Protegendo você

-Do que?

-Que há mais ou menos 500 anos existiu yokais?-ele disse calmamente.

Ela soltou uma gargalhada alta. -Você acredita nisso?

-Sim, já que, eu vivo com alguns.

-Quê?-ela estava achando que seu avô pirou de vez.

Ele segurou no braço dela. -Vamos!

"Para onde?" Ela pensou. "Queria apenas, tomar um simples copo de água, ah, vou chorar".

Kagome estava parada na frente daquela mesma porta. Seu avô ao seu lado. Por que ela não podia tomar um simples e delicioso copo de água?

-Inuyasha. -o avô de Kagome o chamou.

A porta foi aberta. -Sim?-era Inuyasha.

-O sol já vai nascer. -disse o avô de Kagome entrando no quarto. Ela o acompanhando.

-Mestre o que ela faz aqui?-Inuyasha perguntou nem um pouco feliz com a presença de Kagome em seu quarto.

-Ela?... É bom ela saber do seu segredo. Já que, você é o guia dela. -o avô de Kagome disse sorrindo.

Inuyasha sentou no chão. -Eu mereço... -resmungou. Aos poucos, suas orelhas de cachorro apareceram, junto a suas presas e garras. Seus cabelos mudavam de cor, do preto para a prata.

Kagome caiu no chão. -Eu não acredito!

Ela engatinhou até Inuyasha. -Ah!-seus olhinhos começaram a brilhar. Ele a olhou torto. Ela levantou seus braços e apertou as orelhinhas dele. -É de verdade!-ela o abraçou. -Que Kawaii!-ela puxou as mechas de seus cabelos. -Oh!Prata... O cabelo é prata. -Ela apertou de novo as orelhas dele. O abraçou de novo. Puxou suas mechas. Apertou suas orelhas e...

-Chega!-ele deu um berro a afastando.

Ela olhou ainda com seus olhinhos brilhando para seu avô. -Por favor, Ji-chan, deixa-o ser meu!-ela implorava para o avô como se Inuyasha fosse um cachorrinho de rua.

-Quê? - Inuyasha ficou assustado.

-Eu vou dar banho, levar para passear, dar comida, irei fazer tudinho pra ele ser o meu cãozinho de estimação. Eu o farei ficar sempre feliz e... -ela dizia toda feliz.

-O que você tá falando?-Inuyasha a interrompeu.

-Kagome, querida, ele é um ser vivo. -disse o avô de Kagome.

-Plantas, gatos e pássaros são. Todos têm ao menos um como estimação. Por que não posso ter um cão-humano?-ela disse com birra.

-Ele é como nós, Kagome. Não é um animal de estimação e muito menos, um bicho de pelúcia. -ele falou sorrindo. Caminhou até a porta. -Vocês já estão se dando bem!-e foi embora.

Inuyasha levantou. Abriu uma porta e entrou. Kagome o seguiu.

-Vai ficar me seguindo?-Inuyasha perguntou bravo.

-É que... Que... É... Ah! Você não é o meu guia?-ela sorriu triunfante.

-Ah!Eu não acredito!Sabe ao menos onde está?

-No seu quarto?

-Deixa quieto. – ele balançou a cabeça negativamente.

Ele pegou algumas roupas. Entrou no banheiro e se trocou.

-Vamos!-disse caminhando até a outra porta.

-Espera!Quero saber onde é o meu quarto. -ela gritou.

-Você não dormiu nele?-ele perguntou levantando uma sobrancelha.

-Sim... Mais eu me perdi e...

-Tá!Qual é o número?

-Número?Que número?

Inuyasha fechou os punhos. -Como pode ser tão burra?-gritou.

-Burra?Ei?Ninguém me avisou de número nenhum, tá?

-Mulher inútil.

-Hanyou não me chame assim!-ela gritou. -Ué?De onde tirei essa palavra?Deixa pra lá. Acha logo meu quarto.

Ele se aproximou dela. -Você vem de uma família de monges e mikos, certo?

-Milk?Leite!Oba...!Mas, minha família é de leite?

Ele se esforçou para não esgoelá-la. - Miko! - gritou. -Sacerdotisas e monges, sua burra.

-Ah, tá!Acho que já ouvi algo sobre isso.

Ele pegou um telefone e discou um só número. -Olá. Bem, qual é o quarto dela, mestre?Sim. Certo!Obrigada.

-Por que chama o vovô de mestre?-ela perguntou.

Ele não respondeu. Apenas, começou a arrastá-la.

Depois, de passarem por vários e vários corredores chegaram até o quarto dela. O número de seu quarto era 13. Estava escrito na porta. Ela não tinha reparado.

-Entre. -ela disse para ele.

Ele se sentou no sofá.

Ela foi até o banheiro tomou um banho. Tinha uma porta lá. Era para o closet ela entrou e se vestiu.

Ele mostrou onde era a cozinha. Ela finalmente bebeu água. Onde era a sala de estar, de tv, de jantar, de espera, de jogos, de exercícios, a biblioteca, o escritório, a lavanderia, o porão, o sótão...

-Ei, essa casa não era tão grande quando eu era pequena... -Kagome se queixava.

-Não reclame, senhorita Higurashi. -disse Inuyasha bravo.

Ele mostrou até a sauna, o jardim, as piscinas, a sala de vídeo e entre outros lugares.

-Amanhã mostro o resto. -ele disse se afastando. -Eu já volto não saia daqui.

Ela não agüentou. Voltou a se perder na mansão.

Caminhava novamente sem saber por aonde ir. Abriu uma porta com o número 666. Era mais um quarto, mas era vazio. Bem, tinha um tipo de uma porta na parede e uma mesa de canto com uma rosa vermelha.

Ela ficou olhando fixamente para aquela porta. Como podia ter uma porta ali. Se na mesma parede tinha a janela. Seria uma varanda?

Ela dominada pela curiosidade abriu.

Estava tudo escuro. Mas parecia um túnel.

Ela se aproximou para olhar, mas, acabou caindo nesse buraco.

-Socorro!-gritou em vão.

Caiu de bumbum no chão. Estava agora no porão.

-Alguém me explica alguma coisa?

Ela viu outra mesa, outro vaso com outra rosa, só que branca.

Parou na frente deste. Notou que no chão, embaixo de seus pés havia um tipo de uma porta.

Ela abriu e entrou. Tinha uma escadaria. Seria um porão embaixo de outro porão?

-O que é isso que estou sentindo?-ela não sabia o que era. Mas, era como se sentisse uma presença. Uma presença que ela não sabia dizer exatamente do que. Ela viu um santuário e ali no centro, uma meia bolinha de gude. Emanava um estranho poder da metade da bolinha rosa.

Ela segurou a jóia. -O que é isso?Como algo tão pequeno pode ter tanto poder?E por que consigo sentir esse poder?

Um alarme disparou.

-O quê?

Ela colocou rapidamente a jóia no santuário.

Desesperada subiu novamente as escadas.

Mas, quando chegou ao fim. Esperavam por ela seu avô e mais algumas pessoas, seguranças vestidos de terno preto.

-O que faz aqui?-era seu avô, ele parecia furioso.

-Eu me perdi!

Ela e seu avô estavam no escritório.

-Prometa que nunca mais vai lá.

-Sim. -ela se sentia péssima.

-Prometa. -ele disse bravo e autoritário.

-Pro-prometo. -ela disse se levantando da cadeira que estava sentada e saindo.

Chegou até o jardim e começou a chorar.

-O que eu fiz de errado?-se perguntou entre lágrimas. -Só por causa, daquela metade de bolinha de gude eu levei uma bronca.

Ele estava em cima de um galho de árvore. Preparou o arco e flecha.

Seu alvo:

Ka-Go-Me

Um sorriso se fez em seus lábios.

-Diga adeus!-ele disparou a flecha.

Kagome limpou suas lágrimas e olhou para o lado. Viu a flecha se aproximar. -O quê?-ela se jogou para o lado. Mesmo assim a flecha atingiu seu braço esquerdo.

-Errei!-ele disse pegando outra flecha. -Mas, isso está ficando mais interessante. -Ele olhou para o lado. Inuyasha se aproximava.

Ela segurava seu braço que não parava de sangrar. Começou a correr e caiu.

Ela olhou para trás... Outra flecha. -Vou morrer!

-Garras retalhadoras de alma!-Inuyasha apareceu.

-É ele!-disse Inuyasha furioso.

-Ei!Seu guia/segurança de meia tigela dá para me ajudar?-Kagome gritou.

-Eu te salvei da flecha!-Inuyasha começou a se gabar.

-É... -ela o olhou torto. Levantou com um pouco de dificuldade.

Ele sentiu o cheiro de sangue... Estava se gabando tanto que não tinha reparado que...

-Pode ter me salvado dessa flecha e da outra?-ela falou desafiadora. Apesar, do sangue que saia de seu corpo.

Ele se espantou ao ver a quantidade de sangue.

-Senhorita Higura... -ele levou um susto.

Ela perdeu seus sentidos e desmaiou.

"Foi por isso" ela pensava enquanto dormia "Que meu avô deixou Inuyasha como meu segurança". "Por quê?" Ela acordou.

Estava em seu quarto. Em sua cama. Viu que seu braço estava enfaixado.

-Já acordou?-era Inuyasha.

-O que era a bolinha de gude?-Kagome perguntou.

-Vou trazer um copo de água. -ele disse saindo. Essa foi sua resposta.

Ela se levantou. Caminhou até a varanda. -Por que tenho que ficar aqui?Minha mãe disse que assim é melhor para mim. Para o meu treinamento. -seus cabelos voavam com o vento. -Qual treinamento?

"O que? Essa sensação de novo. A sensação da bolinha de gude". Ela olhou para baixo, alguém a observava atrás de uma árvore. Estava difícil descobrir quem era. Além, de estar atrás da árvore estava com trajes pretos. Ela desceu correndo as escadas. Pelo menos, do quarto para o jardim sabia ir. Para a cozinha também. Foi até a árvore.

-Quem era?-ela se perguntou. Ela olhou para o chão. Pegou algo. -Seja quem for deixou esses fragmentos... Mas, o que é isso?

Continua...

Olá! Como vão? Eu consegui dar uma lida nesse capítulo, mas, foi rápida, mudei pequenas coisas, então, perdão mais uma vez se houver erros gramaticais.

Aos poucos a história vai se encaixando.

Obrigada pelos comentários. Eu fiquei muito feliz. Essa fic eu atualizarei mais rápido do que a Descrevendo uma História, pois, essa já está escrita há tempos. Espero que tenham gostado dess capítulo.

Vou responder os comentários. Obrigada mais uma vez!

Acdy-chan. – Olá, sim, muitas perguntas e virão ainda mais. Eu gosto desse ar de mistério e dúvida. Mas, calma que logo tudo se resolve, sem contar que vou atualizar a fic rápido. Mas, achou bom esse também? Os capítulos são um pouco curtos, porém, tinha esse formato há tempos e por isso não quero aumentar. Beijos e até o próximo capítulo. Obrigada por comentar.

Belle Kagome-chan. – Olá! Ahauhauahuahu liga não, sempre há erros técnicos, fazer o quê. Espero não cometer muitos daqui para frente. Passou despercebido. Aliás, o capítulo de DUH 18 está pronto, mas, ainda preciso dar uns ajustes finais. Mas, então, gostou desse capítulo? Até o próximo. Beijão. Valeu por ler essa fic também.

Xev – Kidah. – Oi! Essa minha fic as atualizações serão rápidas. Ainda bem que gostou e sim há muitos mistérios, mas, todos serão desvendados aos pouquinhos. Espero que tenha gostado desse capítulo também, espero te ver aqui de novo, beijos e até.

Mila Himura. – Olá! Você realmente lê DUH? Que felicidade! Eu gosto tanto daquela fic, está gostando dela? Com raiva do Inuyasha? Sobre Protegendo Você, olha, você está no caminho certo, bela tacada. Eu adiciono sim! Só não faço isso hoje porque estou caindo de sono. Mas, amanhã sem falta. Espero te ver comentando em minhas fics, mas, só de saber que as lê já estou feliz. Beijos e até.

Pessoal é isso aí. Espero que vocês tenham gostado.

Muitos beijos e ótimo final de semana a todos.

Para o pessoal que lê Descrevendo uma História, eu vou postar o próximo capítulo logo. Aguardem.

Eu só preciso dar um início ao 19.

Fique bem

Dani

Dani-i ponto blogspost ponto com, meu blog.