Na invasão a Kanassa, Bardock adquire um incrivél dom, que pode-se provar ser uma benção ou maldição . . .

Cap. 2 - Bardock em Kanassa

Após 2 meses, as naves chegam ao planeta Kanassa.

Primeiramente, usam as naves para gerarem uma lua artificial fazendo eles se transformarem em oozarus, divididos em tropas, espalhadas pelo planeta, dificultando as defesas da raça guerreira do planeta. Com a lua artifiical puderam ficar como macacos gigantes por três dias seguidos, enfraquecendo as defesas. Após isso, assumiram a forma de guerreiros, terminando de destruir os remanescentes. Graças a estratégia do general, conseguiram dominar um planeta que há semanas tentavam conqusitar.

O saiyajins andavam destruindo todas as formas de vida inteligentes por onde passavam, pois a ordem era eliminar todos, não haveria escravos.

Bardock voava e vê com o scouter, um ki pequeno. Dos escombros sai um jovem de 14 anos, que tenta ataca-lo:

- Monstro! - ele grita.

- Pirralho desgraçado! Tome! - libera uma rajada de ki que aniquila o agroto.

Se distraira tanto que pagara um alto preço. Uma fêmea da raça salta e o acerta abaixo da nuca, sendo depois socada. Ela voa contra a parede, Bardock nota se tratar de uma guerreira.

- Te dei um dom, que será seu martírio! Passei o poder da minha raça, verá seu futuro e dos seus homens, espero que estas visões te atormetem! Assim como nós sofremos! Verá o seu triste fim, assim como vi, o que me dá esperanças é que vocês não chegaram vivos ao planeta natal! Morram! hahahhaahaha - nisto gargalha.

- Morra . - fala simplesmete a explodindo com uma rajada de ki, mas, de repente, perde os sentidos.

- Comandante Bardock! - um jovem saiya-jin o vê cair, com cuidado, leva-o para a nave até a ala médica, onde é colocado no tanque de recuperação sendo observado por dois médicos.

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Mais tarde, os médicos notam que as ondas cerebrais dele estão alteradas, devia estar inconciente, porém, havia intensa atividade no córtex cerebral.

- Já viu isso?

- Sim, esquisito.

- Nunca vi um padrão desses, parece o estágio de sonho, mas com conciência.

- O equipamento está funcionando bem ?- arqueia a sombrançelha.

- Sim, já troquei mais de duas vezes e todos acusam estas ondas.

- Esquisito -e ambos olham para o saiyajin na camâra circular.

Bardock vê cenas como se fossem um filme.

Vê seu filho Kakarotto mais velho, treinando com uma saiyajin, depois vê um saiyajin com os cabelos dourados e olhos verdes, tendo aos seus pés uma jovem, que não conseguia identificar, este de cabelos dourados era parecido com ele. " Sou eu? Ou Kakarotto?".

A cena é cortada, com a nave em que ele estava, explodindo quando é atacada por uma nave invisivél, vira instantes antes as cenas na cabine, os gesto e começa a escutar as vozes, deixando assim de ser mudo, vê antes de chegar a cabine, situações nos corredores da nave. Na ponte, olha em um aparelho o horário e dia, consegue achar. Não conseguia controlar o fluxo, em muitas olhava de dentro, no lado das pessoas e em outras, como um espectador distante.

Quando sonha com a explosão, desperta. Os médicos esvaziam o tanque e abrem a porta, ele sai nu, confuso.

- Foi atacado por um do planeta Kanassa, ficou sete dias desacordado.

- Sete dias? - fita-os irado.

As cenas lhe vêm a mente. Haviam se passado setes dias, então, era hoje a explosão. Ele se troca apressdo, enquanto sua mente está a mil.

"Calma Bardock foram sonhos, nada mais", então, se lembra do que aquela fêmea falou que deu a ele o poder e de Raditz comentando, do poder, parecendo que eram o poder de visões que possuíam, " Será que eram visões?". Já trocado, sai correndo da ala médica em direção aos corredores. Vê os soldados conversando e nota que era igual a sua visão, inclusive ele trombando com um escravo no corredor que trazia muitos papeís nos braços.

- Como ousa, animal?- cerra os punhos olhando-o intimidamente.

- Desculpe, senhor - fala humildemente.

Ele arregala o olhos. Acontecera tudo igual ao sonho, o local da trombada,as falas. " Então . . . ".

Nisto, sai desenbestado para a ponte de comando. Precisava evitar a explosão, adquiriu o poder de prever o futuro "será que é possivél evitar ?" ,torcia que sim. Corre tanto que se esbarra em dois saiyajins nos corredores, que não entendiam a afobação. Nisto sente solavancos na nave, indicando que estava sobre ataque, com isso, os alarmes tocam e uma voz ecoa ordenando o deslocamento do efetivo para as armas e os técnicos, para onde foi avaliado

Com custo,chega até a ponte onde encontra a cena como suas visões.

- General! - ele tenta chegar até ele mas é barrado por dois soldados.

- Comandante Bardock? O que faz aqui?Deveria estar no tanque, solte-o homens, é de confiança.

Solto, corre até o general:

- Depois eu explico, meu general, apenas, por favor, direcione as armas para aquele lado, todas elas, com potência máxima - e aponta com o dedo a direção no monitor.

- Como? Não tem nada lá e estamos sobre ataque- fala incrédulo.

- Por favor, acredite em mim, eles vão aparecer lá e só teremos menos de um minuto para revidarmos, peça a outra nave que mire lá também.

O general observa os olhos de seu amigo, estava confiante. Sempre confiou nele, nunca se arrepende, afinal, era leal ao rei e ao planeta Bejiita.

- Esta certo! Homens, ouviram o comandante Bardock! Avise a outra nave para mirar naquele ponto e liguem o aúdio a outra nave, quando Bardock falar fogo, ambas atirem com tudo.

O saiyajin passa a prestar atenção aos sons à sua volta, o ataque seria rápido demais e todo o segundo contava, não haveria segunda chance. Enfim, o apito agudo ecoa na ponte e após um segundo, este grita;

- Fogo!!

Ao mesmo tempo que as naves disparavam,a nave inimiga aparece e é destruída pela rajada das armas, não pode fazer nada contra o poder de fogo das duas naves Bejiita juntas em um ataque fulminante.

Todos ficam abismados e depois, olham para o comandante que ainda ofegava e suava frio. Fica aliviado em saber que o fuutro pode ser modificado, não era como a guerreira falou, ela acabou lhe dando um dom que salvou sua raça " Deve estar se revirando no inferno, arrependida de me dar esse poder" e sorri.

- Como sabia?

Ele olha para baixo e depois fita o general, passando a explicar tudo o que aconteceu naquele planeta e o poder das visões que recebeu. Para alívio deste, o seu amigo acredita:

- Pensei que eram só rumores sobre essa habilidade pertencente a àquela raça, quem diria que era verdade! Salvou a todos nós, o rei fciará feliz em ter esse poder junto do dele, se bem trabalhado, pode ser extremamente útil, vou falar ao rei sobre isso:

- Ficarei feliz em ser útil ainda mais ao nosso planeta Bejiita.

- Identificaram a nave?- o general pergunta ao imediato.

- Não senhor, nunca vimos antes e não existe no banco de dados.

- Vou falar sobre seu poder ao rei e também sobre essa nave.

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Após a conquista do planeta, chegam em Bejiita. Imediatamente, o general conta sobre o poder adquirido por Bardock. O rei fica maravilhado e fala:

- Quero- o como meu conselheiro, treine esse poder, essas visões, serão muito uteís.

- Claro, minha majestade -e curva-se.

- Já conseguiram mais informações sobre a nave que atacou nossas naves?- o rei pergunta com a face séria.

- Ainda não, estamos trabalhando nisso, tanto, que requisitamos ao senhor os melhores escravos cientistas, para poder auxiliar nossos técnicos.

- Concordo, fale com o representante general, ele irá fornecer de todos os blocos os melhores escravos, os mais inteligentes que temos.

- Obrigado, vossa majestade - o general se curva.

- Está dispensado Bardock , descanse e relaxe.

- Obrigado, meu rei, com sua licença. - se retira dali

O general e o rei ainda conversam desta vez, sobre a conquista do planeta Kanassa.

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Naquele mesmo dia, à noite, chega em sua casa. Como conselheiro real, seria transferido para uma mansão, dada pelo rei. Ele janta e dorme, pois estava cansado e com a cabeça latejando, por causa das visões sem controle, em decorrência do fluxo intenso, pelo menos, era sua teoria, e que se controlasse o fluxo, provavelmente não teria mais dor de cabeça e permitira ver melhor e com mais definição as visões.

No dias seguinte, a mudança estava sendo realizada. O responsavél levava os escravos para a mansão, onde lá, teria mais alguns escravos comprados pelo rei e dados á Bardock, a maioria fêmeas.

Enquanto os escravos eram enviados aos seus postos de trabalho, Liluni estava terminando de arrumar o quarto de Kakarotto, enquanto uma serva segurava o pequeno no colo, que choramingava. Enxuga a testa e fala, após inspirar e expirar profundamente.

- Ufa! Terminei! -então nota que a outra escrava olhava para Kakarotto com ira.

- Sente raiva do bebê? Então me dê ele por favor.

- Ele é um saiyajin, um monstro - termina em um sussurro.

- È só um bebê inocente.

- Não consigo vê-lo assim, quando crescer, vai nos tratar como animais ou brinquedo sexual.

- Já fui reprodutora e sei disso, mas, agora é um bebê, sei que Kakarottosama me tratará como um animal quando crescer, mas, agora, ainda é pequeno e precisa de mim.

- Estranha . . . - fala virando as costas.

Vê ela sair e suspira cansada, sabia de tudo aquilo, o que ela falou era verdade, porém, havia se afeiçoado ao pequeno e cuidaria dele.

- Nunca fale assim de minha cria! - ela escuta o grito e algo caindo, era voz de seu mestre.

Apavorada se dirige aos degraus, onde vê a serva momentos antes com um filete de sangue na boca e Bardock olhando-a com fúria. Deduziu que ele a golpeou.

- Responsavél!

Um saiyajin aparece e se curva.

- Dê a essa escrava um punição em frente a todos os outros, explique a esses animais lentamente, para que assimilem. Ela ofendeu meu filhote e não permitirei isso.

- Sim senhor . .. vamos escrava

- Não, por favor mestre . . . implora enquanto se debulha em lágrimas, sendo arrastada pelos cabelos,gritando de dor pelo ato.

Liluni não se abalou, já vira isso e muito em sua vida, com o passar do tempo, parou de se importar. Mas, tremeu ao ver Bardock subir. Como não ousava olha-lo nos olhos, pois era uma escrava, não identifica as intenções dele. Passa por ela, afagando Kakarotto na cabeça, que dormia a sono alto, agora amparado nos braços dela. A simples presença da escrava acalmava o bebê.

Vê o quarto arrumado, identificando o cheiro dela em tudo. Ela entra logo atrás. Pelo odor, deduziu que ela arrumara o quarto. De repente, vêm um fluxo de visões. Kakarotto treinando com uma saiayjin fêmea. Volta das visões e olha para o filho, algo o ligava à Kakarotto, por isso, talvez, o tenha poupado, mas não compreendia completamente o que era.

- Ele fica tranqüilo em seu colo.

- Sim, mestre Bardock, não gosta do colo de outras pessoas, só aceita o meu, levo jeito com crianças.

Se lembra que era já fora reprodutora, então se aproxima com luxuúra pondo a mão no seio dela que treme levemente, para depois, cheirar a curva do pescoço desta e indo até o ouvido, ordenando:

- A quero hoje a noite.

- Sim, meu mestre - fala sem emoção.

Já estava acostumada. Aprendeu que se obedecesse, acabava logo e não seria punida. Aprendera a "viajar" com a sua mente para o interior desta, onde, lá tinha recordações felizes de quando criança, livre, em seu planeta natal com sua família e que a impediam de realmente sentir o que acontecia com seu corpo, como se dividisse sua mente em duas. No seu intímo desejava logo morrer, para poder se libertar da dor e do sofrimento, orava para isso, para que os deuses tivessem clemência dela, mas nunca a escutavam.

- Ótimo, vejo que é obediente.

- Fico feliz em ser utíl ao mestre - fala mecanicamente.

Ele fita a face dela servil e os olhos sem vida, muito diferentes de antes, mudara da água para o vinho, desde que ele afagou os seios dela por cima do vestido. Agia agora como uma boneca, apreciou isso, mas, intimamente não sabe por que isso o icomodou. " O que está acontecendo com você, Bardock?", pergunta a si mesmo, confuso.

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A noite chega. Liluni colocava Kakarotto para dormir no berço, após embalar ele no colo, cobre ele com a manta e ao beijar a testa dele, susurra maternalmente:

- Boa noite, bebê - sorri ao ver ele coçar com a mãozinha onde foi beijado.

Depois se retira fechando a porta cuidadosamente, sem perceber alguém a que a observava da janela. Bardock pensa " Ela o trata como um filho . . . gosto do sorriso dela, é lindo . . . ", ele sente-se estranho em relação á ela, era submissa, obediente e servil, o que é lógico, uma vez que foi utilizada muitas vezes como reprodutora, mas não entende porque ao pensar nisso, sente-se irado.

Ele voa até o quarto, onde retira a armadura e suas roupas ficando nú.

- Ela pode ser assim nas ordens , mas na cama será assim também?- confessa estar curioso como ela vai agir.

Após alguns minutos ela entra no quarto dele, devagar. Nota o olhar vazio e a voz sem emoção, já se refugiara no interior de sua mente, seu santuário particular.

Ele retira a roupa dela, passando a acaricia-la ainda de pé. Ela geme de um jeito que o deixa louco, depois a beija na boca, explorando com a lingua, ela não faz nenhuma resistência e estava com os olhos fechados para não olha-lo nos olhos.

A carrega no colo, depositando-a na cama com cuidado e recomeçando as carícias no corpo dela, que continua gemendo em um timbre que o deixa enlouquecido. Mas, estranhou, pois apesar dela gemer, seu corpo não correspondia, parecia uma boneca. Incialmente, pensou que era impressão sua, porém, a confirmação veio depois. Aquilo o estava irritando o jeito dela mecânico e sem emoção.

Percebe que ela vira de costas para ele. Este observa as marcas profundas de chicote nas costas dela, e não compreende porque sentia raiva de quem a havia ferido daquele jeito. " O que está pensando, Bardock, ela é só uma escrava, um objeto, seu animal de estimação!! ", censura a si mesmo.

- Estes seus gemidos . . . são naturais?- estranhava pois quando prestou atenção, pareciam ensaiados, principalmente pelo timbre certo para a audição saiyajin.

- Meu mestre anterior ensinou-me a gemer no tempo certo e no timbre perfeito a audição dos saiyajins-sama, disse que os agradava . . . por acaso gemi errado? - ela fala com a voz temerosa.

Eles suspria cansado e fala, um tanto riritado:

- Não gema sem motivo, pode ter agradado seu mestre anterior mas não me agrada . . .

- Por favor, me puna apropriadamente por meu erro - fala temerosa.

- Não vou puni-la . . . - passa a mão no rosto, cansado - olha, relaxe . . .

Estava muito excitado precisava liberar, apesar de tudo, desejava sentir o corpo dela.

- Sim, mestre.

Começa a penetra-la, que não geme, seus movimentos são lentos e aumentam aos poucos. Normalmente não agia assim com as escravas, mas, não sabia o por que de ser gentil e delicado ao máximo com ela. Após minutos chega ao ápice, deitando ao lado dela . Dorme, colocando sua cauda, inconcientemente, na cintura desta.

Ao perceber que seu mestre dormiu, ela se retira com cuidado e senta no chão, ao lado dele, dobrando suas pernas e abraçando-as. Seu sono era leve e qualquer som a despertava.

De manhã, percebe que seu amo está acordando, vai até a cama e pegando no membro dele, começa a mastuba-lo usando as mãos e boca, seus olhos sem emoção. Havia sido ensinada a fazer isso, então, era mecânico.

Ele desperta e fica surpreso ao vê-la fazendo aquilo, inclina a cabeça pra trás em prazer, segurando o cabelo dela, empurrando-a mais para baixo, após minutos, chega ao ápice. Vê ela de quatro, engolindo sua essência. Sorrindo pela maneira prazerosa que foi despertado, coloca a mão no rosto dela. Sente este frio assim como os braços e vê os olhos sem vida.

- Por que está fria, Liluni ?

- Meu mestre anterior disse que só podia ficar na cama para satisfazer meu mestre, senão fosse isso, não poderia dormir nela e sim, no chão, Bardock-sama.

- Da próxima vez, fique na cama e se cubra, além disso, não peça punição - nao suportaria ouvir mais daquilo - acho melhor tomar um banho quente, está fria.

- Sim, mestre

Se levanta nua e se dirige ao banheiro, deixando a porta aberta quando enche a banheira e entra dentro. Após algum tempo ela sai nua e põe a roupa.

- Mestre, posso ver Kakarottosama?

- Claro.

- Com licença - e se retira após curva-se com o olhar baixo.

Ele se levanta e nota que a banheira imensa foi esvaziada, enche-a de novo e entra, analisando o que acontecera.

Fizera amor com uma boneca.

Ficou submissa, não deu trabalho, empenhou-se em satisfaze-lo, claro, mecanicamente, sem emoção nenhuma, como se sua mente estivesse longe dali. A maioria esmagadora adoraria isso, mas ele não sabia por que não gostava disso, afinal, sexo era sexo. Não conseguia sentir-se pleno, havia de fato chegado ao apíce, mas faltava algo, não sabia o que era, fora algo até abaixo do normal. Com as fêmeas saiyajins era uma batalha que travava, porém, ficou entediado daquilo.

Decidira ter mais vezes com ela, para compreender o por que disso.

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Rapidamente, ela foi até o quarto de Kakarotto e antes de observa-lo do berço, foi até um armário pequeno, pegando um liquído verde, tomando um gole. Era para evitar engravidar, sabia o destino dos bastardos pois eram mortos pelo pais saiyajins.

Depois de tomado o liquído, ela foi ver o bebê que ressonava tranqüilmente no berço, alheio ao sofrimento da escrava. Liluni dá um beijo na bochecha do pequeno saiyajin, que mexe os olhinhos e depois torna a dormir, ela dá um raro sorriso á ele, depois, desce as escadas.

Os escravos já estavam fazendo seus trabalho, conforme descia as escadas, carregava uma outra infusão em um recepiente gasto e havia pegado um pano que estava em cima de um movél. Enrolou bem e amarrou as pontas.

Entra no banheiro comunitário dos escravos e fechando a porta, retira seu vestido e começa a se castigar, batendo nas suas costas com o pano, que conforme se chocava com a pele dela, provocava hematomas e cortes. Sangue escorria de suas costas e sentia muita dor, mas, na mente dela se ela mesma se punisse o mestre não a puniria, assim aprendera, a dor da punição de seu amo era muito pior. Sentia suas costas queimarem e lágrimas sairem de seus orbes. Após algum tempo, para, seu braço doendo com os movimentos repetidos, os músuclos pedindo descanso e as costas pingando sangue e ardendo.

Jogou a infusão que parecia queirmar a pele, fazendo o sangue coagular e secar, havia fechado seu lábios para não gritar com a dor intensa do liquído com sua pele cortada. Pega o pano amarrado que usara para se punir, encharcado de sangue, desenrola e lava. Veste-se novamente, após retirar o sangue seco de suas costas com um outro pano, lava-o e põe junto do outro.

Retorna ao quarto de Kakarotto, este ainda dormindo e separa as roupas que ele ia usar naquele dia.

Bardock passava no corredor, quando sente um cheiro sutíl, diferente, fareja o ar e encontra a origem, nas costas de sua escrava. Entra devagar sem esta perceber e aproxima seu nariz das costas dela, sentindo junto do cheiro estranho, o de sangue. Esteitando os olhos, baixa o vestido dela rapidamente, deixando-o pendurado na cintura.

Ela se asssutou e gritou. Depois reconhece como seu mestre, ficando em siêncio, cabisbaixa e estática, seus olhos já sem emoção. Ele analisa os ferimentos dela, não bateu nela e esta não estava ferida quando o deixou. Perguntou, tentando não demonstrar preocupação, embora tivesse falhado:

- Esses ferimentos?

- Me puni senhor , cometi erros ontem a noite, meu mestre ensinou-me a punir a mim mesma, ele as vezes não tinha tempo para isso. - fala sem emoção.

Ele passa a mão no rosto, cansado. Ergue o vestido dela, para colocar ele nos ombros da escrava novamente e fala, após suspirar pesadamente.

- È uma ordem, não se castigue mais, eu sou o único que pode castigar ou mandar castigar através do responsavél de vocês, entendeu, Liluni?- se supreende ao falar o nome dela novamente.

- Sim, mestre Bardock - se vira olhando para o chão.

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Sim, Bardock a ama, mas, como é orgulhoso, não permite a si mesmo enxergar seus sentimentos.

Kakarotto bebê é tão fofo * - *

O próximo capítulo é focado em Kakarotto e como trata Liluni e os demais escravos ^ ^

Revisando, essa fanfic será mais longa e duvido que pare em 4 capítulos, talvez um dez, eu acho.