Desculpem-me se houver alguns erros.
Capítulo 1
Depois de uma hora de viagem desde El Paso, Edward Anthony Masen Cullen IV parou o jipe alugado no acostamento e saiu, esticando-se para aliviar as cãibras e a tensão que sentia desde a noite anterior, quando Jared lhe mostrara a fotografia.
Havia passado por todas as emoções possíveis nos últimos seis meses: medo, choque, raiva. Agora seu coração e sua alma estavam tão secos quanto a região árida e espinhosa que o cercava. Sentia-se infeliz como estivera antes de uma certa garota lhe mostrar o que eram a alegria, o riso e, pensara ele, o amor.
Foi até o jipe e tirou a foto da pasta. Ela não estava olhando para a câmera. Na verdade, parecia nem notá-la. Sorria esperançosa, para algo fora do alcance da objetiva. Cortara os belíssimos cabelos. Agora apenas alguns cachos curtos lhe emolduravam o rosto delicado. Perdera quilos que não precisava perder e os últimos vestígios de ar juvenil.
— Meu Deus! Por quê?
Mas nem os coiotes, nem os falcões, nem os cactos da pradaria lhe responderam.
Entrou no veículo e deu partida na ignição, voltando a parar apenas já perto da cidade de Avalon, seu destino.
Numa curva da montanha escarpada, foi até a beirada e olhou, por entre a mata de pinheiros, carvalhos e nogueiras, para a cidade.
Ouviu um sino de igreja bater as horas. De onde estava, podia avistar ao menos três igrejas: uma branca, uma de tijolos vermelhos e outra de pedras cinzentas.
Só mesmo Bella para ir a um lugar assim. Sentiu a dor sufocá-lo e a combateu do único modo que conhecia: com a raiva. Toda a vida de Bella fora uma ilusão. Por que seu esconderijo seria diferente?
Se tivesse ido para o apartamento na noite anterior em vez de permanecer no escritório, ou se Tânia, a assistente administrativa, não houvesse gritado, Jared não teria conseguido lhe mostrar a foto. Tânia só estava tentando protegê-lo, como fazia havia anos.
A foto em preto-e-branco, acompanhada de um texto, fora enviada a Jared, editor do maior jornal de San Francisco, com uma indagação polida sobre se mereceria uma pequena nota e, se não, se o Sr. Jared poderia encaminhar o material ao departamento de anúncios, mediante pagamento. O texto era assinado por Erick Weber, pároco da igreja de St. Alban, em Avalon, Novo México, e dizia apenas: "Você conhece esta mulher?" O padre não tinha como saber que a família Cullen era dona daquele jornal fazia quatro gerações. Ou tinha?
Edward pegara a foto e a carta antes que Tânia pudesse impedi-lo. Saíra do escritório, fazendo Jared jurar segredo a respeito do retrato e do nome e endereço do contato.
Embora houvesse um pequeno aeroporto perto de Avalon, resolvera pousar com seu jato executivo em El Paso e alugar um carro para seguir viagem. Assim, poderia dar uma olhada na situação e partir, se quisesse, sem que ninguém, nem mesmo Bella, soubesse que estivera lá. Sem sequer vê-la.
Se ela estivesse lá.
Por que o padre iria publicar um anúncio como aquele se ela ainda estivesse lá? Será que ela usara o reverendo, também? A mulher que ele pensara conhecer não o teria feito. Não poderia. Não teria desaparecido também com ações no valor de cem mil dólares do seu cofre, apesar de serem inegociáveis, coisa que ela só descobriu depois, nem arrancaria as pedras dos anéis que ele lhe dera, lhe devolvendo apenas os aros mutilados.
~~x~~
A igreja de pedras cinzentas era a de St. Alban. A hera cobria o muro do cemitério bem cuidado da igreja. Novas mudas de flores primaveris margeavam o passeio que levava às portas duplas vermelhas da graciosa construção. A casa paroquial ficava num dos lados, um tanto recuado em relação à rua. Como a igreja, era feita de pedra, semelhante às dos contos de fada.
Edward bateu à porta da choupana. A porta se abriu e ele se viu diante de uma senhora idosa, de aparência amável.
— Boa tarde — disse ela, sorrindo. — Em que posso ajudá-lo?
A voz também era amável, bem modulada e graciosa como o cenário, com um leve sotaque inglês. Apesar da gravidade da situação, Edward se perguntou se não fora transportado magicamente para um mundo paralelo.
— Gostaria de falar com o reverendo Weber, por favor.
A mulher não revelou a menor curiosidade. Abrindo mais a porta, recuou um passo.
— Não quer entrar? Meu marido está no escritório. O senhor pode aguardar na sala de visitas. Vou dizer a ele que está aqui.
Nem sequer lhe perguntara o nome, pensou ele espantado, ao entrar na sala de visitas. Talvez, como esposa do reverendo, estivesse acostumada com estranhos batendo à porta e perguntando pelo marido.
Ou então já sabia quem ele era.
Observando a sala, avistou um quadro. Sentiu como se houvesse levado um soco no estômago, uma dor instantânea e terrível. Não precisava procurar a assinatura do artista. Conhecia a obra: um retrato nebuloso, etéreo. O porto durante um festival de barcos antigos.
— Um quadro notável, não? — perguntou uma voz atrás dele.
Edward fingiu estudar a pintura para se recompor.
— Minha filha o enviou para mim no Natal — continuou o homem. — Pedi para ela encontrar mais obras da artista, Marie Swan, mas o preço subiu incrivelmente. Não é de se estranhar, com um talento desses. Eu devia estar grato por ter conseguido este.
Edward forçou uma expressão de calma e se virou devagar. O homem do outro lado da sala parecia sincero e inocente, o par perfeito para a mulher que lhe abrira a porta.
— Conheço bem a obra da... Sra. Swan — falou Edward com polidez.
O senhor sorriu.
— Então ambos somos abençoados. — A seguir, de modo um tanto formal, estendeu a mão. — Erick Weber. Em que posso ajudá-lo, senhor...
— Cullen — respondeu Edward, procurando algum sinal de reconhecimento ou hesitação nos olhos do religioso, e não encontrando nenhum. — Edward Cullen.
— Por favor, sente-se, Sr. Cullen. — Weber apontou para uma poltrona. — O senhor parece... Agitado. Gostaria de tomar um chá?
— Não, eu... — Suas emoções estariam assim tão evidentes? Edward sentou- se na cadeira indicada, tenso. Olhou para a pasta em suas mãos, abriu-a e mostrou a foto para o reverendo. — Vim por causa disto.
— Ah, Bella! O senhor foi rápido. Não creio que tenha havido tempo suficiente para sair no jornal e o senhor vir até aqui.
Que esperto, pensou Edward: em vez de ficar na defensiva ou de ir soltando informações, o pastor o interrogava. Tentou inverter a situação.
— O editor sabia do meu interesse. O senhor mandou a foto para vários jornais ou só para... Para aquele?
— Só para aquele, para começar. — Weber sentou-se numa poltrona diante de Edward e se inclinou para frente.
— Por que enviou só para aquele jornal? Algum motivo especial?
— Sim, por causa da sua circulação. E também porque uma das nossas paroquianas reconheceu em uma das roupas de Bella uma etiqueta de loja exclusiva de San Francisco. A propósito, Sr. Cullen, qual o seu interesse nessa moça?
Edward suspirou.
— O que ela fez? E há quanto tempo está aqui?
— O que ela fez? Bella? O que o faz pensar que Bella tenha feito alguma coisa? E, Sr. Cullen, é preciso que eu insista na resposta à minha pergunta: qual é o seu interesse na nossa Bella?
Nossa Bella?
— Ela não falou em mim?
O religioso sacudiu a cabeça, devagar.
— Ela mencionou apenas uma pessoa, pelo que me consta. Sue estava com ela naquela noite e não tem certeza de ter ouvido bem.
Edward estudou o homem a sua frente. Parecia ser uma pessoa sincera, de bons sentimentos. E, por Deus, Edward precisava confiar em alguém!
— Eu a vi pela última vez em dezessete de novembro. Menos de... Menos de oito horas após nosso casamento.
— Oh, meu Deus!
Todas as perguntas que Edward carregava consigo pareciam querer sair ao mesmo tempo.
— Quando ela partiu? Quanto tempo ficou aqui? O que ela fez para que o senhor achasse necessário publicar isto, reverendo? — Olhou para a foto em sua mão.
Ao erguer os olhos, deu com o olhar piedoso de Erick Weber.
— Sr. Cullen...
O reverendo foi até um pequeno armário, retirou um copo e uma garrafa e serviu um drinque para Edward.
— Tome — disse no mesmo tom grave e firme que usara ao interrogá-lo. — É melhor que beba.
Edward refletiu um pouco e assentiu. Tragou a bebida em dois goles, estremeceu e devolveu o copo ao pastor. Weber deu uma batidinha em seu ombro, depositou o copo numa mesa ao lado e voltou à poltrona. Inclinando-se para Edward, hesitou, como se escolhesse as palavras, antes de começar a falar.
— Bella veio até nós em circunstâncias bastante incomuns, Sr. Cullen. E, sendo uma mulher afetuosa, amável e gentil, comoveu a todos nós, nesta comunidade. Caso não tenha notado, Avalon é... Especial. E os que vivem aqui, há gerações, se tornaram, falando com sinceridade, orgulhosos da posição superior que ocupam no mundo. — Após uma breve pausa, continuou: — As dificuldades de Bella...
— O quê?
Weber meneou a cabeça.
— No momento certo, Sr. Cullen. O senhor, entre todas as pessoas, deve saber como Bella é especial. As dificuldades dela abalaram os pedestais que criamos para nós mesmos, nos forçaram a buscar recursos para ajudar alguém de fora do nosso círculo. A dar amor a esse alguém.
As perguntas se avolumavam dentro de Edward outra vez. A mulher descrita pelo vigário era a mesma que ele pensara conhecer, não a que o abandonara. Suas feições se enrijeceram. O que, afinal, estava acontecendo? Ergueu a pasta, agarrando-a com fúria.
— Se ela é tão sincera e amável, então por que... Por que achou necessário fazer isso?
Weber estendeu a mão e soltou os dedos de Edward da pasta, que caiu ao chão.
— Estou certo de que o xerife vai querer lhe fazer algumas perguntas, Sr. Cullen...
— O que...
— Bella estava ferida quando chegou aqui.
Edward tentou se erguer de um salto, mas Weber lhe segurou as mãos, dando nelas tapinhas de consolo.
— Não contei a Bella meus planos de entrar em contato com os jornais porque não queria deixá-la agitada, nem levantar falsas esperanças.
— Ela ainda está aqui, então? Weber assentiu.
— Então, por que a foto? Por que apenas não perguntou a ela, tão sincera, amável, inocente?
Weber o encarou com olhos sábios e experientes.
— Há muita dor em você. O que pode ter causado isso?
— Pergunte a ela.
— Gostaria de poder, Sr. Cullen. Rezo todo dia para que isso se torne possível. — Ergueu uma mão, em súplica ou para deter as tentativas de Edward de se levantar. — Eu lhe disse que Bella foi ferida. Foi bem mais do que um acidente leve. Nós quase a perdemos. Até alguns dos médicos haviam perdido a esperança. Não perguntei a Bella porque ela não sabe, Sr. Cullen. Quando recuperou a consciência, não se lembrava de nada do que acontecera antes.
~~x~~
O banco de concreto, à sombra de uma árvore no jardim da casa paroquial, estava um tanto frio, mas o sol de maio, penetrando por entre as folhas, e a brisa eram cálidos e suaves. Bella ergueu o rosto para o sol e o vento e riu, deliciada.
— E então, querida. Não disse que você ia gostar? — Disse Sue. — Agora, tome seu chá.
— Está falando como babá de novo, Sra. Clearwater!
— Ora, desculpe!
Bella tomou um gole do chá, largou a xícara no banco a seu lado e segurou a mão de Sue.
— Agora, a excursão com guia que você me prometeu. Por favor!
— Por onde quer começar? A horta? O jardim de flores? Ou o labirinto?
Bella respirou fundo, lutando contra a sensação de frustração e perda que a minava, as lágrimas se avolumando em seus olhos.
— Vamos começar com algo simples — sugeriu, odiando o tremor que notava na própria voz. — Algo que eu conheça ao menos um pouquinho. Vamos começar com...
— Sue? Sra. Clearwater? — chamou o reverendo Weber, de dentro da casa.
Sue levou a mão ao ombro de Bella.
— Você me espera um minuto? Vou correndo lá, vejo o que ele quer e volto.
Bella sorriu e concordou.
— Claro. Estou gostando de estar aqui fora. Não se apresse.
Quando Bella terminou o chá, Sue ainda não havia voltado. O banco estava ficando mais frio. E o raio de sol se deslocara não lhe aquecendo mais o rosto. Bella se mexeu no assento, tentando relaxar e ignorar a sensação de que alguém, ou algo, a observava. Talvez pudesse dar alguns passos sozinha. Os caminhos eram bem definidos, ela já os conhecia. E o jardim era cercado por muros, então não havia como se perder.
Os pelos em sua nuca se eriçaram, os braços responderam à carícia de olhos invisíveis. Virou-se na direção de onde aquelas sensações pareciam vir.
— Tem alguém aí? — sussurrou e sacudiu a cabeça em resposta à própria pergunta. — Claro que não.
Os pássaros ainda cantavam alegres. Era só a sua... Imaginação. Talvez fosse a novidade de estar a sós no jardim. Queria aproveitar aquela oportunidade de independência. Seus guardiões eram amáveis, mas protetores demais.
Por um instante, o medo a sufocou e fez o coração disparar. Agarrou-se à beirada do banco. Então teve de novo a sensação de que olhos invisíveis a observavam. O pânico cresceu dentro dela, de modo inesperado e inexplicável. Com um grito, Bella se levantou e andou vacilante, pelo caminho.
~~x~~
Edward permaneceu à sombra de um velho carvalho observando-a. Reservada e bela. Sua esposa. Sentiu a dor dentro do peito, tão incontrolável quanto o desejo que o percorreu quando deixou o olhar teimoso acariciá-la.
Alguns minutos depois de a Sra. Clearwater tê-la deixado, Bella ficara sentada, calma, como que desfrutando a solidão. Os últimos seis meses haviam apurado a sua beleza. Edward lamentava os cabelos curtos, mas, agora não tão pesados, eles se curvavam suavemente, emoldurando lhe as feições e ressaltando os olhos castanho-escuros, sempre brilhando com a alegria da descoberta.
Havia um chapéu com fitas no banco ao lado de Bella, e ela usava um vestido leve com estampas florais. Edward cerrou os dentes.
Será que ela não se lembrava mesmo do passado? Edward duvidava disso, do mesmo modo como duvidava que ela fosse agradecer ao pastor por interferir, cheio de boas intenções, em seus planos de refúgio.
Não podia culpar o reverendo Weber por sua inocência, por ser enganado pela representação de Bella. Afinal, ele também fora enganado. E tinha experiência em se defrontar com o lado negro dos seres humanos. Antes de Bella, muitos haviam tentado, o dinheiro e o poder dos Cullen eram sedutores demais. Mas, antes dela, ninguém conseguira demolir as defesas que ele construíra a tanto custo.
Cerrou o punho. "Por que, Bella? Eu queria lhe dar o mundo. Queria lhe dar meu coração."
E isso, é claro, respondia à sua pergunta. Bella queria o mundo, e não Edward. E, apesar daquilo ainda ter o poder de magoá-lo, não o surpreendia. Ele sempre se perguntara como a mulher sorridente e encantadora que ele pensara conhecer podia amá-lo, sempre reservado, incapaz de uma palavra de carinho ou de acreditar na existência do verdadeiro amor. A não ser que o que ela sentisse por ele fosse, na verdade, compaixão.
Bem, Edward errara duplamente. O amor existia. Enredara-o num inferno do qual talvez nunca escapasse. E não era a compaixão que ditava o comportamento de Bella para com ele. Era a ganância. Por que não escutara Tânia desde o início? Tânia era mais do que uma assistente de confiança, era quem mais se aproximava de ser uma amiga, em todos aqueles anos.
Como se a turbulência dos pensamentos dele houvesse, de algum modo, chegado a ela, Bella se mexeu de leve no banco, assumindo um ar de alerta. Edward se encostou a árvore, mergulhando nas sombras. Logo, se anunciaria. Weber lhe autorizara apenas alguns minutos a sós com ela. Mas ainda não era hora. Sentia-se muito fraco, inseguro de sua capacidade de enfrentar aquela mulher que traíra a sua mais profunda confiança.
Mais uma vez, Bella se mexeu no banco. Olhando quase diretamente para o local onde ele estava, embaixo da árvore, sussurrou: "Tem alguém aí?" Então seus olhos ficaram sombrios. Ela sacudiu a cabeça. "Claro que não", respondeu, no mesmo sussurro tenso. Pareceu escutar por mais um instante, com as mãos agarradas à beirada do banco. Então, com um grito que poderia ser um gemido ou uma súplica, levantou-se como um potro novo ainda não acostumado com as próprias pernas e se afastou, cambaleando, junto ao muro de tijolos.
As sobrancelhas de Edward se uniram numa expressão de perplexidade. Bella era uma mulher graciosa, de passos leves e etéreos. Por que andava assim aos trancos, tão desajeitada?
Ele viu que, num determinado ponto, os tijolos do passeio haviam se erguido, empurrados por uma velha raiz; Bella, não viu e caiu, aterrissando sobre um canteiro de trevos. Edward precipitou-se em sua direção, mas algo no modo de ela agir o fez retardar os passos.
— Droga! — ela gemeu, batendo no chão com os punhos fechados, os olhos cheios de lágrimas.
Respirou fundo, trêmula, e se ajoelhou entre as plantas. Depois começou a passar a mão sobre a terra, procurando descobrir onde tropeçara.
Ergueu-se com dificuldade e andou com cuidado até o passeio. Então ficou imóvel.
E Edward também ficou paralisado diante das ações daquela mulher a quem chamara certa vez de ninfa.
Bella deu um passo cuidadoso e parou. Virou-se e estendeu as mãos à frente, tateando os ares antes de dar outro passo. Lágrimas tremiam-lhe nos olhos turvos, cheios de frustração. Mordeu o lábio. De repente, a frustração se transformou em... Pânico?
— Tem alguém aí? — ela sussurrou de novo, com as mãos estendidas e as palmas viradas para cima. — Sinto que há alguém aqui. Por favor, diga alguma coisa.
E a verdade atingiu Edward com a mesma força da dor de saber que ela havia partido depois de seduzi-lo e ter ganhado seu amor.
A verdade. Oh, Deus... Edward conteve o grito.
Bella Cullen, sua esposa, Isabella Marie Swan Cullen, a artista cujo trabalho Erick Weber declarara haver abençoado a vida deles, estava cega.
O que acharam do capítulo? Será que a Bella realmente abandonou o Edward ou foi forçada? Infelizmente não poderei responder os reviews, mas agradeço a todas que mandaram seus comentários. Beijos e até quarta-feira.
