Yo, minna-san! Bem, estou eu
aqui, com mais um capítulo desta estranha fic. O que mais poderia dizer?

Espero que gostem e agradecemos bastante por todos os reviews mandados.

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Capítulo 2: Viagens favoráveis.

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Tokyo, escritório de Bankotsu:

- Que bom que vieram! – disse Bankotsu à Sesshoumaru e Kagome, que acabavam de chegar ao local.

Sesshoumaru acordara bastante cedo. Dera voltas e mais voltas em seu apartamento e não conseguira dormir, planejando então toda a sua viagem. Decidira que viajaria no mesmo dia, afinal, quanto mais cedo resolvesse aquele problema, mais cedo ficaria livre e conseqüentemente mais cedo ajudaria as pessoas.

Chegara cedo em seu escritório, revisando alguns casos e encontrando depois Kagome, que trouxera algumas malas. Pelo menos, agradecia aos céus por Inu Yasha estar dormindo enquanto revisava as fichas. Não teve que agüentá-lo pelo menos de manhã, e talvez passasse semanas, ou até mesmo meses sem vê-lo. O que mais poderia pedir?

Agora, estava no mesmo escritório que estivera na noite passada. A diferença, é que o assunto seria finalmente encerrado. Esperava que fosse.

- Eu disse que viria, Bankotsu. – disse Sesshoumaru sem emoção alguma na voz. – Sempre cumpro meus compromissos.

- Eu sei. – falou Bankotsu divertidamente. – Ele é sempre assim? - perguntou à Kagome, que sentava-se em uma das cadeiras da sala.

- Ah… - a garota não soube o que responder. Sim, ele sempre era assim, mas como poderia responder na frente dele?

- Não tenha medo. Ele não lhe demitirá. – Bankotsu encorajou-a.

- Deixe-a, Bankotsu. – disse Sesshoumaru, também se sentando. – Vamos logo com isso.

- Então, viajará hoje? – Bankotsu perguntou, já sentado em sua cadeira giratória.

- Se não houver problemas. – Sesshoumaru respondeu calmamente.

- Agora sou eu quem diz. Não há problema algum. – falou ao rapaz, lembrando-se do fato ocorrido no dia passado. Perguntara várias vezes à Sesshoumaru se aquele trabalho seria algum obstáculo para ele, recebendo sempre a mesma resposta.

- Muito engraçado. – Sesshoumaru riria sarcasticamente. Claro, se risse.

- Ria, Sesshoumaru. A vida é bela. – disse Bankotsu, buscando todas as pastas necessárias.

- Estou precisando de um óculos, então. – já que não poderia rir sarcasticamente, optou por responder da mesma maneira.

- Então compre. – Bankotsu riu com tal comentário, ao que Sesshoumaru apenas revirou os olhos. – Aqui estão. – estendeu as pastas à Sesshoumaru. – Todos os hospitais que quero que visite.

- São cidades bastante próximas. – Sesshoumaru reparou.

- Eu lhe disse isso ontem. – lembrou-se Bankotsu. - Lhe disse que não lhe mandaria para lugares muito afastados.

- Eu me lembro. – relatou Sesshoumaru.

- Também lhe disse que poderia passar o tempo necessário em cada local. O importante é conseguir o que tanto queremos.

- Desculpe me intrometer, Yoru-san, demo… E se achar irregularidades? – perguntou Kagome, que já sabia de toda a história, já que fora contada por Sesshoumaru a caminho.

- Procurarei outra pessoa para tomar conta de meus negócios. E assim farei até encontrar a pessoa certa. – disse Bankotsu, olhando para a garota. – Tomei a liberdade de ver a lista dos trens, e existe um que sairá às dez. Podem pegá-lo.

- Pegaremos. – informou Sesshoumaru. – Não tem mais informações sobre ela? – perguntou à Bankotsu, com certeza referindo-se a garota da ficha.

- Iie. Seria ótimo se achássemos alguém que pudesse descobrir qualquer informação necessária. Ou pelo menos alguma importante. – disse Bankotsu.

- Inu Yasha. – murmurou Kagome, ao que Sesshoumaru ergueu a sobrancelha.

- O que disse? – perguntou Sesshoumaru a ela.

- Inu Yasha. – repetiu com mais firmeza. – Acho que ele conseguiria achar as informações que procuram.

- Acha mesmo? – perguntou Bankotsu esperançoso com tal revelação.

- Ele é um ótimo hacker. – disse orgulhosa. – Não sabia? – perguntou à Sesshoumaru.

- Pensei que fosse só brincadeira. – respondeu sinceramente. – Então ele pode ser útil.

Sesshoumaru pegou rapidamente seu celular, digitando o número de casa. Esperava que Inu Yasha já tivesse acordado, caso contrário, acordaria com os constantes toques.

O telefone foi demorado a atender, mas finalmente o irmão pareceu dar sinal de vida.

- Moshi moshi? – disse sonolento. Como esperava, ele acordara com os toques.

- Inu Yasha, vá agora mesmo para a estação de trem e me espere lá. – Sesshoumaru disse autoritário.

- O quê? Você acha que pode ir me acordando assim? – perguntou irritado.

- Não queria tanto viajar? É a sua chance. Chegue antes das dez horas. – foi curto e grosso, desligando o celular logo em seguida.

- Ele virá? – perguntou Bankotsu.

- É claro. Está cansado de ficar preso no apartamento, não recusará essa chance. – disse Sesshoumaru convencidamente.

- Vai levar todas? – perguntou Bankotsu ao ver Sesshoumaru pegar as pastas encima de sua mesa.

- Hai. Para qualquer eventualidade. – arrumou todos os objetos em uma maleta. – Espero que Inu Yasha consiga fazer algo a respeito.

- Claro. É o que todos esperamos. – disse Bankotsu pensativo, enquanto Sesshoumaru apenas concordava com um aceno. – Mas não devemos nos preocupar. Os dias de mentira dos sanatórios estão acabando.

- E se não tomarmos cuidado, os dias dela também. – Sesshoumaru lembrou o amigo, ficando ainda mais decidido do que deveria fazer. – Kagome, vá na frente. – disse à mulher, que respondeu afirmativamente e abriu a porta, saindo da sala. - Inu Yasha não vai gostar disso. – informou Sesshoumaru encarando a porta.

- Do quê? – perguntou Bankotsu desentendido.

- Está dando encima de Kagome. Sabe que ele gosta dela. – explicou algo que não deveria ser explicado. Afinal, fora o próprio Bankotsu quem percebera o interesse do irmão de Sesshoumaru por Kagome.

- Não estou fazendo nada demais. – disse Bankotsu despreocupadamente, apoiando a cabeça em seus braços, que descansavam na cadeira. – Como pôde pensar numa coisa dessas, Sesshoumaru?

- Se não tem mais nada a dizer, estou indo. - avisou Sesshoumaru ao se levantar.

- Já disse tudo o que deveria ser dito. – falou Bankotsu também de pé. – Vá.

- Não sei daqui a quanto tempo voltarei, mas manterei contato. – disse já ao lado da porta de saída.

- Hai. – concordou unicamente, vendo Sesshoumaru desaparecer mais uma vez no imenso corredor que se expandia ao longo de sua sala.

Kagome esperava o chefe do lado de fora de seu carro. Estava ansiosa com a viagem. Inu Yasha também iria… Pelo menos assim esperava. Como secretária, e pior, como secretária de Sesshoumaru, Kagome não tinha tempo de ver o amigo, vendo-o apenas quando o mesmo resolvesse aparecer pelo escritório.

Agora, esperava que tivessem algum tempo juntos, mas tinha certa idéia de que não seria tão fácil como imaginava. O motivo pelo qual viajavam não era dos melhores, e com certeza Sesshoumaru não descansaria. O que significava que ela também não descansaria.

- Vamos, Kagome. – Kagome ouviu a voz de seu chefe, despertando-a de seus momentâneos pensamentos.

- Hai, Sesshoumaru-sama. – respondeu à ordem do rapaz, entrando no carro logo em seguida.

O trânsito não estava tão calmo, e assim era de se esperar. Assim como à noite, determinados horários pela manhã eram bem movimentados, aquele por exemplo. O caminho inteiro foi bastante silencioso, pelo menos dentro do carro.

Kagome não possuía assunto algum com seu chefe, quanto a Sesshoumaru, idem. Kagome poderia até perguntar à ele como Inu Yasha estava, mas tinha certeza de que receberia uma das respostas sarcásticas dele, como por exemplo "Você anda muito interessada nele." ou "Não sei, já que não me interesso em saber."

Já Sesshoumaru, poderia explicar mais alguma coisa sobre a viagem para Kagome, mas tinha certeza de que já contara exatamente o necessário.

Aproximadamente meia hora depois, Sesshoumaru e Kagome chegavam à tão esperada estação, onde ambos esperavam, Inu Yasha também estaria.

Sesshoumaru abriu a porta do seu lado no carro, indo até Kagome e abrindo a porta da garota também. Observou atentamente a estação, enquanto retirava algumas malas e outros objetos de seu porta-malas.

- Vou procurar Inu Yasha. – disse Sesshoumaru à sua secretária, a qual concordou e foi até um dos bancos dali.

Sesshoumaru estava prestes a pegar seu celular e ligar para seu irmão, apenas para ter certeza de que ele estaria realmente lá, quando pôde ver de relance um rapaz com longos cabelos prateados sentado em um banco perto dali. Na falta de pessoas no mundo com este tom no cabelo, teve certeza de quem se tratava.

Ele andou o suficiente para ser visto pelo outro, que fez uma careta de descontentamento.

- O que pensa que está fazendo, Sesshoumaru? - Gritou Inu Yasha irritado.

- Que bom que você veio. – Sesshoumaru fingiu não perceber o tom usado pelo irmão, respondendo da maneira mais calma possível.

- Saiba que eu só vim aqui para lhe dar um aviso. – começou. – É a última vez que você me acorda daquele jeito e me manda fazer algo. Não sou seu empregado e não vou lhe obedecer!

- Terminou? – perguntou Sesshoumaru despreocupado com tal reação. Principalmente por ter visto uma garota conhecida se aproximar.

- É isso que você fala?! – Inu Yasha respondeu com outra pergunta, ficando mais irritado ainda por ver que Sesshoumaru ao menos dera bola ao seu comentário. Comentário não. Reclamação.

- Então você não vai? – perguntou/afirmou Sesshoumaru, ao que Inu Yasha respondeu bruscamente.

- Pelo menos você entendeu o que eu quis dizer! – berrou Inu Yasha.

- Você não vai? – escutaram uma voz calma se pronunciar um pouco distante, uma voz que conheciam muito bem.

- Kagome? – virou-se Inu Yasha para visualizar a mulher. No momento, ela parecia preocupada, ou talvez triste por alguma coisa. – O que está fazendo aqui?

- Eu vou viajar. – disse olhando rapidamente para Sesshoumaru.

- Por que você não me disse que ela ia? – Inu Yasha perguntou discretamente para o irmão mais velho.

- Eu lhe disse. Você que não prestou atenção. – respondeu sarcasticamente.

- E então? – Kagome se pronunciou novamente, ao perceber que Inu Yasha esquecera sua pergunta inicial.

- Ah, é claro que eu vou! – Inu Yasha respondeu alegremente.

- Você acabou de dizer que não ia. – Sesshoumaru fez questão de comentar.

- Acabei de mudar de idéia. – disse cordialmente para o irmão.

- Ótimo. Então vamos logo cuidar das passagens. O trem não demorará para sair. – decidiu Sesshoumaru, passando pelos dois que permaneciam parados no meio da estação.

- Mas eu não trouxe minha bagagem. – disse Inu Yasha ao reparar nas malas de Kagome.

- Eu avisei que viajaríamos. Não pode me culpar. – respondeu Sesshoumaru, sumindo mais uma vez no meio da multidão.

- Você compra alguma coisa por lá. – disse Kagome docemente, o que Inu Yasha respondeu com um sorriso. Um sorriso que ele conseguia apenas formar para ela. – Vamos. – Kagome estendeu a mão para Inu Yasha, que a segurou fortemente, seguindo-a para a direção que supostamente Sesshoumaru tomara.

Após algum tempo ali, eles entraram finalmente no trem. A hora de embarque chegara e o transporte se preparava para ir à seu destino: Osaka.

Foram até uma das poucas cabines que restavam vazias. O trem enchera rapidamente e até mesmo Sesshoumaru conseguira se atrasar graças as brincadeira absolutamente sem graça que seuquerido irmãozinho gostava de fazer.

Estava agora sentado em um banco, cuja cabine era monopolizada por Inu Yasha e Kagome, que pareciam não perceber que existia mais alguém ali dentro. Os dois conversavam animada e altamente, fazendo Sesshoumaru sentir mais uma vez o início de uma incômoda dor de cabeça.

Ao longo da viagem, estava começando a se acostumar ao barulho, quando ouviu a voz de seu irmão mais uma vez, agora dirigindo-se à si.

- E então, Sesshoumaru? – perguntou Inu Yasha. – Não foi você quem disse que meu nome não estava incluso nesta viagem? O que o fez mudar de idéia?

- Kagome disse que você é um bom hacker. Vamos precisar de seus serviços. – Sesshoumaru respondeu calmamente.

- Hum… - Inu Yasha se fez de entendido. – E que tipo de serviço?

- Preciso que descubra algo da vida de uma pessoa. – disse Sesshoumaru encostando a cabeça no banco.

- Nunca pensei que o veria bisbilhotando a vida de alguém. – disse impressionado.

- É que ela não tem um passado, Inu Yasha. – respondeu Kagome, ao ver que com certeza Sesshoumaru não gostara do que ele dissera.

- Não têm? – perguntou sem entender onde Kagome queria chegar.

- Iie. – apressou-se Sesshoumaru. – E é exatamente isso que queremos descobrir.

- Será fácil. – Inu Yasha gabou-se convencidamente. – Eu consigo tudo.

- Espero que consiga mesmo. – falou Sesshoumaru autoritário. – Afinal, não teria lhe chamado se a causa fosse pequena.

- Tenho certeza disso. – respondeu Inu Yasha.

- Vai cuidar apenas dela, Sesshoumaru-sama? – perguntou Kagome curiosa.

- Vou cuidar de todos, Kagome. – Sesshoumaru rebateu despreocupadamente. – De todos.


Próximo capítulo:

- Vocês terão muito tempo para conversar.

- Ookami Kouga, ao seu dispor.

- Só existe um quarto.


Terminei por enquanto.

Pois é!

Vamos agora esclarecer os reviews.

Gheisinha Kinomoto: Que bom que você está gostando! É bom saber que alguém aprecia essa coisa. Pára com isso, Lin-chan! 'Tá, Tuka, mas é verdade. Eu não de onde foi que eu tirei essa idéia. Que tal da sua cabeça? Muito engraçado, mas voltando, Arigatou, e voc/ê verá quero mistério ainda nem começou. Huhahauhauhua! Bow-ha-ha-ha. Não sabe mesmo.

Elantriel: Também adoramos que esteja gostando. Que bom que gostou do enredo! Podemos dizer uma coisa, nós, particularmente, achamos que o Sesshy está bastante pareido. Claro, se ele falasse no anime. Bjus, e continue mandando reviews.

Jeh-chaN: Continuaremos. Na verdade, já continuamos, está quase pronta. Ah, e só pra avisar, todas os capítulos das nossas fics serão postados todo mês, ou seja, todo mês vocês terão um capítulo quentinho! Bow-ha-ha-ha!

Espero que estejam gostando, e assim como todos os escritores desesperados, mandem reviews.

Ja ne.