Capitulo II- Sentimentos

Academy Cross

Passado uma semana desde do festival, a escola acalmou. Numa manhã cedo, Sabrina andava a regar as suas flores, todas as alunas da escola tinham pelo menos um canteiro com flores, as suas flores preferidas eram as rosas e o seu canteiro era constituído inteiramente por elas, vermelhas e brancas, vermelho para o amor e branco para a paz, os únicos sentimentos que Sabrina não consegui ter. Secretamente, ela cortava-se, com lâminas, tesouras, cacos de vidro, todos os objetos que cortavam serviam; isto tudo foi originado quando ela tinha 12 anos e começou a perceber o mundo e a perceber-se a si própria, a razão de ela ter sido uma menina cruel em criança foi ela não encontrar alguém parecido a ela, em termos de personalidade, Sabrina tinha poucas semelhanças com a sua mãe, seguindo a logica era parecida com o seu pai, o homem que ela nunca começou e gostava de conhecer. A sua mãe, uma modelo muito conceituada, era uma mulher forte, não tinha medo de nada e Sabrina admirava-a secretamente. Como estava em volta nos seus pensamentos, não notou a aproximação de Takeshi, um rapaz que tinha conhecido num baile para os melhores alunos e que passado pouco tempo tornou-se o seu melhor amigo, mas claro que ele ainda não sabia sobre os cortes, um pensamento que entristecia Sabrina porque ele confiava nela acima de tudo e ela não podia retribuir a mesma gentileza.

-Já aqui tão cedo? Perguntou Takeshi enquanto beijava ambas as faces.

-Sim. Respondeu, mas sem contar foi puxada para os braços dele e o seu autocontrolo desmoronou e começou a chorar.

-Então? Não chores. Por quê estas a chorar? Com esta pergunta arregaçou as mangas e mostrou os seus cortes, o choque foi imediato e foi puxada ainda mais para os braços de Takeshi. O seu braço direito foi puxado até ao nível da boca de Takeshi, que começou a beijar cada corte e cada cicatriz e o mesmo movimento foi efetuado no braço esquerdo.

-Eu amo-te, desde daquele dia no baile que amo-te. O choque foi a primeira coisa que Sabrina sentiu e intensificou-se mais quando os seus lábios foram beijados delicadamente e gentilmente, ambos os braços poisaram nos ombros de Takeshi e as suas mãos acariciaram os seus cabelos loiros macios e partilharam outro beijo mas este muito mais feroz do que o primeiro. O toque para o pequeno-almoço foi o que os tirou daquele frenesim erótico, ambos se afastaram confusos.

-Uhm…eu…tenho…de ir xau. Declarou Sabrina

-Pois, eu também. Respondeu Takeshi voltando ao seu humor serio e ambos voltaram aos seus dormitórios para tomarem o pequeno-almoço.

Enquanto Sabrina estava a tomar o pequeno-almoço Lizzy fez-lhe companhia, ambas estavam a conversar sobre as suas famílias. Lizzy já tinha dito como passava os seus dias em casa, como era jantar com a família toda, entre outras coisas.

-E tu, Sabrina, como é que é na tua casa?

-Bem, é muito diferente que na tua, eu vivo na mansão Takahashi, com a minha mãe, Ayumi, Thomas e o resto dos soldados. Costumamos jantar todas juntas e depois assistimos TV.

- A tua vida não é assim tão má. Ayumi Takahashi, ela é a líder da organização Takahashi, a guarda real, eles são muito temíveis.

-Sim, Ayumi-sama é muito rigorosa mas também é muito querida e compreensiva.

Nos dias seguintes, Sabrina tentou ao máximo evitar Takeshi, desde dos beijos que compartilharam o seu coração tornou-se um pouco confuso, ela nunca tinha experimentado este tipo de sensações. Na zona 1, ao pé do edifício escolar, havia um pequeno lago, Sabrina gostava de se sentar lá e ler, neste momento ela esta a ler então não reparou a chegada de Takeshi.

-Então, estas aqui, odeio o facto que andas-te a fugir de mim. Disse Takeshi, zangado, esta declaração assustou Sabrina que deixou cair o livro.

-Eu…eu…não…andei…a evitar-te. Respondeu Sabrina a gaguejar e levantou-se. Num movimento rápido Takeshi fica mesmo em frente a Sabrina com os olhares a cruzarem-se.

-Sim, andas-te e isso chateia-me. Não poder ver os teus olhos, os teus lábios e as tuas cicatrizes, deixa-me triste. Declarou e beijou-a, o choque foi tão grande que Sabrina fugiu dos braços de Takeshi e correu de volta para o seu quarto esquecendo-se do seu livro. Enquanto assistia a sua amada a fugir, Takeshi pensou Qual é o meu problema, por quê cada vez mais afastou a mulher que amo? E deu um murro no tronco da árvore. Enquanto se virava viu o livro de Sabrina e guardou-o para quando a volta-se a vê-la dar-lho.

Palácio Real

Nessa tarde, no palácio real, Sara estava a espera do seu marido de lingerie preta. Quando Kaname abriu a porta e deparou-se com aquela figura sexy da sua mulher, olhou com desejo e Sara olhou inocentemente. Levantou-se e ficou em frente a Kaname, tirou-lhe o casaco enquanto dizia:

-Kaname, aqui não esta muito frio podes tirar o casaco e a camisa e mais uma coisa não te esqueças da gravata. Enquanto acabava esta frase foi puxada contra a parede e beijada ferozmente, a lingerie e a roupa de Kaname desapareceu e Sara foi puxada para baixo de Kaname, os mamilos de Sara foram chupados e beliscados ate estarem bastante eretos. Kaname depois passou para a sua feminilidade e lambeu o clitóris de Sara, durante estes movimentos Sara gemia o nome de Kaname uma e outra vez, de seguida foi a vez de Kaname, Sara lambeu a ponta do seu pénis e depois levou-o todo na boca, fazendo o suspirar de prazer, repetiu o ato varias vezes, ate que foi puxada para baixo de Kaname que inseriu o polegar na sua vagina e gemeu. Tirou-o e penetrou-a rapidamente, os movimentos eram velozes o que permitiu Sara chegar ao êxtase glorioso e Kaname logo a seguir derramando o seu sémen dentro de Sara, ficaram abraços ate que decidiram descer para o jantar.