Ok…. E após séculos Tshanaaaaa…. Boa leitura…

Dia 15 do 9 do ano 312 depois do Fim

A imponente construção erguida na zona norte da cidade combinava o estilo imperialista clássico de tempos antigos com as maravilhas que a tecnologia moderna tinha para oferecer. As paredes e tetos altos sustentados por grosas pilastras em estilo romano haviam sido construídos com o mais branco calcário fazendo lembrar os palácios de outros séculos que há muito haviam sido perdidos pelo desgaste do tempo. O jardim central era rodeado pelos corredores que nele abriam não havendo necessidade de estabelecer qualquer tipo de separação física entre estes e aquilo que seria tido como "o exterior "não fosse pela cúpula de vidro que servia de teto e permitia a manutenção de um ambiente constante muito semelhante a uma estufa altamente controlável. A paisagem era de muito bom gosto possuindo flores delicadas e arvoredo cuidado e verdejante. Na fachada do edifício as estátuas do primeiro Hokage e da primeira Escolhida da Terra (que por pouco não havia sido destruída aquando a morte da mesma devido ao ressentimento e pavor causados pelo que ficou conhecido como "o incidente") figuravam lado a lado ladeando a grande porta, feita à base de nanotubos, o que lhe conferia alta resistência ao mesmo tempo que assegurava a leveza necessária para que está pudesse ser aberta automaticamente à passagem de qualquer aluno, professor, ou funcionário autorizado, após a identificação retiniana dos mesmos.

Era o primeiro dia de aulas e o alvoroço típico apenas encontrava refreio no interior das várias salas onde os professores já se empenhavam na árdua mas mui nobre tarefa de ensinar. Num auditório específico, tal como era comum acontecer de forma a inteirar mais profundamente os novos alunos das edeologias da sociedade, a palestra lecionada abordava precisamente o Fim do antigo e o Início do novo mundo, não fosse toda essa mesma sociedade ter sido construída com base nesses dois acontecimentos. Apenas as salas do segundo andar possuíam janelas, no melhor que o estilo barroco tinha para oferecer, não sendo este o caso uma vez que todos os auditórios se encontravam no rés-do-chão, os alunos tinham que se contentar em contemplar o teto, onde passavam filmagens de nuvens brancas como algodão, se movimentando lentamente num céu extremamente azul, que se esfumava com o início das paredes mesclando -se assim com a pedra fria. Mas poucos eram os que se distraiam para olhar estes pormenores. Talvez o tivessem feito ao entrarem pela primeira vez em tal ambiente mas rapidamente se esqueceram de tudo ao redor, não por serem alunos extremosos mas porque a matéria lesionada naquele dia se mostrava de extremo interesse e valor para todos. Preferiam assim prestar atenção ao professor e ao que era explicado e projetado na parede atrás deste. Este sim, importante tema de aula e não apenas algumas nuvens que todos eles já sabiam muito bem não passarem de meras projeções o que lhes roubava qualquer mistério ou encanto.

Todos esperariam que também o moreno sentado na última fila encarasse o professor com a mesma sede de conhecimento que todos os outros, não fosse no mínimo pela relevância do nome que a sua família carregava e que precisava a todo o custo de ser preservada. No entanto, os seus olhos quase do mesmo tom de negro que os cabelos encontravam-se erguidos e fixos nas nuvens que pairavam sobre a sua cabeça. Não que estas lhe revelassem qualquer segredo com a sua dança cadenciada e deveras monótona mas sim porque as palavras que saiam da boca do seu novo professor, Umino Iruka, já lhe eram tão conhecidas que se tornavam nada mais que monótonas. Uchiha Sasuke era o herdeiro de uma das mais prestigiadas famílias do país, talvez apenas se podendo comparar com os Hyuuga, mas mesmo estes perdiam o seu mérito na sombra da promessa de que seria o seu irmão Itachi o futuro quinto Hokage e não um dos descendentes da família rival. Sasuke, tal como o seu irmão possuía já o seu destino traçado e à luz do mesmo seria estupidez e um desleixo imperdoável se os seus ouvidos já não estivessem mais que acostumados com a história que agora os seus colegas ouviam tão avidamente. Realmente não havia nada de novo que o professor, por muito que desejasse, lhe pudesse ter revelado, mas a história é feita a cada dia e também ele teria a sua participação na mesma, se bem que não da forma que todos esperariam, mas não nos adiantemos no curso do tempo. Para já, e com toda a certeza, o destino de Uchiha Sasuke seria tornar-se o mais alto Comante das Forças de Segurança do país, ter controlo total sobre o poderio militar, e baixar a cabeça unicamente sobre ordem direta do seu irmão ou do Ser Luminoso que este iria desposar, ainda que não chamassem aquela união de casamento. Mas que outo nome teria quando exigia a total união de corpos, almas e sentimentos? Mas cessemos os devaneios e voltemos a atenção para o desatento Sasuke que encontrando-se no fim da sala e consequentemente no ponto mais elevado desta, quase ao nível do próprio teto, fixou o seu olhar num ponto muito acima da cabeça do professor assistindo atentamente a teimosia de uma das nuvem que se recusava a desaparecer no limite da filmagem voltando para trás quando deste se aproximava. Mas que descrição maçadora! Que personagem entediante! Não sabe ele que terá lugar de destaque neste relato? Não deveria agir de forma mais concordante ao seu papel principal? Nenhuma história sobrevive quando o primeiro ator da companhia se limita a encarar o teto! Prefiro fazer então como todos os outros alunos e concentrar-me na aula a decorrer, quem sabe esta não se mostra de maior interesse… Afinal de contas o que Sasuke tão bem sabe ainda nós ignoramos, e do que nós sabemos nem ele sequer desconfia…

_No final deste ano e entrada do próximo completar-se-á mais um ciclo. Mais 365 dias serão somados aqueles que temos vindo a contar após o Fim. Não sei se todos aqui tem a noção que também a forma como contamos a passagem do tempo se alterou com a chegada do Fim…_O professor de cabelos castanhos e pele morena apenas maculada pela cicatriz que jazia sobre o nariz empinado, fez uma curta pausa para observar os seus alunos medindo as suas reações, torcendo o mesmo ao encontrar o único aluno desatento, mas suspirando resignado ao constatar de quem se tratava._Existiram vários calendários nos tempos antigos, baseados no sol, na lua, nas estrelas… O mais comum, o gregoriano, é o que usamos ainda nos dias de hoje. Um ano continua a ser o tempo que a terra demora a dar uma volta completa em torno do sol, um dia continua a ter 24h, as estações do ano permanecem as mesmas, mas o Fim ocorreu a meio de um ano. E o acontecimento em si mostrou-se de tanta importância que o dia seguinte não foi o dia x do mês tal do ano não sei o quê. Aquele era um novo dia, uma nova esperança para a humanidade, uma nova união com a Terra que tentamos destruir, e por isso teve que ficar marcado nos calendários como o dia 1 do 1 do ano 1 depois do Fim, e não como uma mera data no meio de tantas outras. Quando eu falo em tentarmos destruir a Terra, a qual hoje veneramos tanto como nossa Mãe, alguém me sabe dizer ao certo do que estou a falar?

Uma pequena rapariga de cabelos rosa ergueu a mão entusiasticamente enquanto os seus olhos verdes brilhavam na expectativa de demonstrar o seu conhecimento. Tendo o professor inclinado a cabeça na sua direção ela passou a explicar buscando não demonstrar a excitação na sua voz e assumindo uma postura conhecedora.

_Em uma palavra: poluição. As pessoas eram completamente…_A rapariga refletiu por momentos tentando refrear a ofensa aos seus antepassados que lutava para escapulir dos seus lábios._...descuidadas. A terra era devastada sem nenhum cuidado para dar origem a construções de betão, as partículas no ar tornaram-no tão tóxico que a chuva que caia dos céus corroía guarda-chuvas, as águas eram escuras e lamacentas, respirar era difícil, ter alimentos e água potável tornou-se um luxo, muitos animais deixaram de existir vitimas indiretas do homem pelas mudanças ambientais ou diretas pela caça, que muitas vezes existia com o único propósito de divertir. Mas também o homem começou a sofrer com o mal causado à Mãe Terra. A população começou a ficar doente, milhões morreram de novas doenças que proliferavam nas condições em que maioria das pessoas vivia. A população era pobre, doente e sem esperança, tal e qual como fizeram a própria Terra se tornar, ela que lhes havia dado tudo o que precisavam para sobreviver e que eles destruíram por ambição.

_Muito bem, menina…?_O professor inclinou a cabeça de forma interrogatória, afinal não tinha como saber o nome de todos os seus alunos logo no primeiro dia. Apenas se recordava dos rostos daqueles que seriam, até que provassem o contrario os novos líderes da sociedade, tal como aquele aluno na última fila que rolou os olhos enfado assim que Sakura pediu a palavra.

_Sakura, Haruno Sakura._Respondeu a garota, feliz por causar boa impressão.

_Muito bem Sakura, vejo que preparou a aula._Disse o professor levantando o livro de texto recomendado para a sua disciplina, e de onde muito provavelmente o discurso de Sakura havia sido retirado, o que a fez corar um pouco pelo elogio e um pouco por ter sido descoberto que as palavra que pronunciara não eram suas de verdade. _ A partir de hoje gostaria que todos preparassem a aula, asseguro-lhes que tornará a vossa aprendizagem muito mais fácil, além das aulas muito mais interessantes. Além de que odeio ser o tipo de professor que apenas debita matéria. Mas já que não posso arriscar que a senhorita Haruno me roube o emprego vamos continuar.

De facto os homens passavam por momentos de enormes dificuldades, causadas por eles mesmos é certo, mas ainda assim foram tempos muito difíceis em que se temia que também a nossa raça fosse acabar por sucumbir. No entanto, os seres humanos já tinham adquirido uma capacidade tecnológica estrondosa e como tal a procura de soluções voltou-se não para a recuperação deste mundo perdido mas para o espaço. Naves foram enviadas, sondas aterraram nos mais diversos mundos, e estudos foram feitos na procura de um novo planeta que, tal como a Terra, pudesse albergar vida. Não se chegou a nada de conclusivo, é fato, mas o cenário na Terra tornou-se tão destrutivo que a esperança parecia se encontrar cada vez mais longe desta. A camada do ozono foi completamente destruída e nada impedia os raios solares de atingirem a nossa pele de forma mortífera. As águas subiram, roubando muitos daqueles que outrora eram locais habitáveis. As mudanças climatéricas foram algo de assustador, acentuando cada um dos aspetos mais destrutivos da Natureza. Muitos, os que possuíam mais dinheiro, conseguiram ingressar como tripulação das muitas naves que deixaram o nosso mundo em busca de um novo lar, até hoje nada se sabe daqueles que abandonaram a Terra. Mas de fato a vida nela tornou-se insustentável, se não contarmos com pequenas cidades que funcionavam como redomas onde a tecnologia protegia o homem daquilo que havia causado ao mundo exterior.

_Tal como hoje…_Uma menina tímida de cabelos escuros curtos e olhos perolados sussurrou apenas para si, mas tal não escapou aos ouvidos atentos de Umino.

_Sim tal como hoje. Ainda hoje se saíssemos dos nove grandes países sem utilizarmos os transportes autorizados, não conseguiríamos sobreviver nem por um dia às condições exteriores. No entanto, existe uma grande diferença. No mundo antigo as pessoas sobreviveram graças à tecnologia mas esta não se sustenta sem meios e os meios vêm e sempre vieram da Natureza. E eles já não recebiam as suas bênçãos há muito tempo. Foi no momento em que todos os meios, todas as artimanhas e engenhos humanos estavam prestes a sucumbir junto com a própria Terra, que esta se compadeceu de nós. A Terra que até então pensávamos não viver e apenas sustentar vida em si, mostrou-se consciente e teve pena da miséria dos seus filhos. Fraca e debilitada por estes juntou forças para criar através dos seus elementos nove crianças, alguém sabe de quem eu estou a falar?

_Dos Jinchuurikis._Responderam vários alunos, tão óbvia era a questão.

_Exatamente! Mas a verdadeira questão é: Quem são os Jinchuurikis?_Abandonando o estilo entusiástico com que havia dado a restante aula a voz de Iruka tornou-se grave ao colocar esta questão e aguardou até que alguém ergue-se a mão para responder. Já que tal não aconteceu decidiu recorrer ao seu aluno mais desatento, mas que ele tinha certeza que lhe daria uma resposta correta.

_O senhor aí atrás, que passou a aula a encarar as nuvens, encontrou nelas a resposta para esta pergunta?

Sasuke não se preocupou em se endireitar no seu assento nem em tomar as palavras de Iruka como reprimenda, limitou-se apenas a encarar o homem enquanto soltava um suspiro resignado e respondia a sua pregunta.

_ Jinchuurikis são seres Naturais. Nascidos diretamente da Mãe Terra e os únicos que se conseguem comunicar com esta e todos os seus filhos, animais, plantas ou humanos. Não resultaram de anos de evolução, porque não necessitariam de tal coisa, são energia pura. E são tão puros e inocentes quanto esta e, por isso não podem contactar diretamente com humanos. Isso iria enfraquece-los e nós necessitamos que eles se mantenham fortes e imaculados. Porque só eles, ao serem capazes de contactar com a Terra, conseguem comunicar-lhe as nossas necessidades e desejos. Ou pelo menos foi isso que li em algum livro._Acrescentou por fim desconsiderando todo o seu discurso, mostrando que não possuía a necessidade de se afirmar daquela forma como a sua colega de classe.

_E leu muito bem. Os Jinchuurikis são aquilo que torna as redomas em que vivemos atualmente tão diferentes das dos tempos antigos. Nos nove países nós vivemos em harmonia com a Natureza, procuramos receber das suas bênçãos sem lhe trazer nenhum mal, e são os Jinchuurikis pela sua ligação com a Mãe Terra que mantêm esse equilíbrio. Eles são os filhos diretos da Mãe, que nasceram diretamente dela… nós somos os filhos pródigos. Infelizmente nem mesmo os nove Filhos da Luz conseguem manter sobre a sua proteção toda a Terra e longe dos locais onde o seu poder alcança a Terra continua a ser um planeta desolado. A Mãe ainda está fraca, mas através daqueles nove filhos que criou para salvar todos os outros, confere-nos a energia necessária à nossa sobrevivência. Mantém um ambiente adequado, permite o cultivo e a colheita, a criação dos animais que connosco sobreviveram e que agora criamos como fonte de alimento. Mas tudo tem que ser controlado. Como já disse a Terra ainda está fraca e, apesar de se encontrar a recuperar lentamente, não pode desperdiçar energia com atos supérfluos e impensados. Se um camponês decide deixar de plantar centeio e passar a plantar milho isto exigirá condições diferentes para a Terra que nos sustenta. O balanço de energia será diferente e portando poderia ser perigoso. São também os Jinchuurikis que nos ajudam a ultrapassar este problema. Eles comunicam com a Mãe e com a sua aprovação catalisam através do seu corpo a energia necessária para alterar as condições para que um terreno de centeio passe a ser propício para o cultivo de milho. Por vezes os nossos pedidos não são atendidos, mas desde que nos mantenhamos razoáveis a Terra beneficia-nos, afinal ela é a Mãe que mais ama os seus filhos e por isso a devemos amar também.

_Mas como é os Jinchuurikis sabem o que queremos se o emo ali atrás disse que não podemos ter contacto com eles?_Um rapaz de olhos e cabelos castanhos repicados com um pequeno cão no seu colo perguntou (sim, é comum os animais de estimação acompanharem os seus donos, afinal estamos a falar de um mundo utópico em convívio com a Natureza). Nota-se pela pergunta que é alguém das províncias onde a palavra da Mãe Terra não chega com a mesma intensidade que acontece na capital. Talvez proveniente de uma família pobre e simples que não o soubesse instruir sobre assuntos tão mundanos quanto aquele, mas o fato de se encontrar a estudar dentro daquelas paredes mostrava que tinha nele o potencial para crescer.

_Alguém pode responder ao vosso colega?

_Através do Hokage, idiota._Adiantou-se Sasuke empertigando-se contra a ofensa do outro.

_Senhor Uchiha, por favor modere a linguagem._Advertiu o professor esquecendo-se que até então tentava não demonstrar ao seu aluno que sabia exatamente quem ele era para que este não pensa-se que seria tratado de maneira diferente devido ao sobrenome que carregava. Mas que dane… é claro que sabia! Toda a gente sabia!_Mais alguém gostaria de acrescentar alguma coisa a esta resposta?_Mais uma vez ninguém respondeu, uns por desconhecimento outros chocados demais com a situação. Afinal não é comum um Uchiha perder a compostura e a frieza, e mais incomum ainda é ser repreendido por alguém mesmo que este alguém seja o seu professor… Iruka suspirou espantando o stress e prosseguiu. _Pois bem, é sim através do Hokage que nós conseguimos comunicar com os Jinchuurikis. Como acho que todos sabem o Jinchuuriki do País da Raposa vive no interior do Palácio de Luz e só sai à rua em raras ocasiões. Uma delas é no dia em que conhece o seu Hokage. O mesmo acontece nos outros países. No entanto, pouco sabemos em relação a quem é o Hokage ou antes, a forma como estes são selecionados. Pensamos que estes são humanos de coração puro mas na verdade não sabemos se esse é o critério utilizado. Os homens ou mulheres candidatam-se à posição de Hokag próprio Jinchuuriki que avalia o coração de cada um determinando se estes têm ou não mérito para permanecerem ao seu lado sem se corromperem mutuamente, o Filho da Terra pela impureza dos humanos e o Humano pela perspetiva do poder que poderá adquirir ao ser escolhido. Afinal após os escolherem os Jinchuurikis ficam submetidos às vontades do seu Hokage. Os Jinchuurikis são na verdade seres muito frágeis…_Acrescentou o professor com um sorriso meigo no rosto como se se lembra-se de algo que só ele poderia conhecer.

A campainha tocou interrompendo o momento e não deixando ao professor outra alternativa a não ser acrescentar.

_Mas tudo isto vocês terão oportunidade de conhecer muito em breve já que nos preparamos para a candidatura de um novo possível Hokage._Os seus olhos fixaram-se em Sasuke nesse momento dando a entender que conhecia as pretensões do irmão deste, mas mais uma vez quem na capital já não as conhecia?_Na próxima aula continuaremos a falar dos Jinchuurikis então seria bom lerem o capítulo dois do vosso livro. Tenham um bom dia.

Continua…

E pronto é isso tal como o Iruka disse seria bom lerem o capitulo dois e os seguintes… enfim continuarem a ler e a comentar… Eu posto sempre que posso e escrevo sempre que posso mas já disse e repito a minha vida é complicada… mas reviews sempre me animam a escrever… Sim, Kitsune Lyra , o reu review ajudou muito para que eu continuasse esta história… Obrigada..

Bj e até à próxima…