CONTEÚDO INAPROPRIADO PARA MENORES DE 18 ANOS

Amber andava às cegas, tamanha sua fúria, parou em frente ao quadro da mulher gorda, estava vazio, mais essa agora. Irritada andou em círculos por longos minutos quando finalmente a mulher chegou.

- Ah querida me descul...

- Elfo mágico. – Sibilou Amber sem nem pensar em responder.

Passou pelo buraco antes mesmo do quadro se abrir completamente. Uma raiva insana toldava-lhe a vista, tirou o uniforme com as mãos trêmulas. Andou de um lado para o outro nervosa, murmurando imprecações em russo.

- Maldito- Levou a mão ao peito, sentindo-se dilacerada. Quem diabos ele pensava que era? Humilhando-a daquela maneira! Sentou-se na cama respirando pesadamente. Como vinha acontecendo há alguns meses, Severo Snape a deixava injuriada, sentiu os olhos arderem perigosamente.

- Não!- Gritou, havia prometido a si mesma que não derramaria mais uma lágrima sequer por ele. Levantou-se e abriu o baú, tirou as vestes já muito gastas que costumava usar nos treinos de quadribol. Vestiu-se tentando afastar o professor de seus pensamentos, pegou a vassoura uma Cleansweep.

Em alguns minutos já estava voando sobre Hogwarts, toda aquela beleza a deixando inebriada como sempre, não podia se aproximar do lado da quadra, já que não tinha permissão sequer para estar ali, sobrevoou o lado esquerdo de Hogwarts, e pousou em cima de um telhado perto do corujal, costumava passar algum tempo sozinha ali, principalmente quando estava nervosa ou ansiosa, sentou-se com as pernas balançando há quase 30 metros de altura, mas sem medo.

Após alguns minutos afastou-se um pouco para a parte mais segura do telhado, colocou a vassoura ao lado, e entregue aos pensamentos que voaram numa velocidade incrivelmente rápida até as masmorras, acabou adormecendo. Não sonhou.



Amber corria pelo corredor sombrio, estava perigosamente atrasada, quase duas horas. Entrou na masmorra maior, esbaforida, e para seu dissabor derrubou uma pilha de livros que estavam numa mesa ao lado da porta.

- Está atrasada. – A voz fria vinha da direita, Snape saiu das sombras, mesmo sem ver-lhe o rosto Amber sorriu meiga para ele.

- Acha que um simples sorriso vai me convencer?

Severo a puxou pelas nádegas.

- Vem cá sua puta.

Amber passou os braços pela cintura do professor e o beijou de leve enquanto dizia:

- O treino de quadribol, meu amor...

Ele agarrou-lhe os cabelos de modo a inclinar a cabeça da garota, deixando-lhe o pescoço à mostra.

- Martynov o que eu faço com você... – mordeu-lhe o pescoço quase violentamente. – Você ainda não entendeu.

A mão do professor ainda lhe segurava os cabelos, enquanto a outra já se insinuava por debaixo da saia. Snape a tocou mais profundamente, enfiou os dedos na calcinha dela e acariciou as nádegas macias e firmes, num movimento erótico de vai e vêm.

- O que eu não entendi?- Perguntou ela, já sentindo a umidade se alastrar pelas partes íntimas. – Ah... Severo... – Ela gemeu alto quando ele penetrou-lhe o ânus com um dedo.

- O que a senhorita reluta em entender, é que seu treininho de quadribol, assim como sua vidinha de antes não existem mais, se atrasou uma vez, na próxima não se incomode em aparecer.

Amber não se importou com aquelas palavras, em quase seis meses nunca havia se atrasado, fora um fato isolado. Segurando-lhe o rosto com ambas as mãos, o beijou profundamente, deixando clara a sua resposta.

- Não vai acontecer novamente.

Snape retirou o dedo, fazendo Amber gemer em protesto, a virou de costas para si e colou a pélvis nas nádegas da garota, enquanto movia-se simulando movimentos sexuais, dando-lhe uma mostra do que faria em seguida. Suas mãos subiram, tocando o corpo sinuoso e enlouquecedor

- É bom que tenha certeza disso Amber. Detestaria ter que puni-la.

- Você gostaria isso sim! – ela soltou com uma risada.

Aquilo provocou ainda mais Severo. Com um gemido grutual ele a arrastou até uma das bancadas mais próximas. Sem delicadeza nenhuma começou a despi-la, a fez se livrar da capa negra com o emblema da Grifinória e lutou contra os botões da camisa branca que ela usava por baixo, desistindo de tirar a peça pelos meios usuais, puxou o tecido de qualquer maneira fazendo-o rasgar-se. Jogou os trapos para o lado e envolveu os seios com as duas mãos apertando com força os mamilos da garota que gemeu já em êxtase.

- Sem sutiã minha menina? – Sorriu pela primeira vez e a beijou profundamente, chegando até a ser carinhoso, coisa que raramente fazia. O beijo se transformou numa série de carícias. Severo foi descendo até os seios avantajados e os envolveu com as duas mãos, a empurrou, encostando-a na bancada, ainda imaginando em todas as delicias que poderia fazer com ela. Abaixou-se a sua frente e sugou firmemente os bicos rosados daqueles seios magníficos. Deliciou-se ao ouvir os sussurros abafados que ela deixava escapar.

- Você adora isso, não é sua vagabunda? – Ele perguntou enquanto e chupava os seios, desceu as mãos e retirou-lhe a saia e a calcinha. Levantou-se e fitou-lhe diretamente nos olhos por um momento. Totalmente entregue, do jeito que ele gostava.

Severo recuou alguns passos, deixando-a na bancada.

- É só isso professor? – Ela perguntou num tom de troça. – Pensei que um homem da sua idade soubesse mais formas de agradar uma mulher.

Snape começou a se despir, tirou a camisa negra, e quando começou a desabotoar as calças, disse num tom seco e frio:

- Que mulher? Tudo o que vejo é uma vagabundazinha implorando pra eu enfiar minha pica na boceta dela.

Amber sentiu um prazer absurdo com aquelas palavras. Deslizou a mão até a vagina e acariciou-se, observando o corpo que tanto a excitava. Ele aproximou-se novamente, completamente nu e já masturbando o pênis ereto e grande. A puxou violentamente para si. Amber o tocou no membro pulsante e tentou masturbá-lo. Severo afastou sua mão e a virou novamente de costas.

- Ah... Quer me comer por trás hoje? – Ela perguntou, a cabeça encostada no peito forte, sentia o cheiro dele, o corpo estava trêmulo em antecipação. Remexeu os quadris sensualmente, sentindo o pênis endurecido de encontro às nádegas.

- Eu vou te mostrar o que um homem da minha idade pode fazer sua vadia! – Snape murmurou-lhe ao pé do ouvido. Com mãos impacientes, afastou o material de cima da bancada e segurando Amber pelos cabelos a fez ficar com a barriga e os seios encostados na bancada.

Amber esperou ansiosa pela penetração e quando ela não veio, virou a cabeça. Severo umedecia os dedos da mão direita com a língua. Fitou a própria mão e então dirigindo um olhar sacana a Amber, que o observava curiosa, desceu a mão até a vulva rosada da garota. A masturbou forte, sem nenhuma delicadeza, da maneira que sabia ele, ela adorava.

Ela gritou num prazer tremendo, moveu os quadris sentindo a mão de severo percorrer-lhe toda a vulva acariciando-a de maneira deliciosa.

- Ai... Isso seu sacana! Assim que eu gosto. – Ela gritou.

- Ah é...? – Apenas para provocá-la, parou os movimentos, puxando-lhe os cabelos a fez ficar de pé novamente. – Me diga Martynov... O que quer que eu faça com você?- Perguntou ele num tom dissimulado, de pura e falsa indiferença.

- Me come. – ela sussurrou.

- Seu pedido é uma ordem. – ele sussurrou de volta enquanto mordiscava-lhe a orelha.

Novamente a fez deitar o troco na bancada, subjugando-a mais firmemente ainda pelos cabelos, assim tinha certeza de que ela não se mexeria. Segurou o pênis agora totalmente ereto e passou sua ponta na extensão da vulva de Amber, de baixo para cima.

- Por onde minha menina? – ele perguntou. – Por aqui? – Forçou a entrada do ânus e se retirou. – Ou por aqui?- Dessa vez foi a vagina.

Amber mordeu os lábios, aquele homem a deixava louca! Completamente louca.

- Eu... Não sei! – ela gemeu. – Pare de me torturar! Quer me enlouquecer?

Severo riu, provavelmente pela primeira vez no último ano.

- Exatamente senhorita Martynov! Cinco pontos para a Grifinória! – E a penetrou vigorosamente pela vagina. – Agora... Se mexer esse rabo direito, quem sabe não ganha o direito de chupar o meu pau depois?

Snape segurou firmemente os quadris dela e passou a se movimentar lentamente e com força. Gemeu apreciando cada estocada naquela deliciosa cavidade.

- Ah... que boceta mais gostosa... Ela engole... – Ele murmurou entre gemidos.

- Ela é toda sua. – Amber falou com a voz trêmula. A garota já lutava contra o gozo, queria atingir o orgasmo juntamente com ele.

Ao ouvir a voz suave pronunciar aquelas palavras, Snape acelerou os movimentos, os sons das estocadas ecoando juntamente com os gemidos deliciados de ambos, nas paredes da sala de aula.

- Mais forte! – Amber gritou.

Mais uma vez Snape atendeu o pedido da garota.

- Você gosta de ser fodida, não é? Adora quando eu te como, gosta assim? – Penetrou mais profundamente.

- Isso, assim! – Amber rebolou sentindo o gozo próximo, desistindo de lutar contra a sensação.

Ela atingiu o orgasmo gritando o nome dele, Snape ainda estocou algumas vezes, e gozou dentro da vagina dela, falando uma série de palavras indecentes. Desabou sobre o corpo jovem, respirando pesadamente.

Minutos depois se retirou de dentro dela, mas não a deixou se levantar. Observou as nádegas avermelhadas pelo vigor dos movimentos. Acariciou-lhe as costas brancas sentindo o peito se aquecer. Ali, pensou Severo, estava sua mulher.