Anteriormente em Sin:
Não esperava aquilo de seu pai, mas delirou ao sentir seu pau ser abocanhado por aquela boca faminta e deliciosa, era um sonho se realizando.
- Aaahh... Otou-san... Como chupa gostoso... – jogou a cabeça para trás, aquilo estava pra lá de gostoso – Desde quando quer fazer isso... Humm... Heim?
Minato chupava gostoso? Não, o pau teso de Naruto é que era gostoso! Sorriu perante a pergunta do filho.
- Há já algum tempo, desde quando tu deixaste de ser criança. E, agora, estás mais tesão do que antes, muito mais safadinho! - respondeu depressa, ansiando por ter a boca preenchida pelo membro imenso que ele sabia ter, dali em diante, à sua inteira disposição.
Agora:
Naruto ao ouvir seu pai dizer aquelas palavras, ficou mais teso do que já estava, não acreditava que esse tempo todo poderia tê-lo para si, mas não o teve. Conforme Minato chupava, gemia mais e mais, aquilo sim era um boquete, muito melhor do que o de Sasuke, na verdade, muito melhor do que de qualquer um que já havia experimentado, até mesmo que de seu professor de Matemática, Hatake Kakashi.
- Aaahh Otou-san... Chupa mais rápido... Humm... Onegai...
Minato ficou louco com o pedido do seu filhinho. Não só chupou mais rápido como também fez pressão na glande com a ponta da língua. Os seus olhos azuis encontravam-se com os do seu menino, querendo ver a expressividade causada pelas sensações que lhe proporcionava com a boca no seu membro. E não parava de crescer na sua boca. Chupava e apertava com uma mão, deixando-se enlouquecer pelo desejo de ter o gosto do seu filho na boca.
- Aaahh Otou-san... Mais rápido... Humm... Estou quase... Aaahh... – inclinava mais e mais o quadril para frente, fazendo seu pai engolir seu pau teso, a qualquer momento se desmancharia em sua boca, mas também pudera, com aquela língua lhe pressionando a glande, não tinha quem resistisse.
- Dá-me o teu leite, filho... Dá leitinho quente ao papá, vá... – pedia o mais velho, num tom rouco. E não hesitou em atender o pedido do jovem, sugando com força o seu membro duro que nem pedra. Fazia os seus dentes roçarem no membro toda a vez que subia e descia, incentivado pelos gemidos que lhe eram oferecidos. Ele próprio gemia, deleitado por ter a boca cheia com um pau tão gostoso como o do seu filho.
As palavras de seu pai foram suficientes para enlouquecê-lo mais ainda, e com um urro de prazer, despejou seu leite quente na boca do pai.
- Aaaaaaaaaahhhhhhhhh... Minatooooo... – caiu desfalecido na cama, mas por incrível que pareça, seu pau continuava duro e pronto pra outra.
O Namikaze mais velho gemeu e engoliu o leite delicioso que o seu filho lhe dera. Foi para cima do rapaz e falou, áspero:
- Minato nada. É Otou-san. Ou já esqueceste que sou o teu pai? – dito isto, caçou os lábios do loirinho para um beijo de tirar o fôlego. Agora Naruto era o SEU Naruto. Isso mesmo. Seu e de mais ninguém.
Naruto gemia em meio ao beijo, aquela boca deliciosa de encontro a sua o deixava com sede, queria também poder chupar seu pai.
- Me deixa te chamar de Minato, onegai. – fazia uma carinha de tirar o fôlego de qualquer um. – Deixe. Ai te mostro o que posso fazer com a minha boquinha atrevida. – lançou um olhar desejoso ao seu pai.
- Humm... – ficou pensativo. Ou melhor, fingiu estar pensativo. Encostou a boca na orelha do menino. – Tudo bem, desde que eu depois possa enterrar o mau pau nessa bundinha deliciosa, tá bom? – disse isto enquanto apertava as nádegas do loirinho.
- H-hai. – agarrou o pai pelo pescoço e voltou a beijá-lo, com toda sua força se jogou para cima dele, fazendo assim seus membros se encostarem. Gemeu de prazer com o leve toque, mas logo se desvencilhou da boca do maior e desceu os lábios por aquele corpo incrivelmente belo, gostoso e definido. Lambia cada pedacinho que podia, mas não queria se demorar muito, por isso logo tratou de já estar de frente com o pau do maior, este pulsava em frente a sua face, coisa que não resistiu ver e abocanhou de uma vez só.
- AHHHHH! – urrou Minato, jogando a cabeça para trás. – Ah... Gatinho lindo, que boca mais gostosa... – Agarrou os cabelos curtos do seu filho e acariciou-os, se bem que a sua vontade era de agarrá-los e forçar o rapaz chupar mais rápido.
Assim que seu pai agarrou seu cabelo, sabia muito bem o que ele queria, até porque estava chupando devagar de propósito, mas não iria ceder tão facilmente, queria o ouvir pedir por aquilo, queria que ele implorasse por mais. Continuou chupando lentamente, descia devagarzinho e quando subia também devagar dava uma leve lambida na glande voltando a descer novamente. Queria ver até quando o maior iria aguentar aquela tortura.
- Oh, meu Naruto... – gemeu, extasiado pela doce tortura. Era certo que estava sendo bom, mas o seu corpo exigia mais, exigia alívio rápido. – Mostra-me a tua boquinha sem vergonha... Chupa-me mais rápido, vai.
Quando ouviu a suplica de seu pai não resistiu, se afastou e olhou safadamente para ele.
- Assim eu não faço, pede com mais jeitinho que talvez eu te atenda. – deu uma leve lambida na glande enquanto olhava nos olhos azuis iguais aos seus. – Vamos, pede por mais, pede... Tô louquinho para ouvir seus gemidos de suplica.
- Ai sim? – retribuiu o sorriso safado. – Se tu não atenderes o meu pedido... Perdes a oportunidade de teres o meu 'pauzinho' bombando a tua bunda gostosa. – Olhou o filme que ainda passava na TV. Os atores continuavam a foder gostoso. – Não queres que eu te coma daquele jeito? - provocou, apontando para o ecrã da TV, mostrando a Naruto.
Naruto se assustou com o que ouviu de seu pai, afinal nunca imaginou ouvir algo daquele tipo dele, mas pelo jeito teria que acatar as ordens do maior se quisesse ser fodido por aquele pau delicioso. Já que ele queria que fosse mais rápido, fez isso de uma vez só, abocanhou o pau do maior já engolindo ele inteirinho, fazendo-o encostar-se à sua garganta, pela primeira vez naquela noite uso sua arma secreta, seu piercing que havia acabado de colocar na língua e que seu pai ainda nem sabia que possuía. Quando subia, sugou a glande como se quisesse que o gozo saísse dali a força, passou o piercing pela glande, fazendo assim o maior sentir o metal que se encontrava ali.
- Ahh...! Lindo gatinho... Obedecendo ao dono... – gemeu Minato. Não era surpresa nenhuma que Naruto iria acatar as suas ordens. Mirou a língua do menino e deu com um piercing. – Humm... Fizeste... Um piercing? Perfeito... Ahhh...
Naruto apenas sorriu safadamente e continuou o que estava fazendo, aumentou mais ainda a velocidade, estava louco para sentir o leite de seu pai.
- Goza na minha boquinha Minato, goza que tô louco para engolir essa porra deliciosa. – rapidamente tirou a boca do pau maior para logo voltar ao que estava fazendo.
"Que menino mais safado eu tenho aqui em casa!" – pensava, deliciado com os movimentos que aquela boca do outro mundo fazia no seu pênis mais do que ereto. – Eu já... Já dou leitinho quente para ti... Meu neko-chan...
Ao ouvir isso, começou a sugar o pau do maior como se sua vida depende-se daquilo, estava com muita vontade de engolir aquela porra quente, e pelo visto, seu desejo iria ser realizado a qualquer instante.
- Ahhh... Que língua... Hmm... – as suas mãos agarraram desesperadamente nos fios de cabelo loiros e forçaram a cabeça do rapaz contra o membro. Minato derramou-se todo, dando o tão esperado leite para o seu gato. – Naru...!
Naruto engoliu todo o leite que lhe era oferecido, não deixando nem uma gotinha sequer escorrer de sua boca.
- Seu leite é muito gostoso Minato, mas tem uma coisa que quero que deva ser bem mais gostosa. – Subiu o corpo ficando assim de frente a face do maior – Você me dá o que eu quero? - disse por fim passando sua entradinha no pau teso do outro.
- Fala para o papá o que tu queres. – ordenou, sorrindo e olhando com desejo os olhos do seu amante. - Seu safado.
- Prefiro fazer a falar. – e com uma única descida de seu quadril, meteu todo aquele pau deliciosamente grande dentro de si – Aaahh... Como é grande... Mete com força em mim mete... Te quero ...
- Hmmm... Meu filho... Tens a certeza de que és sempre uke? És muito apertadinho... – gemeu o maior, deliciado com aquela bundinha gostosa. Deitou o rapaz e ficou por cima dele. Meteu as pernas dele nos seus ombros e começou a bombar freneticamente. – Ahhh... Sente o meu pau ir fundo...
- Nem sempre Minato... Aaahh... Seu pau... É muito grande... Humm... Tá me rasgando inteirinho... Aaahh... Que delicia... – abraçou o pai fazendo este se colar mais ainda em si, desse jeito poderia senti-lo ir mais fundo ainda – Mete com gosto Mi... Bomba mais... Aaahh... Muito mais...
- És muito safado! Não imaginas o tesão que me dá... – fez uma pausa no que dizia e gemeu longamente: atingira a próstata do filho. –... Comer homens safados... Hmmm... E tu és tão apertado... Toma o meu pau, seu safado! – exclamou, dando uma série de estocadas bem violentas, que tocavam até o fundo mais profundo daquele corpo submisso.
Naruto já não conseguia dizer mais nada com nexo, só sabia gemer. Cada vez que Minato tocava sua próstata sentia como se um raio passasse por seu corpo. Não havia gostado de saber que seu pai se relacionava com outros homens, mas aquele momento não era o certo para se falar disso, mas logo iria mostrar a ele que o queria só para si, do mesmo jeito que seria apenas dele. Tomou fôlego e finalmente conseguiu falar o que queria.
- Me põe de quatro... Aaahh... Quero te sentir inteiro... Humm... Em mim... Aaahh...
Aquele menino era muito submisso na cama, mesmo. Parou de estocar o filho e olhou-o nos olhos por breves instantes. Virou-o de quatro sem sair de dentro do seu corpo e novamente começou a bombar. Daquele jeito, Naruto ficava ainda mais apertado.
- Que gatinho lindo... – gemia, abraçado à cintura do filho, com uma das suas mãos masturbando-o. – Geme o meu nome... Hmmm... Naruto...
- Aaahh Minatooo... Isso... Mete gostoso no meu rabinho mete... Aaahh... Mete mais forte ainda... Humm... Onegai Minatoo... – não sabia mais como agir, só sabia que queria ter aquele pau teso enterrado inteiro dentro de seu rabinho, aquilo estava o levando à loucura, logo iria gozar.
- Ficas lindo... Gemendo o nome do paizinho... Ahhh... – sentiu os espasmos pré orgasmo do filho apertarem o seu membro no interior. – Que gostoso... Goza... Goza na minha mão, gatinho... Vou gozar...
- Vamos juntos... Aaahh... – e ao sentir mais uma bombada de seu pai, se desmanchou inteiro na mão dele, aquela havia sido a melhor transa de sua vida – Aaaaaaahhhhhh... Minatooooo...
- Narutooooo! Ahhhh...! – gemeu, gozando no momento em que o interior do filho se contraiu violentamente, apertando o seu pau. – Filho mais gostoso que eu tenho... – comentou, desabando em cima do corpo do menor.
- Ar... Ar... – arfava sem ar – Nossa Minato, essa foi... A melhor transa... Da minha vida... – sentia que seu pai pesava em cima de si, mas não falaria nada, aquele contado era muito bom – Pena que só aconteceu agora.
- Coitadinho do meu filhinho... Gostou do pau do paizinho, foi? – perguntou, sussurrando baixinho.
- Gostar é pouco, eu amei teu pau, que de pauzinho não tem nada. – falou fazendo cara de inocente – Só não gostei de uma coisa.
- Eu não acredito. Ninguém se queixa depois de transar comigo. – disse, sorrindo de canto. Afinal, do que o seu filho não tinha gostado?
- Esse é o problema, essas pessoas que transão com você. – fechou a cara, havia ficado irritado – Quero ter você somente para mim, não quero ter que compartilhar com mais ninguém. Do mesmo jeito que serei só teu. – empurrou seu pai de cima de si, precisava respirar direito.
- Ui, ciumento. E quando foi que eu falei que te queria só para mim? – perguntou, querendo ver até onde aquilo ia.
- Se não me quer só pra você do jeito que te quero só pra mim, então pode esquecer o que aconteceu aqui. – se levantou e foi para seu quarto, mas logo em seguida voltou, com uma coisa nas mãos que sabia não agradar seu pai. – E fique sabendo que eu fumo. – Falou dando uma tragada no cigarro e saindo novamente do quarto de seu pai.
Minato riu. Vestiu o boxe e saiu do quarto. Chegou perto de Naruto e disse:
- Também acho melhor esquecer o que aconteceu hoje. Sabes que eu odeio pessoas que fumam. Nenhuma das pessoas com quem transo fumam. E sabes por quê? Porque fumar afeta a performance de uma pessoa na cama. E tem mais: sou teu pai, pensavas que íamos namorar?
Ao ouvir as palavras de seu pai, uma lagrima solitária escorreu por seu rosto, apagou o cigarro no cinzeiro e se virou para o maior.
- Eu te amo desde que era pequeno. Nunca foi um amor que um filho deveria sentir pelo pai, sempre foi um amor de homem para homem. Sempre te desejei, até mesmo em sonhos eu te desejava. Mas com essas palavras, vejo que estive esse tempo todo enganado, você não me ama nem nunca me amou. – agora sim, seu choro era abundante, não conseguia se controlar, não queria se mostrar fraco na frente de seu pai, mas era impossível evitar isso.
- Eu amo-te, Naruto, só que... – aproximou-se do loiro e abraçou-o. – Como pai percebe?
- Tudo bem Otou-san, agora me deixe dormir, amanha tenho aula. – se afastou de seu pai e deitou-se na cama – Esquece a nossa viagem tá. Fica pra uma próxima.
- Mas, Naruto... Eu quero passar mais tempo contigo... – argumentou o mais velho. – E não quero que fiques triste.
- Triste já estou, me sinto usado por ti. Se não queria nada mais que uma transa, devia ter se lembrado que tenho sentimentos. Ou talvez os caras que você come são tão sem sentimentos que se esqueceu que sou seu filho. – se virou de costas para seu pai – Agora me deixe dormir. Amanha conversaremos sobre a viagem.
- Que dramático Naruto! – exclamou Minato. Saiu do quarto, mas antes disse – Ainda tens muito que aprender. Até amanha.
Sem nem pensar em seus atos, Naruto atacou o relógio de cabeceira na porta assim que seu pai saiu. Arrependeu-se imediatamente e levantou correndo para trancar a porta antes que o maior viesse. Assim que o fez, voltou a se deitar na cama e chorou como nunca havia chorado antes.
Minato já desligara o DVD e apagara as luzes. Deitado na cama pensava em como o seu filho estava a sentir-se.
"Provavelmente ele está confuso e não sabe o que sente. Está a confundir tudo." – Sentia-se péssimo. Agora que estava sóbrio e não embriagado pelo desejo e prazer, dava conta da atrocidade que cometera naquela noite. – "Como é possível que eu tenha feito o que fiz? Ele é meu filho." - Afundou a cara na almofada. Talvez fosse melhor esperar pelo dia seguinte. Talvez nessa altura as coisas não parecessem tão más.
Durante o sono, teve vários sonhos com o seu filho. Todos eles eram flashbacks da noite anterior. Acabou excitado, tanto que, na manhã seguinte, tinha o boxe encharcado pelos orgasmos inconscientes. Isso valeu-lhe um bom susto. Foi tomar um banho. Logo depois tinha que ir acordar Naruto e levá-lo ao colégio.
Naruto se remexeu a noite toda, não havia conseguido dormir direito, resolveu por fim se levantar e ir tomar um banho. O único problema, é que assim que entrou no banheiro já sem roupa com apenas a toalha enrolada na cintura viu que seu pai estava lá. Olhou aquele corpo molhado inteirinho, sua cabeça latejava devido aos flashes da noite anterior, seu membro já quis dar sinal de vida, mas assim que se lembrou do que aconteceu se retirou do banheiro, mas infelizmente não a tempo de evitar que seu pai o visse.
- Naruto! – chamou, enquanto terminava o banho.
- O que foi Otou-san. – falou curto e grosso.
- Estás melhor? – quis saber, saindo da banheira, uma toalha enrolada na cintura.
- Ainda tem a cara de pau de me perguntar uma coisa dessas? – virou a cara e começou a andar – Como acha que estou?
- Pergunto por que me preocupo contigo. Eu sou o teu pai, ou não? – Minato respondeu, vendo o seu filho irredutível.
- Se quiser mesmo saber, pergunte ao Kakashi-sensei, vou passar essa noite na casa dele, vou direto da escola para lá. – disse pondo fim na conversa, não queria entregar seus sentimentos para seu pai, nunca o esqueceria, o amava de mais, mas teria que fazê-lo.
- Vais ficar aonde? – perguntou o mais velho, julgando ter ouvido mal. – Não devo ter ouvido bem.
Bufou, aquilo estava o irritando.
- Já disse que vou para a casa do Kakashi-sensei, quer que eu repita ou já deu pra entender? – queria jogar na cara de seu pai o que fazia com seu sensei, mas o deixaria perguntar, assim o gostinho da vingança seria muito melhor.
- E a que propósito vai para casa dele? – perguntou Minato, interessando-se pelo assunto.
- Ao mesmo propósito que fui para tua cama ontem. Para transar. – passou por ele e se trancou no banheiro.
- Tsch! – exclamou meio frustrado. Deu até vontade de rir. – "Naruto realmente ama-me? Se ele vai para casa do sensei dele eu não tenho pena nenhuma dele pelo que está a sofrer."
Naruto rapidamente tomou seu banho e se vestiu, assim que estava pronto passou na cozinha e pegou uma maça.
- Vou para a escola sozinho, não preciso que me leve hoje. Se quiser falar com o Kakashi-sensei passa lá na escola. Até mais. – disse dando um rápido beijo na testa do pai e se retirando da cozinha.
- Naruto, espera. – pediu Minato.
- O que foi dessa vez Otou-san? – estava ficando cada vez mais irritado, queria logo sair dali.
Aproximou-se do filho e deu-lhe um selinho nos lábios.
- Agora já pode ir para o colégio, filho. – falou, virando costas e subindo as escadas.
Naruto se chocou com o que seu pai havia feito, mas resolveu esquecer e ir para o colégio.
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O dia se passava lentamente, ainda era hora do intervalo. Assim que o sinal tocou para todos irem comer, se dirigiu para a sala dos professores, tinha certas coisas para acertar com tal Hatake.
Bateu na porta e abriu-a dando de cara com quem queria ver.
- Bom dia Kakashi-sensei, será que poderia conversar com o senhor? – lançava um olhar sedutor ao professor de matemática.
- Bom dia, Naruto. – disse Kakashi, levantando-se logo da cadeira. – Vieste mesmo para falar? – foi aproximando-se do loiro, chegando cada vez mais perto.
- Sim e não. Primeiro quero falar com o senhor, e depois fazemos coisas mais interessantes. – se encostou ao corpo do sensei – Poderia passar essa noite na sua casa sensei?
- Humm... – pensou. Respondeu depressa, ansiando partir para coisas mais interessantes. – Claro que podes. – E, dito isto, beijou vorazmente o seu aluno, levantando-o do chão e fazendo-o abraçar a sua cintura com as pernas.
Naruto sentiu seu pau ir de encontro ao do sensei, somente com a fricção causada já foi suficiente para ficar excitado, mas não fazia aquilo naquela hora porque queria, fazia porque queria se vingar do seu pai. Se fosse a qualquer outro momento, não estaria usando seu sensei, mas naquele estava com muita raiva.
Deitou o seu aluno na secretária e foi distribuindo beijos pelo seu peito e abdômen, chegando ao seu membro.
- Hmmm... Já estás duro? – indagou, sorrindo de canto. Começou a beijar o volume por cima das calças.
- Já... Estou assim somente para ti... Para de enrolar e vai logo ao que interessa, daqui a pouco tenho que voltar para a sala. – falou querendo sentir logo o pau do Hatake dentro de si.
Kakashi abriu mais o sorriso e foi despindo as calças e a boxe do aluno, expondo a sua ereção.
- Parece que estás carente aqui em baixo... – falou, apertando-lhe o membro. Abriu a braguilha das suas calças e tirou o membro de dentro do boxe. – É isto que queres, não é, Naruto?
- Isso mesmo... Agora mete com tudo... – estava com um sentimento ruim sobre aquilo, parecia que algo iria acontecer a qualquer instante.
Agarrou nas pernas do aluno e colocou-as sobre os seus ombros.
- Aproveita bem, Naruto. – falou, penetrando-o de uma só vez.
Nesse momento, Namikaze Minato, que tinha ido à escola falar com o tal do Kakashi-sensei, entra na sala de rompante.
- É aqui que... – começou, mas calou-se.
O sensei de matemática olhou alarmado para a porta. O que viu foi um clone do seu aluno.
Continua...
