Eis o capítulo dois.

Começa de uma maneira triste, com um sonho da Ino ou então uma memória do dia em que o seu pai morreu. Não quero gente a chorar como eu chorei a escrever essa parte okok?

Paah: creio que será impossivel amiga. T.T

Let's read!

-/-

Ino's pov on:

Conheço estas paredes brancas e o cheiro agonizante bem demais. Conheço aquela menina loira…a correr para a porta onde os médicos tentam em vão reanimar o homem deitado naquela maca. Ela grita "Papá!" várias vezes tentando fazer com que o homem acordasse…

As lágrimas começaram a cair dos olhos azuis da menina. Foi então que veio o rapaz mais alto que abraçou a menina enquanto ela se debatia, recusando-se a deixar o pai sozinho. Ela ouviu os médicos dizerem que não havia nada a fazer e continuou a gritar, ainda a debater-se nos braços do rapaz…

Aquela menina…aquela menina...era eu…

TRIMM!

Escancarei os olhos ao ouvir o despertador. Suspirei ao reparar que havia lágrimas a escorrer pelo meu rosto. Não tinha este sonho há muito tempo. Cheguei a pensar que ele tinha deixado de me assombrar, doce engano…Aí a vontade de ficar na cama todo o dia e mandar o primeiro dia de aulas para o quinto dos infernos. Estava mesmo no ponto de o fazer quando o meu primo entrou histérico no quarto.

- Vá lá Bela Adormecida! Toca a acordar que já são horas! – ele gritou abrindo as minhas cortinas e de seguida puxando os meus lençóis. Odeio esta criatura…odeio-o.

- Já tou acordada. O que é que tu queres? – perguntei sentando-me na cama e esfrengando os olhos, tentando limpar os rastos de lágrimas. Mas parece que esta criatura tem um radar ou coisa parecida e percebe quando algo se passa.

- Quando entrei aqui queria que tu te despachasses e me emprestasses a tua escova do cabelo. Agora quero saber porque estás a chorar. – respondeu. Eu disse prontamente que não se passava nada de especial e que tinha sido uma coisa que me tinha entrado no olho. Ele lançou-me aquele olhar como se quisesse dizer "Pára de mentir, eu conheço-te como a palma da minha mão e sei que alguma coisa se passa." – Tiveste outra vez o sonho? – eu não digo que ele tem um radar ou coisa parecida? Acerta em tudo menos nos números da lotaria.

- Sim…Não tinha há muito tempo. Às vezes sinto-me sozinha…Desamparada sem ele aqui. – comecei a desabafar com ele. Deidara sentou-se junto de mim e limpou-me os rastos de lágrimas, mas de seguida deu-me uma palmada no braço. Qual é a ideia dele? – Para que foi isso?

- Pára de dizer asneiras! Não estás sozinha. O teu pai está lá em cima a olhar por ti. E eu estou aqui contigo. Para tudo o que precisares, para bater em quem te fizer mal e para te abraçar quando tu chorares. Eu e tu contra o mundo priminha. – ele disse isto sorrindo carinhosamente. Ele pode ser um idiota e uma criatura do outro mundo, mas é o meu primo. E eu amo-o muito e não o troco por nada.

- Eu e tu contra o mundo priminho. Obrigado. Por tudo. – falei abraçando-o. – Adoro-te.

- Eu também te adoro priminha e agora larga-me porque estás a arruinar a minha imagem de macho. – ai a imagem de macho… Este rapaz não é mesmo deste mundo. – E se me dás licença, vou roubar a tua escova e vou acabar de me arranjar. Tu devias fazer o mesmo antes que a tua mãe tenha um chilique e comece aos gritos.

Ele levantou-se e apanhou na minha escova do cabelo, piscou-me o olho e de seguida abandonou o meu quarto. Sorri ao ver o lindo dia lá fora, ao menos alguma coisa me alegrou. Adoro dias ensolarados e com calor. Vamos lá Ino! Acorda para a vida! Primeiro dia de aulas e de um pesadelo de vários meses. Tens de te abastecer com um belo pequeno-almoço.

Esgueirei-me para fora do conforto do colchão e comecei a caminhar para a minha casa de banho, mas parei no meio do caminho. Falta aqui alguma coisa…Sorri maliciosamente e caminhei para a aparelhagem em cima da secretária. Ainda vou saber como é que elas montaram esta aparelhagem sozinhas… Enfim...

Meti um dos CD's tão cuidadosamente arrumados, pela minha mãe de certeza, e comecei a abanar as ancas ao som da música. Adoro fazer a rotina matinal ao som de música.

Fiz a higiene matinal rapidamente e vesti a primeira coisa que me saiu da mala, a minha mãe devia ter trazido as minhas malas e arrumado logo tudo no armário. Poupava-me muitas dores de cabeça…Agora preciso da escova do cabelo…

- DEIDARA! A MINHA ESCOVA DO CABELO? PRECISO DELA! JÁ! – berrei alto para aquela criatura puder ouvir. Agora vai-me devolver a escova com cabelos dele. Odeio isso e só me vai atrasar. - TOSCO ANORMAL NÃO VOLTO A PEDIR A MINHA ESCOVA!

A minha porta foi aberta pelo meu primo, já arranjado e com a minha escova na mão. Tirei-lha das mãos e passei a tratar da minha "juba", que ao acordar parece um arbusto e de certeza que há por aí passarinhos que desejavam viver lá dentro. Apanhei o cabelo no meu tipico penteado e virei-me para puder sair, o meu primo ainda estava encostado na batente da porta. Olhei-o interrogativamente e ele apenas mexeu no bolso, estendo-me um fio de ouro. Logo levei a mão ao pescoço, tacteando a pele à procura de alguma coisa.

- Como é que…Devolve. – ordenei fazendo cara de má. Aquele fio era da minha avó e ela deu-me dizendo que simboliza o meu crescimento enquanto mulher. Logo reconheci o olhar na cara do meu primo, ele quer alguma coisa. – O que queres?

- O pagamento por não contar que tiveste o sonho outra vez. – deve estar a brincar comigo. Mas também…Já devia estar à espera. Ele quase me levou à falência uma vez. – O fio pelo pagamento. Ainda hoje priminha, tenho fome.

Estendi-lhe uma nota e ele em troca deu-me o fio. Voltei a colocá-lo no meu pescoço enquanto olhava para o meu primo cheirar a nota. Criatura do outro mundo meu Deus…

- Agora posso saber como o tiraste? – questionei apanhando a minha mala que estava aos pés da cama.

- Dedos maravilha. – respondeu mexendo os dedos no ar. Este rapaz ainda vai virar carteirista, escrevam o que eu digo. – Agora vamos comer que o meu buraco negro tá a pedir alimento. Ele já grita "Alimenta-me ou vou absorver todos os teus orgãos e faço-te definhar de dentro para fora." – ele disse com uma voz grossa.

O.O

Agora é que foi! Foi desta! Esqueçam todas as asneiras que ele já fez e disse! Esta foi a do século! Valha-me Kami e todos os anjinhos que estão ao lado dele lá em cima…Eu vou afastar-me daqui com muito cuidado. Nada de movimentos bruscos para não atiçar o que quer que seja que há dentro dele que pensa que tem piada.

- Não me digas que ficaste com medo do meu buraco negro? Ele não te come priminha. – gracejou saindo do quarto atrás de mim.

Sabe-se lá se me come ou não. Tudo nele é estranho. O buraco negro que ele tem no estômago pode subitamente saltar cá para fora e engolir-me e…

-.-

E eu até fico parva com as coisas que saem da minha cabeça quando ainda não tomei o pequeno-almoço.

Larguei a mala em cima do balcão da cozinha e depois de cumprimentar a minha mãe e a minha avó, sentei-me à mesa. No prato à minha frente tinha… tan tan tantaaaann! Metam baldes debaixo das vossas bocas! Torradas com doce de morango!

Ai Kami… O meu vício predileto e tradição do primeiro dia de aulas desde que me dou por gente. Abençoada minha mãe…Estava eu a deliciar-me com as minhas torradas quando a minha mãe se sentou na cadeira à minha frente e me olhou com a cara de quem quer largar uma bomba no meu colo. Não vem aí coisa boa…

- Desembucha mãe. Conheço essa cara. – falei dando uma dentada na torrada.

- Arranjei-te companhia para ir para a escola. – foi o que ela disse sorrindo-me. Onde é que ela foi desencantar alguém para…Oh não. Oh não. Ela não…

- E quem é? – perguntei com medo da resposta. Tou mesmo assustada com a resposta que ela me vai dar.

- O filho dos vizinhos.

Até cuspi os restos de torrada que tinha na boca. Como assim o filho dos vizinhos? Aquele prevertido vai comigo para a escola? Isso é que não vai! Não se eu puder fazer alguma coisa! Como diz minha amiga, SHANAROO!

Acabei de comer rapidamente, despedi-me da minha familia e depois de agarrar na mala, saí de casa. Esperava que ele ainda não tivesse saído de casa mas…doce engano novamente. Ele já estava encostado ao muro da minha casa, junto do seu skate e acompanhado pelo enorme cão. Quando me viu levantou-se. Eu não vou para a escola com esta criatura nem que me paguem.

- Antes que abras a boca para falar alguma coisa, eu digo-te já que não preciso que vás para a escola comigo. – eu disse confiante das minhas palavras. E por que raio é que esta criatura se tá a rir? Disse alguma piada?

- Eu posso ir-me embora se tu quiseres. Mas boa sorte em encontrares o caminho para a escola sozinha. Vemo-nos lá. Se chegares viva. – ele disse. E foi-se embora. O idiota tinha alguma razão…Provavelmente ia-me perder e podiam acontecer coisas piores.

Ele já estava um pouco longe de mim e o cão tinha entrado na casa dele. Bem-educado, ao contrário do dono. É melhor eu ir atrás dele, e agora preciso de correr já que ele está com o skate.

Quando o apanhei ele parou, para me puder ouvir falar. Suspirei, admitindo a minha derrota. Vá lá Ino, usa a dignidade que te resta e fala com ele.

- Está bem…Eu admito que preciso de ajuda para chegar à escola. Mas à luz do que aconteceu ontem à noite, não me sinto bem perto de ti…- eu murmurei olhando para o chão. Não tou a dizer mentira nenhuma. Depois daquele triste episódio…

- Olha, desculpa lá isso de ontem à noite. Eu podia inventar uma série de desculpas esfarrapadas mas não o vou fazer. – foi o que ele disse. Ao menos não tenta amenizar os estragos.

- Eu vou para a escola contigo, vamos apenas caminhar em lados opostos da estrada.

- Na boa. Apenas não me percas de vista, esta cidade pode parecer pequena e pouco movimentada mas é o completo oposto aos dias de semana. – Kiba falou voltando a andar no skate.

Eu afastei-me dele, começando a caminhar no outro lado da estrada. Eu sempre caminhava para a escola com o Shikamaru no primeiro dia de aulas.

O Shikamaru é o meu melhor amigo, uma pessoa completamente espectacular e extremamente preguiçosa. Ele arrastava-se para a minha casa às sete da manhã, tomava o pequeno-almoço comigo e lá íamos os dois para a escola a gracejar pelo meio do caminho e a fazer asneiras. Depois encontrávamo-nos com o resto da malta e fazíamos mais asneiras até chegarmos à sala de aula. Sinto a falta deles aqui comigo, sinto a falta deles agora. Senti o telemóvel vibrar no meu bolso, dando o sinal de uma mensagem. Tirei-o, olhando para o ecrã onde dizia:"Mensagem recebida de Saky."

Sorri abertamente ao ver a mensagem da minha melhor amiga. Ela dizia que sentia a minha falta em Tóquio e que a cadeira vazia ao lado dela na aula de Inglês a fazia sentir sozinha. Respondi-lhe. A dizer que também sentia a falta dela e que a adorava.

Loirinha.

Hei…Acabaram de me chamar loirinha? Ai agora é que fizeram a bonita. Virei o rosto para o lado para dar de caras com o idiota prevertido.

- Chama-me loirinha mais uma vez e fica enterrado a sete palmos debaixo do chão. – ameaçei-o. Odeio que me chamem loirinha ou derivados, um amigo meu cometeu esse grave erro antes de me conhecer bem… Digamos que ficou com medo de mim durante anos, e acho que ainda tem.

- Eu não sei o teu nome, então tive de arranjar maneira de te chamar. – parece-me válido. Ele não estava com a familia quando a minha mãe me apresentou.

- É Ino.

-Bem, Ino, seja bem-vinda ao liceu público de Konoha. – ele disse apontando para o pátio gigante do edificio à nossa frente. Havia adolescentes a entrarem e aos abraços e grandes grupos de gente sorridente e alegre. – Vou ter com os meus amigos. Vê lá se não te perdes à procura da sala onde vais ter aula agora.

E foi-se. Idiota! Deve achar que eu não sei seguir instruções num papel. Anormal. Tirei o papel que a minha mãe me tinha ontem à noite do bolso e olhei para onde ia ter aula. Matemática na sala 10. Começamos bem…

Fiz corta-mato pelo meio dos grupos e entrei no edificio. Não muito diferente lá de fora, cheio de gente aos abraços em frente a cacifos. No papel que a minha mãe me tinha dado também estava escrito o número do meu cacifo e o código do cadeado. Até foi fácil encontrar o cacifo. Abri-o e meti lá dentro os livros desnecessários para a aula de agora. Foi então que senti uma mão sobre o meu ombro. Virei-me para dar de caras com uma rapariga morena, parecida com a Pucca. Tem o cabelo preso em dois coques no alto da cabeça e está vestida de uma maneira completamente colorida, tipo caixa de lápis de cor.

- Nunca te vi por aqui. És nova? Chamo-me Tenten e tu? Estás a gostar de cá estar? Já conheces muita gente? – fui bombardeada com estas perguntas. Mal percebi o que ela disse.

- Ino. E sim sou nova aqui. Do que vi gostei tudo. E não ainda não conheço muita gente. – respondi sorrindo. Será que ela vai levar a mal se eu perguntar uma coisa? Seja o que Kami quiser. – Correndo o risco de ser mal-educada, posso perguntar-te se tu és sempre assim? Sorridente e uma bazuca que dispara perguntas?

- Habituas-te depois de passares algum tempo comigo. – ela respondeu depois de se rir um pouco. É simpática e alegre. – Então eu vi que chegas-te com o…

- Idiota prevertido que é meu vizinho do lado cujo nome eu não vou pronunciar. O que é que tem? – perguntei fechando o cacifo e começando a caminhar.

Ela voltou a rir-se um pouco com a minha afirmação e começou a caminhar ao meu lado.

- A maioria das miúdas daqui quer saltar-lhe para a cueca e lança-lhe charme para cima em vez de lhe chamarem nomes. – Tenten afirmou. Seria de esperar. Com aquele aspecto…

- Eu não sou a maioria das miúdas e não lhe quero saltar para a cueca. Pelo contrário, quero distância dele. Podemos mudar de assunto? Tanta conversa sobre aquela coisa está a dar-me náuseas. – disse fazendo uma careta de nojo e repulsa. Ela riu-se novamente. Muito sorridente esta rapariga. O meu tipo de pessoa.

- Claro que podemos. Em que sala vais ter aula? Posso acompanhar-te até lá. – tão querida. Começo a gostar desta rapariga.

- Matemática na sala 10. – respondi sorrindo.

- Tás na minha turma! Vamos ser colegas e amigas durante todo o ano! – ela exclamou dando pequenos saltos. Eléctrica, sorridente e simpática. Agora gosto mesmo dela. – Tens de conhecer os meus melhores amigos. Vais adorá-los.

Parámos em frente a uma sala e quando meti o pé lá dentro, senti o telemóvel vibrar outra vez. Desta vez com uma chamada. Pedi a Tenten para entrar, dizendo que já entrava. Tirei o telemóvel do bolso e vi no visor:"Sasuke favorite b-boy"

O que é que esta criatura quer?

- O que é queres Sasuke? – perguntei atendendo.

- Ino, a minha namorada está a ter um momento emo. Por muito que me custe admitir tu fazes falta aqui. – foi o que ele disse.

- Hahahahahaha! Aprendeu contigo! É bem feito! E é claro que faço falta aí. – alfinetei. Conheçam o Sasuke ou emo para as pessoas mais próximas. Faz parte do meu grupo de dança, é b-boy. Daí o nome no meu telemóvel.

- Não tem piada nenhuma. Ela tá a arrepiar-me. – Sasuke disse. Tenho quase a certeza que ele tá a cerrar os dentes.

- Sasu-chan, meu querido, ela tá assim de passar tanto tempo contigo. Agora tenho de desligar, vou entrar. Adoro-te. – disse entrando na sala e começando a caminhar para junto da mesa onde Tenten estava.

- Hn…- e pronto. Começa com os monossílabos.

- TÁ A CORAR! – exclamou uma voz um pouco longe, mas também do outro lado do telemóvel. Conheçam a Temari, bailarina clássica e a minha segunda melhor amiga. Escandalosa como tudo…

- Vou tomar esse teu monossílabo com um também te adoro. Diz olá ao resto do pessoal e que também os adoro. – e desliguei. Voltei a guardar o telemóvel no bolso e a tomar atenção ao que se estava a passar à minha volta. Tenten estava a falar com uma rapariga e um rapaz.

Ela sorriu-me e fez-me sinal com a mão para que eu me aproximasse. Foi o que eu fiz, sorri para as duas pessoas.

- Ino, estes são o Choji e a Hinata. Pessoal, esta é a Ino. – ela apresentou-me. O rapaz é moreno de cabelos compridos e tem olhos da mesma cor. Tem duas estranhas espirais em cada uma das bochechas e é um pouco gordinho. A rapariga é morena e tem olhos de uma cor incrivel. Pérola. Parece-me um pouco timida.

- Yo! – Choji cumprimentou-me com uma mão dentro do pacote de batatas fritas que tinha na mão.

- O-O-Ohayo. – olha-me esta. Gagueja. Deve ser mesmo timida. E a julgar pela maneira como se veste, muito conservadora. Precisa de uma ajuda aqui da Ino.

- Prazer. Posso sentar-me nessa cadeira livre? – perguntei apontando para a cadeira ao lado da de Tenten.

- Claro! Eu até insisto. – foi a resposta dela. Eléctrica a rapariga. Sentei-me lá correndo os olhos pelos outros alunos da sala. Parece-me a tipica turma de liceu. Nerds, meninas da claque, atletas que nem devem ter metade do cérbero. O custume.

- A admirar a tua turma para o resto do ano? – perguntou Choji sorrindo para mim. Tem um sorriso bonito e parece-me ser querido. Tenho a sensação que vamos ser muito amigos.

- Nós apresentamos-te a eles. Como podes ver as raparigas com os uniformes curtos, são da claque. A ruiva é a líder, chama-se Karin. – Tenten explicou apontando para as pessoas. Aquela ruiva não tem cara de flor que se cheire.

- O-O-Os ru-rumores dizem que e-ela j-já teve uma relação com p-praticamente todos os r-r-rapazes daqui. – no meio de tanto gaguejo consegui perceber que a rapariga é uma pêga. Seria de esperar também.

- Não nos podemos confiar em rumores, mas este é fácil de acreditar. – Choji comentou fazendo uma bola com o pacote vazio das batatas fritas. Claro que não é dificil de acreditar. Todas as meninas da claque têm fama de serem grandes pêgas.

- Não é dificil de adivinhar que os rapazes com grande cabedal ao lado delas são os atletas. Autênticos broncos que só pensam com a cabeça debaixo, se é que me entendes. – Tenten disse sorrindo maliciosa. – O bonitinho de cabelos brancos é o capitão da equipa de basket, chama-se Suigetsu e tem uma super híper mega queda pela Karin. Eles acabam juntos, escreve o que eu digo. Aqueles três confinados ali no canto, são os nerds. Ninguém se quer dar com eles, ninguém se dá com eles. Mas eles na verdade são amorosos.

- E-E faltam a-aqui o-os skaters. – esta rapariga está a meter-me nervos. Tá aqui, tá a levar um raspanete. Nem é tarde nem é cedo.

- Hinata não é? – perguntei. Ela abanou a cabeça num sinal positivo. – Bem, Hinata, não precisas de gaguejar. Ninguém te vai bater.

- Ela tem razão. Kami sabe que eu te adoro Hina mas precisas de curar os gaguejos. – alguém que me apoia. Pela cara da Tenten ela já deve estar um pouco farta da amiga gaguejar sempre que abre a boca para falar.

Parecia que ela ia dizer alguma coisa em sua defesa mas a entrada de quatro pessoas na sala chamou a atenção dela. Lá vem a criatura…acompanhado pelos amigos skaters. Percebi o olhar de Hinata fixo no loirinho de olhos azuis e a subita cor vermelha que se abateu nas bochechas dela. Há coisa aqui. Lançei um olhar à Tenten e ao Choji que abanaram a cabela num sinal positivo mas não pareciam muito contentes com o facto de ela gostar do rapaz.

- Bem, tu já conheces o Kiba. O que tem as sobrancelhas farfalhudas é o Lee, o de óculos de sol é o Shino e o loiro é o Naruto. – são todos muito estranhos. O de óculos de sol tá a dar-me arrepios espinha acima. O loiro parece que tem o maxilar paralisado, tá só a sorrir. O de sobrancelhas peludas não deve jogar com o baralho todo. E nem vou comentar o idiota prevertido…

A sala continuou num alvoroço por muito tempo. Até que um homem de cabelos brancos e uma máscara na cara entrou. Mandou toda a gente sentar-se e começou a falar. Comentou como era bom estar de volta e encontrar os velhos alunos e encontrar alunos novos. Essa dica deve ter sido para mim…Fiquei a saber que se chama Kakashi mas toda a gente lhe chama Kakashi-sensei. E para se desculpar pelo atraso, vão adorar esta, inventou que cinquenta velhotes precisavam de ajuda para atravessar a rua. Tive de lutar para não ter ali mesmo um ataque de riso. Mas claro que houve ali gente que não se conteve e se desmanchou a rir. Adivinhem quem.

Já pensaram? Quem pensou na criatura e os amiguinhos, acertou em cheio. Como dizem na América…Bull's eye.

Eu, e mais de metade da turma, estavamos quase a cair de cara na mesa com sono, quando o professor nos meteu um teste à frente. Nas palavras dele, é um teste de diagnóstico para avaliar o estrago que as férias fizeram aos nossos conhecimentos matemáticos.

"Nada de tentarem copiar uns pelos outros. O teste tem duas versões e nem sequer conta para a vossa nota. Pensem bem no que estão a escrever."

Foram as palavras dele. Ai a minha vida…O que eu preciso agora é testes de diagnóstico. A sério. Alguém me leu a mente. Obrigado! Obrigado a quem quer que seja que me leu a mente!

Estava eu a pensar na equação cartesiana do maldito plano mostrado na figura, quando ouvi a Tenten chamar-me.

- És teste quê? – perguntou-me muito baixinho não tirando os olhos da folha.

- A.

- Fuck you! – Pft! HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA! Claro que não me ri em alto e bom som. Ouvi-a chamar a Hinata, fez-lhe a mesma a pergunta. Ela deu-lhe a mesma resposta que eu. – Fuck you!

Soltei um baixo risinho com as palavras dela. Vai ser um ano lectivo divertido.

A campainha tocou e todos sairam da sala. Fiz-me ao caminho para o meu cacifo, para deixar a mala. No horário que a minha mãe me tinha dado, dizia que tinha uma hora livre agora e depois tinha História. Senti o telemóvel vibrar novamente. Tou concorrida hoje. Uma mensagem da Sakura outra vez.

"O Sasuke não tinha nada de te ir fazer queixinhas. Sim, tou emo e depois? Quero a minha melhor amiga aqui comigo T-T. Espero que estejas a cumprir a promessa porca. Amo-te e sinto a tua falta :'("

Sorri para o ecrã do telemóvel enquanto respondia à mensagem. Eu prometi a mim mesma e a eles, que não voltaria a dançar. Não voltaria a dançar até estar com eles novamente. Fechei o cacifo e comecei a caminhar pelo corredor. Tinha os olhos postos nos meus ténis da nike, estavam gastos de tanto os usar para dançar e estavam escritos. Assinados pelos meus amigos e com alguns desenhos. Senti que choquei com alguém.

- Desculpa. Eu não estava a…- comecei antes de olhar para quem tinha sido objecto do meu encontrão. -…tomar atenção.

- Tudo bem. És nova não é? Tás na minha turma. Chamo-me…

- Naruto. Eu sei. Sou a Ino. – sorri apertando-lhe a mão que ele me estendeu.

- Prazer em conhecer-te Ino. Então és de onde? – questionou-me sorrindo abertamente.

- Tóquio. – respondi começando a caminhar e correspondendo ao sorriso. Outro amigo para a minha lista.

- Sempre quis ir lá. Andas à procura de alguma coisa?

- Por acaso, andava à procurar da Tenten da nossa turma. – respondi correndo os olhos pelos corredores, tentando avistar a minha mais nova amiga eléctrica.

- Acho que já sei onde é que ela e o grupinho podem estar. Anda comigo.

Segui-o para fora da escola, por toda a extensão do pátio e para o outro lado da estrada. Entramos num bar, pela placa cá fora vi que o bar se chamava "Wheels". As mesas estavam todas ocupadas e numa mesa junto ao balcão, avistei Tenten, Hinata e o Choji. Naruto acompanhou-me até lá.

- Vim trazer-vos a amiga. Não a percam de vista. Até depois. – e foi-se embora.

Sentei-me junto do Choji e aí percebi o olhar da Hinata fixo na porta. Por onde alguns segundos antes, Naruto tinha saido. Pronto já percebi que ela tá caidinha por ele.

- Hina. – Tenten tentou chamá-la. Ela não disse nada.

- Hei! – Choji gritou batendo palmas em frente aos olhos da Hinata. Ela despertou olhando para nós com uma cara azamboada.

- Podias ser mais discreta. – Tenten comentou dando uma dentada na sandes que tinha nas mãos.

- Eu não sou parva nenhuma e já percebi que ela tem uma queda enorme pelo loirinho ali. Mas ele… - eu comecei a falar. Mas fui interrompida pelo Choji.

- Mas ele é um burro que não vê um palmo em frente dos nariz e não percebe a queda desta rapariga. – foi o que ele disse. Acho que o revolta, a ideia de que a Hinata está mesmo apaixonada e não tem grandes hipóteses com o Naruto.

- N-Não importa. J-Já me h-habituei. – pobrezinha. Não posso dizer que sei como ela se sente, porque não sei. Mas posso dizer-lhe para ela não desistir. Bah! São balelas. Não vou dizer isso à rapariga, ainda a deito mais abaixo.

- Então Ino, nós estavamos a pensar ir sair hoje à noite. Comemorar o primeiro dia de aulas. Queres vir? – perguntou-me Choji sorrindo. Parece-me uma boa ideia. Conhecer a cidade à noite, ficar com uma ideia dos hot spots.

- Parece-me bem. – respondi entusiasmada com os planos. - Encontramo-nos onde?

- Aqui às nove. E depois vamos todos juntos. – Tenten respondeu sorrindo abertamente. Deve ser um animal de festas esta rapariga. - Todos concordam?

Respondemos que sim em coro e logo a seguir soltamos uma risada sonora.

O dia de aulas passou muito lentamente, discuti umas vezes com a critura e fiz mais algumas amizades. Eu estou agora na biblioteca com a Tenten e a Hinata. A fazer um trabalho de pesquisa. Que tipo de professor manda um trabalho de pesquisa no primeiro dia de aulas? Um professor que não é bom das ideias é o que é.

Hinata estava em frente ao computador e Tenten ao lado dela, eu estava atrás. Concentrada no mundo que conseguia ver pela janela. Dei um salto quando senti o telemóvel vibrar no bolso das calças. Outra mensagem. Da Sakura novamente.

"Temos uma surpresa para ti. Escreve "Tokyo dance group" no motor de busca do youtube e manda-me uma mensagem a dizer o que achas ;)"

Pirou de vez. Mas não custa muito fazer-lhe a vontade.

- Meninas, importam-se que eu veja uma coisa no youtube? É importante.

Elas deixaram-me fazer o que queria. Quase caí da minha cadeira ao ver o que era. Era um vídeo com filmagens dos nossos espectáculos de dança. Vieram-me as lágrimas aos olhos. No fim do vídeo dizia "Temos saudades tuas."

- Também tenho saudades vossas…- murmurei como se eles me pudessem ouvir, enquanto deixava uma lágrima cair dos meus olhos.

Elas perguntaram-me o que era aquilo. Eu expliquei-lhes tudo. A história do grupo de dança, a minha amizade com eles, tudo. Elas entenderam tudo perfeitamente.

- Isso é muito querido. E vocês são espantosos. Dançam tão bem! – Tenten exclamou sorrindo para mim. Agradeci-lhe sorrindo também. Falamos sobre o vídeo durante mais alguns minutos, até que a Hinata tinha explicação e a Tenten aulas de kung-fu. Eu vim embora logo atrás delas. Tinha de ir ver o que ia vestir logo à noite.

Terminei de me arranjar e desci as escadas. A minha mãe estava sentada no sofá a ler uma revista e a minha avó no outro sofá a fazer ponto cruz. Depois de me despedir delas e de levar comigo um monte de recomendações, lá fui ter com os meus amigos novos.

Quando cheguei ao sítio combinado para nos encontrarmos, eles ainda não tinham chegado. Encostei-me no poste de electricidade e comecei a olhar para o chão. Não quero admitir mas tou assustada. Não gosto de tar sozinha à noite, por favor Kami faz um deles chegar depressa.

- O que é que estás aqui a fazer sozinha a estas horas? – perguntou uma voz atrás de mim. Ai Kami! Vou ser violada e morta e abandonada num beco escuro! Vou ser devorada por ratos de esgoto super nojentos e…E o meu violador/homicida super assustador é na verdade uma velhota. – Desculpa querida. Não queria assustar-te.

- Não me assustou. Estou só à espera de uns amigos. – respondi à pergunta que ela fez e quase me deu um ataque de coração. - A senhora quem é?

- Chamo-me Chiyo mas toda a gente me chama de Ma. Este é o meu bar. – respondeu-me apontando para o letreiro do bar onde estive hoje de manhã. - Não devias estar aqui sozinha.

- Os meus amigos já devem estar a chegar. Não se preocupe. – assegurei a senhora.

- Tem cuidado minha linda.

E foi-se embora. Alguns minutos depois eles chegaram, e fizemo-nos ao caminho para o bar. A música já se conseguia ouvir a quilómetros de distância. Dava vontade de dançar. Entramos e cortando caminho pelo meio dos bailarinos chegamos a uma mesa. Pedimos bebidas e ficamos à conversa algum tempo. Toda a gente estava a dançar, menos eu. Eu não posso quebrar a promessa. Não posso. Mas é tão dificil! Eu não consigo resistir!

Ino's pov off.

Kiba's pov on:

Entrei no bar seguido pelo meu grupo de amigos. As pessoas estavam todas reunidas em redor de qualquer coisa. E eu não me chamo Inuzuka Kiba se não descobrir o que é alvo de tanta curisosidade. Cortei caminho por umas quantas miúdas bebêdas, que teriam toda a minha atenção se eu não tivesse curioso, com os meus amigos logo atrás de mim. Quando finalmente cheguei à frente da rodinha, vi-a. A dançar. Uma autêntica deusa. A música terminou e ela também. Toda a gente a felicitou pela dança. Eu estava completamente embasbacado a olhar para ela, mas não estava surpreso como os meus amigos.

- Tu sabias que ela se mexia assim? Porque não disses-te nada animal? – quase me fura os tímpanos… Este rapaz tem um sério problema. Mas sim eu sabia que ela se mexia assim. Como, não vou dizer, mas sabia. E ainda descubro como é este…este…esta pessoa consegue ler as minhas expressões.

Vi-a despedir-se dos amigos e ir embora. Ela parecia triste e desiludida com alguma coisa. Um medo abateu-se sobre mim. Não sei porquê nem de onde é que este medo veio, e tá a deixar-me maluco não saber essas coisas. Alguém lhe pode fazer mal e eu meio que sou responsável por ela. E aquele primo assustador dela é bem capaz de me caçar se alguma coisa lhe acontecer.

Saí atrás dela, correndo para a apanhar. Avistei-a, parecia que alguém lhe tinha enfiado um foguete no rabo. Tava mesmo com pressa. Finalmente apanhei-a. Foi aí que vi que ela estava a chorar.

- Hei. O que se passa? – perguntei. Ela assustou-se quando me ouviu a falar. Limpou as lágrimas do rosto e continuou a caminhar.

- Nada. Andas a seguir-me? – deve achar-se muito importante para eu a seguir…

- Claro que ando. Não tenho mais nada para fazer então ando a seguir-te. Não te iludas miúda, não és assim tão importante. – respondi um pouco frio. Mas logo me arrependi, quando vi que ela ficou um pouco irritada com a minha resposta. - E não me digas que não se passa nada, porque para tu tares a chorar alguma coisa se passa.

- Desiludi-me a mim mesma e aos meus amigos. – foi a resposta dela. Não vou admitir que não percebi o que ela disse mas acho que ela percebeu porque revirou os olhos e suspirou. – Antes de vir para cá, eu prometi aos meus amigos que não voltava a dançar sem eles. Mas não consegui resisitir. Eu agora sinto-me mal e sinto que os desiludi, mesmo sem eles saberem.

- Entendo. Isso é fácil de resolver, não lhes contes que quebraste a promessa. Simples. – disse soltando uma risada. Ela ficou a olhar para mim com um olhar assassino. Ela não gostou muito da ideia. – Ou talvez não.

- Tu não tiveste um dilema destes nunca na tua vida pois não? – ela perguntou-me cruzando os braços em frente do peito.

- Notasse assim tanto? – perguntei. Ela disse que sim e eu fiz uma cara surpresa. – Não! E eu esforçei-me tanto para esconder isso! Tou arruinado!

Ela começou a rir-se. Tem um riso bonito e alegre. Dá vontade de rir também. Toda ela é bonita, mas o sorriso e os olhos…Foi o que me chamou a atenção ontem quando a conheci. E a tampa que ela me deu deixou-me em baixo.

- És muito boa. – eu comentei tentando fazer conversa.

- Sou? Bem eu já devia saber que era, os olhares esfomeados que recebo quando ando na rua devem indicar isso. – só aí eu percebi a grande asneira que tinha dito. Ela olhava-me a sorrir maliciosa, acho que corei. Eu corei!

- Não nesse sentido. Quer dizer nesse sentido também mas eu queria dizer que danças bem. – odeio tropeçar nas minhas próprias palavras! Só os totós fazem isso! Eu odeio-me neste momento.

- Eu percebi, tava só a gozar contigo. – ela disse depois de se rir novamente. Engraçadinha…- Obrigado.

- Já te tinha visto dançar. Já tinha ficado com a ideia de que dançavas bem. – eu disse dando um pontapé numa pedra. Ela olhou-me de forma interrogativa, acho que ela ficou à nora. – Devias aprender que quando se desliga o ecrã de um computador, a torre não se desliga. O que estavas a fazer fica lá.

- Oh meu Deus! O vídeo! Tu viste? – sim, vi. Até parece que é um crime.

Depois de ela se acalmar e parar de berrar nos meus ouvidos, continuamos a conversar até chegarmos à nossa rua, paramos em frente à casa dela. Trocamos um olhar antes dela dizer até amanhã e entrar em casa. Eu sorri para o lugar que antes era preenchido por ela e entrei em casa também.

Kiba's pov off.

Ino's pov on:

Merda! Merda! MERDA! Maldita seja a minha falta de capacidade de resistir a uma boa música! Ok Ino, acalma-te. Pensa em unicórnios no mundo cor-de-rosa e…e cala mas é a boca que tás a dar uma pena enorme. E porque raio é que eu me senti bem e desabafei com a criatura? Ahhhhh! Só me apetece é ganir! Ele até é engraçado, numa forma querida e…Ai cala-te! Caminhei até à cozinha para beber um copo de água e refrescar as ideias, para depois ir dormir.

- AHHHH! – gritei depois de chocar com alguém. Percebi que era o meu primo e que tinha alguma coisa nas mãos. Alguma coisa que me sujou a camisola! Bati com a mão no interruptor da luz para puder ver o que era. – Deidara! O que raio tás a fazer no escuro?

- Sanduíche. – ele respondeu mostrando-me o que tinha nas mãos.

- E o que raio meteste na sandes? – perguntei cheirando o que tinha ido parar à minha camisola. O jantar e o que bebi no bar subiu-me à boca…- Isto tresanda.

- Meti…- ele começou mas eu levantei a mão interrompendo o discurso.

- Pensando bem não quero saber. Quero ir para a cama sem me vomitar. Até amanhã.

E subi as escadas indo para o quarto. Vesti o pijama e antes de me enfiar na cama, fui até à janela para puder fechar as cortinas. Foi então que o vi, a vestir a camisola e depois a virar-se para a janela. Ele acenou-me e sorriu-me, eu fiz o mesmo e depois fechei as cortinas.

Meti-me na cama e fechei os olhos, esperando que o sono viesse e me ajudasse a esquecer que quebrei uma promessa e desiludi os meus amigos…

-/-

Hei hei people!

A cena do "fuck you" é veridica. Aconteceu no meio de um teste intermédio de matemática.

Quem quer dar-me reviews e deixar-me feliz e contente?

Nota beta: HEY PESSOAS DA TERRA E DO ESPAÇO!

Ok, se você não deixarem reviews para isso estarão pedindo para eu me transformar num vampiro do mal e sugar todo o sanguinho de vocês para dar pros meus cachorros-vampiros assassinos.

Essa fanfic está ótima, perfeita fantástica e eu não sou um vampiro de verdade para ficar aqui eternamente listando as qualidade dessa fanfic...

Enfim... DEIXEM REVIEWS!