Título: Um Amor Para Recordar
Autora: Thayaná
Beta:
Daisy
Casal: Sasuke & Sakura
Classificação:
T (13 anos)
Gênero: Romance/Drama
Sinopse: História inspirada no filme A Walk to Remember. Sasuke volta para Konoha após ter matado seu irmão e descobre seus verdadeiros sentimentos por Sakura. Entretanto, ela não tem muito tempo de vida, pois esta com Leucemia. Agora, ele irá lutar para realizar todos os seus sonhos, incluindo um milagre para lhe salvar a vida. Porém, seus problemas estão apenas aumentando quando ele descobre e se vê forçado a enfrentar o passado obscuro de seu Clã.
Disclaimer: Infelizmente Naruto e seus personagens não me pertencem, e sim ao tio Kishimoto. A Walk to Remember – história da qual essa fanfic foi inspirada – pertence à Nicholas Sparks.

Nota da autora: Muito obrigada pela compreensão de todos, e mil desculpas pela demora para postar o primeiro capítulo. Acontece que eu fiquei enrolada com o terceiro capítulo da minha fanfic: "Uma Paixão Poderosa" e não pôde escrever antes, mas felizmente, e finalmente o capítulo ficou pronto. Vou parar de falar para que vocês possam finalmente lerem o primeiro capítulo, espero que todos gostem e por favor deixem reviews!

Um Amor Para Recordar

Capitulo 1 - De Volta ao Começo.

O dia está parecendo que será muito agradável. Não que eu esteja ligando o que o dia de hoje significa. Não! Está totalmente fora de questão, mas a sensação de trazer de volta as minhas memórias é indescritível. Um sentimento que não encontro palavras para descrevê-lo – existe muitas coisas que não encontro palavras, pois nunca fui muito bom com elas. Porém, o sol acabou de nascer e apesar do vento frio batendo em meu rosto, posso sentir que logo estarei aquecido.

Eu me encontro mais uma vez aqui, nesse lugar, apenas refletindo comigo mesmo – não entendo o por quê, mas posso sentir que hoje é de uma forma diferente das anteriores. Focalizo minha visão para o grande lago a minha frente, ele parece-me tão grandioso, como se guardasse muitos segredos. Ele encontra-se dentro das terras do clã Uchiha, que atualmente não tem nenhum resíduo do que um dia foi. Entretanto, não existe outro lugar em todo o mundo que me faça sentir-me dessa maneira, como se fosse parte de mim.Aqui, parece que meus sentimentos e desejos afloram como por impulso. Essa é a razão de eu estar aqui hoje. Não existe outro lugar que eu possa expressar meus sentimentos, e assim contar toda a minha história.

É difícil e doloroso começar, mas tem que ser feito... pois foi uma decisão minha, e a levarei até o final. No momento pode-se dizer que o certo é começar a relatar como se fez presente a palavra amor na minha vida. Como se tornou tão real no meu vocabulário. E posso dizer, com absoluta certeza, que ninguém pode viver sem. Contudo, o ódio fez grande parte de tudo, não há como esquecer o que a vingança significou para mim e o que acarretou na minha vida. São peças totalmente necessárias.

Bem, é algo confuso saber em que ponto deve-se começar a confidenciar a história de sua vida, pois deveria ser da data de nascimento. Mas não existe lá muita coisa de interessante – não que eu possa me lembrar. Acho que devo me manter na linha, começando pelos quinze anos... com a minha volta para Konoha.

Certo! Porém, preciso destacar alguns fatos antes dos quinze anos que a palavra amor possa ter feito algum sentido. Como não destacar quando meu sangue ferveu pela primeira vez? Ah, eu quis matar aquele ser desprezível por causa de seu ato vergonhoso, para com a garota que até o momento eu não sentia nada ou pelo menos era isso que eu pensava. Eu só compreendia que o que fizeram com ela me deixou muito irritado – um sentimento estranho no peito –, e o teria matado se ela não tivesse me abraçado e me pedido para parar.

Sentimentos são confusos e complicados. Meu coração disparou, surgiu, se fez presente aos doze anos, fazendo-me duvidar sobre o objetivo da minha vida, vingança valia mesmo a pena? Foi o que me perguntei quando a encontrei na saída de Konoha. O dia estava preste a nascer, e ela estava ali, a minha irritante. Como ela sabia que eu iria embora? Não sei dizer, só sei que ela me conhecia bem o suficiente para saber. Afinal, eu não demonstrava sentimento algum e assim, gostaria de ter me mantido. As palavras que ela me disse tocaram de uma maneira que até foram cruéis, como uma sede de vingança, talvez o amor naquele dia possa ter brotado no meu peito. Mas o ódio, dor, sofrimento, raiva que formavam a minha sede, a minha obsessão por aquela vingança,não deixaram que eu tivesse reação mais humana, e não pude responder a sua declaração de maneira mais coerente. Apenas consegui lhe dizer um singelo obrigado!

Uma obsessão. Minha vingança chegou a tal ponto que se tornou puramente uma obsessão. Faria qualquer coisa para ficar mais forte, e adquirir mais poder, fazendo com que meu ódio prevalecesse. Era só lembrar daquela maldita noite que tudo ficava claro como a água, nada seria caro o bastante para pagar por esse objetivo. Porém, existem cicatrizes que fizeram a minha reflexão sobre os meus atos ficarem mais aflorados. Se pudesse escolher, não gostaria que as coisas fossem do jeito que foram. Não queria perder ninguém que eu amava, não queria fazer ninguém sofrer. Por essa razão os laços formados com essas pessoas me machucavam tanto. Apenas queria destruí-los e me sentir libertado deles.

No momento, não adianta recordar desses momentos, e sim começar a verdadeira história. O começo deve ser a partir daquela luta, a que decidiu muita coisa. Mudou minha vida, salvou-a e, ao mesmo tempo, acabou com ela. Quando você coloca toda sua vida em um único objetivo e o cumpre, não sobra mais nada. Não existe mais lugar no mundo para você. Foi exatamente assim que eu me senti: um nada... não tinha nada dentro de mim!

Quinze anos atrás

Ele estava ali na minha frente, fraco, desprotegido de certa forma, sangrando muito. Suas tosses eram extremamente fortes, como se seus pulmões fossem sair de dentro de seu peito e traziam consigo muito sangue. Itachi ainda estava de pé, mas eu sabia que ele não demoraria a cair. Porém, eu estava muito ferido e também não ficaria muito mais tempo de pé. Havia algo em seu olhar que num instante desapareceu, pois o Mangekyou Sharingan havia feito o seu trabalho, deixando-o cego.

Itachi – meu irmão, o traidor –, caminhava lentamente em minha direção, com o braço apontado para mim, procurando-me. Não posso mentir, eu estava aterrorizado. Pois, estava sem chance até mesmo de me mexer. Quando ele finalmente chegou até mim, não fez o que eu havia pensando que ele queria. Itachi estava bem próximo a mim, e fez um ato que marcou minha infância, quando eu era apenas um garoto de oito anos e tinha minha família. Deu um peteleco em minha testa, para em seguida cair no chão, morto.

Não compreendi de imediato o que aquilo significou, estava aterrorizado demais para pensar. Mas, por um momento, eu pensei tê-lo visto chorando. Talvez tivesse sido a chuva, acho que nunca terei certeza sobre esse fato.

Acabou, pensei na hora, ele finalmente está morto!

Eu não consegui matá-lo, mas de certa forma eu causei sua morte, pois foram os ferimentos de nossa luta que o fizeram descansar, seja lá onde quer que fosse.

Quando consegui parar de refletir sobre Itachi e sua morte, percebi que o Amaterasu, o fogo negro de meu irmão, ainda estava ardendo. Tudo que estava ao nosso redor estava sendo consumido pelo fogo, nem mesmo a chuva que caia – consideravelmente forte – conseguia fazer com que o fogo diminuísse sua proporção. Certamente eu deveria ter feito algo para sair dali, mas minha debilidade era muito grande. O prazer de saber e sentir que o desgraçado estava morto ao chão perto dos meus pés, fez sentir-me aliviado e com isso pude me entregar a exaustão que meu corpo tanto almejava. E assim, cambaleando, acabei por cair no chão – desmaiado – ao lado de Itachi. A última coisa que meus olhos viram antes de se fecharem, foram o quanto ele estava destruído. Tudo tinha terminado – uma pena que fosse apenas a minha doce ilusão.

Não sei quanto tempo eu passei desacordado, nem mesmo percebi se ainda estava vivo. Recordar-me desse momento, faz com que de alguma certa forma, eu acabe por delirar um pouco. Nada muito sério, claro. Tudo que eu sabia naquele momento, era que eu sentia muitos chakra próximos à mim. E o mais importante, conseguia sentir os de pessoas que eu havia sentido tanta falta.

Mantive os meus olhos fechados por alguns minutos, apenas escutando todas àquelas vozes – algumas muito sem sentidos, de pessoas que eu não ligava a mínima – e respirações meio que descompassadas. Alguém estava segurando a minha mão, fortemente, eu sentia uma boa vibração emanando dela. Foi nesse instante que decidi, finalmente, pouco a pouco me obrigar à abrir meus olhos.

De volta ao mundo real! Com os meus olhos abertos para o mundo novamente, pude observar tudo que estava ao meu alcance. E lá estava ela! A garota irritante que eu sempre tratei tão mal e fui capaz de abandoná-la em um banquinho. Entretanto, naquele exato momento, ela parecia uma visão. Talvez pudesse estar no paraíso, e apenas sonhando que poderia ter uma segunda chance.

Não era um sonho, e muito menos uma ilusão. Eu me encontrava com a cabeça deitada no colo de Sakura – a minha irritante – não conseguia mexer sequer um único músculo. Olhando para a mão dela que apertava a minha, percebi o fluxo azul de chakra que emanava dela. Estava me curando. Inacreditável, depois de tudo que eu fiz!

– Sasuke-kun. – ela estava me chamando. Mas eu não fiz nenhum movimento, nem mesmo para mostrar que eu estava vivo. - Você está bem?

Deveria ter dito algo. Mas apenas fiquei olhando fixamente naqueles olhos tão vividos e verdes. Sentindo-a um pouco impaciente, acabei por movimentar minha cabeça de forma positiva.

– Que ótimo! Isso é realmente muito bom. – ela sussurrou sorrindo. Me senti como se um turbilhão de sentimentos adentrassem meu peito. Como isso poderia ser possível? Como ela poderia me tratar assim, depois de tudo que eu a fiz sofrer? Eu quase a matei e ela continuava ali, desperdiçando seu chakra comigo.

Tudo estava começando a fazer algum sentido. Depois que eu deixei esse lado tão sentimentalista que eu tanto desprezava de lado e consegui perceber quem eram as outras pessoas que estavam ao redor de mim e da minha Sakura.

Naruto estava ajoelhado ao lado direito de Sakura e Kakashi de seu lado esquerdo, porém encontrava-se em pé. Consegui perceber que eles estavam aliviados. Era como se todas aquelas lorotas que haviam me dito, ainda fosse verdade. Aquilo amoleceu o meu coração.

Ainda estava presente outros ninjas de Konoha, mas para ser realmente sincero, não consigo lembrar quem eram. Afinal, não eram muito importantes e já passaram quinze anos. E eu nem estava em condições muito agradáveis.

– Ei, Sasuke, você está bem? Nós precisamos voltar... Você irá junto, não é? – Naruto perguntou em seu tom habitual, puxando toda a minha atenção para ele, que até aquele momento só estavam sobre uma certa kunoichi de cabelos raros.

Eu permaneci olhando em seus olhos, não existia coerência. Não podia ser normal o tratamento deles comigo, afinal, eu não merecia e deveriam ter deixado que eu morresse, assim como meu irmão. Fora a primeira vez que pensei nele após ter acordado, e olhando ao lado pude perceber que ele não estava mais presente. O que terá sido feito dele?

Estranhamente, não estava me preocupando. Era como se eu não quisesse, não precisasse saber mais nada dele. Tudo estava mudado... dentro de mim!

– Agora que tudo acabou...

– É apenas o começo. – disse Kakashi, interrompendo Naruto. Fora a primeira coisa que eu o ouvi dizer após tantos anos, e foi unicamente sábia, como era de seu costume.

Todos ficaram quietos, concordando com suas sábias palavras.

O sentimento de dever em matar Itachi acabou por invadir-me novamente. Tentei levantar-me para encontrar seu corpo, ou quem sabe o próprio, ainda vivo. Porém, Sakura segurou-me com uma força que eu custei acreditar que ela possuísse.

– Eles acabaram levando-o . – ela disse, tristemente.

– Quem? – perguntei, ainda meio confuso.

– Akatsuki. – Kakahi respondeu.

Chegou a passar pela minha mente que minha vingança não havida sido cumprida, depois de todos os meus esforços e sacrifícios. Mas eu tinha absoluta certeza que ele havia caído morto aos meus pés. Precisava acreditar nisso, afinal, eu havia sentido. Contudo, com qual finalidade Akatsuki resolveu resgatá-lo mesmo estando morto? Não fazia sentido!

– Pronto! – Sakura exclamou. Ela havia terminado o seu Jutsu. – Agora, você só precisa descansar um pouco e tenho certeza que em breve estará muito bem.

Eu desejava conseguir dizer alguma coisa para ela naquele momento, mas uma barreira não deixava nenhuma palavra de agradecimento ser proferida.

Todos pareciam que estavam cansados e loucos para voltarem para casa, e eu, não era diferente, a muito tempo que eu almejava estar em casa novamente. Nesse momento a minha equipe a Hebi apareceu no local.

Eu estava surpreso, para mim apenas um milagre faria Suigetsu escapar de Kisame. Suas habilidades nem se comparavam, mas ele estava bem ali na minha frente. Todo arrebentado, mas estava. E do seu lado se encontrava Juugo e Karin, que por mais improvável que pudesse ser, eles se encontravam no mesmo estado do que ele.

Olhares entre os dois grupos ficaram cada vez mais agressivos, era como se todos de Konoha soubessem o que eles, de fato, haviam feito no passado ao lado de Orochimaru. Entretanto, o que mais poderia assustar qualquer um que estivesse presenciando tudo aquilo, era o olhar mortal que Karin penetrava em Sakura. Fazendo assim, com que ela a fitasse de uma maneira diferente. Sakura não tinha ódio no coração e com isso nenhuma razão para não gostar de Karin, pelo menos naquele momento, ainda não.

– Oh, Sasuke, olhem só o que fizeram com você! – Karin disse, correndo em minha direção. Acabando por derrubar Naruto e puxar-me do colo de Sakura.

– Ei, ei, ei... Quem você pensa que é? – Naruto reclamou, levantando-se.

– Verdade! Quem você pensa que é, coisinha? – Sakura gritou, preparada para uma boa luta, se fosse preciso.

Os olhares entre as duas faiscaram, e não demorou nem alguns segundos para eu estar novamente no colo de Sakura.

– Parem com isso! – eu disse, tentando levantar, mas foi inútil.

Piorando minha situação, Sakura encarava-me com seus lindos e grandes olhos verdes, demostrando toda a sua decepção. Talvez pudesse estar passando em sua mente que eu e Karin tivéssemos alguma coisa. Infelizmente, não estava totalmente enganada. Karin achava que eu era propriedade dela. É claro que para mim, o que Karin pensava não fazia a mínima diferença, ela que pensasse o que quisesse.

– Eu decidi... que vou voltar para Konoha... Se ainda for possível. – disse com a minha habitual voz fria de sempre.

– Eu sabia que a qualquer momento você faria a coisa certa, dattebayo!! – Naruto gritou da forma que só ele era capaz, deixando todos surdos por alguns instantes e uma vontade de matá-lo crescendo.

Continua...

Nota da autora: Eu gostaria de agradecer muito à Daisy por ter aceitado ser minha beta, muitíssimo obrigada! Bom, sobre a história, tudo que posso dizer é que Sasuke resolveu voltar para Konoha e tudo vai recomeçar para ele. Próximo capítulo deve sair na semana que vem! Agradeço muito pelas reviews e gostaria de pedir para que continuem enviando-as. Por favor, não me abandonem!

Respondendo as Reviews:

Brouillard : Olá, obrigada pela review e por nunca desistir da história. Bem, são a mesma história, sim. Eu acabei me enrolando um pouquinho. É que a principio eu ia deixar aquela outra versão - que eu tinha escrito primeiramente - e postar em A Walk to Remember a reescrita. Mas resolvi editar e apagar aquela e deixar aqui mesmo as novas. Eu sei, quanto mais eu tento explicar, mais confuso fica. Você tem razão, o mangá não está sendo nada bonzinho para eles, porém, ainda tenho as minhas esperanças. Espero que você goste do primeiro capítulo e desculpe-me pela demora. Beijos!

Trident Tutti-Frutti : Olá, fico feliz que você tenha gostado do prólogo e tenha achado interessante. Desculpe a minha terrível demora e muito obrigada pela sua review. Beijos!

Carol-chan : Olá, muito obrigada pela sua review e por não ter me abandonado. Apesar de muita gente ter me falado que eu não deveria reescrever a história, para mim tinha algo faltando. Não estava muito feliz do jeito que estava. Obrigada pelos elogios. Desculpe a demora, não vai acontecer de novo. Beijos!

Natiii : Olá, menina! É verdade, o passado do pobre do Sasuke-kun é muito sombrio, coitado. Ah, ela é realmente muito romântica, terá muitos momentos fofos e muito tristes também. Amei o elogio, se depender de mim... continuarei assim. Você entende a minha demora, não é? Estou perdoada? Obrigada pela sua review. Beijos!

India : Olá, que bom que você gostou da história. Eu tento escrever da melhor forma possível. Obrigada pelos elogios e claro, pela sua review. Beijos!

Mye-chan : Olá, que bom vê-la por aqui. Você disse sim e honra a sua palavra, isso é ótimo! Fiquei contente em saber que você gostou do prólogo e ainda mais de você achar que eu escrevo bem. Afinal, você é uma das minhas escritoras favoritas. Eu sou meia chegada a um belo drama, acho tão romântico! Também quero um final feliz. Muito obrigada pela sua review e espero que goste do primeiro capítulo. Beijos!

Daisy : Olá, obrigada pela sua review e mais uma vez por ter betado o capítulo. Prometo que não demoro a te mandar a continuação. Que bom que você gostou da história, ela é bem triste. Beijos!

Karol : Olá, menina! Que bom que você apareceu por aqui e gostou da história. Bem, o que aconteceu nos quinze anos você vai entender um pouco nesse capítulo. E vai seguir até o último, quando a história acabar. É ótimo ter fãs, muito obrigada! Desculpe a demora, e obrigada pela review. Beijos!

Fefê-chan : Olá, que bom que você não me abandonou! Não vai demorar muito e chegamos no capítulo do casamento. Espero que você goste do primeiro capítulo. Obrigada pela review. Beijos!