Uma fina fumaça subia sinuosamente pelo escuro aposento.

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Sim... Desculpem-me pela demora...

Eu recebi uma quantidade de reviews maior que esperava - estou tão emocionada...

E enfim, aqui esta o segundo capitulo o/ com uma demora de mais de um mês desde que coloquei no ff por uma desculpa perfeitamente plausível...

Não foi preguiça ou bloqueio... bem...foi isso tambem u.u

Mas também foi porque o pc passou por sucessivas formatações... Em que sempre eu esquecia de fazer backups ...e bem...é isso mesmo u.u

Ou eu posso dizer que vocês estão comendo muito chocolate e tendo alucinações com falsas demoras de certas fics...

E voltando a frase em que empaquei há vários dias... meses já . e anos se eu demorar demais

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...uma fina fumaça subia sinuosamente pelo escuro aposento...

O exótico aroma circulava pela sala só sendo sentido pela única pessoa presente. Esta por sinal estava ajoelhada olhando fixamente um ponto à sua frente e inspirava profundamente permitindo que o forte cheiro adentrasse em suas narinas.

Levantou a cabeça lentamente enquanto degustava do aroma de olhos fechados. A pouca luz do aposento, proveniente da iluminação inconsistente das poucas velas espalhadas pela sala, revelavam muito pouco sobre a figura de joelhos. Muito pouco também era distinguido do aposento, aparentemente estava vazio exceto pela figura estranha e um curioso painel desenhado na parede.

Depois de minutos ainda na mesma posição o individuo enfim se mexe novamente. Ele se levanta lentamente, virando se de costas para o painel e sai com um sorriso satisfeito. Um único murmúrio é deixado para trás pairando no ar junto com a fina fumaça.

– Logo logo...

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Baka...

Estava cercado de jovens idiotas e estranhos. Era inaceitável que além do azar de possuir uma companheira de viagem trabalhosa e desastrada ele era obrigatoriamente tragado nessas confusões. E agora nem ao menos se lembrava do maldito nome da família que tinha deveria encontrar...

Não que estivesse ficando velho... Não... Longe disso... Só tinha um pouco mais de um século ou dois, ainda estava na flor da idade.

Simplesmente não estava com cabeça para tantos problemas...

Claro, sendo ele um nekomata honrado grandes famílias com 'sensibilidade' frequentemente o invocavam para cuidar e ensinar seus herdeiros sobre temas 'alternativos'. Infelizmente poucas famílias assim restavam no país e a presença de Sakura raramente era bem vista pelas famílias tradicionais. A sua acompanhante não tinha o melhor dos currículos, por assim dizer.

Não era realmente um fugitivo, como Sakura sempre gostava colocar, o negócio somente não anda da mesma maneira que anos atrás. Pouca oferta de trabalho e muitos leigos no assunto se intrometendo e acabando com a fama dos honestos demônios trabalhadores. A situação atual era ridícula, muitos demônios somente exercendo seu trabalho sendo perseguidos por humanos burros e intrometidos.

Fora realmente muita sorte que a família... Ahn... Pois é, que a família os tivesse acolhido em troca de sua assistência para com um dos herdeiros.

Suspirou cansado e irritado, balançando levemente o rabo, ou melhor, os dois.

A garota de cabelos rosa sorria sem graça sentindo o olhar assassino do gato em sua nuca. Era a terceira vez que sentia um calafrio maligno percorrer seu corpo. Não tinha nem a coragem de olhar para trás em direção ao ojii-san, porque, além do mais, aquelas pessoas estavam documentando o menor de seus movimentos, sem contar na loira doida com uma maquina fotográfica na mão.

– Então... Vocês andam sempre por aqui? – Sakura tentou em vão quebrar o clima desconfortável. Todo aquele silêncio já estava dando nos nervos

Riu sem graça sentindo novamente o olhar gélido do gato atrás de si.

Desde a desastrosa e surpreendente entrada das duas criaturas estranhas o grupo não pronunciara nenhuma palavra.

Ino, como não devia deixar de ser fora a primeira a quebrar o silêncio. A jovem tentava a todo custo alcançar seu celular que era mantido fora de seu alcance por um entediado Shikamaru ao mesmo tempo em que Temari e Hinata a continham.

Naruto, Itachi e Sasuke com gotas nas cabeças observavam a jovem gritar. Algo como ia ficar famosa e rica com essa descoberta e como seus amigos estavam interrompendo a divulgação da verdade para o mundo...

Essa situação já continuava por alguns minutos... As horas passavam... A madrugada ia dando lugar à manha... E todos iriam se ferrar com seu pais.

Fato concreto que parece que ter sido lembrado por Hinata, já que a garota batera na testa de uma hora para outra e agora estava dando pulinhos e murmúrios nervosos.

– Humm... Hinata-san... Você está bem? – perguntou Temari receosa.

– Hinata?Você é a Hyuuga Hinata? – finalmente o gato se pronunciou chamando a atenção de todos para si e Sakura.

– H-Hai... – respondeu a jovem Hyuuga olhando o gato, confusa – Ano... De onde você me conhece? – perguntou mesmo ainda achando surreal conversar com um gato.

O animal nada disse, apenas olhou brevemente para Sakura que observava tudo tão confusa como os demais ali.

– Hyuuga Hinata... Eu serei seu neko por tempo indeterminado. Prazer. – o gato respondeu simplesmente.

– N-NANI!?!?

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Inúmeros transeuntes faziam o que sabiam fazer de melhor. Transitar.

O aeroporto, como sempre, estava repleto de pessoas indo e vindo a fim de concluírem seus compromissos. O barulho ensurdecedor dos aviões decolando ou pousando intercalados com a voz apática da criatura que ditava os horários dos vôos para quem quisesse ouvir ou não compunha perfeitamente o ambiente que um aeroporto grande como o de Tóquio deve ter.

Mas tudo isso era indiferente para a garota que acabara de embarcar e se encontrava parada enfrente a porta que a separava do resto da cidade. Suas duas mãos apertavam a bolsa marrom contra seu corpo, um pequeno sorriso brincava em seu rosto enquanto olhava diretamente para saída. Seus olhos refletiam cada letreiro da imensa metrópole com entusiasmo inabalável.

Nada parecia preocupar a jovem. Nem o murmúrio de pessoas dentro e fora do aeroporto. Nem a fumaça vomitada pelos carros que impregnava o ar e fazia coçar seu nariz antes habituado ao gostoso cheiro de aeroporto que deixava para trás. Nem o fato que tivera de enfrentar horas inacabáveis no avião e estava extremamente cansada. Ou de ser quase quatro da manha, estar frio e ela não ter comido nada a não ser o lanche que forneceram no voou, estar sem dinheiro, com sono e os dois coques que amarravam seus cabelos pareciam se desmanchar a cada segundo.

Não. Nada disso a incomodava. Seu sorriso pareceu maior quando saíra finalmente do aeroporto e pisara em solo japonês. Seus olhos pareciam brilhar mais a cada novo barulho que chamasse sua atenção, ou pessoa que esbarrava nela quando passava.

Respirou profundamente se permitindo sorrir ainda mais, se é que era possível.

Estava começando vida nova, nada podia ser mais perfeito.

Ninguém sabia absolutamente nada sobre ela aqui em Tóquio, nada que fizesse poderia ser visto como algo extraordinariamente inesperado, afinal aqui era a capital do Japão.

Toda a sua vida em Hong Kong era deixada para trás a cada passo que dava em direção a metrópole. Nada de sua antiga vida escolar em que sempre era deixada de lado, nada disso. Nada de todos a lembrando de seus antepassados, que nem mesmo chegara a conhecer, e atribuindo tudo que acontecia a sua vida a sua linhagem singular. Nada de ver todo problema a seu redor ser instantaneamente atribuído a sua autoria.

Não não. Vida nova, cidade nova, escola nova, futuros amigos novos. Podia ser enfim uma garota normal aqui. Desconhecida, como todas as outras. Nada poderia estragar sua recém conquistada confiança.

Nada...

– Ei o que você pensa que está fazendo! Ei!!! – acabara de levar um empurrão e se viu um segundo depois indo de encontro ao chão.

A garota parou impotente observando um dos cidadãos da maravilhosa Tóquio levar sua bolsa para longe.

– Ahn... – olhou para os lados, mas ninguém parecia se importar. Levantou-se tirando a poeira da saia roxa que usava.

Bem tudo ainda estava bem certo? O resto de suas coisas ainda estava em seu recém adquirido apartamento em...

– Hum... – revirou rapidamente os bolsos do casaco –... epa...hehe

O endereço estava na sua bolsa.

– Ah que ótimo – resmungou batendo a ponta do sapato no chão algumas vezes.

E bem, fez a única coisa que parecia plausível em sua opinião.

Desatou a correr na direção que o sujeito fora.

Claro que ela não tinha nem uma pista para onde estava indo. A cidade parecia maior a cada momento que a madrugada passava. As pessoas ainda esbarravam nela, os carros ainda expeliam fumaça incessantemente. Ainda estava com fome, cansada e sono.

Mas ei. Ela era Miatashi TenTen.

Não saber o que fazer nunca havia sido um problema muito grande antes.

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A exclamação surgiu de duas fontes. Uma já esperada pelo gato, da garota Hyuuga.

A outra para sua surpresa veio de sua protegida de cabelos róseos, sua confusão dando lugar a uma leve, e não entendida pelo animal, indignação.

A garota rapidamente se recompôs e tentou disfarçar com um falso pigarreio. Todos os outros presentes estavam ocupados demais para prestar atenção nela, salvo um indivíduo que observava a tudo com um leve ar de interesse.

– Então... É melhor que você nos leve para sua casa logo. E não está meio tarde para estar acordada?Pensei que Hiashi-sama fosse meio antiquado em relação a isso... –continuou o gato indo agora em direção ao carro.

Hinata abria e fechava a boca atônica sem saber o que responder para o felino a sua frente.

O receio de chegar tarde demais e receber mais um sermão do pai parece ter sido mais forte que o choque da nova informação.

– H-Hai... – murmurou concordando com o neko e o seguindo. O gato iria acrescentar alguma outra coisa se não tivesse sido interrompido.

– Como assim nós vamos ir pra casa dela!

O animal olhou inquisidor para a sua companheira de viagem, assim como todos os presentes, claramente esperando que ela se pronunciasse. O que a jovem fez logo em seguida com uma expressão mista de indignação e vergonha.

– Ano...agente não pode ir morar com eles!! – pausa em que a garota procurava algo mais para argumentar – por que... Além do mais... éé...e...ela...ela...ela é estranha!Olha só, fica ai com gaguejando desse jeito. Deve ser alguma doença maligna que não deveríamos chegar perto e...

– O-o que?! Eu não sou doente! – rebateu uma indignada e corada Hinata.

– Oe. Não chame a Hinata-chan de estranha garota. Você que caiu de um beco escuro e ainda está coberta de lixo! – o garoto loiro que até então se mantivera calado, fato não comum a sua pessoa, falou de ímpeto provocando o afloramento de um sorriso em Sakura.

– Humph.Claro dobe.O fato dela ter orelhas de gato no lugar da normal não parece ser nada importante para você. – resmungou Sasuke rebatendo o argumento de Naruto e se sobrepondo ao suspiro envergonhado da Hyuuga "N-naruto-kun... o//o" de ver seu amado a protegendo, mesmo que o próprio não saiba que o fez.

– Ora Sakura isso é ridículo. – murmurou o neko impaciente ignorando os outros jovens e focando sua atenção na protegida.

Não entendia a relutância dela. Tudo bem que Sakura sempre implicava com as famílias que o contratavam, desde pequena por sinal. Ela, pensou irritado, a essa altura já devia ter si acostumado com esse tipo de situação.

Mas apostava qualquer coisa que Sakura só estava fazendo aquilo para implicar com a descendente dos Hyuuga.

Um hábito irritante, não podia negar, mas entedia que essa fora a maneira que a garota achara de se proteger dos constantes olhares e murmúrios destinados a si durante as temporadas nas famílias tradicionais.

– Nee... Mas você nem me avisou que tínhamos vindo para Tóquio a trabalho... Nem me diz mais as coisa ojii-san. – reclamou com falsa indignação ignorando a Hyuuga que ainda protestava indignada, aparentemente deixando toda sua timidez e gagueira provocadas pela suposta doença de lado.

– Avisei sim!Não foi por isso que você ficou me chamando de idoso inválido a viagem inteira!Porque eu havia me esquecido do nome da família para quem íamos trabalhar!

Pelo que pode perceber sua protegida não tinha nenhuma verdadeira reclamação contra o motivo da vinda para Tóquio. Só havia implicado com a outra jovem para criar confusão mesmo. Atrair e criar confusões, outro hábito irritante e cansativo de sua protegida.

–Nee! – Sakura apontou acusadora para o gato – então admite que esqueceu o nome da família!!!ahuhauahuahuhauh

– Ora...isso não vem ao caso!

– E eu não te chamei de velho invalido... Mas também serve. – acrescentou com um sorriso zombeteiro.

A discussão teria continuado por horas se os dois não tivessem sido interrompidos por um som alto.

Ambos olharam para a fonte do som, assim como todos os outros jovens. O som soou novamente, uma buzina característica. E a rápida associação de idéias correspondia à figura que se encontrava ao lado do carro de Itachi, um carro da policia estadual de Tóquio.

– Tudo bem ojou-sama? Está com o rosto meio pálido. – perguntou um dos oficiais saindo da viatura e se dirigindo a Hinata que balançara a cabeça, vermelha, negando veemente.

– O que estavam olhando com tanto interesse lá trás? – perguntou o outro desconfiado, este da janela.

- O achado do século!Vejam, vejam! Que bom, assim temos mais duas testemunhas oculares – Ino se pronunciou empurrando o oficial fora da viatura para perto deles.

– Olha garota, não tenho tempo para brincadeiras, certo? Ela esta bêbada? – perguntou se dirigindo a Itachi.

– Hai!Hai! O que? Quem você acha que eu sou! Estou lhe dando o privilegio de ser testemunha do achado de um gato falante e-

– Na verdade está. –Sasuke se aproximou rapidamente da garota e pos a mão em sua boca. – Estamos tendo que agüentar isso à noite inteira sabe?

– Hum...– o policial pareceu concordar ainda olhando acima do ombro do garoto.

– Puf. Não ligue para essa problemática – falou Shikamaru atraindo a atenção do oficial para si.

– Essa idiota conseguiu se embebedar com um gole de sangria ( N/A: vinho, água e açúcar). – Temari disse do lado de Shilamaru – Eles estavam na minha casa. E essa maluca bebeu o copo do Itachi – falou apontando para o Uchiha mais velho.

– Ei! Vocês estão me defamando! Traidores malditos! Crápulas! – reclamou ainda Ino entre os dedos de Sasuke.

– Então não é como se estivéssemos bebendo certo? Não podemos já que somos menores de idade. – completou Shikamaru, internamente satisfeito que Temari entendeu onde queria chegar.

– Agora se me dão licença. Estou levando esses jovens para casa. – falou Itachi, pela segunda vez essa noite, claramente um homem de poucas palavras.

– Tudo bem. – concordou o oficial do carro. – Vem vamos logo. – falou chamando o outro.

Seu parceiro ainda relutou um pouco em ir. Olhando ainda para trás dos jovens.

– Ok. Mas é melhor saírem daqui. Não é seguro um bando de adolescentes ficar nos becos por ai. Mas não sei por que param ai, não tem realmente nada para ver ai.

Dito isso, os dois foram embora. Deixando o grupo encarando o espaço vazio que deveria pertencer a um gato de duas caudas e uma garota de cabelos rosa.

– Ano... – sussurrou Hinata quebrando o silencio se instalara mais uma vez – aquele gato realmente falava não é?

– É... – responderam todos meio 'bobos'.

– Bem. Vamos. Vou deixá-los logo em casa. Pensamos nisso no caminho. Não há nada mais a fazer pó aqui

– Não! Minha descoberta! Fugiu, fugiu!

Um a um todos entraram no carro. Temari e Shikamaru forçaram uma relutante Ino a entrar. Hinata, a última, ainda deu uma última olhada para o beco escuro, mas nada viu além do próprio beco escuro.

Quietos e com sono, os jovens esperaram Itachi virar a chave e ligar o carro pronto para dar a ré e manobrar para longe dali. Sasuke ainda olhava discretamente para frente, como todos os outros, na esperança que algo ainda acontecesse. Ino murmurava um "que injusto" no banco de trás e cruzava os braços sobre o peito. Naruto bocejava com sono e Shikamaru já dormia novamente, Temari já se preparava para acordá-lo novamente. Tudo parecia voltar ao normal, ou mais normal que aqueles jovens poderiam chegar. Hinata já se perguntava se aquilo que viram não fora uma alucinação coletiva ou coisa assim.

Itachi deu a ré rapidamente, louco para chegar em casa. Mas não pode completar a manobra. Todos os presentes se viraram assustados para ver um corpo ser arremessado para longe do carro. Um vislumbre possibilitou perceber uma garota de saia roxa cair no chão inconsciente.

– Nii-sama... – murmurou Sasuke meio rouco.

– Nem uma palavra... – resmungou Itachi entre nervoso e irritado.

– AHH! O irmão do teme acabou de atropelar alguém!!

– Naruto, cala a boca!

– Que problemático...

– Será que é mais um demônio? -

Hinata fora a primeira a sair. Aparentemente muito nervosa para conseguir pronunciar algo achara melhor sair e ajudar a garota atropelada.

– Era só o que me faltava... – murmurou Temari ajudando a colocar a garota nos braços de Itachi e apertando levemente os olhos devido a mais um flash de Ino – será que nunca poderemos ter uma noite normal...

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O carro levando os cansados jovens e a garota desmaiada seguia meio lento, parando em cada encruzilhada por uns minutos, rumo à casa dos Uchiha.

Um riso divertido crescia à medida que o carro ia cada vez mais longe da rua deserta do bairro de Koto.

Isso realmente não é motivo para se ficar rindo...

Em cima de um beco escuro em particular uma jovem aparentemente comum se encontrava agachada em cima de um poste. Seus joelhos estavam flexionados e uma de suas mãos estava fechada, diante do rosto, numa tentativa de segurar o riso.

Um animal de forma felina podia ser visto em seu colo, os olhos brilhando contra o escuro da noite refletindo o farol de um carro em especial já longe.

Ora ojii-san. Não me olhe assim, eu não fiz nada você sabe. E tem que admitir que é meio engraçado...

Murmúrios poderiam ser escutados se alguém passasse por ali. Mas ninguém passava ali, claro. Já era quase cinco da manhã e qualquer pessoa em sã consciência estaria dormindo há essa hora.

Baka.

E então. O que achou?

A garota nada respondeu. Levantou-se alegremente ainda com um sorriso nos lábios. Colocou os fones no ouvido e ainda com o neko no colo flexionou os joelhos pronta para saltar.

Gostei deles.

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Aew o/

Acabei -

Sinceramente se eu fosse um leitor estaria tentando me matar (- a autora -) agora.

Demorei de mais para só isso . e em pensar que escrevi mais da metade só hoje de tarde .

Então, bem...se tiver erros de português foi deslize mesmo...é um saco ficar procurando erros na fic depois de pronta ûû...mas eu tentei.

Que deplorável...só 10 paginas de Word em media ...a outra deu 15 .

Bem...é só

Agradeço as reviews mais uma vez espero que este esteja a altura...

Aiai...entao...ate o próximo capitulo ...te daqui alguns meses...ou anos...hehe v