Bom, recebi mais três fichas! Comemora

Aqui estão as três e os seus pares:

Aline Bitt (não sei como ela ta no Ffiction, porque ela me mandou a ficha pelo orkut)/Aiko Luna Capranos: Ikki (das opções que você me mandou, só ele e o Hyoga estavam livres... O.O'')

Anya Amamya/Myrna Rhys: Afrodite (hora de provar sua masculinidade, Dite!)

Lune Kuruta/Lune Brannes: Kanon (Vou dar uns puxões de orelha no meu primo qualquer coisa... u.u)

Corrigindo: É Lysley Almada, desculpa ter errado seu nome, Lys!

Disclaimer: Saint Seiya, os dourados, bronzeados, deuses e espectros não me pertencem! E os pares deles também não, tirando a Gabrielle!

O Baile na Mansão Heinstein

Capítulo 1:

Chamando o Povo I

No dia seguinte, Mansão Heinstein

Pandora andava pelo seu quarto. Estava pensando nas pessoas mais apropriadas para cada espectro, de repente, parou na janela e contemplou a imagem de sua velha amiga Aldrey. Estava conversando alegremente com uma criada que limpava o jardim de suas inúmeras folhas. Lembrava como se fosse ontem, Aldrey aparecera na mansão toda ferida, e então as empregadas cuidaram da jovem e os pais de Pandora permitiram que ela morasse na mansão. Eram muito amigas e ela à ajudara à cuidar de Hades quando bebê... Ela era perfeita! Ia para o baile e acompanharia um dos cavaleiros de Ouro se Athena concordasse – algo de quê duvidava que não acontecesse.

Saiu de seu quarto e voou pelos corredores e pelas escadas da casa até chegar ao imenso jardim.

Avistou Aldrey com seus longos cabelos brancos acinzentados com a primeira camada rebelde e fios crescendo pra todos os lados e a de baixo longa e lisa e com as asas incrivelmente brancas à mostra, livres e com as penas balançando com o ritmo do vento, com os olhos grandes e roxos e expressivos e, provavelmente, inventando alguma história para a criada, já que esta ria sonoramente. Usava uma camiseta de manga comprida por baixo de uma e manga curta, ambas brancas, mas a de manga comprida era um branco meio amarelado, rasgadas nas costas por onde as asas passavam, usando luvas brancas sem dedos e um tipo, calça branca de aparência como se fosse jeans e sandálias rasteirinhas de amarrar.

Pandora: Aldrey, já está inventando alguma história?! – falou divertidamente.

Aldrey: Mas, Pandora, eu não tô brincando! Queriam me dar uma surra hoje mais cedo quando fui na cidade! E eu nem fiz nada! Eram dois caras de dois metros de altura e muito musculosos! – falou enquanto demonstrava com as mãos o tamanho dos "caras".

Pandora: Finjo que acredito... Bom, deixando isso de lado, gostaria que participasse do baile de Gala que eu vou dar! Se estiver tudo bem, você será parceira de um Cavaleiro de Ouro de Athena!

Aldrey: Hum... Eu preciso de acompanhante pra entrar na festa? – falou meio desanimada. Na última vez que se deixara acompanhar por humanos, acabou numa base militar da Alemanha.

Pandora: Sim! Mas não se preocupe, tenho certeza que os dois vão se dar muito bem! – falou animadamente. – Na verdade, acho é que no final do baile os dois vão se matar, mas tudo bem... – pensou.

Aldrey olhou Pandora. Apesar da idade que parecia ter, Aldrey era bem madura, mas ainda assim, com uma certa facilidade para contar mentiras e inventar histórias mirabolantes. Pandora fez uma cara de pidona pra ela e acabou aceitando o convite, só pra não deixar a amiga triste.

Pandora: AHHH!!!! Eu te amo, Aldrey!!!! – falou, se jogando ao pescoço da amiga.

Aldrey: Calma, cuidado com as minhas asinhas! – falou fingindo-se de preocupada, começando a rir em seguida. Conhecia bem Pandora e há tempos não a via tão empolgada.

A chefa dos espectros olhou atentamente à amiga. Estava igualzinha de quando Aldrey apareceu toda ferida. Devia ser uma das qualidades de seu povo: juventude. Despediu-se da amiga, que começou a inventar outra história para entreter a criada, que continuava a soltar sonoras risadas. Foi embora, pensando quem poderia ser sua próxima vít... Digo, candidata!

Enquanto isso, no Monte Olimpo, na Sala de Zeus, mais especificamente

O deus supremo encarava sua esposa Hera. Estava preocupado com sua filha e não queria deixá-la nas mãos de qualquer um, e decidiu pedir a opinião da esposa sobre quem mandar acompanhar a filha.

Hera: Já disse, Zeus: Eu cuido do que é MEU e SEU! – frisou bem o meu e o seu – Mas o que é SEU e de outra qualquer, te vira, querido! u.u – falou, saindo em seguida.

Zeus: Ninguém me respeita mais no Olimpo... Mulher temperamental é fogo! – falou desanimado, suspirando e levantando-se de seu trono, indo á procura de seu filho Hermes. Já tinha tomado a decisão de quem protegeria sua filha, só faltava alguém chamá-lo.

Andando pelo monte Olimpo, encontrou seus dois filhos, Apolo e Hermes, sentados a uma mesa, disputando uma partida de Xadrez. Estavam bem concentrados e nada abalaria tal concentração, isto é, quase nada...

Zeus: HERMES! Eu doido atrás de você, precisando mandar um recado urgente e você aí, jogando Xadrez! ò.ó – falou o deus, claramente irritado.

Hermes, assustando-se com o grito do pai, bateu na mesa com tudo e o tabuleiro junto com as peças foi ao chão, já que seu irmão Apolo também se assustara tremendamente e nem prestou atenção na mesa caindo, enquanto seus cabelos ficavam com um frisado ultra-fashion! (N/A: Igual no Prólogo do Céu XD)

Apolo: AHHHHHH!!!!!! EU TIVE UM TRABALHO DANADO PRA ARRUMAR O MEU CABELO!!!!!!! T.T – falou chorando lágrimas de crocodilo, enquanto se olhava num espelho de mão que surgiu de sei lá onde. Era sempre daquele jeito. Seu lindo cabelinho ruivo puxado pro castanho e liso e macio feito pele de bebê ficava frisado e espetado quando Zeus dava um de seus gritos e assustava todo mundo, algo muito freqüente (N/A: Aconteceu isso pouco antes dele aparecer no Prólogo, por isso o cabelo dele tava daquele jeito XD aff, coisa mais tosca... u.u), já que sempre precisava de ajuda pra esconder amantes, filhos com as amantes, etc. – E por que raios eu e o mano Hermes nunca conseguimos terminar uma partida de Xadrez?! ¬¬

Hermes olhou para o pai fuzilodaramente (N/A: Essa palavra existe? Bom, no meu vocabulário sim xD), enquanto cruzava os braços e assoprava uma mecha do cabelo verde que teimava em cair em cima dos olhos.

Hermes: Fala, chefia: quem foi a amante dessa vez que engravidou? A Shina de Cobra, Marin de Águia ou June de Camaleão? (N/A: Caramba!!! Zeus tá pegando as três???!!! O.O) – falou um pouco mais calmo, graças ao olhar intimidador do deus.

Zeus: (pensando) É... Esse povo não me respeita mais... ù.u (falando) E desde quando as amazonas da minha filha Athena são minhas amantes?! (N/A: Ahhhh, bom... è.é) ù.ú Quero que você chame o Carlo pra mim! Preciso falar com ele! – falou, tentando manter a calma e não jogar um raio no filho.

Hermes: (fazendo cara pensativa) Hummmm... Carlo, Carlo... Chefia, não lembro desse cara não! – falou fazendo um cara de débil mental.

Zeus: (pensando) Aff... Meu filho tá com problema de memória e é mais novo que eu, vê se pode... ù.u (falando) Carlo, o Herói de Guerra (N/A: Herói de Guerra é como eu decidi chamar os protetores de Zeus, já que sua armaduras vão ser inspiradas em Odisseu ou Ulisses, Teseu, Jasão, etc...) de Odisseu, meu único protetor vivo por causa do Mesopheta menos, que tá vagando pelo mundo enquanto não tem nada pra fazer... – falou erguendo uma sobrancelha.

Hermes: Ahhhhh, ESSE Carlo... Por que não disse antes?! – falou, saindo voando em seguida, atrás do Herói de Guerra.

Duas horas depois...

O deus protetor dos viajantes apareceu acompanhado do Herói de Guerra. Tinha os cabelos curtos e negros levemente arrepiados, olhos num tom verde-esmeralda muito belo, alto, porte atlético bem avantajado, alto, pele clara, porém, feições másculas (N/A: Nada contra homens de feições "afeminadas" que nem o Shun, mas achei que ficava uma aparência mais marcante, já que a maioria de pele clara em CDZ tem feições afeminadas... u.u E o Rodrigo DeMolay também me deu só a descrição básica, não definiu muita coisa, mas tudo bem, deu pra fazer o desenho do mesmo jeito n.n). Trazia no rosto um enorme sorriso, com uma urna dourada de armadura nas costas. Usava uma camiseta de maga curta azul-marinho, uma calça jeans preta e tênis pretos.

Carlo: Fala aí, chefia?! Qual o problema que foi necessário chamar o seu único protetor vivo?! – falou confiante, achando que finalmente ia lutar depois de tantos anos.

Zeus: (pensando) Até tu não me respeita mais?! i.i (falando) Na verdade... Eu vou incumbi-lo da missão de proteger minha filha Athena enquanto ela vai ao baile que Pandora está arrumando, não quero que ela vá sozinha, não quero um daqueles espectros se engraçando com a minha filhota! ¬¬ - falou e um tom sombrio passou pelo seu olhar.

Carlo lembrava vagamente da última vez que vira à mulher denominada Pandora. Os dois se detestavam.

Flash Back do Carlo On

400 anos atrás, mansão Heinstein.

Zeus foi fazer uma visita pro seu irmão Hades e levou consigo seus Heróis de Guerra. Pandora sempre fora uma peste, e não parava de armar armadilhas para Carlo, além de dar sempre um jeito dele parecer uma vergonha para Zeus.

Carlo: Sorte a dela ser uma mulher e guardiã do irmão de Zeus, ou essa aí já tava sendo julgada num dos infernos... ¬¬ - falou, acenando alegremente para a porta, dando tchau para Pandora e o Deus dos Mortos, enquanto voltava com Zeus para o Olimpo, deixando uma surpresa para Pandora. Quando ela abriu a porta de eu quarto, uma bomba de tinta explodiu na sua cara, deixando seus cabelos mais pretos que de costume, todo espetado e duro, com a cara toda preta por causa da tinta. (N/A: Sei que ficou meio tosco, mas foi o melhor que minha escassa inspiração humorística permitiu... -.-')

Flash Back do Carlo Off

Carlo: Tá bem, chefia... Quando vou pro Santuário?

Zeus: Hoje mesmo! AGORA! ò.ó – fala e o homem sai do Olimpo guiado por Hermes, ele vivia se perdendo pelo local, enquanto conversavam humoradamente.

Santuário de Athena

Athena havia acabado de receber uma mensagem de seu pai e tratou de chamar todos os cavaleiros. Quando estavam todos reunidos, começaram a perguntar uns aos outros o que podia ser tão urgente a ponto de Athena chamá-los. Sobre o baile na mansão de Pandora no final de semana já sabiam, e já sabiam também que era a mesma e Athena que decidiriam os pares, e que iam no dia seguinte, para conhecerem suas acompanhantes. Calaram-se quando Athena entrou, impondo sua presença.

Athena: Muito bem! Chamei vocês aqui para avisá-los de que meu pai, Zeus, mandou o seu único protetor que está vivo para me acompanhar ao Baile da Pandora, seu nome é Carlo Gucci! Quando ele chegar, me avisem imediatamente! – falou alegremente, retirando-se em seguida.

Milo: Bom... Pelo menos ela vai enfrentar o mesmo que a gente: Par desconhecido! XP – falou com um sorriso malicioso no rosto.

Shura: Isso não é modo de tratar Athena, Milo! E outra, Zeus quer somente a segurança de sua filha, e eu não o culparia, afinal, vamos estar no meio de espectros!

Falando isso, saiu do salão do Grande Mestre, sendo seguido pelos outros, todos ansiosos para descobrirem quem seriam sua acompanhantes, com exceção de Kamus, que pensava se sua aprendiz tinha chegado bem à Alemanha.

Alemanha, Mansão Heinstein

Pandora estava andando pelo jardim, pensando na lista de vít... Digo, candidatas, quando o porteiro aparece correndo, suado e cansado.

Pandora: Eduard! O que aconteceu?! – perguntou um pouco preocupada.

Eduard: Senhorita Marianna Lancaster MayFair no portão, diz ser uma velha amiga sua! – falou, apoiando-se com as mãos nos joelhos.

Pandora quase explodiu de alegria. Marianna era uma velha amiga de infância, seus pais eram muito amigos e foram apresentadas quando crianças. Correu para os portões, arrastando o porteiro junto. Viu a jovem de cabelos loiros platinados e longos, com os olhos grandes e expressivos azuis celeste, lábios carnudos e sardas no rosto, com uma argolinha no nariz. Usava uma baby look vermelha com tons mesclados de rosa, uma calça jeans desbotada nas coxas e sandálias de salto alto não muito alto. Decididamente, continuava a mesma. Falou ao porteiro para que este abrisse o portão para que sua amiga pudesse entrar. Abraçaram-se longamente, em seguida, começaram a conversar sobre os acontecimentos, e Pandora ficou feliz ao saber que a amiga conseguiu honrar suas ancestrais e sua mãe e tornar-se uma sacerdotisa da Ordem da Deusa. Depois de nove anos afastadas, as duas se encontravam novamente.

Pandora: E como a sua mãe está em Avalon?! – perguntou animadamente.

Marianna: Ela está bem, Avalon é um lugar muito lindo! (N/A: Sinto dizer, Makube, mas ainda não consegui ler os livros das Brumas de Avalon, porque meu pai não quis comprar aqui em Goiânia quando achou, mas vou pelo que minha Profª de Port. Do ano passado me disse, então, se eu errar algo, me fala e me corrija, por favor n.n'''') Mas você, hein?! Quase mata Athena e destrói o mundo! – fala em tom de censura à amiga. – Mas tudo bem, você não teve culpa! Foi hipnotizada! E merece ter o dom da vida novamente! – falou, dando forças para a amiga.

Pandora: Bom... Mudando de assunto, tá a fim de participar dum Baile de Gala?! n.n – falou sorridente.

Marianna corou fortemente, não gostava de ir à bailes por ser muito tímida.

Marianna: Ah... Pan-Pandora... – gaguejou – Não... Não sei... Sou muito tímida...

Pandora: Ah, Mary... Prometo que o seu par vai ser um cara que não é lá muito sociável, assim você sente-se mais à vontade! Vai, pra comemorar que você é uma sacerdotisa agora e a sua volta!

Marianna ainda excitou um pouco antes de responder.

Marianna: Ah... Tá bem, Pan!

Pandora: Ótimo! Agora, por que não entra, come algo e descansa um pouco? Parece cansada...

Marianna: Esse convite eu aceito sem reclamar! – falou sorrindo de orelha a orelha, e começaram a seguir para a mansão.

Mais tarde...

Pandora estava andando pela vila, vendo se achava algum bom alfaiate para fazer os vestidos, olhava para todos os lados, menos para a frente, quando sentiu trombar com alguém e ir parar no chão.

Pandora: Aiiii... Minha cabeça... – Estava vendo tudo em dobro, enquanto levantava-se acariciando com a mão onde batera a cabeça. Balançou a cabeça um pouco e voltou a ver apenas uma coisa de cada. Uma moça de cabelos até a metade das costas ondulados ameixa-escuro, olhos um pouco puxados azul-turquesa, pele muito branca, alta, lábios vermelhos e carnudos e orelhas meio pontudas pelo que percebeu, lhe ofereceu a mão para ajudá-la a se levantar. Ela usava uma regata branca com o desenho de uma rosa vermelha, que deixava um pedaço do colo à mostra, calça boca de sino preta com cinto prateado, mas nada muito chamativo, com tênis all star preto pra fora e branco pra dentro, ou seja, metade preto, metade branco.

Jovem: Me desculpe, Senhorita Heinstein! Eu estava muito distraída! – falou polidamente.

Pandora levantou-se e a jovem ajudou-a a recolher os papéis que voaram da mão de Pandora quando esta caiu.

Pandora: Obrigada, mas como sabe quem sou, enquanto que só sei que você é uma elfa? – perguntou em tom baixo à jovem, que sorriu em resposta.

Jovem: Sei quem é porque é famosa entre minha família, Pandora. Meu nome é Gabrielle Vesta, venho de uma tradicional família de elfos que veio das florestas para o mundo humano. – falou com alegria e orgulhosa por ser quem era.

Pandora olhou-a um pouco. Simpatizou com a jovem ao vê-la e sabia perfeitamente quem ficaria perfeito com ela!

Pandora: Gabrielle, gostaria de participar de um baile de gala na minha mansão?

Gabrielle olhou-a um pouco, surpresa. Mal se conheciam e ela estava convidando-a para um baile em sua casa.

Gabrielle: Jamais faria essa desfeita à administradora do Mundo dos Mortos! – falou fazendo um leve sinal de cabeça.

Pandora: Então, venha comigo! Irá ficar na mansão, temos quartos de sobra! – falou, enquanto Gabrielle assentia e a seguia.

Chegando na mansão...

Pandora é recebida por uma criada que lhe fala que duas jovens desejam falar com ela e esperam-na na sala de estar. A administradora do Mundo dos Mortos fala para a criada levar Gabrielle até um quarto e servi-lhe comida, enquanto ela vai falar com as ditas jovens.

Ao entrar na sala de estar, sente-se prestes a ficar surda com os gritos. Uma moça de cabelos negros e brilhantes ondulados até o meio das costas com leves cachos nas pontas, olhos cinzas azulados com um olhar profundo e penetrante, rosto fino, pele bem branca, corpo altivo e bem definido e magro, com o nariz levemente arrebitado e as orelhas pontiagudas. Usava duas presilhas de ouro branco com m tipo de pétalas de prata prendendo parte da franja dos lados, dois colares com correntes de ouro e pingentes de um cristal e um diamante cuidadosamente "esculpidos", com várias pulseiras finas de ouro de prata, com anéis muito bonitos de prata, um vestido longo encobrindo os pés, branco com as magas justas até o cotovelo e bem larga e comprida a partir daí, com um cinto de ouro branco meio frouxo na cintura com uma jaspe-leopardo no centro, dando um ar mais sensual à jovem. Brigava com uma moça de cabelos longos e lisos de tonalidade loura levemente dourada, caindo pelos ombros e costas até pouco depois da cintura em perfeita simetria, uma franja rente à altura dos olhos com poucos fios, corpo esbelto e de curvas delicadas e definidas, pele alva e acetinada, os olhos de uma clara tonalidade azulada, sendo possível compará-los a um lago de águas límpidas e cristalinas, com um olhar penetrante e expressivo, lábios rosados e medianos. Usava um longo vestido cinzento, com sapatos brancos de salto baixo, decorado nas mangas compridas com uma renda negra, um anel de pra e um cinto de ouro branco com pepitas de ouro decorando-o no centro. Gritavam uma a outra, xingamentos em uma outra língua.

Pandora: Winglië e Luthiën, minha casa não é lugar pra se ficar gritando! Tenho duas hóspedes, criadas, uma amiga e espectros que gostam de dormir durante o dia!

As duas se calaram e olharam para Pandora. Winglië sorriu ao vê-la, eram amigas desde que Pandora nasceu e fora amiga dos pais da jovem antes desta nascer, e sempre a mimara. Luthiën, por outro lado, olhou-a friamente, mas não deixando de perder a beleza de seus olhos.

Pandora: Wini é bom vê-la! Mas o que a trás aqui? – perguntou docemente à amiga.

Winglië: Ah, fiquei sabendo de um Baile que você vai fazer, e então vim ver se eu ia ficar de fora dessa festa!

Pandora: Claro que não vai ficar de fora! Mas você terá que acompanhar ou um dos espectros ou um dos Cavaleiros de Ouro de Athena...

Winglië: Tudo bem, eu acompanho! E fico feliz que convide Athena! Meu quarto continua o mesmo? – perguntou sorrindo.

Pandora: Sim, pode ir lá descansar! – falou animada

Assim que Winglië saiu e foi para seu quarto, Pandora se dirigiu a elfa de nome Luthiën.

Pandora: O quê Lothlórien deseja, Luthiën, para enviá-la aqui sem avisos? – perguntou um tanto quanto preocupada.

Luthiën: Lothlórien também ficou sabendo do baile e me enviou para garantir que tudo ficara bem, acham uma presença conhecida segura, mas fique sabendo que minha permanência aqui é estritamente para garantir que nada de errado ocorrerá.

Pandora: (pensando) Quem é que anda espalhando pra Deus e o mundo sobre esse baile? ¬¬ E o meu baile vai parecer um enterro com essa aí... (falando) Tudo bem, mas vai ter que aceitar quem eu designar como par pra você... – falou calmamente.

Luthiën: Tanto faz pra mim... Onde vou dormir?

Pandora: Minerva irá lhe mostrar seu quarto. Minerva! – chamou pela criada, que apareceu e obedeceu às ordens de Pandora.

Palavra da Autora: Eu decidi dividir em partes a Pandora chamando o povo, sabe, por que ainda tem gente disponível, aí dá pra eu receber mais fichas!

Beijos e até a próxima!

TenshiAburame