Capítulo Um.

"Está chovendo novamente. Aqui é constantemente cinza como meu humor. Sempre que coloco a mão na minha barriga penso em sentir meu filho. Sei que ele está dentro de mim. Meu corpo demonstra os sinais de que ele está crescendo aqui dentro. Meu coração já o ama mais que tudo, mas… Minha vida parece tão difícil. Sinto tanto medo e tanta dor que meu maior pavor é ser uma péssima mãe para essa criança que não está pedindo para vir ao mundo".

Olhei para janela e estava chovendo. Abri-a e obsevei as pessoas na rua. Acenei para Sue a caminho da sua padaria. Ela era muito gentil comigo.

Forks não é bem a cidade que pensei em morar. Aqui era frio, mesmo estando em setembro. E o fato da cidade ser pequena também era enervante. Todas as pessoas sabiam quem eu era. Não existia a possibilidade de andar na rua como uma desconhecida qualquer. As pessoas queriam falar comigo e perguntar sobre como estou me sentindo, que estão felizes em me ver. A maior parte delas não tem registro na minha memória de um dia ter conhecido. E claro que eles sabiam da gravidez. Charlie estava tentando me deixar animada, mostrar que estava bem e orgulhoso com esse detalhe e simplesmente contou para todo mundo que iria ser vovô. Bom, até o momento sou sua única filha. Não precisava juntar dois mais dois. Ir à padaria da Sra. Clearwater tornou-se a minha atividade favorita morando aqui em cinco dias. Ela preparava os melhores bolinhos de nozes que alguém poderia fazer um dia no mundo inteiro.

Durante o caminho sempre sentia minha orelha queimar e a sensação de que tinha vários pares de olhos em mim. Enquanto fosse novidade, as pessoas iriam falar de mim, o problema que no momento não conseguia deixar de me incomodar com isso. Claro que depois que dava a primeira mordida, esquecia até meu nome. Feijãozinho simplesmente amava. Ele nunca me fez colocar pra fora as deliciosas iguarias da padaria. Já a comida de Charlie era certo e por isso assumi a responsabilidade de cozinhar. Ele era o rei das comidas de solteiro: Muita carne, muita gordura, muito refrigerante ou cerveja. Nada saudável.

Hoje, no entanto, minha preocupação era outra. Primeiro dia de aula. Enrolei o máximo que pude, mas, em algum momento teria que enfrentar o colegial. Não sabia muito o que esperar. Talvez fizesse algumas amizades que tornassem as coisas mais leves. Não conhecer ninguém quando as pessoas sabem quem é você é bem estranho. Na minha antiga escola tinha muitos amigos, estudei lá a maior parte da minha vida, fazia parte do time das líderes de torcida e era presidente do clube de literatura. Também fui presidente da comissão das festas durante sete meses, mas minhas atividades estavam tomando muito meu tempo nos spares. Eu sabia que todos eles já sabiam da minha mudança e gravidez. Tentei deixar isso o mais discreto possível, na esperança que com as coisas calmas tudo poderia resolver de forma amigável.

Meu facebook estava sendo constantemente bombardeado de mensagens incrédulas, indiretas, fofocas e tudo que fazia era monitorar o perfil de Riley. Ele não postou nada desde o dia que contei a ele sobre o bebê. Cheguei a postar fotos das coisas estranhas que achava em Forks... Como o cáquito que meu pai tinha janela e o pinheiro da casa da frente.

Arrumei minha nova mochila com o material novo, escolhi uma calça jeans simples, tênis, uma camiseta azul clara. Charlie tinha comprado vários casacos quentinhos e fofos pra mim. Também fiz um novo estoque de calças de moletom e meias. Aqui simplesmente era desesperador de frio a noite. A casa do meu pai era de três quartos suítes, no qual um deles era de hóspede, sala de estar, jantar, cozinha e banheiro no primeiro andar. Eu dei graças a Deus por ter meu banheiro. Na antiga casa o banheiro era compartilhado. Isso simplesmente seria muito estranho. Eu gostava de demorar no chuveiro, pentear meu cabelo com calma e me arrumar sem pressão psicológica. Assim que fiquei pronta, desci e encontrei Charlie com um saco da padaria em cima do balcão e preparando um chocolate quente pra mim. Essa era a única coisa boa além de peixe frito que ele sabia fazer na cozinha.

- Bom dia princesa. – sorriu mostrando as covinhas. Meu pai era um fofo. - Comprei uma mesa maior para sala de jantar. Espero que goste dela.

- Bom dia. Dormiu bem? Você chegou muito tarde?

- Não demorei, mas você já estava desmaiada. Não me ouviu.

- Sono não falta. – murmurei com um sorriso pequeno. – Você sabe que tenho consulta médica hoje. – disse apenas para lembrar. Charlie não iria comigo porque seria danado de estranho.

- Só me ligar quando estiver terminando. – respondeu empurrando minha xícara de gatinhos na minha direção. – Coma bem, é preciso ter um café reforçado para estudar. – disse e revirei os olhos puxando o saco e descobrindo que era pão de queijo quentinho.

Quando Charlie chamou-me para morar aqui e aceitei, ele comprou-me um carro. Era um fusca modelo novo, o new beetle sedan, direção hidraulica, som personalizado e de segunda linha, terceiro dono. Um amigo precisava repassar porque sua filha estava indo para a faculdade e não levaria seu carro. Foi um bom preço e excelente pra eu não ter que depender do ônibus ou do meu pai para me levar. Assim que terminei de comer, acertei o caminho da escola praticamente na saída da cidade e estacionei em uma das vagas do canto. O estacionamento estava cheio de adolescente ruidosos, acostumados com o frio porque exibiam finas camisetas de manga e simplesmente paravam conforme ia passando.

Puxei meu capuz, segurei minha bolsa e segui direto para a secretaria para me identificar e pegar todo meu material necessário para começar. A Sra. Cope, que falou comigo ao telefone alguns dias atrás já estava me esperando. Além de ser aluna nova, ela se auto intitulou amiga íntima de anos do meu pai. O fato de Charlie ser solteiro sempre aparecia muitas dessas. Meu pai era namorador, beirando a ser galinha, eu detestava esse hábito. Com sua idade ele tinha que sossegar com alguém que não fosse chata como a Sra. Cope ou fedesse a gordura de lanchonete como a garçonete que nos atendeu noite passada.

Depois de ouvir um discurso otimista e bastante animador da parte dela, fui liberada quando o primeiro sinal tocou. Deixei para encontrar meu armário quando saísse da primeira aula, que era Inglês. Enquanto tentava me achar no meio de tantas portas e pessoas não pude deixar de reparar que alguns deixaram de andar para me observar, sussurrar, apontar ou simplesmente me olhar de cima abaixo e depois me deixar passar.

- Ouvi dizer que ela está grávida. – disse uma menina perto de mim – Não parece. Minha mãe disse que o pai dela trouxe para cá para não ficar com o cara que se envolveu.

- Me disseram que era casado.

Foi impossível não virar minha cabeça na direção do absurdo que ouvi. As duas meninas loiras simplesmente sorriram e deram as costas. Eu podia imaginar que eles estavam pensando muitas coisas maldosas ao meu respeito, que inventariam muitas coisas ruins sobre meu passado e distorceriam minha gravidez. Eu esperava conseguir sobreviver ao primeiro dia de aula. Minha vontade era voltar para o conforto da minha casa e dormir o dia inteiro. Feijãozinho não merecia ouvir coisas ruins, ele não tinha culpa de nada. Nem eu.

Meu professor de inglês era o Sr. Berty. Um baixinho cabeludo, grisalho, com um suéter que a mãe dele pode ter feito quando criança, porque estava explodindo a costura em sua barriga de cerveja. Ele me apresentou à classe lotada, vários rostos desconhecidos me fitaram com interesse, abaixei meu rosto morrendo de vergonha e procurei um lugar e rapidamente tirei meu livro para acompanhar a turma. Minha primeira aula foi tranquila, a matéria era um pouco conhecida pra mim, mas precisei prestar atenção mesmo assim. Atrás de mim, ouvia sussurros, risinhos e trocas de papeis.

A menina que estava ao meu lado literalmente ficou a maior parte da aula me encarando. Tentei não deixar que o rubor tomasse conta do meu rosto o tempo todo e assim que o sinal tocou, sai da sala esperando a avalanche passar. Definitivamente não precisava ficar espremida entre eles ou levar uma cotovelada. Encontrei meu armário, guardei meus livros, colei uma cópia do meu horário de aula. Fiquei feliz que ele não fosse compartilhado. Seria um pouco constrangedor. Minha próxima aula era ciências/ biologias. Sr. Banner só mencionou meu nome, apontou-me um parceiro. Um cara com casaco do time de futebol da escola chamado James. Ele me deu um aceno simpático e me empurrou uma folha. Nós trabalhamos em silêncio e fizemos todo exercício.

Fiquei muito concentrada na aula para perceber se estava acontecendo alguma coisa ao redor. Assim que essa aula acabou, fui chamada à mesa. O professor queria saber até onde tinha ido e puxei meu histórico escolar. Senti alívio por não ter que fazer trabalhos extras para acompanhar a turma. James estava me esperando do lado de fora com uma menina ruiva.

- Seu nome é Isabella, não é? – perguntou rapidamente e assenti abraçando minha mochila – Semana que vem tem entrega de um trabalho em dupla, já comecei a fazer, mas você deve querer algo, sei lá. Tem algum e-mail para que possa enviar o que é?

- Ah, sim. Claro. – murmurei puxando um papel e escrevi rapidamente – Obrigada.

- Seja bem vinda. Se quiser entrar para o time das líderes, semana que vem tem novas audições. – a ruiva disse tranquilamente e dei um aceno. Será que ela estava debochando? Ou ainda não sabia?

- Obrigada. – sussurrei e pedi licença para sair.

Cálculos. Gemi internamente. Eu não era muito boa em números. Infelizmente todo meu talento era para escrita e leitura. Cheguei a ficar com dor de cabeça, com sono e irritada. Meu estômago também parecia simplesmente furioso. Meu medo de todo o dia estava chegando. O intervalo onde a escola inteira se reunia no mesmo lugar e tudo acontecia. Entrei de fininho sabendo que estava sendo observada. Ignorei a fila da comida, pegando um sanduíche natural e limonada. Escolhi uma mesa vazia e comecei a comer ouvindo Train no meu ipod, balançando a cabeça com Drive By e de repente, quatro cadeiras foram arrastadas e ocupadas a minha frente. Dois meninos e duas meninas com sorrisos estranhos estavam me olhando como um animal de estimação. Será que eles nunca viram ninguém morder um sanduíche antes?

- Olá! – a loira disse com um sorriso azedo. A voz dela era fina.

- Hum... Oi. – murmurei perdida – Essa mesa é de vocês ou algo do tipo?

- Ah ninguém senta aqui, agora, pelo visto você. – o menino loiro disse.

- Sou Jéssica Stanley. – sorriu a loira e esticou a mão. Apertei bem relutante. – Esse é Mike. – apontou para o menino ao seu lado.

- Sou Ângela. – disse a menina de óculos e cabelos escuros.

- Eric.

- Olá vocês.

- Então é verdade que você está grávida? – Jéssica Stanley disparou.

Minhas esperanças que eles seriam meus novos amigos desceram alguns níveis. Respirei fundo e assenti tranquilamente. Eles continuaram com um silêncio estranho me fitando como um animal em zoológico. Ou em laboratório. Meu apetite tinha desaparecido, larguei meu sanduíche e empurrei minha limonada e cruzei os braços à minha frente.

- Se vocês me dão licença... – murmurei pegando minha mochila e sai de lá, balançando minha cabeça em confusão e sentei dentro da sala da minha próxima aula. E graças a Deus, a última do dia porque eu simplesmente não faria educação física e decidi que não podia suportar essa aula todos os dias. Estar grávida tinha sua vantagem.

Antes mesmo que o último sinal tocasse, eu estava dentro do meu carro indo direto para casa. Meu celular tinha algumas ligações de Charlie e mensagens querendo saber como estava e se tinha comido. Parei em casa antes de ir para minha consulta médica, percebendo que a dispensa e a geladeira estavam vazias e teria que enfrentar o mercado bem em breve. Fiz uma lista e peguei dinheiro no pote, onde Charlie sempre deixava para emergências. Eu tinha um cartão de crédito que ele mesmo pagava, nunca gastava muito, mas, agora tinha que economizar com meus exames e todas as outras coisas que a gravidez exige e em breve, com as coisas do bebê.

Rosalie Cullen, a Dra. Cullen era uma mulher linda, exuberante, loira e possivelmente poderia ser uma modelo ou garota de biquíni se vivesse na Califórnia. Ela era mais que isso, no entanto. A noite que dividimos um quarto de hotel em Seattle eu descobri que era uma pessoa muito legal e ginecologista, obstétra e imediatamente soube que ela cuidaria de mim. Derramei minhas tripas e medos sobre a gravidez e prontamente fui acalmada, acolhida e pela primeira vez depois que toda essa loucura aconteceu comigo ganhei um abraço maternal. Já que estava chovendo, ela pediu ao serviço de quarto um monte de besteiras e assistimos filmes românticos pela madrugada, contando um pouco sobre nossas vidas. Falei sobre minha mãe, minha antiga casa, meu namoro com Riley até o presente momento.

Ela também contou que estava noiva de um relacionamento de três anos com seu amigo de infância. Sempre foram melhores amigos e nunca se olharam de forma estranha, até que as coisas começaram a mudar, a amizade ficou colorida e assumiram os sentimentos. Era bonitinho ouvi-la falar do seu noivo. Soava romântico como uma menininha apaixonada pela primeira vez. Rosalie era filha de médico e noiva de um. Seu pai Carlisle Cullen era o Chefe do Hospital, como Cardiologista. Sua mãe era dona de casa e florista nas horas vagas. Esme Cullen era conhecida por adorar crianças e ser muito gentil. Lembrava vagamente dela. Rosalie tinha um irmão, que também seria médico, ainda estava no começo da parte forte da medicina e ele seria pediatra.

Nunca tinha ido a uma consulta médica sozinha. Renée sempre estava comigo. Não era minha primeira vez em um ginecologista, na verdade, ao longo do tempo desde a minha primeira menstruação tinha ido algumas vezes, mas sempre com ela meio que me orientando. Respirei fundo algumas vezes apertando meu volante e desci em direção ao bonitinho consultório em uma casa pequena, mediana e colorida. Parecia um lugar quente e fora de Forks. Havia flores no jardim, mesmo que com uma camada de geada em cima. Tirei uma foto e coloquei no meu facebook. Mais uma para coleção de coisas estranhas em Forks.

- Bella! Você veio! – Rosalie estava saindo de uma sala quando me viu entrar e me abraçou bem apertado – Como foi o primeiro dia de aula?

- Peculiar a sua forma. – respondi com um murmurio baixo.

- Conversaremos sobre isso lá dentro. Você já almoçou?

- Não exatamente. Pensei em fazer isso depois.

- A essa hora? Nós conversaremos melhor sobre sua alimentação lá dentro. – disse de um jeito sério, parecendo preocupada. – Essa é minha secretária Maggie. – disse e apontou para uma senhora com sorriso simpático – Esta é Bella, filha do Chefe Swan e agora minha amiguinha. Você faz uma ficha rapidamente? Vou preparar o consultório enquanto isso.

Foi melhor do que esperava. Eu ainda estava com um bom peso, mas precisava vigiar minha alimentação. Fizemos um rápido ultrassom e ouvi novamente o coração do meu bebê. Esse som sempre me deixava apaixonada. Também peguei uma foto para colocar em meu quarto e outra na geladeira de casa.

- Minha mãe está ansiosa para te reencontrar. – Rosalie disse assim que terminamos – Será que teria um lugar no seu coração para o jantar de domingo na casa dos meus pais? Ela está chamando você e seu pai para juntar-se a nós.

- Oh... Isso é legal da parte dela. Vou falar com Charlie.

- Agora, coma alguma coisa e descanse.

A única coisa que realmente fiz depois de fazer compras foi deitar no sofá com uma manta grossa, colocar em um canal de desenhos e dormir. Planejei tirar pelo menos quarenta minutos de cochilo, meia hora, mas sempre enrolando por mais dez. Acordei quando Charlie chegou em casa segurando um pacote que cheirava bem. Meu olfato rapidamente capitou que ele estava carregando comida e sentei ansiosa.

- Dorminhoca e faminta?

- Dorminhoca demais... E muito faminta. – respondi percebendo que meu estômago estava furioso. – Só comi bem de manhã, fui para consulta e fiquei com preguiça de comer comida e comi uma fruta, então, dormi demais. Planejei acordar para preparar o jantar. Fiz compras.

- Sério? Imaginei que a dispensa estava vazia, passei no restaurante mais cedo e pedi para prepararem para minha princesa uma bela lasanha a bolonhesa como gostava.

- Honestamente, com essa fome, sou capaz de gostar de tudo. – respondi levantando-me do sofá e comecei a arrumar a mesa.

- Como foi o primeiro dia de aula? Fez muitos amigos? – perguntou calmamente colocando nossos aparadores e pratos.

- Uhn... – cantarolei pegando dois copos no armário do alto – Foi tudo bem. Tive aula de inglês no primeiro tempo, o professor parece legal e eu tenho um parceiro em biologia.

- Só isso?

- As pessoas ainda estão... Relutantes. – murmurei colocando os copos na mesa e abrindo a geladeira, tirando uma garrafa de suco de laranja e Charlie colocou a lasanha bem no centro da mesa – Quer uma salada?

- Acho que seria bom. – respondeu brincando com seu bigode. – E o quê mais?

- Foi só o primeiro dia, Charlie. Não é como se fosse o jardim de infância que você faz amizades no parquinho. Esse é o ensino médio. Tudo é complicado, ainda mais na minha situação.

- Sua situação? – Charlie inquiriu pegando os tomates cerejas que tirei da geladeira e as outras folhas. Nós lavamos juntos e cortamos. – Que situação?

- Feijãozinho, pai. Não é muito comum gravidez na minha idade e em cidade pequena tudo vira motivo... – respondi sem fitá-lo.

- Gravidez é benção. Sua idade é, sim, questionável, mas isso não quer dizer nada depois que está feito.

- Nem todas as pessoas pensam assim. E você faz isso porque é meu pai e avô da criança.

- As pessoas tem a horrível mania de julgar esquecendo que todos possuem um teto de vidro. Eles vão gostar de você.

Esperançosamente, desejava que Charlie estivesse certo. No momento, essa questão era facilmente deixada de lado, principalmente pela minha fome monstruosa. Feijãozinho não parecia satisfeito em ter sido deixado de lado hoje e depois de repetir três vezes prometi a mim mesma que não deixar meu sono vencer minha fome.

Nota: E depois de apanhar do fanfiction, consegui postar o primeiro capítulo.

Nos vemos terça-feira que vem!