OIE MINNA-CHAN!

Eu tive que repostar o capítulo, porque estava com uns erros horríveis!Sabe, como é né? Eu to no meio de prova, prova, seminários, pesquisas,viagens para São Paulo, treinos cansativos de kung-fu...

Gomen nasai pelos erros, eu sei que eles estão imperdoáveis! Karol ajoelhada com as mãos na frente e olhinhos brilhantes

Disclaimer:(tenho mesmo que por isso?Me deixa tão triste!): Não possuo nenhum personagem de RK, se eles fossem meus, com certeza, eu não estaria escrevendo uma fic...

Legenda:

"fala"

"pensamento"

(N/A: intomissão util (ou não) da autora inútil)

Bem, vamos a fic:

NÃO OLHE PARA TRÁS

CAPÍTULOII

No capítulo anterior:

"Eu dei uma chance a vocês, mas você me subestimou. " – ela disse, olhando para Sakyo que parecia não acreditar que estava tendo uma morte tão dolorosa – "Agradeça aos céus que Aoshi não esteja aqui, por que se não, sua morte ia ser bem mais dolorosa." – Misao subia a espada devagar pelo tronco do homem, Soujiro não conseguia imaginar do que o tal de Aoshi seria capaz– "Quando eu sou boa, eu sou ótima, mas quando sou má sou melhor ainda." – finalizou a frase decepando- lhe a cabeça. – "E eu sei ser má" – ela gritou. A princípio, todos ficaram parados, tentando assimilar que aquela garota tinha acabado de matar o seu chefe,mas depois atacaram todos juntos. – "Hoje a festa vai ser boa." – murmurou e empunhou a espada.

Neste capítulo:

Soujiro ficou em pose de combate, mesmo ferido, não ia deixá-la lutar sozinha. Bem, para falar a verdade, não queria nem que ela lutasse. Ia contra seus princípios morais deixar uma mulher combater. Masa garotatinha cara de quem gostava de luta, e não parecia uma idéia muito atraente contrariá-la. Sakyo servia de exemplo.

"Fique fora, você está ferido" – Misao disse para ele. – "Eu posso cuidar deles"

"Obrigado pela preocupação, mas não vou deixá-la sozinha. Eles podem não ser muito fortes, mas não são poucos e sabem lutar" – respondeu.

Ela assentiu com a cabeça. Os membros da Konohagume atacavam ferozmente, mas Misao manejava a espada com facilidade. Mesmo ferida não deixou de usar a agilidade que buscava todos os dias, em seus treinos.

Lutava com todas as forças que tinha, mas a chuva começava a atrapalhar e estava perdendo as forças. Pôs a mão sobre o corte, sentiu o líquido quente.

"Maldição, voltou a sangrar!"

Um dos oponentes vendo-a fraquejar dá um soco na sua barriga. Misao voa e perde a espada. Agora estava desarmada. O homem aproveitou-se da situação, desferindo um golpe, mas ela foi mais rápida e se esquivou, lançando uma kunai no pescoço dele. Apesar de usar bastante a espada, ainda era a mestra das kunais. Levanta-se e pega a espada caída. Olha em volta, tinha se afastado um pouco e Soujiro devia estar lutando com o resto da gangue.

O rapaz lutava com o resto de suas forças. Já tinha enfrentado oponentes piores em situações menos favoráveis.Viu quando Misao foi lançada e se não fosse por aquele monte de gente o atacando, ia atrás dela.

Ela atacou os homens que lutavam com Soujiro. Isso estava ficando pior do que imaginava. Sentia a lâmina cortar a carne e o sangue jorrando sobre si. Não gostava daquilo, mas infelizmente, eles a estavam importunando. Poderia ter evitado isso, deixando que eles o matassem. Mas alguma coisa dentro de si a impediu de sair dali quando iam matá-lo. Seria crueldade deixar um homem morrer e não fazer nada. Abaixou-se um pouco para cortaraguém no meio. Sua cabeça estava longe. Pensava...No que afinal, pensava? Não era hora de estar com o pensamento nas nuvens.

O vento soprou, fazendo com que corpo molhado tremesse, trazendo-a de volta. Sobraram apenas ela e Soujiro, que estava abaixado. Ele arfava. Estava bem machucado. Já não bastava os atacantes naquela manhã? O que aconteceu com todo mundo, queriam por acaso matá-lo? Não que ele tivesse medo da morte. Se não fosse aquela mulher já estaria morto... Afinal... Por que ela entrara naquela briga? Será que o conhecia? Mas quem ia querer salvar um assassino? Sim, ela era doida, e muito.

Ele a viu aproximar e estender-lhe a mão. Aceitou a ajuda dela, pondo-se de pé e ficando de frente para ela. Ficaram olhando-se nos olhos, sem saber o que dizer um para o outro. O vento soprou, mas dessa vez, parecia reconfortante. Ela fechou os olhos e levantou levemente a cabeça, como se quisesse aproveitar o momento que lhe trazia paz. Estava tão concentrada em sentir, que não percebeu quando o último membro vivo da gangue se levantou atrás de si e ia atacá-la pelas costas. Soujiro, num movimento rápido, a agarra pela cintura trazendo-a para perto de si, arranca a espada dela da bainha e decepa a cabeça do homem, que cai, sem vida no chão.

Ele olhou-a. Afinal quem ela era? Abriu a boca para perguntar, mas não conseguiu emitir som algum. Estava preso por seus olhos.

Só agora podia ver como era bonita. Os grandes olhos azuis (N/A: alguém, por favor, me diga de que cor são os olhos da Misao, se azuis ou verdes. Eu nunca prestei atenção, estava ocupada demais olhando p/ o Aoshi "), o rosto molhado pela chuva, com os cabelos negros grudados. Ele mergulhou naqueles orbes azulados, sentindo-se preso pelo brilho que emanavam. Largou a espada, e passou de leve os dedos sobre a face macia, molhada pela chuva, numa carícia suave. Passou a ponta dos dedos no lábio inferior dela e se aproximou tocando aqueles lábios com os seus. Ela entreabriu a boca, permitindo que ele a explorasse com mais facilidade, e correspondeu o beijo timidamente. Quando o ar fez falta, se separaram, e Soujiro se deu conta que beijara uma completa estranha, mas não conseguia soltá-la. Aproximaram-se para um novo beijo. Soujirotocava o corpo dela com as mãos. Beijava-lhe o pescoço, os ombros, a boca, com um desejo tão ardente que a água gelada da chuva que ainda caía parecia quente.

Aquilo não fazia sentido. Desde quando deixava ser tocada, beijada do modo que estava deixando ele fazer?

"Misao, acorda! Você ama outro!" – a razão teimava em lhe dizer. Por um momento ela realmente pensou em empurrá-lo. Mas se lembrou de quando era uma criança e de tudo que viveu até ali (N/A: e decidiu entrar de vez naquela dança/ se a via-crúcis virou circo, estou aqui... é, legião urbana, autora inútil...) – "Que se dane!" – gritou dentro da sua cabeça. O que importava para ela? Quem se importava com ela?

Quando um pouco de razão voltou à cabeça de Soujiro, ele se separou rapidamente de Misao.

"Baka" – pensou – "o que você estava fazendo?" – uma voz sarcástica ecoou na sua cabeça, respondendo a pergunta com outra– "O que você acha?" – desistiu de se perguntar, sabia que a resposta não seria muito agradável.

"Go-gomen nasa-sai" – ele disse, um pouco nervoso e saiu andando depressa.

A jovem estava abismada. Primeiro o salva, depois, ele a salva, então a beija e vai embora? Ah, não, nem morta. Primeiro por que queria saber a razão dele estar encrencado com a (recém-extinta) Konohagume; segundo, ela estava procurando com uma lupa um bom espadachim, agora um que tinha certeza absoluta que era muito bom (afinal, ele quase derrotou o Kenshin) praticamente cai do céu, não o deixaria escapar mesmo. E terceiro, queria saber o porquê dele a ter beijado.

"Homens!" – Misao murmurou, indo atrás dele – "Hei! Espera! Eu preciso falar com você!" – ela grita, correndo. Soujiro não escuta, ou finje não escutar e aperta o passo. Só para quando o ouve o som dela caindo, vira-se e se depara com a garota sentada sobre os calcanhares, com a mão sobre a barriga, ofegando, com uma expressão de dor no rosto. Anda até lá e estende o braço para ajudá-la a se levantar.Ela segura sua mão e o puxa para baixo, fazendo-o se desequilibrar e ficar no chão, no mesmo nível que ela.

"Para onde estava indo?" – ela pergunta.

"Eu vou procurar algum lugar."

"E acha que com esse tempo e a essa hora vai achar um?" – ela pergunta novamente, debochada – "Venha comigo, minha casa é grande, tenho certeza que cabe você lá."

"Acho melhor não." – ele diz, numa voz fria.

"Por que?"

"VOCÊ POR ALGUM ACASO SABE QUEM EU FUI, QUEM EU SOU?"

Ela se assustou. Não sabia que ele tinha a capacidade de ficar nervoso. Quanto mais gritar. Recompôs-se e olhou para ele, que passava as mãos no cabelo, e a fitava, bravo.

"Isso não vem ao caso. Não ligo para quem você foi, mas tenho certeza que não é mais um simples assassino. Todos temos coisas ruins no passado, mas não precisa se martirizar com isso" – ela falou séria, e depois acrescentou, se levantando e sorrindo – "Não olhe para trás" – estendeu-lhe a mão – "Vem comigo. Deixa eu te mostrar um caminho novo."

O rapaz simplesmente não sabia o que fazer. Bem, ela estava certa. Suspirou e segurou na mão dela. Um estender a mão para o outro já estava ficando comum.


E então povo? O que acharam? Queria agradecer a Tomoe que mandou uma fic, eu fiquei mto feliz, t�? A fic vai ter continuação sim, só não sei quando vai acabar...

Mas, voltando, tá ruim? Bom? Horrível? Horrorível (mistura de horrorosa com horrível)? Sugestões, críticas, elegios, "mate-a-autora", é só apertar o botãozinho 'go' aí embaixo e me deixar feliz!

Bem, o resto do elenco vai aparecer mais p/ frente, mas é quase certeza do meu adorado Aosh-sama aparecer no próximo!

Sano: Ai, só dá a baka aí tentando aumentar o ibope!

Karol: Ahm? Sano? è vc?

Sano: Não, é o pikachu desfarçado!

Karolbatendo com uma poké-bola na cabeça dele: Picachu mau! Picachu mau! Entra já na poké-bola!

Sano: Baka!Claro que sou eu!

Karol: Verdade?

Sanosorriso colgate: Claro!

Karol: Você não é um pokemon, digimon, carta-Clow, carta-Sakura, carta-Li, alguma dakelas cartas esquisitas de Yu-gi-oh, tazo (N/A: alguem lembra dos primeiros tazos?eu ainda tenho um monte guardado!), ou um monstro da minha mente insana tentando enganar uma autora ingênua?

Sano: Ingênua? Conta outra! E não sou nenhum desses/dessas coisas esquisitas que você faluo aí! Só há um único e verdadeiro Sano!pose heróica

Karol limpando a baba: Mesmo? Você é o verdadeiro Sano que faz eu e mais uma renca de fãs descabeçadas babarem?

Sano: Sim. Sou eu mesmo!

Karol: Não acredito!

Sano: Como não?

Karol sorrindo maliciosamente: Eu quero uma prova!

Sano gritando: AHHHHH! TEM UMA LOUCA DANDO UMA DE SAITOU!

Karol: Saitou? Por que eu daria uma de Saitou?

Sano: Ele é o policial /muito suspeito por sinal/ da história. O único que pede provas de alguma coisa é ele.

Karol: Tem razão, você me convenceu.

Sano: Que o Saitou é suspeito?

Karol: Não que você é o verdadeiro Sano. Só há um realmente burro desse jeito.

Sano: Humph. Idota!

Karol: Ei essa frase é do...

Tan-Tan-Tan-Tan! De quem será a frase? Quer dar um palpite? Vão me processar pelo Sano ter plagiado a frase de alguém? Isso é idiota? Eu sou idiota? (Não respondam à última pergunta, pelo bem da minhaauto-estima)