Disclaimer: Inu Yasha e cia. pertencem a Takahashi Rumiko-sensei. Eu só os uso para dar forma as minhas idéias loucas, e para a diversão dos amantes dos fanfics. XD

Disclaimer2: FullMetal Alchemist pertence a Arakawa Hiromu-sensei. Eu só o citei para deixar o capitulo mais realístico.

Disclaimer3: A musica Rose pertence à Tsuchiya Anna, bem como a sua gravadora.

Nota da Autora: Oieee!! Estou aqui de novo, com mais um capitulo da fic!! Nem demorou tanto, não é? XD Esse foi particularmente divertido de se escrever n.n Fazer a Kikinojo se ferrar é tão legal! Hum... acho que não tem mais nada pra falar... Então, vamos aos reviews!

Selene Tatsu: Que bom que gostou da fic! Ta aqui a continuação!

Raissa Azevedo: Por enquanto ainda não teremos tantas cenas Rin/Sesshy, mas depois eu vou caprichar neles! E nesse cap temos a Kikinojo se dando mal! \o/

Sangozinha: Não precisa mais esperar, o capitulo está aqui XD E a musica que a Rin canta é Glamorous Sky, da Nakashima Mika.

Mah Miyuki Okado: Tantos elogios que até fiquei encabulada! XD Tomara que goste desse capitulo!

-0 Iummy-chan 0-: Seu review é que me fez atualizar mais rápido do que o previsto! Você pediu tanto que resolvi fazer um esforcinho XD Aproveite a leitura! n.n

Angel-Chan & Dark-Sama: Muito obrigada pelos elogios! Eu também faço questão de fics sem erros ortográficos... Cansei de ler textos mal escritos, então quando resolvi escrever, decidi que ia me esforçar para fazê-lo bem! \o/ Boa leitura!

Agora, sem mais delongas, o capitulo 2!!! Aproveitem!

Kimi dake ni utaimashou! – Capitulo 2 – Tomodachi

O Sol se punha e seus raios invadiam furtivamente o quarto de Rin, batendo bem em seus olhos e fazendo com que a garota tivesse que mudar de posição constantemente para continuar lendo seu mangá. Deitada despojadamente na cama, com uma postura capaz de fazer qualquer fisioterapeuta ter vontade de esganá-la, ela passava os olhos avidamente pelas paginas do volume encadernado.

- Kyaaa!! Maldição!! – praguejou ao terminar de ler, sentando-se na cama e tampando o livro em cima do travesseiro – Agora vou ter que esperar mais um mês até sair o próximo volume de FullMetal Achemist!!A Arakawa-sensei não tem direito de me deixar curiosa assim!! E porque o Edward Elric e o Roy Mustang têm que ser tão gostosos se eles não são reais?!

Desistindo de reclamar, ela se levantou em um pulo e foi até a cozinha checar se havia algo de bom para comer. Explorou os armários e só viu alguns pacotes de lamen instantâneo e teias de aranha. Quase ouvindo o estomago roncar, abriu a geladeira e se deparou com algumas poucas frutas e o resto do yakisoba que ela tinha pedido de um restaurante de comida chinesa para o almoço.

- Eu realmente tenho que fazer compras o mais rápido possível... – pegou uma maçã e se sentou em uma das cadeiras em volta da pequena mesa de jantar. Deu uma mordida e logo fez uma careta. "Tá azeda..."

Tentando não prestar atenção ao gosto ruim, ela olhou ao redor e reparou que uma grossa camada de poeira cobria a parte de cima dos armários. Anotando mentalmente a necessidade de ligar para uma diarista, ela se pos a pensar o quanto a sua vida mudaria caso ganhasse o concurso. Não que ela tivesse alguma coisa para reclamar, mas com certeza seria bem mais divertido morar no prédio-alojamento da gravadora, e ser vizinha de Inu Yasha e Miroku. Desde o falecimento de sua mãe, quando Rin tinha apenas 5 anos, ela passara a viver em orfanatos, mas nunca se adaptava a nenhum, portanto nunca tivera amigos. Graças a mesada mensal que ela era autorizada a retirar da herança materna, a garota pudera abandonar o ultimo orfanato no qual vivera e começar a morar sozinha com 16 anos. A quantia permitira que ela alugasse aquele pequeno apartamento quarto/sala/cozinha em Nakano e levasse uma vida bem razoável. E depois, quando fizesse 18 anos e tivesse acesso ilimitado a herança, nem precisaria tocar nela, já que estaria trabalhando e ganhando seu próprio dinheiro.

Perdida em pensamentos, ouviu uma musica conhecida tocando baixinho.

I need your love

Eu preciso do seu amor
I'm a broken rose

Eu sou uma rosa despetalada
Mai ichiru kanashimi your song

Sua canção dançando despedaça a tristeza
Ibasho nai kodoku na my life

Da minha vida solitária sem paradeiro

I need your love

Eu preciso do seu amor
I'm a broken rose

Eu sou uma rosa despetalada
Oh baby, heal me from frozen pain

Oh baby, me cure da dor congelada
Your smile, lies, save me just for me

Seu sorriso, mentiras, me salve só para mim
I wanna need your love…

Eu quero precisar do seu amor...
I'm a broken rose

Eu sou uma rosa despetalada
I wanna need your love…

Eu quero precisar do seu amor...

"Olha só! Alguém tá escutando Rose..." – cantarolou junto com a musica por alguns segundos. De repente, pulou da cadeira e correu em disparada para o quarto – Estúpida!! Esse é o toque do meu celular!

Agarrou o aparelho que jazia na escrivaninha e se jogou na cama.

- Moshi moshi! – atendeu ainda ofegante.

- Rin-chan, você tem que me ajudar!!! – uma voz conhecida soou desesperada do outro lado da linha.

- Oi pra você também, Miroku... – soltou um suspiro exasperado.

- É sério, Rin-chan! É um caso de vida ou morte!

Rin teve que se controlar para não gargalhar. Já faziam quase duas semanas desde que a jovem participara da segunda eliminatória de canto, e ela se comunicava com Miroku e Inu Yasha diariamente por telefone e MSN, já que a rotina deles era agitada demais para que eles se encontrassem para jogar conversa fora. Mas mesmo que conhecesse Miroku a pouco tempo, ela sabia que o nível de "vida ou morte" dele envolvia casos com garotas. Sem querer, Rin acabara virando a conselheira amorosa dele, coisa que Inu Yasha dava graças a Deus, visto que antes esse posto era dele. Resultado final: A coitada se vira bombardeada diariamente com perguntas do tipo "Que tipo de flores você acha que eu devo dar para a garota A?" ou "Você acha que se eu passar a mão na garota B ela vai me socar?"

- OK, Miroku, fala que eu te escuto – sentou-se na cama, preparando-se para o pior.

- É que uma garota me ligou de manha confirmando um encontro nosso hoje a noite, mas eu não lembro nem da cara nem do nome dela!! E pela voz ela parece ser muito gata, Rin! O que eu faço?? – o rapaz choramingou.

- Miroku, você ta falando serio? – Rin não sabia se ria ou se chorava diante de tamanha irresponsabilidade.

- Mais serio impossível!

Sem saber o que responder de imediato, Rin olhou para o relógio em cima da mesa de cabeceira e viu que eram 17:45.

- Miroku!! – gritou lembrando-se subitamente – Você e o Inu Yasha não tinham que estar fazendo um show em Hokkaido as 17:00?? Como você ta ligando pra mim agora?!

- Ah, relaxa, a nossa empresaria teve que resolver umas coisas no hotel e atrasou a gente. Nós estamos indo pra casa de shows agora, o Inu tá dormindo de babar aqui do meu lado no carro. – ouviu Rin gargalhar.

- E você perguntou pra ele uma solução pro seu problema?

- Claro, mas ele me deu um tapa na testa, falou pra eu deixar de ser besta e mandou ligar pra você.

"Eu não mereço..." – suspirou profundamente mais uma vez – Olha Mi-chan, acho melhor você deixar passar essa garota... Não tem jeito de eu te ajudar nessa, gomen.

- Mas Rin-chan, eu nunca deixo "passar" nenhma garota! Vai contra os meus maiores princípios e... – falou tão alto que acabou acordando Inu Yasha.

- Ei, seu tarado, ta ligando pra quem a essa hora...? – falou sonolento, esfregando os olhos.

- OIEEEEEEEEEE INU YASHAAAA! – Rin escutara voz do amigo e berrara do outro lado do telefone.

- OIEEEEEEEEEE RIIIIINNNNN! – o garoto gritara de volta.

- Obrigado por terem me ensurdecido temporariamente. – Miroku reclamou afastando o celular da orelha e colocando no viva-voz.

- Sempre as ordens! – responderam simultaneamente.

- Vocês dois! Desliguem isso e se preparem, estamos quase chegando! – disse uma voz feminina autoritária.

- Hai, Inoshi-san! – a dupla respondeu resignada.

- Quem disse isso? – Rin perguntou.

- Ah, a nossa empresaria... – Miroku abaixou o tom de voz – Ela tá de TPM!

- Claro que não, Miroku, ela é irritada desse jeito o mês todo! – Inu Yasha respondeu no mesmo tom, fazendo Rin rir – Bem, acho melhor a gente ir, Rin! Vemos você depois!

- Bye bye Rin!! E eu acabei sem meu encontro... – Miroku deprimiu de novo.

- Bye bye meninos! Bom show para vocês! – despediu-se sorrindo.

Desligou o celular e o colocou novamente em cima da mesinha, caindo na cama de novo e sentindo algo cutucar sua nuca. Lembrou-se que tinha jogado o mangá no travesseiro, e colocou-o ao lado do celular. Ficou algum tempo olhando para o teto e pensando no show que os amigos estavam fazendo. "Como eu queria estar lá agora... Mas logo, logo vai ser a minha vez de brilhar no palco!" Virou-se para o lado sorrindo e adormeceu sem perceber.

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- Argh, essa aula foi extremamente cansativa!!! – Rin reclamava sonoramente enquanto bebericava o suco de laranja – Mas valeu a pena, já que pudemos ver a chata da Horaki Kikyou cair de bunda no chão! A cara dela foi tãaaaaao hilária!!

Durante o intervalo dos treinos para o teste de dança, Rin se encontrara com Miroku e Inu Yasha para almoçar no refeitório da gravadora. Os dois estavam de folga, e ela teria apenas aulas hoje, nas quais aprenderia a coreografia que teria que apresentar no dia seguinte.

- Nossa Rin-chan, você é malvada! – Miroku respondeu mordendo o hambúrguer vorazmente e continuando de boca cheia – A garota podia ter se machucado, e você não deve desejar mau aos outros.

- Essa declaração não tem o mesmo impacto quando vem da sua boca aberta cheia de comida... – respondeu fazendo careta – E a Kikinojo merece todo o meu desprezo, já que ela agoura todas as candidatas.

- E pelo que eu me lembro, o teste vocal dela não foi tão destacado assim. – Inu Yasha ponderou comendo uma batata frita – Pelo amor de Deus, Miroku, se você não fechar essa boca agora eu vou te socar ate você perder os dentes.

- Já fechei, já fechei... – engoliu a comida de uma só vez.

Aquela mesa nada normal formada por uma desconhecida e uma famosa dupla atraia olhares invejosos de todas as outras garotas presentes. A grande intimidade daqueles amigos fazia com que tivessem vontade de esganar Rin e tomar o lugar dela sem hesitar, mas a presença do Blaze fazia com que se retraíssem em sua insignificância.

- Mi-chan, você tem que se preocupar mais com a educação, afinal você é um cantor famoso e... – foi interrompida pelo aviso dizendo que todas as candidatas deviam se dirigir para as aulas da tarde – Opa, tão me chamando! A gente se fala depois, meninos!

- Ganbare, Rin! – Inu Yasha acenou.

- Mata né, Rin-chan! – Miroku se despediu.

A garota deu tchau para eles e foi para a saída junto com as outras. Ao entrarem nos elevadores, ela pôde sentir os olhares maliciosos e ouvir o burburinho malicioso comentando sobre ela e os cantores. Resolveu ignorar para evitar brigas. Rapidamente chegaram ao 13º andar, no qual ficava o salão em que ensaiavam. Entraram no cômodo e constataram que a instrutora, Minamoto Meiko, já as esperava.

- Ainda bem que não demoraram! Temos muito trabalho pela frente! – fez um sinal para o DJ e a musica começou a tocar – Em suas posições!

"E agora recomeça o martírio..." – Rin pensou tristemente.

Não que ela não fosse boa dançarina, até o fazia razoavelmente bem, mas não era exatamente o tipo de coisa na qual ela gostaria de se especializar. Queria ser uma boa cantora, não um produto pop feito somente para vender. Assim, seu plano consistia em aprender os passos, ser aprovada, e só dançar novamente em ocasiões estritamente necessárias.

A aula passou mais rápido do que o esperado por ela, e logo a sensei as dispensou, pedindo que treinassem bastante. Mesmo que estivesse morrendo de vontade de ir para casa e dormir, Rin decidiu ficar ensaiando um pouco mais. Saiu uma meia hora depois, e foi direto para o vestiário.

- Argh... Tadinhos dos meus pés... – tirou os tênis e massageou os dedos – Eu juro que nunca mais danço de AllStar...

Ao tirar o prendedor de cabelos que usava, ele escorregou de sua mão e rolou para baixo dos armários.

- Só me faltava essa... – ajoelhou-se no chão e se esgueirou embaixo do banco, esticando o braço para alcançar o acessório – Nunca achei que fosse dizer isso, mas ser pequenininha tem suas vantagens... Peguei você, seu fugitivo!

Ouviu alguém escancarar com violência a porta do cômodo que o ligava com a área dos chuveiros, e automaticamente escondeu o resto do corpo sob o móvel. "Mas que diabos eu estou fazendo?! Malditos reflexos!"

- Kikyou-chan, você acha mesmo que devemos fazer isso? – uma voz conhecida despertou o interesse de Rin – Torcer contra é uma coisa, mas isso é...

- Ayame, você sabe muito bem que se não fizermos isso aquelas duas vão tomar os nosso lugares!! Odeio admitir, mas elas foram bem melhores em todos os testes! – Rin fechou a cara ao ouvir a voz irritante de Kikyou. Não gostara daquela garota desde o principio... – Não vai ser difícil, a Kagome sempre deixa a garrafa de água aqui no vestiário, e a Sango sempre bebe junto com ela. Vamos matar dois coelhos com uma só cajadada!

- Mas isso é roubar! Sério, Kikyou-chan... Colocar laxante na água... É muita maldade! – a pobre garota parecia estar num duro dilema – Nós devíamos ganhar por nosso próprio mérito...

- Ayame, sua molenga! Se você não quiser ajudar, ótimo! Tomara que seja desclassificada junto com elas! – Rin ouviu a garota pegar a mochila num dos armários e ir para a porta. Parou e disse numa voz maliciosa – E tome cuidado com o que beber amanhã, Ayame-chan...

Enquanto a morena batia a porta com força, a ruiva abafou um soluço e terminou de juntar suas coisas. Quando Ayame também foi embora, Rin saiu de seu esconderijo e teve que se sentar para conter a raiva e a indignação. Então havia este tipo de baixaria até em concursos sérios como esse?! Estalou os dedos nervosamente e, dando um sorriso sinistro, se levantou ajeitando a mochila nas costas. Se dependesse dela, Kikyou não conseguiria seu intento tão facilmente.

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No dia seguinte, Rin chegou uma hora antes do inicio das audições ao prédio da Hikari Records, pois queria ter certeza de que seria a primeira a falar com Kagome e Sango. Sabia que ia ser olhada por elas como uma louca e que talvez elas nem acreditassem nela, mas não custava nada tentar. E, caso o plano "Abordagem Direta" falhasse, ela também teria tempo suficiente para pensar em outra saída.

Assim que viu as jovens saírem conversando alegremente do elevador e sentarem em uma das mesas do refeitório, Rin se levantou e foi até elas.

- Sumimasen... – começou chamando a atenção delas e continuou sem pestanejar – Sei que vocês não devem nem saber quem eu sou, mas é que eu gostaria de dar uma palavrinha com as duas, se for possível.

As amigas fizeram uma cara tão perplexa que Rin achou que fossem negar de cara, mas Kagome simplesmente indicou um lugar vago para que ela se sentasse.

- Não vai tomar muito do tempo de vocês... É o seguinte... – sentou-se e olhou ao redor antes de continuar – Ocorreu que ontem eu ouvi uma conversa muito interessante no vestiário. A concorrente Horaki Kikyou está pensando em batizar a sua garrafa de água com laxante, Higurashi-san, para tirar você e a Amamiya-san da competição. Achei que seria bom avisa-las.

Rin esperava que as garotas fossem rir da cara dela, chama-la de doida, ou simplesmente não acreditar e ignora-la. Talvez por isso ela tenha ficado tão surpresa com a reação de Kagome e Sango.

- Ah... Estava demorando, né, Sango-chan? – Kagome suspirou resignada – Só não esperava que dessa vez ela fosse apelar tanto.

- Realmente, K-chan... – respondeu a outra apoiando o queixo nas mãos – Laxante é uma coisa tão vil e nojenta!

- Espera só um minuto! – Rin cortou aquela conversa estranha – Vocês estão dizendo que ela já fez isso antes com vocês?

- Hum, pode-se dizer que sim... – foi Kagome quem respondeu – Nós três estudamos juntas desde criança, e a Kikyou sempre foi muito, digamos... competitiva. Até a nossa formatura do ensino médio ela sempre era a principal em tudo, seja teatro ou recitais, já que a mãe dela era diretora do colégio. Porem, logo no primeiro concurso que entramos depois de terminar a escola, ela armou pra cima da gente. Não sabemos como, ela deu um jeito de colocar cigarros em nossas bolsas e fez com que os juizes nos inspecionassem. Desse modo, fomos desclassificadas e ela conseguiu avançar para a outra fase. Mas, com o pouco talento que ela tem, não chegou nem a final.

- Então nós já ficamos de sobreaviso, para o caso dela tentar algo novamente, entende? – Sango finalizou.

Rin estava boquiaberta. Como elas podiam ficar tão passivas diante disso tudo?! Se fosse com ela, já teria quebrado a cara da mocréia em mil pedaços.

- Mas... Vocês têm que fazer algo pra ela parar!! – Rin não conseguiu ficar calada – Se não, ela vai sempre infernizar vocês!

- É fácil falar, mas o que você sugere? – Sango perguntou, enquanto enrolava uma mecha de cabelo com o dedo – Não podemos simplesmente chegar para os juizes e acusa-la!

- Deixem comigo, eu vou pensar em algo! – Rin se levantou subitamente e começou a andar em direção a saída – Só quero que caso ela venha falar com vocês, mantenham ela distraída até eu chegar, ok?

- Ei, não perguntamos seu nome! E aonde você vai? – Kagome gritou para ela

- Meu nome é Sakamoto Rin! E eu vou buscar reforços! – sorriu marotamente enquanto acenava para elas.

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- Rin, dá pra explicar porque você está nos arrastando? – Inu Yasha reclamava sem parar – Eu já disse que a gente vai assistir as audições de qualquer jeito, mas ainda faltam quinze minutos, não precisamos correr tanto!

Rin estacou quando viu que estavam os três em um corredor deserto do 13º andar.

- Precisamos correr sim! Por isso, não reclamem e não façam perguntas, apenas sigam o que eu disser, ok?! – olhou no relógio nervosamente – Eu preciso que vocês encontrem algumas garotas comigo. Duas delas são boas pessoas, Higurashi e Amamiya, foram muito bem nas audições, se lembram? Mas a terceira é uma víbora que quer sabotar as outras, e precisamos para-la. Eu só quero que vocês dois insistam veementemente em beber água de uma garrafa que estiver com o grupo, mas não bebam de jeito nenhum, ok!?

- Mas por que...?- Miroku começou.

- Shh, não temos tempo! Depois eu explico! – se pôs a correr até a entrada do salão de dança – Rápido, me sigam!

- Sabe Inu... Ás vezes eu acho que a Rin é maluca. – disse Miroku, começando a correr.

- Ela tem um bom motivo... Eu espero. – Inu Yasha respondeu, dando de ombros e correndo também.

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- Higurashi-san! Amamiya-san! Eu trouxe os garotos do Blaze pra vocês conhecerem! – Rin fez questão de gritar bem alto, o que fez com que as garotas corassem com força – "Lucky! A Kikinojo ta com elas!"

- Mas nós não pedimos para... – Kagome não conseguia tirar os olhos de Inu Yasha, e mal articulava as palavras.

- Né Inu Yasha!! – Rin a interrompeu antes que a garota falasse demais – Você não disse que estava com sede? A Higurashi-san sempre carrega água com ela! Você poderia deixa-lo beber um pouco?

- Mas... – o olhar de Rin foi tão significativo que a ficha de Kagome caiu – Ah, mas é claro!

Tirou a garrafa da bolsa e passou-a para Inu Yasha, sob os olhares surpresos de Miroku, Sango e Kikyou, esta ultima estando parcialmente anestesiada pela presença de seus ídolos.

- Doumo arigatou! – lembrando-se da advertência de Rin, Inu Yasha apenas fingiu que ia beber.

- Não!!! – foi interrompido pelo grito de Kikyou, que acordara do transe e tirara a garrafa da mão dele.

- Ora, Horaki-san, porque não!? – Sango também sacara o plano e pressionava a outra.

- Porque... Eu estou morrendo de sede, tenho que beber primeiro! – Kikyou deu um sorriso amarelo.

- Então vá em frente ou deixe o Inu Yasha beber! – Rin intimou, cruzando os braços.

Sem ver outra saída, Kikyou fez uma careta e bebeu vários grandes goles da água com laxante, fazendo Rin gargalhar e Sango e Kagome se espantarem.

- Bem, eu acho que está na hora do teste! – Rin controlou a voz e se dirigiu para a porta – Você vem, Horaki-san?!

- Er... eu acho que vou dar uma passada no vestiário primeiro... – sem nem se despedir, a garota saiu correndo.

Assim que ela desapareceu de suas vistas, Rin deixou um pequeno sorriso escapar. Inu Yasha parou ao seu lado e lhe deu um tapinha amigável no ombro.

- Rin, eu tenho uma boa idéia do que aconteceu aqui... E nunca imaginei que você pudesse ser tão malvada! – falou brincalhão.

- Ora! Eu não chamo de maldade, mas sim de justiça! – ela deu de ombros, não demonstrando a mínima compaixão – Acho melhor nós entrarmos agora, faltam só cinco minutos.

- Sakamoto-san! – Rin se virou ao ouvir o chamado de Sango e viu as duas amigas curvadas numa reverência formal – Eu... Nós... Queríamos agradecer pela sua ajuda!

Rin foi até elas e as endireitou, sorrindo calmamente.

- Deixem disso! Só fiz o que achei certo... E, por favor, me chamem só de Rin! Odeio formalidade!

- Ah, então você pode nos chamar pelo primeiro nome também, né Sango!? – Kagome perguntou animada e a outra assentiu.

O sorriso de Rin aumentou ainda mais, e ela fez que sim com a cabeça. Algo nela dizia que ela tinha conseguido duas grandes amigas para toda a vida.

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Nota da Autora: Acabouuuuuuuuuuu o capitulo!! Ainda não foi nesse que o Sesshy apareceu, mas eu juro que no próximo ele vai dar o ar de sua graça XD Gostaram de ver a Kikinojo sofrer!? Eu amei n.n

Mais uma vez obrigada pelos reviews e pelos elogios! Espero que continuem acompanhando a fic!

Bye byeeeeeee o/