- Você está namorando o gótico? - pergunta Kylie para Cartman, enquanto as duas junto com Stanny esperam o ônibus escolar para ir para escola do ensino médio da cidade vizinha, já que na cidade de South Park não tem colégios para esse grau académico.

Kylie é uma garota ruiva com nariz meio torto, mas não diminui a beleza da mesma,cabelos cheios, mas esconde usando seu tradicional ushanka verde limão para se proteger do frio da cidade, uma blusa laranja justa e uma calça jeans justa que destaca os quadris da moça. Stanny é uma morena atlética com seios grandes (puxou a mãe), está usando uma calça Jeans. Está usando uma calça branca muito justa, uma jaqueta azul de alguém que faz parte do clube de esportes do colégio. Não está usando toca como usava quando era criança, mas está com seus cabelos longos negros e lisos expostos. Com as duas está Erica que está vestida casualmente.

- Sim. Algum problema, sua judia? - respondi a gordinha.

- Ele é muito bizarro. Ele é satanista.

- Na verdade não é, só adorar uma entidade das trevas lovecraftiana, mas nada que pratique mutilação de pau como o judaísmo.

- Pare de falar mal da minha religião, sua budona - disse Kylie.

- Uma coisa é engraçado. Finalmente Cartman tem um namorado tão gordo como ela - disse Stanny.

- Vai se fuder sua hippie de merda - Erica mostra o dedo - pelo menos meu é muito mais macho que seu viadinho feminista de merda.

- Calma vocês três, meus amores - diz uma voz feminina atrás da Cartman. A dona da voz agarra os seios de Erica.

- Droga Kelly. Sai fora - empurra a loira para pista - deixa meus seios em paz.

Kelly é uma loira magra sem muitas curvas, mas consegue destacá-las com… métodos certos. Uma blusa laranja com toca deixando só os olhos amostra, uma mini-saia perto e botas de cano longo.

- Mas ele são tão grandes e macios - mesmo com a voz abafada consegue ser entendida pelas três. Ela gesticula que ainda estivesse apalpando os seios - os seios seus e Stanny são os melhores.

- Sérios. Se não fosse por tanto de homens que você fica eu teria impressão que você é lésbica - disse Cartman cruzando os braços.

- Eu vou te contar um segredo, Cartman - disse Kylie - ninguém já se prostituiu tanto como sua mãe - Stanny e Kelly riem com a piada.

- Sim, porque sua mãe teve que ir no Brasil pra ter - disse Erica.

- Ué? Por que?

- Porque um dragão só se reproduzir se tiver em um carnaval.

Stanny e Kelly riram com a piada. De repente um carro passa rápido, não seria o problema se Kelly ainda não tivesse parada na pista. Logicamente a loira foi atropelada.

- Oh meu deus. Mataram a Kelly - disse Stanny em um tom de desespero.

- Seus filho da puta - disse Kylie.

- Eu vou para casa - Cartman volta para casa faltando aula.

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- Então você iniciou o namoro com aquela gordinha conformista - disse uma voz que está expressando muito tédio. Uma mulher alta, magra, de cabelos crespos que uma roupa social com camisa branca e calça preta, sobretudo preto e usa uma bengala como apoio.

Seu grupo está no seu quarto fumando cigarro. Todos eles estão matando aula para entrada de um novo gótico no grupo. O segundo gótico no grupo.

- Uma gordinha com as gorduras no lugar certo. Não vejo problema, Michelle. Sem contar que tinha que ver a cara do líder do vampiro quando falei que ela é minha namorada - disse Henrique enquanto traga seu cigarro.

- Deve ter sido único ter visto a cara dele perdendo as esperanças. Aposto que vai se juntar aos emos - disse outra garota soprando sua franja. Seus cabelos pretos, mas tem partes pintados de vermelho. Da mesma idade de Henrique, altura média, curvas desenvolvidas, cabelos curtos com uma franja na direita que de tempos em tempos sobra. está usando um vestido preto fosco quase cinza.

- Falando nisso eu gostaria de ver isso, Peeta - disse Michele se levantando para esticar.

- Eu teria enfiado a faca e espalhado suas entranhas nos quatros canto das cidades - disse uma jovem gótica de cabelos curtos estilo emo, vestindo uma vestido no estilo gótica lolita.

- Sempre querendo resolver tudo na faca, Georgia - disse Peeta.

- Vocês estão conversando assuntos aleatórios, mas estou dentro do grupo? - pergunta um gótico na mesma idade da gótica lolita que tem cabelos castanhos sendo que está pintado de preto com mechas roxas. Está usando uma calça vermelha e uma camisa preta com uma caveira de pirata estampado na frente. Ele se chama Kaio McCormick e em outro universo seria a Karen.

- Está dentro. É muito conformista ficar avaliando novos góticos - disse Michelle.

- Aliás, vocês estão falando da Erica? - disse Kaio acendendo um cigarro.

- Erica? Você a conhece? - disse Henrique sem alterar a voz.

- Ela é melhor amiga da minha irmã - disse Kaio dando a primeira tragada no cigarro.

Henrique dá uma olhada no celular para ver a mensagem que recebeu de sua namorada.

- Parece que minha namorada resolveu faltar aula também. Segundo ela aquela amiga loira dele morreu - disse Henrique para todos.

- De novo? - disse Kaio - mas ela ressuscita logo.

- Ressuscitar? Como assim? - perguntou Peeta.

- É uma longa história - Henrique abri o guarda roupa - acho que vou fazer agora é sair com Erica hoje.

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Três meses de namoro é um tempo relativamente rápido, mas tempo muito bem aproveitado. O que causa o espanto de muitos que nenhum do casal fez questão de falar com os amigos que estava namorando, pelo menos não até que seus respectivos grupos perguntar se estavam namorando.

Não é o primeiro namoro de Erica e Henrique, mas isso não tira que o relacionamento não está sendo especial. As experiências e erros no passado permitiram ter um convívio mais maduro e a personalidade do casal que são muito parecidas ajudam muito essa estabilidade. Como todo relacionamento, o namoro não é perfeito, já que tem muitas brigas, mas como a personalidades deles gosta de um pouco de intriga isso é tempero para relação.

Erica está esperando Henrique de frente Tweek Bros. Coffee usando o mesmo vestido que ele lhe deu no início de namoro, mas só usou uma vez, já que a cidade é fria demais para utilizar um vestido como aqueles e diferente do seu namorado não é tão resistente a frio. Também se deu luxo de usar uma maquiagem gótica para entrar mais do visual que seu namorado gosta.

Não demora muito para Henrique chegar ao encontro de sua namorada, mas sua chegada traz uma surpresa para garota nazi gótica e pode resumir com uma frase simples: Henrique não está como gótico. Calça jeans desbotada, tênis branco, camisa polo sendo a cor que chama mais atenção: rosa claro. Fora o rosto dele está sem maquiagem, o que dá uma impressão de alguém formal tirando o corte do cabelo.

- Feche a boca. Senão vai entrar mosquito - disse o gótico com visual nada gótico.

- Eu nunca esperei que te viste sem ser roupas góticas, Rick - chama o namorado com seu apelido.

- Também não esperava que você iria vim de gótica, Eri - disse o gótico chamando Cartman do seu apelido - o que achou do meu visual?

- Se te conhecesse agora eu nunca diria que você é um gótico. Está bem gatinho - Erica pisca para o namorado - só não sei como você aguenta o frio sem nenhum casaco.

- Minha alma é mais gelado que o zero absoluto, o frio não me incomoda - dá um selinho em sua namorada.

- Tá bom. Qual vai ser o próximo passo? Soltar o pó diamante? Vamos entrar pra tomar um café.

- Ué? A gente não ia pra sua casa? Você quer um encontro na cafeteria.

- Não seu besta. Preciso de um café bem quente para me manter aquecida - disse Erica - se não fosse por você nem usaria essa porra.

O casal compra compra um copo de café grande cada e vai andando para de Erica.

- Já ouviu falar da lenda de Big Bones? - disse Henrique.

- Nunca ouvir falar - disse Erica.

- Na época de ouro dos piratas Big Bones foi o maior pirata de todos os tempos. Até o Barba Negra tinha medo dele. Dizia que os impérios de todo mundo se reuniram para conseguir a cabeça desse pirata.

- Nada como trazer uma temporária paz mundial com um inimigo comum. Gostei do pirata. Como ele morreu?

- Essa que torna seu nome mais lendário: ele aparentemente morreu por uma criatura misteriosa das trevas que surgiu em uma forte tempestade. Dizem as lendas que a própria criatura das trevas reivindicou como esposo.

- Criatura das trevas do mar? Que brisa! Com certeza tinha tentáculos, ou seja, o lendário pirata foi para um desenho japonês erótico.

- Eu me pergunto que tipo de mitologia você curte. Sempre tem uma piadinha pra tudo.

- Eu gosto da mitologia egípcia.

- Egípcia, por que ela oprimiu os antigos judeus?

- Exato.

- Por que não fico surpreso? - Henrique rir.

Não demoram muito para o casal chegar na casa de Erica. A garota abre a porta de casa puxando uma chave que estava guardando nos seus. A rápida visão dos seios nus de sua namorada despertou alguns… pensamentos errados na mente do gótico. Quando a garota abre a porta, o casal entra na casa.

- Sua mãe não está em casa? - pergunta o gótico.

- Não, ela está trabalhando.

Não demora muito para o casal se dá conta de sua situação. Estão finalmente sozinhos em uma casa pela primeira vez. Diferente de uma ficção onde tudo coopera para um casal possa aproveitar ao máximo a relação fisicamente, na vida real adolescente que ainda são sustentados pelos pais tem uma outra realidade de realizar algumas coisas bem… 'exóticas'. Em outras palavras, sexo. Três meses de namoro e os dois não tiveram oportunidade para ter um momento mais íntimo. Pode se argumentar que não precisa de obrigatoriamente uma relação sexual para ter um namoro bem sucedido, mas vai falar isso para dois jovens com os hormônios explodindo dentro deles?

Erica dá aquele sorriso tímido, mas malicioso, enquanto a face cora de leve dando aquele ar de fofa e sombria por causa do visual gótica. Henrique aproxima sem nenhuma pressa de sua namorada a segura na cintura com o braço direito e com a mão direita alisa face dela. Nenhuma alteração de feição ou até estímulo muscular do rosto masculino, contudo Cartman consegue notar a ternura de seu namorado através do seu olhar. Como se o gótico tivesse em um grau de penitência de não expor as emoções, apesar que isso não é uma regra para os góticos, mas sim um estilo de vida aceitado de bom grato. Com três meses conseguiu identificar as emoções dele apenas olhando pelos olhos.

A moça fecha os olhos e praticamente se rende com carinho que está recebendo em seu rosto. A entrega é imediata como se apoiasse toda nas mãos do rapaz. Aquelas bochechas cheias e a pele lisa dela é algo único de alisar, segundo o rapaz. Como se finalmente tivesse encontrado a luz. Uma luz em forma sólida do rosto feminino. Pode até sentir a pulsação sanguínea de sua amada, enquanto fica nesse momento de contemplação.

Pensar que tudo começou pelo simples capricho de provocar o líder dos vampiros, mas sem se dar conta reivindicou a posse daquela mulher que infelizmente foi desprezada por muitos homens só pelo motivo de está acima do peso. Uma hipocrisia que muitos alegam que a rejeição é por causa apenas de sua personalidade, mas sabe que existe muitos em South Park ou em outros lugares que até pode se igualar de ruindade, mas não chegam ser odiados nem um décimo como Erica é odiada. Contudo Henrique compara sua namorada como um tesouro oculto, já que só passa valorizar quando conhece melhor.

Mais uma vez os lábios se encontram para trocar um beijo apaixonado. Iniciando de forma lenta como se fosse o primeiro contato deles, mas pouco a pouco ficando mais intenso. Os braços do gótico abraçam a cintura, enquanto os braços da nazista retribui abraçando o pescoço. Queijo, o sabor do jeito está salgado com queijo por causa que estavam comendo.

O beijo se desfaz e Henrique pega Erica pelo colo, surpreendendo ela e sobe as escadas. Se está com luxo de ficar sozinho com sua namorada é melhor ficar em um quarto do que uma sala. Cartman fica admirada como o gótico consegue a levantar como se não fosse nada. Nunca foi considerada leve e só um adulto forte que era capaz de levantá-la, com o gótico pela primeira vez tem a sensação de se sentir leve.

Não é a primeira vez que encontra na casa dos Cartmans tanto que sabe o caminho para o quarto da cosplay de gótica. Queria dá um de rebelde entrar no quarto de Liane para possuir sua namorada, porém sua sogra já tem uma rotatividade de homens muito maior que qualquer casa noturna. Então entra no quarto da garota e a coloca na cama.

- Eu me pergunto. O que você faz pra ser tão forte? - disse Erica.

- Tenho meus meios de treinamento - disse Henrique passando a mão no próprio cabelo e depois nos lábios para limpar o batom preto do seus lábios que ficou por ter beijado muito sua namorada.

- Ah é? - Erica se levanta da cama - então se senta que vou mostrar alguns truques - empurra o gótico para cama que senta.

Não entende que Erica está querendo fazer, só ver ela se afastando um pouco. Não deixa de reparar na bunda dela que é bastante grande e pensar que finalmente vai poder ver essa parte do corpo dela em nudez total. A garota para de anda e permanece de costas para ele, abre um pouco as pernas e começa a rebolar. É uma surpresa muito boa finalmente ver a bunda dela no grau máximo de… 'movimento', mas fica impressionado com a… técnica que sua namorada está rebolando. Parece que acessou um vídeo erótico mulheres e afins costumam focar só no rebolado. Só que está ao vivo vendo sua deliciosa namorada rebolando como se fosse uma dançarina profissional. Só não está conseguindo ver o contorno da calcinha de Erica por cima do vestido, mas logo a ficha cai quando se dá conta que ela não está usando calcinha.

De repente Cartman dá um pulo para trás acertando a cara do seu namorado com uma bundada. O golpe foi suficiente para fazer o gótico deitar e ter sua cabeça esmagado pelo traseiro dela. Ouvia rumores que a Guaxinim tinha uma arma secreta e finalmente descobriu qual era: a bunda da justiça. Golpe inspirado por uma lutadora de luta livre de um jogo famoso de videogame

Depois Erica se ajeita para ficar em cima do gótico e diz:

- Por essa não esperava, modafoca - Cartman bate o… próprio traseiro.

- Estou meio zonzo com impacto, mas é um zonzo feliz - responde o rapaz fazendo ela rir - deixa eu retribuir o favor.

Henrique vira a garota para ficar em cima dela e avança no pescoço dela no lado direito com sua própria boca pressiona a região com seus dentes, enquanto chupa ao mesmo tempo. Erica fecha os olhos e morde os lábios para reprimir seu gemido de prazer, enquantos e retorce com a investida de seu namorado. Não é sua primeira vez sexualmente, mas é o primeiro homem que dá um caprichado chupão. Ao mesmo tempo o gótico marca sua fêmea em sinal de pose, mesmo que essa marca seja temporária. Quando termina olha sua namorada cara a cara.

- Não precisava reprimir seu gemido - disse o gótico.

- Eu não me entrego fácil - disse envergonhada - você disse que odeia os vampiros e agiu como um. Valeu por me deixar marca, filha da puta.

- Doce como sempre - beija a garota vorazmente.

Se tivesse um voyeur naquele quarto teria a impressão que os dois parecem que estão brigando no beijo parecendo que estão disputando quem domina quem. Fora as mãos agora estão explorando o corpo sem nenhum pudor um do outro. As mãos masculinas já apalpam os fartos seios da garota por cima da roupa, agradecendo que suas mãos são grande suficientes para senti-las todo. Os bicos dos seios já ficam juntos ao mesmo tempo que o volume do meio das pernas do rapaz começa a incomodar. As mãos feminina exploram o torso masculino desde peitoral, barriga e até as costas, onde marca seu macho arranhando as costas dele.

"Só uma mulher conhece perfeitamente o corpo de outra mulher" uma frase dita em bocas de mulheres lésbica e até é uma frase do livro "Veronika decide morrer" de Paulo Coelho, mas só um homem que se dedica com toda vontade e sede em explorar o corpo de uma mulher, segundo Erica.

Quando tira parte da camisa de seu namorado não deixa de reparar a barriguinha saliente que ele tem. Apesar que o ideal masculino de corpo seja o tradicional barriga de tanquinho, Erica gosta daquela barriguinha macia 'honesta'. Primeiro que mostra que um homem é humano, segundo que induz do mesmo desenvolver outros talentos para compensar o corpo não perfeito e terceiro um homem magrelo, segundo Erica, é normalmente sem sal.

O rapaz tira sua camisa que já estava meio tirada. A garota já diz:

- Não quer tirar logo as calças? Aí já aproveito pra tirar o vestido.

- Para mim, tanto faz - dá os ombros.

- Aproveita e pega algumas coisas na caverna da minha cômoda.

Henrique se levanta da cama e tira sua calça rapidamente só ficando de cueca. Abre a gaveta e descobre algumas coisas interessantes: camisinhas e lubrificantes. O primeiro já tinha no bolso, mas o segundo dá algumas idéias mais... interessantes que justamente desbravar… áreas mais… profundas. Logo olha para sua namorada que está totalmente nua e de quatro para sua direção. Sua face demonstra que compartilha a mesma idéia de… 'exploração'. O corpo feminino dela farto, mesmo com as imperfeições do sobrepeso, não tira nenhum pouco a sensualidade da fêmea.

Em muitas retratações de cenas de sexo o casal normalmente vai tirando pouco a pouco sua roupa no desenrolar do ato, mas os dois estão adiantando para não terem suas respectivas roupas rasgadas pelo empenho dos dois. As roupas do rapaz podem ser do estilo 'conformista', mas a cueca negra não é. O vestido gótico não é algo comum na vestimenta da fã de nazismo, mas esse vestido tem um valor sentimental.

Henrique tira sua cueca para enfim seu pau agradecer de está finalmente livre. Erica ver membro pulsando pra ela com brilho dos olhos. Não é um pênis como de filmes pornográficos que destaca pelo tamanho, mas é um pênis que encontra na média, mas suficiente para a mulher ama, só imaginando que isso vai está dentro dela.

O gótico sobe na cama ficando de joelhos e Erica engatilha em direção dele como uma leoa pronto para atacar sua presa. É um curto trajeto ao mesmo tempo longo pelo fato da cama ser de casal. O capaz se senta e a sua namorada pela o pênis com a mão direita e olha com cara travessa apresentando um misto de infantilidade e maturidade. Um leve sorriso o gótico responde a expressão atrevida da Cartman que já lambe a ponta do pênis como se estivesse saboreando um picolé. E o sexo oral que Erica está fazendo está nesse nível parecendo que inicialmente está saboreando um doce. A mão direita no talo do pênis e a mão esquerda apalpando o saco dele.

Logo essas lambidas dão lugar para colocar a genitália de Henrique completamente na boca como se quisesse comer por completo ou ate engolir, já que o rapaz sente colocando seu pau ate o talo. Os movimentos de subida e descida é iniciado, fazendo que o gótico se delicie com o estímulo oral. A técnica de 'boquete' de Erica não pode ser tão apurada como de sua melhor amiga loira, mas isso não tira a inibição de realizar o ato do ritmo dela. Finalmente o lado imparcial do gótico é quebrado e seu macho geme sem manter a conduta gótica. Aqueles gemidos que se querem inibir, mas o prazer que está proporcionando está deixando os sons vocais masculino mais desinibidos. As mãos do góticos estão na cabeça da gordinha, mas isso não impede de quem está no controle é a garota.

Erica sempre foi considerada uma gulosa, já que é visto sempre comendo. Parece que sexualmente não é muito diferente disso já que engole o esperma do seu namorado que geme alto como se tivesse finalmente conseguido o recheio de um doce e de certa forma encontrou mesmo, já que a garota descreve o gosto do esperma do gótico como se fosse levemente doce.

Queria beijar seu namorado para compartilhar o sabor, mas o gótico é rápido e empurra ela para ficar deitado e sobe no corpo feminino para abocanhar os seios gordos. O gemido é de susto e de prazer escapa dos lábios pretos quase já voltando na coloração normal por o batom acabar de Erica. Estando em estado de submissão a única coisa que resta é aproveitar a fome de seu namorado que revelou algo em comum: também é guloso.

As mãos masculinas que exploram junto com a boca do dono deles os seios da mulher, enquanto a mesma responde lançando seu braço na nuca do gótico. Distribuindo chupadas, mordidas e lambidas naquela região feminina, Henrique se saboreia pelos seios de sua amada. Gostaria de poder ter colocar seu pau duro no meio dos seios para ser massageados pelos mesmos, mas seu 'amigo' se encontra em repouso no momento. E que sobra nele é justamente improvisar.

Por mais esteja gostando de chupar os seios de sua namorada tem outra região que está ansioso de colocar a boca. Daí faz o caminho com beijos passando pelo abdômen farto dela, chegando no colo e finalmente chegando na região genitália feminina onde retribui o 'favor' que recebeu alguns minutos atrás. Erica estava molhada e sua própria secreção se mistura com a saliva do gótico. Tudo que faz é gemer alto que se tivesse alguém na casa escutaria. De certa forma alguém escutou, sua vizinha ao lado chamada Marjorine que foi pega de surpresa nos primeiros momentos, mas agora se mastubar imaginando Erica sendo possuída pelo seu namorado sombrio. Motivo de está em casa é porque está gripada.

Enquanto uma inocente se perverte com sua própria imaginação e audição, Erica praticamente está levantando seu quadril para esfregar sua vagina na boca do seu namorado. O orgasmo vêm forte fazendo assim que o gótico experimente o 'recheio' de Erica. O gosto pode ser descrito como algo levemente gorduroso. Se anos atrás ela colocava hambúrguer na sua bunda e era sucesso de vendas, imagina se a carne fosse fritada com o suco da buceta de Erica?

Agora assim o casal trocam um beijo de língua compartilhando uma mistura de salivas, secreções e salgadinho de queijo. Logo a ereção de Henrique retorna e pode consumir por completo o momento sexual.

Não precisava de trocar alguma palavra, o casal já sabia que queria. Está na hora do prato principal. Apesar de ser bem tentador não utilizar nenhum tipo de proteção o uso da camisinha precisa ser necessário, já que em uma relação sexual pode gerar uma nova vida. Claro que seria tentador para Henrique ter 'sua semente' crescendo no ventre de sua namorada, mas ainda não está preparado para ser pai e com certeza sua namorada ainda não está preparada para ser mãe.

Então coloca a camisinha e logo fica normalmente em cima de Erica para penetrá-la. A sensação de ter seu pau dentro dela é bastante recompensador e finalmente os dois corpos se conhecem por completo. O casal geme em sincronia, mas o gótico inibe um pouco. Por mais ansioso que estava penetrar agora precisa realizar um jogo mental para aproveitar o máximo possível sua ereção, já que não consegue conseguir recuperar tão rápido como recuperou momentos atrás.

Os corpos entram na sincronia de penetração parecendo que foram projetados um para outro. Alguém que fizesse uma piadinha envolvendo baleia e acasalamento encontraria uma morte muito dolorosa e assustador. Contudo o casal encontra em total privacidade, apesar de nem desconfiarem que tem uma voyeur sonora.

Suor, gemidos e palavrões são a sinfonia aquele ambiente, enquanto Henrique se encontra preso em uma chave de perna, enquanto literalmente cavar sua espada em uma quente caverna parecendo que está querendo sair do seu cativeiro, enquanto na verdade só quer se prender mais nele. Erica tenho um orgasmo.

A mulher se deita de lado e o gótico a penetra tão mais firme como estava antes. Não está mais preso pelas pernas de Erica, mas sente que está sendo sugado pelo útero dela como se tivesse um vórtice. Henrique até puxa o cabelo de Erica para conseguir mais embalo e não teve nenhuma reclamação da mesma, pelo contrário: vem um orgasmo mais intenso que o segundo.

- Rick. Pode pegar o lubrificante agora? - disse Erica.

- Quer ser enrabada agora?

- Apenas pegue logo porra.

Henrique sai de dentro de sua namorada e pega o lubrificante. Quando olha para sua namorada já está de quatro. Sua 'espada' chega a pulsar com a vontade de desbravar uma outra 'caverna', algo mais seco e nada cheiroso.

- Está gostando do que ver? - Erica rebola aumentando ainda mais o desejo sexual.

A nazista já espera sentir o frio do lubrificante no seu ânus, mas sente um tapa na banda da sua bunda direita ao ponto de arder.

- Ai - diz em um misto de prazer e dor. Uma péssima (ou boa) escolha dela, já que isso foi uma senha para o gótico continuar mais.

Um segundo tapa na banda esquerda da bunda é dado.

- Ai seu puto - disse Erica gemendo.

Logo vem o terceiro como quarto, quinto… depois do sexto Erica perdeu as contas. Sempre foi uma garota que sempre aprontou muito desde pequena fazendo ações até humanamente questionáveis. Muitas vezes pagou pelo seus pecados pela má sorte que já teve, porém nunca foi diretamente castigada pela sua mãe. Por causa disso seu subconsciente desenvolveu um fetiche por apanhar na bunda para compensar as faltas de castigos que teve no passado.

Se existe um prazer na agredida, também existe um prazer sádico do gótico em bater. Curioso aquela carne balançando cada impacto como se tivesse brincando com uma gelatina. O orgamo vem forte ao ponto de Erica ter um squirting.

Agora vem a sobremesa, pensa Henrique enquanto passa o lubrificante no ânus de Erica. Quando preparou penetrou lentamente o anos fazendo gemer com língua pra fora sua namorada, sem saber que acabou de tirar a virgindade anal dela. Claro que a mulher já tinha se masturbado muitas vezes com o ânus que facilitou já sentir prazer logo de cara. Chegou até pegar vibradores escondidos de sua mãe para ter… um treinamento mais… intenso. Agora está com uma rola de verdade em seu rabo e está adorando a sensação.

Henrique sabe mesmo com seu controle mental está quase perto de ejacular e por isso coloca todas suas forças em comer o rabo de sua namorada que está praticamente defumando seu pau. Sem o casal saber a dona da casa chega na própria residência. Como é… bastante experiente… nessa… área sabe que está acontecendo do quarto de sua filha. Só que em vez de ficar irritada fica orgulhosa que finalmente sua filha está se tornando mulher.

O último orgasmo é sincronizado pelo casal assim Henrique enchendo a película de plástico que estava usando. Saindo de dentro amarra a camisinha usada e deita no lado de Erica. E para finalizar a história os dois falam a palavra mais clichê que um casal pode falar depois de um sexo:

- Eu te amo, seu (sua) puto (a) - diz o casal ao mesmo tempo quebrando um pouco paradigma de uma frase doce.

FIM