS! Ó.Ò

Dez minutos depois...

- AAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHH! - Gritaram ambas andando em circulos viciosos pela sala com os braços no ar.

Triimm! Triiimmmm!

Pat/Vera: O.O

- AAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!

Trriiiimmmm!

- AAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!

TRIMM!

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH! - Berraram as duas quando bateram com a cabeça uma na outra, mas rapidamente o grito foi abafado ao ouvirem o ruido da porta a abrir-se. Vera olhou fixamente para a porta e correu até ela em cãmara lenta enquanto que a esta continuava a abrir-se na velocidade normal.

- NÃÃÃÃÃOOOOOO! - Gritou com uma voz subitamente mais grossa tipica de filmes da televisão, erguendo a mão ainda em cãmara lenta para fechar a porta de uma vez antes que alguem entrasse, contudo acabou por levar com a porta na cara e voou para longe (ainda em cãmara lenta).

- VEERRRAAA! - Berrou Patrícia com a voz tambem mais grossa ( e em cãmara lenta) - Aham! - Clareou a garganta - VEERRRAAA! - Repetiu desta vez na velocidade e voz normal. Contudo não pode acudir a amiga pois uma estranha e brilhante luz iluminou toda a sala e enquanto que jactos de fumo branco saiam sabe-se-lá de onde.

Pat/Vera: o.O? WTF?

As duas agentes arregalaram os olhos ao visilubrar duas silhuetas agora já dentro da sala, encarando-as com sorrisos sarcásticos.

Pat/Vera: o.O WTF?

E a partir daí... começou a chover.

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S:Olá!

F:Hello!

S:Aqui tá mais um cap.

F: Sim sim, deixem reviews!

S/F: Agradecimentos!

Danif: Ainda bem que gostas-t! Deixa review tá? Beijo!

Bhety Potter: Então o que axas-t dele?Hm hm? não tá perfeittttoo? Bigada por nos teres posto nos favoritos ehehe esperamos k tnhas gostado dest cap :D depois dix kalker koisa tá? Beiiijjoooooo!

Aki Grint: PTXXX owwaahh xD bigada por teres lido ehehehe bigada pela review, depois deixas outro tá bem? xD

Taty Black: Agnt cuida bem do Draco ehehehe (dá para ver k sim xD) vai deixando noticias! Beijooo

Fini ;)

Saweeza