Agradável Surpresa.

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2ª Edição

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Disclaimer: Inuyasha e sua turma não me pertercem, somente a história.

CAPÍTULO III

Kagome mergulhou na banheira de ervas que preparara para apagar o cheiro de sexo que estava impregnado no seu corpo sentindo-se deprimida.

Não queria apagar do corpo aquele cheiro que estaria guardado para sempre em sua memória. O cheiro do homem que sem palavras roubara-lhe o coração, o homem que ela magoara profundamente.

Arrependimento lhe corroía as veias, mas não pensara em outra forma de tirá-lo de seu apartamento antes que se convencesse de que poderia mudar seu destino, o que não podia, tinha que se casar.

Ela esfregou com força os braços sentindo-se feliz por não ser humana, caso contrário seu corpo estaria coberto de marcas deixadas pelo hanyou que lhe dera a noite mais alucinante de sua vida.

Ela fechou os olhos com força tentando não se lembrar da raiva e da mágoa que enxergara nos olhos dourados de seu amante de uma noite, mas seria impossível esquecer.

Cansada de ficar submergida, ela levantou-se sem se importar de jogar água por todo o banheiro, enrolou-se na toalha branca e macia e seguiu para o quarto, o cheiro impregnado nos lençóis a fez torcer o nariz, cheiro de sexo, seu cheiro mesclado com o do hanyou ao qual passara a noite.

Rapidamente se vestiu, pegou as chaves do carro no chaveiro atrás da porta da cozinha e saiu de casa, não suportaria ficar perto daquele cheiro sem que sua vontade se abalasse e a fizesse cometer mais uma loucura, como por exemplo, ir atrás dele.

Dirigindo alucinadamente chegou 10 minutos adiantados para encontrar-se com sua mãe no SPA.

- Milagre que tenha aparecido mais cedo e não mais tarde – sua mãe disse ao avista-la saindo do carro.

Kagome revirou os olhos. Sabia que essa seria a reação de sua adorável e fria mãe. Olhando-a nos olhos lembrou-se de quando era criança e invejava a mãe por possuir os cabelos longos brancos como alabastro, os olhos dourados como mel, tão diferentes dos seus que eram idênticos aos do pai, cabelos negros como a noite sem lua, e olhos azuis como o céu mais límpido e então se lembrou de outros olhos dourados e estremeceu, não podia pensar nele, tinha que esquecê-lo. Balançando a cabeça de modo instintivo como se aquilo fosse capaz de tirar-lhe os pensamentos da mente, seguiu a mãe para dentro do SPA.

- Hoje é seu grande dia Kagome, deve se mostrar contente como uma verdadeira noiva deve ser. – sua mãe afirmou caminhando ao seu lado.

Kagome bufou – Mãe, por que haveria de parecer contente quando vou me casar com um homem que a única coisa que sei sobre ele é que é um homem? Não sei se é youkai, hanyou ou se quer humano! Não sei nada! E estou sendo forçada a me casar.

- Kagome, você sabe perfeitamente que esse é o preço a pagar por provocar seu pai, e sabia desde que nasceu que um dia seria obrigada a se casar. – a mãe afirmou torcendo o nariz.

- Eu sei – bufou – Mas imaginava que ao menos eu saberia o nome e teria visto a cara do homem que segundo você vai me dominar pelo resto da minha vida.

A mãe somente revirou os olhos.

- Como eu você não tem escolha.

Kagome parou de acompanhar a mãe por um segundo, era verdade, sua mãe também havia sido obrigada a casar-se com a pedra de gelo que era seu pai, não fazia ideia de como sua mãe o suportava.

Resignada acompanhou a mãe até o cabeleireiro que hidrataria seu cabelo já perfeito. Revirou os olhos com pesar, não era preciso nada disso, como youkai seus cabelos eram perfeitos, uma simples lavada e escovada já os deixava brilhando, mas não, por causa de sua mãe passaria o dia sendo torturada.

As horas foram passando e o tédio de Kagome aumentando enquanto olhava-se no espelho e via uma mulher ruiva massagear suas costas.

Não sabia para que estava fazendo tudo isso, estava tão revoltada que não planejava passar sua noite de núpcias nos braços do marido, ah não! Ele iria penar para subjugá-la. Isso nunca aconteceria!

Tentando relaxar, ela fechou os olhos e se pôs a lembrar da noite que tivera. Das mãos fortes tocando seu corpo, da boca úmida a beijando por todos os lados...

- Humpf! Não tem vergonha de impregnar o ar com esse cheiro de cadela no cio? – uma voz fria perguntou e Kagome abriu os olhos surpresa.

- Jensen, não a envergonhe. – a mãe anuiu constrangida.

- Ela mesma se envergonha sozinha, no que pensa menina? – o pai exigiu saber.

Kagome sorriu travessa. – Só estava pensando na minha despedida de solteira...Foi alucinante. – ela fechou os olhos para evitar ver a pancada que levaria quando percebeu o pai vindo à sua direção em alta velocidade. Quando nada aconteceu, ela abriu os olhos e viu a mãe segurando o braço do marido.

- Não posso permitir que bata nela no dia de seu casamento! – a mãe grunhiu – Logo ela não será mais sua responsabilidade e o marido haverá de doma-la.

- Humpf! Espero que ele seja homem suficiente para coloca-la no lugar que ela merece! – o pai recolheu o braço e deu-lhe as costas, o longo cabelo negro amarrado num rabo de cavalo balançando conforme se afastava.

A mãe lhe lançou um olhar de repreensão e seguiu o marido.

- Se ela não tivesse minha marca, poderia jurar que não é minha filha – Kagome ouviu o pai dizer ao longe e revirou os olhos, se ela mesma não tivesse visto a marca nas costas do pai pensaria que não era filha dele. Fisicamente se pareciam e muito, mas em relação ao resto eram como água e vinho. Não o suportava! Odiava-o com todo o seu ser, havia sido rejeitada por ele praticamente desde que nascera! E nunca entendera por que! Por isso cansou-se de tentar agradar o pai e fazia de tudo para decepciona-lo. Mas hoje não – pensou com um ódio mortal, hoje seria sacrificada como um cordeiro, não tinha escolha, seu pai a deserdaria e seria capaz de mata-la caso não se casasse.

Pelo menos ao casar-se se livraria do domínio do pai, para cair nas mãos de um homem que não fazia ideia de como seria. – Ela fechou as mãos em punhos até sentir as garras lhe ferirem a pele. Odiava não ter controle da sua vida.

- Kagome! Por que o provoca? – a mãe indagou enfurecida ao entrar novamente no cômodo.

A filha não respondeu, limitou-se a perguntar:

- Quanto tempo falta?

- Ainda tens que banhar-se mais uma vez, pintar as unhas, se vestir, se maquiar e fazer o penteado.

Kagome revirou os olhos enfurecida. Não precisava de nada daquilo!

Mostrou as garras para a mãe e disse:

- Não preciso pintar as unhas, somente afia-las.

- Kagome! Não desafiará seu marido! Seu pai te mata se faz algo desse tipo! – a mãe a repreendeu.

Kagome não esboçou reação e decidiu-se por fechar os olhos e perder-se no mundo de faz de conta onde poderia sonhar estar se casando com seu amante, o hanyou sem nome, pensar nele a entristecia, não quisera magoa-lo, gostaria de pedir perdão e explicar-se, estava arrependida de tê-lo feito pensar aquilo dela.

oOo

- Vamos Kagome, sorria – seu pai sibilou enquanto caminhava lentamente para o altar que havia providenciado no meio de seu elegante jardim.

Kagome forçou os lábios a sorrirem enquanto olhava adiante sem, no entanto enxergar nada. Não queria ver qual seria seu destino, estava melancólica e nada poderia mudar seu humor.

Até que chegou ao altar e um cheiro familiar lhe atingiu em cheio as narinas, arregalou os olhos no momento que seus olhos se encontraram com olhos dourados muito familiares.

Assistiu entorpecida seu pai entregar-lhe a mão para o hanyou de cabelos brancos que agora seria seu marido e por pouco não conseguiu esconder o choque de sua expressão. Não podia acreditar! Seu marido era o amante sem nome! Era impossível! Por que seu pai a casaria com um hannyou?

Inuyasha sorriu de modo educado para o sogro enquanto seu cérebro parecia fritar num curto circuito ao perceber que sua esposa era a mesma mulher que o desprezara após a melhor noite da sua vida e ela seria sua para sempre! Não podia estar acontecendo!

O casal parou lado a lado e silenciosamente assistiu a cerimônia que o padre fazia a frente deles, sem, no entanto, escutar nada, ambos perdidos em pensamentos.

Kagome não sabia se ficava feliz ou triste, acabara de rasgar o coração de seu marido naquela manhã! E estava preocupada por não ter conseguido ver o calor que havia se acostumado a ver naquela noite nos olhos do hanyou e se perguntava o que ele devia estar pensando dela.

A cerimônia passou num borrão e o padre anunciou que o noivo podia beijar a noiva.

Kagome olhou naqueles olhos dourados e não enxergou nada de familiar neles, somente algo frio que fez os pêlos de sua nuca se arrepiarem. Os lábios dele tocaram os seus num beijo casto e uma explosão de aplausos se seguiu.

Os dois seguiram entorpecidos para a legião de abraços e parabenizações, cada um preso dentro da própria mente como se tudo que acontecesse a sua volta estivesse totalmente em segundo plano.

Kagome assistiu seu pai se aproximar e a abraçar de modo contido.

- Espero que cuide bem de minha filha, Inuyasha Taisho.

Kagome estremeceu ao ouvir o nome, então era assim que ele se chamava, não havia escutado nada quando o padre os declarara marido e mulher, ainda estava pensando na diferença do modo que ele a beijara...precisava conversar com ele, porém não poderia até que estivessem sozinhos, seu pai nunca poderia saber que já haviam se conhecido antes.

Após os pais derem suas bênçãos e desejar felicidade ao casal, foi à vez dos padrinhos.

Kagome sorria para todos como se o sorriso estivesse pregado em seu rosto, sentia a frieza que parecia emanar do corpo de seu marido e estava morrendo de ansiedade de confronta-lo.

Quase que durante toda a festa o casal não dirigiu uma única palavra um ao outro.

Durante a valsa Kagome não se conteve, e ao envolver o pescoço do marido olhou-o nos olhos com intensidade. Precisamos conversar! - ela queria gritar, porém Inuyasha a ignorou, abraçou-a de um modo que não se fitassem nos olhos e continuou a dança de modo polido e extremamente distante.

Kagome sentia-se frustrada. O homem com quem dançava não se parecia em nada com aquele que fizera cada célula do seu corpo dançar de prazer na noite anterior. Ele era frio.

Relanceou a vista em busca dos familiares dele e viu com quem ele se parecia, o pai dele poderia ser irmão do seu, o corpo forte parecia exalar força, frieza e poder, em pose arrogante ele assistia de braços dados com a esposa o casal dançar. Ela viu então um homem que só poderia ser irmão de seu marido pela semelhança, os olhos dourados eram mais frios que um iceberg, sua beleza era incrível, mas sua elegância e porte eram mais impressionantes ainda.

Kagome aumentou a força de seu abraço em torno do pescoço de Inuyasha tentando lhe chamar a atenção sem palavras. Não poderia arriscar-se á um escândalo. O que previa que aconteceria assim que o marido decidisse lhe dirigir a palavra. Havia visto muito ódio naqueles olhos e sabia-se ser merecedora da raiva, mas agora tudo seria diferente, só precisava deixar claro a ele que não se importava com o fato de ele ser hanyou, até preferia assim.

A festa se passou e Kagome não conseguiu em nenhum momento ficar a sós com o marido. Foi somente quando entraram no carro para finalmente saírem em lua de mel que Inuyasha abriu a boca.

- Quer dizer então que é você. – ele afirmou, a voz sem indícios de qualquer emoção.

- Sim, sou eu – ela forçou a garganta a responder- Inuyasha..eu... não fazia ideia de que me casaria contigo! – ela explodiu, as emoções contidas durante toda a festa explodiram com força total dentro de si. – Não sabia nem se quer que me casaria com alguém de minha própria espécie! Muito menos com você! Eu nunca quis..-

- Faz me rir! – ele a interrompeu - É claro que sabia que se casaria comigo e não perderia a oportunidade de me humilhar! Como a grande vadia fria que é!

- Meu Deus! Você é louco! Acha que planejei te encontrar numa boate ontem à noite? Por Deus! Raciocina! Fui lá me divertir no ultimo dia de solteira, por que meu futuro era como um manto negro se aproximando! Juro que não fazia ideia de com quem me casaria! Foi um castigo do meu pai! E olha não quero que me olhe da forma que está olhando! Eu não te enganei, bem, na verdade sim, quando lhe disse àquilo pela manhã..Eu..só não sabia como agir quando acordei. Por Deus eu ia me casar hoje com outra pessoa! E precisava que você saísse da minha casa...

Inuyasha a interrompeu pousando um dedo sob os lábios dela, o coração batia acelerado no peito enquanto processava o que ela dizia. Ela havia feito exatamente o mesmo que ele? Saído para se divertir no ultimo dia de solteira, e por acaso do destino haviam se encontrado? E ela só o maltratara pela manhã por não saber como manda-lo embora quando a consciência a lembrou de que estava com o casamento marcado? Sério mesmo? Que ironia do destino.

- Precisamos conversar. – ele decidiu dizer - Mas não aqui, ainda estou muito tenso com tudo que aconteceu. Vamos pro hotel e lá tiraremos toda essa história a limpo, minha cabeça parece que vai explodir.

Kagome assentiu e respirou fundo, o quanto mais rápido resolvesse isso com ele melhor, ainda não podia crer que havia se casado com o homem que lhe tocara a alma na noite anterior! O destino lhe reservara a melhor surpresa de todas! É claro desde que ele entendesse que não tinha tido intenção de magoa-lo pela manhã e que havia sido ela mesma na noite anterior, afinal o que começara como um pesadelo poderia muito bem se tornar o paraíso, mas se ele não compreendesse sua atitude tudo que poderiam construir juntos poderia nem ter chance de existir.

Inuyasha estacionou o carro na frente do hotel que seu pai reservara para que passassem a noite se sentindo sem rumo, não podia acreditar ainda nas reviravoltas do destino.

Os dois deixaram o veículo em absoluto silêncio. Fizeram o check-in no hotel e somente quando entraram no elevador Kagome começou a relaxar, estava casada! E seu marido não era nenhum youkai lagarta, urso ou coisa parecida! Ele era lindo, um verdadeiro príncipe, que bem, ainda estava enfurecido, mas ela sentia que se esclarecesse as coisas com ele, sua vida poderia se tornar um conto de fadas.

Inuyasha ainda não conseguia raciocinar direito, estivera tão desiludido durante todo o maldito dia! Ficara arrasado com o desprezo que a mulher quieta a seu lado tinha demonstrado naquela manhã, e ainda não podia crer que aquele olhar frio dela fora mentira, apesar de que olhando-a pelos cantos dos olhos não notava nada de frio nela, na realidade ela era a mesma que levara para a cama na noite anterior, sentiu seu corpo se eriçar de expectativa, ela lhe dera a melhor noite de paixão de sua vida e então partira seu coração em mil pedaços...não sabia o que pensar..qual era a verdadeira Kagome Higurashi, agora Taisho...Kagome Taisho. – ele pensou e foi como se um raio o atingisse e finalmente a realidade lhe ficou clara, estava casado com ela! Ela era sua, somente sua...toda sua para fazer o que quiser!

Sem esperar mais um segundo ele prensou-a com contra a parede do elevador, viu os olhos azuis brilharem de surpresa e seu olhar desceu para os lábios cheios cobertos de batom vermelho brilhante e sua boca cobriu a dela num beijo devastador.

Kagome não pensou em nada ao sentir os lábios do hanyou sobre os seus e entreabriu-os para receber a língua ávida de seu marido. Suas mãos foram para o pescoço dele para trazê-lo mais próximo ainda de seu corpo. Pouco a pouco todas as emoções das 24 horas passadas se apoderaram de seu corpo e a excitação pareceu fluir por suas veias.

O barulho da porta do elevador fez com que se afastassem somente o tempo necessário para verem que estavam no andar certo. Inuyasha pegou as chaves de dentro do bolso, e pegou Kagome no colo, com as pernas firmemente presas ao redor de seus quadris, levou-a até a porta e abriu-a com velocidade, fechou-a com um chute e jogou a mulher que estava em seus braços sobre a cama, seu corpo cobriu o dela e seus lábios se encontraram.

- Espera – Kagome sussurrou quando o hanyou começou a beijar seu pescoço e as mãos dele se enredaram nas suas costas procurando o feixe do vestido.

- Por quê? – ele perguntou entre beijos – Você é minha. Toda minha. – ele pontuou cada palavra com um beijo.

Kagome assentiu – Sim, sou sua. Toda sua. – e enfiou as mãos nos cabelos macios de seu marido. Tomou a boca na sua, e acariciou-lhe o rosto.

Kagome olhou nos olhos dourados e viu-os nublados de desejo. – Te quero – ela o assegurou. Quando ele fez menção de voltar a beija-la, ela colocou um dedo sobre os lábios dele. – Me perdoa por hoje de manhã?

Ele a olhou confuso por um segundo antes de entender o que ela queria dizer. – Você me quer de verdade ou está aqui só por obrigação por que sou seu marido? – ele perguntou amargo.

Kagome revirou os olhos - Eu te quero por que você é você. Inuyasha – ela saboreou o nome dele na língua – Só você, por que me apaixonei por você em algum momento na noite passada, sei que chega a ser ridículo – ela revirou os olhos novamente – Já que nem sabia o seu nome e continuo sem te conhecer, só sei que quero você, e não poderia estar mais feliz em saber que você é meu marido, e que serei sua pelo resto de nossas vidas.

Inuyasha sorriu e tirou alguns grampos do cabelo ela – Verdade? Me ama? - ele sorriu.

Kagome assentiu sentindo suas bochechas corarem, era meio ridículo pensar que tinha se apaixonado após uma noite de sexo quente – Tinha tanto medo do dia de meu casamento...te juro que não sabia com o quê me casaria, e isso me aterrorizava, tinha medo de que fosse com um youkai urso, ou lagarta, eca...

- Você disse no carro que foi um castigo de seu pai, como assim? Não entendi.

- Nunca fui à filha que meu pai quis, sempre fui diferente de minhas irmãs. E por ser na vista dele, a filha rebelde, revoltada que só aprontava...ele me disse que me casaria e eu só saberia com quem ou o quê no dia do casamento, eu estava totalmente as cegas.

- E você aprontou muito? – ele sorriu se sentindo grato pelo destino, sua esposa era como ele.

- Ah sim, já fiz muitas loucuras. – ela sorriu também e afrouxou a gravata dele.

- Então somo dois. E a partir de agora aprontaremos juntos. – ele riu.

- Mal consigo acreditar na sorte. Estou casada com o homem mais sexy que já conheci!

- Sério que me acha o homem mais sexy? Não liga de eu ser hanyou? Muitos youkais não suportam estar nem no mesmo cômodo que eu – ele perguntou segurando uma orelha pontuda para afirmar.

Kagome cobriu a mão dele – Eu te juro que não me importo nem um pouco com isso. Eu adoro suas orelhas, eu te disse ontem. São tão lindas! Tive vontade de toca-las no momento em que as vi. – ela acariciou-lhe as duas orelhas e quando o viu gemer de prazer ela riu. - Tão fofo!

Inuyasha tirou as mãos dela das orelhas dele – Não sou fofo. – afirmou e percorreu com os olhos a mulher a sua frente, então abraçou-a e seguiu com as mãos até as costas dela em busca do feixe da roupa.

Bem devagar ele foi puxando a parte de cima do vestido até tê-la nua da cintura para cima.

- Tão linda – ele disse pegando um seio cheio com a mão.

Kagome sorriu, tirou-lhe o paletó e enfiou as mãos nas calças dele para pegar a camiseta pela bainha. Inuyasha se livrou da gravata e ajudou-a a tirar-lhe a camisa.

Deitou-se sobre ela novamente e cobriu-lhe o seio com a boca.

Kagome estremeceu com as carícias dele e lhe arranhou as costas com as garras. Tão perfeito – ela pensou e deixou-se envolver pelo calor do homem em cima de si.

As roupas pouco a pouco foram se espalhando pelo chão.

oOo

Kagome acordou se sentindo satisfeita, a ultima coisa que escutara antes de adormecer fora o sussurro rouco de seu marido no ouvido – Eu te amo. – ele dissera. Ela não sabia se as palavras haviam surgido por causa do momento de paixão que acabavam de compartilhar ou se ele dissera aquilo por que como ela se sentia apaixonado...ela mal podia esperar para descobrir...

Kagome suspirou e espreguiçou-se, os músculos doloridos de um modo prazeroso. Essa era sua primeira manhã de casada e não se parecia em nada com o que esperara a vida a toda. Essa manhã era perfeita. Inuyasha estava a seu lado, seus medos quanto ao leito conjugal haviam acabado, já que calor e paixão não faltavam, bastava fita-lo para sentir o corpo saltar com vida, o homem era sexo puro.

- Bom dia – ela disse acariciando as costas do marido que estava deitado ao lado dela.

Ele resmungou algo indefinido e lentamente os olhos dourados se abriram.

- Bom dia – ele disse puxando-a para si.

Kagome sorriu durante o beijo. Daquele dia em diante sua vida seria sempre assim, maravilhosa.

Graças a agradável surpresa que tivera ao constatar que se casaria com o homem da sua vida.

Fim.


Antiga nota: Olá gente! Demorou um pouco mais do que eu esperava...mas bem finalmente saiu!

Espero que tenham gostado!

Neherenia: Oiie! que bom que gostou do meu hentai! Achei melhor não colocar mais um nesse cap, pois a história é muito curta para dois hentais...sei lá. Achei melhor assim. Muito obrigada pelos elogios! Tchauu e boa semana!

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Amanda Taisho: Oiiee te respondi por pm! Dá uma olhada lá! Bjus

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Lissome dalliance: Oiie! Espero que tenha gostado desse cap! Bjus e boa semana!

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Aninha: Oiie! Não demorei muito neh..só um pouquinho, mas é que não deu para escrever antes...bem espero que tenha te agradado o final. Bjus

Boa semana povo! E até mais!