Oi gente!! Eu gostaria de agradecer imensamente as reviews e sugestões que me foram mandadas! Muito obrigada meeeesmo! Fico feliz q estejam gostando da fic e espero q continuem mandando sugestões e lendo! Peço desculpas pela demora do capítulo, mas o colégio estava me atolando de coisas! Último ano não é nada fácil viu E ainda no tempo livre passar com o namorado e as amigas, sem contar que julho é mês de evento então tive que preparar meu cosplay! Mas espero continuar normalmente agora!

Boa leitura!

Kagome Christopher

Cap. II

Kag: Adeus Inu-Yasha! Eu te amo!

Ao dizer essas palavras a garota sem pensar em mais nada fechou os olhos para tomar coragem, mas era difícil. Queria muito acabar com tudo aquilo de uma vez por todas. Poderia não ser o caminho correto e ser o mais covarde de todos a ser tomado, mas ela não conseguia juntar idéias em sua cabeça. Só vinha uma coisa em sua mente... ele... aquele hanyou idiota, sem coração e... e... adorável. Como poderia ser adorável se falou tudo aquilo para ela? Mas ela também não foi nada simpática.

Achou melhor não tomar essa atitude drástica de se matar. Sua mãe, seu irmão, seu avô e amigos. Não poderia deixá-los para trás. Eles também importavam, por mais que doesse continuar vivendo.

Mas enquanto pensava em tudo o hanyou apareceu atrás dela. Ainda estava meio longe e ela não o havia percebido. Ele a olhou sentada na ponta daquele barranco e ouviu seu sussurro de adeus no ar momentos antes. Ele sentiu um arrepio de medo na espinha... medo que ela fizesse alguma idiotice. Aproximava-se vagarosamente da garota para não assustá-la. Mas ao pisar em um graveto que estralou, Kagome olhou para trás e perdeu o equilíbrio caindo daquele imenso barranco.

Inu: NÃÃÃÃO!!!! – gritava desesperado enquanto corria pro barranco com uma expressão de pânico e culpa no rosto. Mas quando foi olhar para o desfiladeiro foi obrigado a recuar.

Uma presença muito familiar surgiu e em sua frente surgiu Naraku flutuando com Kagome desmaiada nos braços. E então, sua sarcástica risada ecoando nas orelhas de Inu-Yasha.

Nar: Veja só o que eu encontrei Inu-Yasha. Não quis mais e jogou fora?

O sangue de Inu-Yasha ferveu, puxou a tessaiga da bainha e apressou-se em responder.

Inu: O que você quer Naraku? Devolva Kagome agora!!

Nar: Devolvê-la? Mas se não fosse por mim ela estaria morta e a culpa não seria minha, seria?

Inu-Yasha por um momento mudou sua face irritada para melancólica e baixou sua espada. Mas logo se recompôs. Não se deixaria cair nas provocações de Naraku, tinha que proteger Kagome.

Inu: Diga logo o que é que você quer!

Nar: Eu já peguei o que eu queria. – diz com um sorriso cínico no rosto e olhando para Kagome.

Inu-Yasha avança contra Naraku, mas a barreira o repele, fazendo-o cair no chão.

Inu: Desgraçado! O que quer com ela?

Nar: Meu caro Inu-Yasha, eu estou ficando cada dia mais velho, assim como qualquer um. Portanto preciso de algum herdeiro a minha altura para continuar com meu plano de purificação deste mundo contra hanyous e humanos inúteis. Essa sacerdotisa chamada Kagome possui um poder espiritual incrível que foi herdado de Kikyou. Os genes dessa humana com os meus, dará vida a uma criança especial. Ela poderá até me superar. Mas não posso estar velho demais para ensinar e ver os resultados, não?

Inu-Yasha estava pasmo. Ele queria um filho com Kagome? Sim, era isso mesmo que ele havia escutado. Mas ele não poderia deixar e foi ficando cada vez mais irritado.

Inu: Ora, seu...

Nar: Oras... Mas porque se importa? Não foi você que a deixou de lado para poder ir atrás de sua amada Kikyou? Então, se não sente nada por essa humana, porque ainda a protege? Pelo menos você será poupado da morte, pois ela te ama Inu-Yasha... E sabe como é, mulher grávida não deve ser contrariada. – Naraku riu mais uma vez, mas como nunca havia rido antes. Ele deu uma gargalhada alta que chamou a atenção de Sango, Miroku e Shippou, que foram correndo até o local.

Inu: Não toque em um fio de cabelo dela senão eu acabo com você seu desgraçado, ta me ouvindo???

Nar: Vamos fazer um teste então. – disse sarcástico. Ao terminar de falar baixou sua cabeça até o rosto de Kagome que estava deitada em seus braços e encostou os lábios nos dela, dando-lhe um beijo.

Inu-Yasha já não raciocinava mais. Aquilo havia o tirado de si. Ele não sabia por que, mas estava com um ódio profundo de Naraku. Um ódio tão grande que seria capaz d matá-lo naquele instante. Mas Naraku estava com Kagome nos braços e ele não queria correr o risco de machucá-la. Mas não conseguia se controlar. Correu em direção ao Naraku segurando firmemente sua espada.

Nar: Novamente vai tentar me atacar Inu-Yasha? Não sabe que é inútil? Quando está nervoso fica ainda mais fácil derrotá-lo.

Não deu outra. Inu-Yasha bateu na barreira e caiu de costas, batendo a cabeça em uma árvore. Sango e Shippou correram até Inu-Yasha para ver se estava tudo bem, pois ele estava desacordado.

Miroku olhou para Naraku e arremessou um de seus amuletos contra a barreira de Naraku que por 1 segundo se rompeu, dando chance de Kirara, que estava escondida, pegar Kagome.

Naraku apenas riu.

Nar: Vou deixá-la com vocês por mais um tempo enquanto preparo tudo para a vinda de meu herdeiro. Mas eu virei buscá-la. Podem ir se preparando. – E partiu dando sua sarcástica risada novamente.

Carregando Inu-Yasha e Kagome de volta ao acampamento e os colocando em sacos de dormir que Kagome havia levado, Sango e Miroku começaram a conversar após Shippou ir dormir.

San: Coitada da Kagome... Não bastava o Inu-Yasha a deixar abalada, ainda tem que agüentar mais essa. Farei o possível para protegê-la daquele miserável.

Mir: Verdade. Também farei o meu possível. Mas aproveitando a situação Sangozinha... até o Naraku quer um filho, porque a gente num faz um agora também? Vamos aproveitar que está todo mundo dormindo e... – POW levou um soco na cabeça como sempre.

San: Miroku!!!! Isso não é hora e nem algo para se brincar, é sério viu???

Mir: Mas eu estou falando sério! Vamos ali atrás montar o nosso ninho de amor! - POW outra vez apanhou.

San: Para já com isso monge safado! Já falei que vou ter um filho seu um dia, não falei? – disse ficando extremamente vermelha (N.A.: gente, pra quem não sabe ou não viu, aqui vai um spoilerzinho que não compromete a história do anime: em um episódio, Miroku salva Sango e quando eles conversam, meio que se "declaram" e ela aceita ter um filho dele.).

Ambos fazem silêncio ao verem que Inu-Yasha está despertando e dirigem suas atenções para ele. Aos poucos ele abre os olhos e de repente parece se lembrar de tudo que estava acontecendo e se levanta rapidamente.

Inu: KAGOME! – ao olhar para o lado vê a garota desmaiada. Um sentimento de tranqüilidade toma conta de seu ser. Ele se senta ao lado dela e coloca a cabeça da garota em seu colo, acariciando seus cabelos, não se importando com a presença dos amigos ali.

Sango e Miroku resolvem deixá-los ali em paz e entram dentro na cabana em que Shippou e Kirara dormiam.

Inu-Yasha abaixou a cabeça e cochichava na orelha de Kagome palavras como "me desculpe" e "não vou deixar que te levem". Ele acariciava os lábios de Kagome suavemente como que querendo arrancar a presença de Naraku que esteve ali. Nesse embalo suave, Kagome desperta devagar. Abre os olhos lentamente e enxerga tudo turvo. Aos poucos a visão volta ao normal e vê Inu-Yasha encarando-a.

Por um instante ela fica mergulhada naqueles olhos dourados que tanto ama. Mas depois, como se finalmente voltasse a si, desvia-se dos carinhos do amado e levanta bruscamente. Porém sente uma forte dor de cabeça e cai sentada.

Inu: Kagome, cuidado, você ainda está muito fraca. – disse com muita preocupação na voz e andando na direção da garota.

Kagome apressa-se em levantar novamente, antes que o hanyou chegue. E o encara. Ele aproxima-se dela devagar com um rosto de tristeza. Ela estava certa em querer distância dele.

Inu: Kagome, ouça...

Kag: Não... não precisa dizer nada, a culpa foi minha. Me desculpe ter dito aquelas coisas mais cedo, eu fui uma idiota.

Inu: Não! Eu que fui um idiota, eu não deveria ter falado o que falei também.

Kagome deu um sorriso fraco. Ela estava muito pálida. Não sabia direito o que estava acontecendo. Lembrou-se de cair no penhasco e depois disso, só lembrava de ter acordado ali.

Kag: O que... O que houve comigo?

Inu: Naraku te pegou quando caia do penhasco. – disse dolorosamente.

Kag: O Naraku me salvou? – falou assustada e ainda incrédula.

Inu: Sim... Mas ele a quer como mãe dos filhos dele.

Kagome ficou pasma e começou a chorar. Inu-Yasha a olhava com tristeza e quando tentou encostar em Kagome ela se afastou.

Kag: Me desculpa eu... preciso ficar sozinha. – E começou a caminhar para dentro da mata. Porque tudo aquilo tinha que acontecer com ela?

Andou pouco por dentro da mata. Dali podia ver a fogueira do acampamento, mas estava encoberta pelas árvores. Sentou-se em um tronco caído e começou a chorar compulsivamente. Até que sentiu uma presença... Porque agora? Porque não foi embora?

Kag: Sei que está aí... Kikyou.

Kik: Você tem um bom sentido Kagome. – disse saindo de trás da árvore que estava ao lado de Kagome.

Kag: Está melhor dos ferimentos? – falou ainda não olhando para a rival.

Kik: Que ferimentos? – disse com um sorriso nos lábios.

Kag: Oras, o de sua luta com aquele ogro hoje cedo. – falou finalmente olhando para Kikyou. Mas então assustou-se e ficou imóvel. – O que vai fazer?

Kikyou apontava para Kagome uma flecha, e sorria maleficamente.

Kik: Só estou fazendo um serviçinho para o Naraku. Não se preocupe eu não vou te matar, senão você não poderá ter um filho dele. Apenas vou te machucar... Posso te machucar o quanto eu quiser... Só não posso matá-la. Foram essas as ordens que recebi.

Kag: Então quer dizer que o ogro de mais cedo...

Kik: Sim, era um plano meu para atraí-los. Aquele ogro inútil. Realmente pensaram que eu seria capaz de ser derrotada por um youkai daqueles? Hahaha!!!

Kag: ora sua...

Kik: Sua o que? Garotinha você não está em posição de me ameaçar ou agredir. O ogro foi um truque para deixar Inu-Yasha abalado para que o Naraku pudesse te pegar facilmente. Mas seus amiguinhos estragaram tudo. Mas não dessa vez! – e disparou a flecha que atingiu o ombro direito de Kagome, sangrando muito.

Inu-Yasha sentiu cheiro de sangue. Não podia deixar Kagome sozinha, Naraku estava atrás dela. Não deveria ter deixado-a ir. Correu para a direção do cheiro e encontrou com Kagome segurando o ferimento de onde perdia muito sangue e havia uma flecha cravada. Kagome o olhou tristemente. Ele olhou para Kikyou que puxava outra flecha em direção da garota, mas foi impedida por Inu-Yasha.

Inu: Kikyou, o que está fazendo?

Kik: Serviçinho extra, queridinho. – falou com tom de deboche na voz. Inu-Yasha fez cara de incrédulo. – Ah, não! Não vai me dizer que realmente acreditou que eu ainda o amava! Hahahahaha!! Inu-Yasha como você é ingênuo!!

Inu-Yasha invés de ficar abalado ficou nervoso, arrancando o arco das mãos de Kikyou, o que a fez cair para trás, mas nem assim ela tirou o sorriso cínico do rosto. Seus youkais carregadores de alma foram buscá-la e a levaram, provavelmente, para onde está Naraku.

Inu-Yasha correu em direção de Kagome que lutava para não desmaiar. Ele olhava com desespero para o ferimento de Kagome, levando-a até Miroku, para que ele usasse sua cura em Kagome.

CONTINUA...

N.A.: Oi genteeee!! Terminei esse capítulo! Sei que o final ficou meio besta e que dava para ter escrito mais coisa e ter terminado de outro modo, mas é que são 2 da manhã e acabou a pilha que faz meu cérebro funcionar. XDD Por favor me mandem comentário e sugestões para me ajudar! No próximo capítulo eu agradeço um por um que já me mandou reviews ou os que ainda mandarão!

De forma especial, obrigado a todos que lêem minha fanfic!!