CAPÍTULO 02 - IN MEMORIAN
No fim da leitura o silêncio reinava na sala de recrimentos mais uma vez, mas como já vinha a ser hábito o director Dumbludore o quebrou.
- Bem, a questão é se querem continuar a ler, ou se preferem almoçar agora e ler o próximo capítulo depois?
Depois de várias pessoas a falarem ao mesmo tempo, ficou decidido que liam mais um capítulo antes de irem almoçar.
- Então parece que agora é a vez da Minnie ler - disse Sirius a sorrir, embora esse sorriso tenha desaparecido assim que viu o olhar reprovador que Minerva lhe deu.
- O próximo capitulo intitula-se " In Memorian" – disse Minerva e logo depois deu um olhar a todos na sala que dizia claramente que não queria ser interrrompida durante a leitura, olhar esse que fez a maior parte das pessoas na sala engulirem em seco.
Harry estava sangrando,
Só essa primeira linha fez Lilly ofegar e teria até dito algo se Minerva não tivesse continuado a ler.
segurando firmemente sua mão direita com a esquerda,
ofegante, ele abriu a porta de seu quarto com um encontrão. Houve um barulho de louça
se quebrando; Ele tropeçou numa xícara de chá fria que esteve parada no chão do lado
de fora da porta de seu quarto.
- "Que m...?"
Ele olhou à sua volta, o número quatro da Rua dos Alfeneiros estava deserto.
- Isso não é uma cidade Muggle? – perguntou Frank
- Sim, mas não entendo – respondeu Lilly
- O que não entendes ruivinha? – diz Sirius chamando-a pelo apelido que a costumava irritar quando andavam em Hogwarts, mas que agora era como se fosse a alcunha marota da ruiva.
- Essa é a morada da minha irmã e nós não nos falamos desde que eu acabei o último ano de Hogwarts.
- Se calhar no futuro vocês voltam-se a falar, isso é maravilhoso Lilly. – disse uma Alice muito contente pela amiga.
- Só espero que estejas certa. – diise Lilly muito receosa com o seu futuro.
- Não te preocupes, vai correr tudo bem – James tentava consular a esposa, mas conhecendo a Petúnia como conhecia sabia que o futuro não podia ser assim tão cor-se-rosa.
Provavelmente a xícara de chá era a idéia de Duda de uma armadilha inteligente.
- Quem é Duda – pergunta Sirius – isso mais parece nome de cão – disse este rindo-se e fazendo os outros se rirem.
- Duda é o nome que a minha irmã vai por ao filho quando nascer – esclareceu Lilly rindo-se, pois concordava com Sirius.
Mantendo a sua mão que sangrava elevada, Harry juntou os pedaços de xícara quebrada
com a outra mão e os lançou no lixo já cheio que havia dentro de seu quarto. Então ele foi
em direção ao banheiro e colocou seu dedo na torneira.
- Parece que o mini Potter tem a cabeça da Lilly – disse Sirius, levando um carolo na cabeça de James
Era estúpido, irritante além do que se pode imaginar que ele ainda teria quatro dias em
que teria problemas para lançar magias... mas ele tinha que admitir que esse corte
profundo em seu dedo teria o derrotado. Ele nunca havia aprendido como curar
ferimentos,
- Sabe Director eu acho que essa deveria ser uma matéria que os meninos deveriam ter desde o início dos anos escolares, pois saber curar feridas é bastante importante. – disse Molly
- É, acho uma exelente ideia, falarei com o resto dos professores para tentarmos impor essas aulas no inicio do próximo ano. O que achas Minerva?
- Acho uma exelente ideia Albus, mas será que eu poderia continuar aler agora? – disse Minerva extremamente irritada.
e agora que pensava nisso - particularmente tendo em vista seus planos
imediatos – isso parecia ser uma séria falha em sua educação mágica.
- Que planos imediatos, não entendo, mas dá-me a parecer que ele não irá ao seu ultimo ano em Hogwarts- disse uma Lilly extremamente preocupada.
- Concerteza poderemos descobrir se me deixarem ler- disse Minerva com uma voz doce, pois percebia a preocupação da sua ex aluna, mas ao mesmo tempo farta de ter a sua leitura interrompida.
-Fez uma nota
mental para perguntar à Hermione como se fazia,
- Parece que o mini Potter tem uma namorada- disse um Sirius sorridente, sorriso esse que se apagou tão logo viu a face de Minerca.
ele usou um grande chumaço de papel
higiênico para absorver o máximo de chá que ele conseguiu, antes de retornar ao seu
quarto e bater a porta atrás dele.
Harry havia passado a manhã na tarefa de esvaziar seu baú da escola pela primeira vez
desde que ele tinha o arrumado seis anos antes, entre os anos anteriores, ele apenas
havia remexido no topo de seus pertences e substituído ou melhorado eles, deixando uma
camada de coisas sem utilidade no fundo - penas velhas, olhos dissecados de besouros,
e meias sem par que não mais o serviam.
- Parece que ele é tão bagunceiro como o James.
- Não é como se fosses melhor – responde Remos a Sirius
Minutos antes, Harry havia mergulhado sua
mão nessas coisas, sentiu uma dor lancinante no dedo anelar de sua mão direita, e ao
retirá-lo viu que estava sangrando muito.
Agora ele prosseguia com mais cuidado, ajoelhando-se ao lado do baú novamente,
apalpou o fundo, achando um velho broche que trocava a frase que mostrava, ora
dizendo APÓIE CECDRICO DIGGORY, ora dizendo POTTER FEDE,
Essa última parte ganhou um "Ei" de James e um riso colectivo, riso esse que embora não incluíam os Malfoy, incluía concerteza Severus.
um velho que
quebrado Bisbilhoscópio, e um medalhão dourado dentro do qual um bilhete assinado por
R.A.B
Isso pôs Sirius pensativo, pois essas eram as iniciais do nome de seu irmão mais novo, ele sempre as usava para assinalar os seus materiais escolares.
esteve escondido, ele finalmente descobriu o objeto pontudo que produziu o dano.
Ele reconheceu-o como um pedaço de 5 centímetros do espelho encantado que Sirius, seu
padrinho
- Ei Progs obrigado pela confiança – disse Sirius feliz da vida por ser o padrinho de Harry e essa felicidade contagiou todos os outros na sala, pois era engraçado ver Sirius dançando e rodopiando dizendo " eu sou padrinho". Mas infelizmente essa felicidade acabou assim a Minerva disse a seguinte palavra:
morto,
Agora a dor reinava na sala, todos olhavam para o chão sem saber o que fazer, pois não era nada justo Sirius ter morrido.
- Sirius – disse um James sério e isso ve-se pelo nome com que o havia chamado, pois eles sempre se chamavam pelo apelido, mas James foi impedido de falar pelo próprio Sirius.
- Não James deixa, importa-se de continuar a ler Minnie – Sirius tentou fazer uma brincadeira com o apelido da sua antiga professora, à espera que ela lhe ralhasse, para que assim o ambiente melhorasse, pois Sirius detestava que tivessem pena dele, mas nem Minerva foi capaz de dizer nada. A tristeza era o sentimento que reinava naquela sala. – Olhem na carta dizia que poderíamos mudar o futuro para evitar algumas mortes, então não é como se tudo tivesse acabado. – Essa última frase de Sirius trouxe uma nova esperança aos olhos de todos e assim Minerva foi capaz de continuar .
havia dado para ele. Harry colocou-o de lado e cuidadosamente
- Parece que ele te aprecia muito Sirius, deves ter sido um exelente padrinho. – disse Lilly ganhando um sorriso orgulhoso de Sirius.
vasculhou o baú a procura do resto, mas nada mais restava do último presente de seu
padrinho, exceto vidro em pó que se agarravam firmemente às camadas mais profundas
como uma areia brilhante.
Harry se sentou e examinou o pedaço afiado com o qual ele havia se cortado, vendo nada
mais que seu próprio olho verde brilhante refletido de volta.
- O nosso filho vai ter os teus olhos ruivinha – disse James fazendo carinhos na barriga de Lilly, que estava grávida de apenas 3 meses.
Então ele colocou o fragmento
no topo do Profeta Diário daquela manhã, que continuava sem ser lido na cama, e tentou
suprimir a onda crescente de memórias amargar, as punhaladas de arrependimento e
saudosismo, que a descoberta do espelho quebrado havia causado, estando junto com o
resto do lixo no baú.
Ainda foi gasta mais uma hora para esvaziá-lo completamente, jogar fora os itens sem
utilidade, e distribuir o restante em pilhas de acordo com que ele iria necessitar de agora
em diante. Seus robes de escola e de quadribol,
- Parece que ele será um ótimo jogador como o pai – disse um James orgulhoso. Lilly teve para dizer que no livro só falava no robe de quadribol do filho, mas ao ver o olhar orgulhoso do marido decidiu não dizer nada, até porque ela tinha a certeza que o seu filho ganharia realmente os dotes de quadribol de seu pai.
caldeirão, pergaminho, penas e a maioria
dos seus livros didáticos foram empilhados em um canto, para ser deixados para trás. Ele
imaginou o que seus tios fariam com eles, queimá-los na calada da noite, provavelmente,
Essa frase fez todos pensarem no pior acerca do que aconteceria com o casal Potter, mas ninguém teve a coragem de dizer nada e isso inclui o próprio casal.
como se fossem evidência de um crime horroroso. Suas roupas de trouxa, Capa da
Invisibilidade, kit de fazer poções, alguns livros, o álbum de fotografia que Hagrid uma vez
deu para ele,
Mesmo não sabendo porque motivo, nesse momento Lilly deu um olhar agradecido a Hagrid.
uma pilha de cartas e sua varinha foram recolocados em uma mochila
velha. Num bolso frontal onde o Mapa do Maroto
- Ei parece que o mini Potter de alguma maneira tem o mapa do maroto – ividenciou Remus
- Eu pensava que o Fich o tinha pego- disse um Sirius muito confuso.
- Ele é meu filho, então de uma maneira ou de outra é claro que ele o tem – exclamou James Orgulhoso de seu filho
e o medalhão com o bilhete assinado
por R.A.B, dentro dele. O medalhão ocupava esse lugar de honra não por ser valioso - no
senso comum ele era inútil - mas sim pela dificuldade que enfrentara para obtê-lo.
- Oh Harry, parece que a tua vida não tem sido nada fácil bebe, eu gostava tanto… - Lilly foi impedida de continuar, pois o choro a esta altura já não a deixava falar.
- Calma Ruivinha, como eu não vou deixar nada disso acontecer, no futuro eu te prometo que estaremos com ele, vai correr tudo bem – disse James. Ambos a esta altura já tinham a certeza que algo de mal lhes tinha acontecido, mas mesmo assim continuavam a ter a esperança que no fim fosse tudo um mal entendido, por isso não o diziam em voz alta.
Isso deixou um monte considerável de jornal em sua escrivaninha ao lado de sua coruja
branca Edwiges: um para cada dia que Harry havia passado na Rua dos Alfeneiros neste
verão.
Ele se levantou do chão, se recompôs e se dirigiu para sua escrivaninha. Edwiges não se
movimentou assim que ele começoua folhear os jornais, jogando-os na pilha de lixo um
por um. A coruja estava adormecida, ou até mesmo fingindo, ela estava brava com Harry
sobre o limitado tempo que ela era permitida ficar fora de sua gaiola naquele momento.
À medida que se aproximava ao começo da pilha de jornais, Harry diminuiu o ritmo,
procurando por uma situação em particular que ele sabia ter acontecido pouco tempo
depois dele ter chegado na Rua dos Alfeneiros para o verão, ele se lembrava de haver
uma pequena menção acima da renúncia da professora para Estudo dos Trouxas em
Hogwarts. No final o encontrou. Virando para a página dez, ele se afundou na cadeira da
escrivaninha e releu o artigo pelo qual esteve procurando.
LEMBREM-SE DE ALVO DUMBLEDORE
- Mas o que… não isso não pode ser certo – disse Arthur
- Albus não pode estar morto – ecoou a voz de Minerva
Todos concordaram, pois se o director estivesse morto o que seria do mundo magico.
- Oh caros amigos, eu fico muito lisongeado, mas eu tal como todos vocês sou mortal. – disse um Albus sorridente. – Pode continuar Minerva.
Por Elphias Doge
Eu conheci Alvo Dumbleadore aos onze anos, em nosso primeiro dia em Hogwarts. Nossa
atração mútua se devia sem dúvidas pelo fato que ambos nos sentíamos como estranhos.
Eu havia contraído sífilis Draconiana logo antes de chegar à escola, e assim que não era
mais contagioso, a visão de mim esburacado e com um tom esverdeado não encorajava
muitos a se aproximarem de mim. No que o concernia, Alvo havia chegado em Hogwarts
sob o fardo de uma notoriedade indesejada. Praticamente um ano antes, seu pai,
Percival, foi condenado por um ataque selvagem e de conhecimento geral a três trouxas
jovens.
Essa informação fez todos olharem espantados para o director, pois ninguém sabia disso. O director apenas acenou para todos e encorajou Minerva a continua a ler.
Alvo nunca tentou negar que seu pai (que estava condenado à morte em Azkaban) havia
cometido esse crime; pelo contrário, quando eu tomei coragem para perguntá-lo sobre
isso, ele me afirmou que sabia que seu pai era culpado. Além disso, Dumbledore se
recusava a falar sobre o ocorrido, apesar de muitos tentarem fazê-lo falar disso. Alguns,
além disso, estavam dispostos a endossar a atitude do pai de Alvo, e assumiam que ele
também odiava trouxas. Eles não podiam estar mais enganados. Assim como qualquer
um que conhecesse Alvo pode atestar, ele nunca revelou de maneira remota qualquer
tendência anti-trouxas, e além, seu determinado apoio aos direitos dos Trouxas renderam
muitos inimigos nos anos subseqüentes.
Em questão de meses, porém, a fama do próprio Alvo começou a se sobrepor aquela de
seu pai. Ao final do primeiro ano ele nunca mais seria conhecido como o filho do Odeia-
Trouxas, mas nada menos que o mais brilhante estudante já visto na escola. Aqueles de
nós que éramos privilegiados de ser seus amigos, nos beneficiamos do seu exemplo,
para não falar de sua ajuda e encorajamento, com o qual ele era sempre generoso. Ele
confessou para mim mais tarde na vida, que ele sabia desde aquela época que o seu
maior prazer se encontrava em lecionar.
Ele não apenas ganhou cada prêmio que a escola oferecia, como também mantinha
contato regular com os mais notáveis nomes do mundo da magia naqueles dias, incluindo
Nicolau Flamel, o celebrado alquimista, Bathilda Bagshot, a notável historiadora, e
Adalbert Wafflind, o teórico da magia. Muitos de seus trabalhos encontraram espaço em
publicações conhecidas como Transfiguração Hoje, Desafios nos Encantamentos e O
Prático Pocionista. A carreira futura de Dumbledore parecia ser meteórica, e a única
questão era quando ele iria se tornar Ministro da Magia. Apesar de ser dito algumas vezes
nos anos seguintes que ele estava quase aceitando o emprego, no entanto, ele nunca
teve ambições Ministeriais.
Três anos depois de começarmos Hogwarts o irmão de Alvo, Aberforth,
- Esse não é o dono do cabeça de Javali? – perguntou Lupim ao que Dumpludore novamente acenou fazendo todos ficarem novamente surpreendidos, pois isso também não era algo de seu conhecimento.
chegou à escola.
Eles não eram parecidos; Aberforth nunca foi centro das atenções, e, ao contrário de Alvo,
preferia argumentar através do duelo em vez de utilizar a discussão racional. No entanto,
é errado sugerir, como alguns fazem, que os irmãos não eram amigos. Eles se
relacionavam tão confortavelmente como dois garotos tão diferentes podem fazer. Em
justiça à Aberforth, deve-se admitir que viver à sombra de Alvo não deve ter sido uma
experiência agradável. Sendo continuamente ofuscado era um risco ocupacional de ser
seu amigo, e não pode ter sido mais fácil como irmão.
Quando Alvo e eu deixamos Hogwarts, nós tinhas inteção de seguir o caminho tradicional
à época, visitando e observando bruxos estrangeiros, antes de de perseguirmos nossas
carreiras separadas. No entando, a tragédia interferiu. Na véspera de nossa viagem, a
mãe de Alvo, Kendra, morreu, tornando Alvo arrimo da família. Eu adiei minha partida o
suficiente para prestar minhas homenagens no funeral de Kendra, e então parti para o
que seria então uma jornada solitária. Com um irmão e uma irmã mais novos para tomar
conta, e com pouco dinheiro deixado para eles, não havia como Alvo me acompanhar.
Aquele foi o período das nossas vidas em que tivemos menos contato, eu escrevi para
Alvo, descrevendo, talvez insensivelmente, as maravilhas da minha jornada, como
quando quase não consegui escapar de quimeras na Grécia, assim como as experiências
do Egípcios alquimistas. As suas cartas me diziam pouco sobre seu dia-a-dia, que eu
imaginava ser frustrante e tediosa para um mago tão brilhante. Imerso em minhas
próprias experiências, foi com horror que eu ouvi, ao final do meu ano de viagens, que
mais uma tragédia atingiu Dumbledore: a morte de sua irmã, Ariana.
Todos olharam pesaroses para Albus, pois nunca ninguém imaginou que ele tivesse passado por tamanhas tragédias.
Apesar de Ariana ter estado em má saúde por muito tempo, a temporada após a morte de
sua mãe, teve um profundo efeito em ambos irmãos. Os mais próximos de Alvo - e eu me
incluo como um sortudo nesse meio - concordam que os sentimentos de responsabilidade
de Alvo pela morte de Ariana (apesar de obviamente ele não ter culpa nenhuma),
deixaram sua marca nele para sempre.
Eu voltei para casa e encontrei um jovem rapaz que tinha experimentado o sofrimento de
uma pessoa muito mais velha, Alvo estava mais reservado que antes, e com o coração
muito menos brilhante. Em adição à sua miséria, a perda de Ariana levou, não à uma
reaproximação entre Alvo e Aberforth, mas para um estranhamento.(Em tempo isso iria
mudar - anos mais tarde eles reestabeleceram se não uma relação próxima, cordial ao
menos.) No entando, ele raramente falava de seus pais ou de Ariana a partir daquela
época, e seus amigos aprenderam a não mencioná-los.
Outras penas vão descrever os triunfos dos anos seguites. As inúmeras contribuições de
Dumbledore para o conhecimento Bruxo, incluindo a descoberta dos 12 usos de sangue
de dragão,
- Parece que ainda vou descobrir mais 3 – disse Albus sorridente, mas ao mesmo tempo tentando tirar aquele ambiente de tristeza do ar.
que beneficiarão as gerações por vir, assim como a sua sabedoria que ele
demonstrou nos váriso julgamentos que fez quando Chefe Bruxo do "Wizengamot". Ainda
se diz, que nenhum duelo bruxo se comparou àquele entre Dumbledore e Grindelwald em
1945. Aqueles que testemunharam, escreveram do terror e respeito que sentiram ao
observar esses dois extraordinários bruxos duelarem. O triunfo de Dumbledore e suas
consequências para o mundo da magia, são considerados um ponto de mudança na
história mágica, comparável à introdução do Estatuto Internacional de Segredo ou à
queda d'Aquele-que-não-deve-ser-nomeado.
- Deve-se referir ao período de 11 anos de paz a que a carta se referia – disse Remus pensando alto.
Alvo Dumbledore nunca foi orgulhoso ou vaidoso, ele podia encontrar algo a se valorizar
em qualquer um, no entanto aparentemente insignificante e cabisbaixa, e eu acredito que
suas perdas iniciais o beneficiaram com uma grande humanidade e simpatia. I vou sentir
a falta de sua amizade mais do que eu posso falar, mas minha perda não é nada
comparada com a perda do mundo da magia. Que ele era o mais inspirador e mais
amado de todos os diretores de Hogwarts não se pode questionar. Ele morreu enquanto
vivia: trabalhando sempre para um bem maior, e como sempre, disposto a estender a mão
para um garotinho com sífilis Draconiana como ele estava no dia em que o conheceu.
Harry terminou de ler mas continuou a observar a figura que acompanhava o obituário.
Dumbledore estava com o seu familiar e gentil sorriso, mas ao olhar por cima de seus
oclinhos de meia-lua, ele deu a impressão, até mesmo em uma foto, de olhar através de
Harry, cuja tristeza se fundia com um senso de humilhação. Ele pensou que conhecia
Dumbledore bem,
- Isso dá a ideia de que vocês eram próximos, obrigado Professor – disse Lilly realmente agradecida, pois mesmo com tudo o que o seu filho passou, ao menos ele teve certamente a ajuda de Dumbludore.
mas desde que leu esse obituário ele foi forçado a reconhecer que ele
mal o conhecia na verdade.
Nunca havia antes imaginado a infância ou a juventude de Dumbledore, era como se ele
apenas houvesse existido como Harry o conheceu, respeitável, de cabelos pratas e velho.
Isso fez os marotos darem uma risada, pois era exactamente assim que eles se sentiam.
A idéia de um Dumbledore adolescente era simplesmente estranha, como tentar imaginar
uma Hermione estúpida ou um Explosivim amigável.
- Parece que o gosto por mulheres inteligentes faz mesmo parte da família Potter – disse um Sirius sorridente, ganhando também um Sorriso de James.
Ele nunca havia imaginado perguntar à Dumbledore sobre o seu passado. Sem dúvida
pareceria estranho, até mesmo impertinente, mas em verdade, era de conhecimento geral
que Dumbledore participou daquele duelo lendário com Grindelwald, e Harry não havia
pensando em perguntar a Dumbledore como foi que aconteceu, e nem sobre qualquer
outra de suas conquistas famosas. Não, eles haviam sempre discutido Harry, o passado
de Harry, o futuro de Harry, os planos de Harry...
- Isso deu ainda mais a certeza a Lilly de que o professor sempre tinha estado por perto de seu filho a ajudá-lo e fez-a ficar mais descansada sobre seu filho, pois soube que de uma maneira ou de outra Dumbludore o protegeria.
e parecia agora que, apesar de seu
futuro ser tão
perigoso e incerto, que ele havia perdido oportunidades únicas quando ele falhou em
perguntar a Dumbledore mais sobre ele, mesmo sabendo que a única pergunta pessoal
que ele havia perguntado ao seu diretor, foi a única que ele suspeitava que Dumbledore
não respondeu honestamente.
- "O que você vê quando você olha no espelho?"
- "Eu me vejo segurando um par de grossas meias de lã."
Isso fez todos sorrirem, mas ao mesmo tempo imaginarem que espelho seria esse.
Depois de pensar demoradamente, Harry rasgou o obituário fora do Profeta, dobrou-o
cuidadosamente, e o enfiou dentro do primeiro volume de Defesa Mágica Prática e Em
Uso
Contra as Artes Negras. Então ele jogou o resto do jornal na pilha de lixo e virou-se para
encarar a sala. Estava muito mais arrumada. As únicas coisas que continuavam fora do
lugar era o Profeta Diário do dia, ainda em cima da cama, e em cima dele o pedaço de
espelho quebrado.
Harry andou através da sala, afastou o fragmento de espelho do Profeta Diário do dia e
desdobrou o jornal. Ele tinha apenas olhado a manchete quando ele retirou o jornal
enrolado do correio coruja naquela manhã e jogou-o de lado, depois de constatar que não
falava nada sobre Voldemort. Harry tinha certeza que o Ministério estava pressionando o
Profeta para suprimir notícias sobre Voldemort.
- Se a situação está tão má como lemos no capitulo anterior é possível que o Ministério da Magia esteja mesmo a fazer isso – reflectio Moody.
E apenas naquele momento, entretanto,
que ele viu o que havia deixado passar...
Na extensão da metade inferior da capa do jornal, uma pequena manchete pairava acima
de uma pequena foto de Dumbledore que caminhava parecendo estar com pressa.
DUMBLEDORE - A VERDADE ATÉ QUE ENFIM
A ser lançada semana que vem, a história chocante do gênio imperfeito que é
considerado por muitos como o maior Bruxo de sua geração. Desfazendo-se dessa sua
popular imagem serena, sabedoria de barba prateada, Rita Skeeter
- Eu odeio essa mulher, mesmo tendo começado a pouco tempo a escrever ela já tem alguma popularidade, embora isso seja porque ela difama as pessoas. Mulher irritante. – Disse Sirius, quem já tinha tido o " prazer " (lêem o sarcasmo) de a conhecer.
revela a infância
conturbada, a juventude transviada, os desafetos vitalícios e os segredos culposos que
Dumbledore levou para sua tumba. POR QUÊ o homem cotado para ser Ministro da
Magia se contentou em permanecer como diretor? QUAL era o real propósito da
organização secreta conhecida como a Ordem da Fênix? COMO foi que Dumbledore
encontrou seu fim?As respostas para essas e outras questões são exploradas na
explosiva nova biografia A Vida e as Mentiras de Alvo Dumbledore, por Rita Skeeter,
entrevistada exclusivamente por Betty Braithwaite, na página 13 interna.
Harry abriu o o jornal e achou a página 13. O artigo era encabeçado por uma foto
mostrando outro rosto familiar; uma mulher usando óculos com gemas com cabelos
encaracolados, seus dentes cerrados naquilo que claramente era pra ser um sorriso de
vitória, apontando seus dedos para ele. Fazendo o melhor possível para ignorar essa
imagem nauseante,
- Nós sabemos o que isso é mini Potter – disse Sirius fazendo todos concordarem com ele.
Harry continuou a ler.
Pessoalmente, Rita Skeeter é muito mais calorosa e suave que os seus famosos retratos
de pena sugerem.
- Ui então não é? – isso voltou a arrancar risos.
Cumprimentando-me no hall de sua aconchegante residência, ela me
leva diretamente para a cozinha para uma xícara de chá, uma fatia de bolo inglês e
começamos a falar das últimas fofocas.
" Bem, obviamente, Dumbledore é o sonho de qualquer biógrafo," diz Skeeter. "Uma vinda
longa e ocupada. Tenho certeza que meu livro será o primeiro de uma série de
muitos."Skeeter certamente estava a postos. Seu livro de 900 páginas foi terminado
apenas 4 semanas depois da misteriosa morte de Dumbledore em Junho. Eu a questionei
sobre como ela gerenciou essa obra super rápida. "Oh, quando você já foi uma jornalista
por tanto tempo como eu fui, trabalhar com prazos curtos se torna natural. Eu sabia que o
mundo da Magia estava clamando pela história completa e eu queria ser a primeira a
contemplar essa necessidade."
Eu menciono a recente, amplamente publicada declaração de Elphias Doge, Consultor
Especial para o "Wizengamot" e amigo de longa data de Alvo Dumbledore, de que "O livro
de Skeeter contém menos verdades que uma carta de um sapo de chocolate."Skeeter
curva sua cabeça para trás e ri.
" Querido Dodgy! Eu me lembro de entrevistá-lo alguns anos atrás sobre os direitos dos
sereianos, Deus o abençoe. Completamente gagá, parecia estar pensando que
estávamos sentados no fundo do Lago Windermere, ficava me falando para tomar
cuidado com as trutas."
- Vêem como eu disse, totalmente difamadora.
E as acusações de Elphias Doge de imprecisão já ecoaram em muitos lugares. Será que
Skeeter realmente sente que nossas quatro curtas semanas foram o suficiente para obter
uma visão geral e completa da vida longa e extraordinária de Dumbledore?
" Oh, minha querida" sorri Skeeter, envolvendo carinhosamente minhas falanges. "Você
sabe tão bem quanto eu quanta informação pode ser gerada por uma sacola gorda cheia
de Galeões, uma recusa de ouvir a palavra 'não' e uma bela e afiada Pena de Notas-
Rápidas! As pessoas estavam ansiosas por se livrar das sujeiras de Dumbledore de
qualquer maneira.
Não, é da mãe e da irmã que eu fico intrigada, e um pouco de insistência revelou um
ninho de histórias - mas, como eu disse, vocês terão que esperar pelos capítulos 9 ao 12
para detalhes completos. Tudo o que eu posso falar agora é que eu entendo porquê
Dumbledore nunca falou como quebrou o nariz."Deixando os podres familiares de lado,
será que Skeeter nega o brilhantismo que levou Dumbledore à muitas de suas
descobertas mágicas?
" Ele era um crânio", ela concorda, "apesar de que agora muitos se questionam se ele
pode levar todo o crédito por todas as suas supostas conquistas. Como eu revelo no
capítulo 16, Ivor Dillonsby diz que já havia descoberto oito usos do sangue de dragão
antes de Dumbledore 'emprestar' seu trabalho." Mas a importância de alguns dos feitos de
Dumbledore, não podem, eu me arrisco a dizer, ser negados. E sobre a sua famosa vitória
sobre o bruxo Grindelwald?
" Oh, agora eu estou grata de você ter mencionado Grindelwald," diz Skeeter com um
sorriso tentador "Eu receio que aqueles que acreditam cegamente na vitória espetacular
de Dumbledore devem se preparar para uma bomba - quem sabe uma bomba de bosta.
Negócios muito sujos. Tudo que irei falar é que não tenham absoluta certeza que houve
mesmo um duelo lendário. Depois de terem lido meu livro, as pessoas podem ser
forçadas a concluir que Grindelwald simplesmente conjurou um guardanapo branco da
ponta de sua varinha e ficou quieto!"
Skeeter se recusa a revelar qualquer coisas mais nesse assunto intrigante, então nos
direcionamos para a relação que irá fascinar seus leitores mais do que qualquer outra.
" Oh, sim" disse Skeeter, consentindo rapidamente, "Eu dediquei um capítulo inteiro para
toda a relação Potter-Dumbledore. Ela tem sido chamada de insalubre, até mesmo
sinistra.
- Oh, mas quem é que aquela v… pensa que é – disse uma Lilly totalmente irritada.
- Senhorita Potter! – ralhou Minerva.
- Desculpe professora, mas olhe só o que ela disse – disse Lilly uma vez mais à beira das lágrimas o que a fez ganhar olhares compreendedores de todos.
Mais uma vez, seus leitores terão que comprar meu livro para ter acesso à toda
história, mas não há dúvida de que Dumbledore interessou-se além do normal com Potter
pelo que se diz. Se era realmente para o interesse do garoto - bom, nós veremos. É
certamente um segredo conhecido de que Potter teve a mais conturbada das
adolescências.
- Oh o meu bebé – lamentou-se Lilly.
-Lembra-te que esta mulher é uma metirosa – disse Sirius tentando animar a ruiva, embora por tudo o que já tinham lido até aqui, ele temia que ela tivesse razão apenas neste assunto.
Eu pergunto se Skeeter ainda está em contato com Harry Potter, a quem ela fez uma
entrevista famosa ano passado; uma consensuosa entrevista na qual Potter falou
exclusivamente sobre a sua convicção de que Você-Sabe-Quem teria voltado.
" Oh sim, nós desenvolvemos um elo próximo," diz Skeeter. "O pobre Potter tem poucos
amigos de verdade, e nós nos encontramos num dos momentos mais desafiadores de
sua vida - O Torneio Tribruxo.
- EI, EI, mas esse torneio não foi suspendido pelo número de morte que causava – disse Frank
- Parece que já provamos que o Jovem Potter atrai todo o tipo de perigo – Surpreendentemente quem falou foi Minerva que estava preocupada que o jovem Potter fosse ser como seu pai, mas ao mesmo tempo preocupada com o garoto.
Eu sou provavelmente uma das poucas pessoas vivas que
pode dizer que conhece o verdadeiro Harry Potter."
- Que hipócrita – exclama Remus surpreendendo a todos, pois a sua personalidade é normalmente calma.
O que nos leva diretamente aos vários rumores que ainda circulam sobre as últimas horas
de Dumbledore. Será que Skeeter acredita que Potter esteve lá quando Dumbledore
morreu?
- OH, era só isso que faltava, ele já passou por tanta coisa, ele não merece ter de perder mais ninguém chegado e ainda como cúmulo ver a morte deste. – Voltou a chorar Lilly sendo consulada por seu marido.
" Bom, eu não quero falar demais - está tudo no livro - mas testemunhas oculares dentro
do castelo de Hogwarts viram Potter sair correndo da cena momentos depois que
Dumbledore caiu, pulou ou foi empurrado. Potter mais tarde deu evidências contra Severo
Snape,
Isso fez todos prenderem a respiração e olhar acusadoramente para Severus, que por sua vez estava sem saber o que sizer.
-Ora seu grande… - começou a dizer Sirius partindo para cima de Snape, mas sendo impedido por Moody.
- O livro disse para não julgar ninguém, então vamos apenas esperar até ao fim do livro para sabermos quem deve realmente ser punido.
um grande desafeto de Potter. Será tudo o que parece? Cabe à comunidade
bruxa decidir - assim que eles lerem meu livro."
Com essa intrigante deixa, eu me retirei. Não há dúvidas que Skeeter escreveu um bestseller
instantâneo. As legiões de adoradores de Dumbledore, podem também estar
tremendo, sobre o que está próximo de ser revelado sobre o seu herói.
Harry sentou bruscamente na cama. O pedaço quebrado de espelho saiu voando para
longe dele, ele o pegou e ficou girando em seus dedos, pensando em Dumbledore e nas
mentiras com as quais Rita Skeeter o estava difamando...
Um clarão do mais brilhante azul. Harry congelou. Seu dedo machucado passando na
ponta afiada do espelho novamente. Ele havia imaginado isso, ele deve ter imaginado.
Ele olhou por cima de seu ombro, mas a parede era da cor pêssego que a Tia Petúnia
havia escolhido. Não havia nada azul aqui que o espelho pudesse refletir. Ele olhou
dentro do fragmento de espelho novamente e não viu nada, além do seu próprio olho
verde olhando em resposta pra ele.
Ele havia imaginado isso, não havia outra explicação, porquê ele esteve pensando no seu
falecido diretor. Se alguma coisa era certa, era que os olhos azuis brilhantes de Alvo
Dumbledore nunca mais o penetrariam com seu olhar.
- E é o final. – concluiu Minerva
Antes que qualquer um falasse algo, uma pequena nota apareceu em cima da mesa.
- Mas o que… - ia para dizer Frank, mas depois se lembrou de que na carta veio a dizer que apareceriam notas para explicar factos que apareceriam no livro e que eles não entenderiam. Então pegou a nota e começou a ler.
Olá a todos mais uma vez, bem acho que neste capitulo aparecem algumas informações um pouco confusas, então eu irei esclarecê-las. Primeiro de tudo no seu quarto ano em Hogwarts Harry participou no torneio tribruxo, mas foi tudo uma artimanha de Voldemort, nesse ano Harry junto com Cedric, um colega de Hogwart ganharam juntos o torneio. Mas no fim do circuito do troneio houve uma armadilha na qual cedric foi morte e Harry foi utilizado para fazer reviver Voldemort de uma vez por todas, depois disso Harry tentou dizer a todos que Voldemort tinha voltado, mas ninguém acreditou nele, ele foi tido até mesmo como mentiroso. No seu quinto ano todos continuavam a pensar que Harry tinha mentido, esse foi também um ano muito complicado para Harry, foi no fim desse ano que Sirius Black morreu. Harry pensava que Sirius tinha sido capturado por Voldemort, mas tudo não passava de uma armadilha e no fim foi Sirius e a Ordem de Fénix quem acabou por salvar Harry e seus amigos. Sirius foi morte por sua prima Belatriz Lestrange com um AVADRA KEDRAVA e caiu dentro so véu. O seu sexto ano não foi melhor, nesse ano Harry juntamente com Dumbludore estavam a tentar descobrir mais sobre Voldemort. O fim desse ano resultou na morte do Director, a qual Harry Potter assistiu, mas não pode fazer nada pois o directou usou nele um feitiço paralisador, logo seguidamente o tapando com a capa de invesibilidade. Como devem ter reparado neste capitulo Harry não vai voltar a Hogwarts, ele vai continuar o que ele estava a fazer com Dumbludore antes deste morrer. Harry já aceitou que o seu destino é matar Voldemort e assim ele o fará.
Agora para desanuviar o ambiente lembrem-se que eu disse que poderão mudar o futuro, então não fiquei demasiado abalados com as descobertas que vão fazendo ao longo do livro.
Já agora James, Harry será mesmo um grande jogador de quadribol, ele entrou logo no primeiro ano de Hogwarts recrutado pela Professora Minerva, para o lugar de buscador, diziam que ele herdou o talento para esse desporto de ti, ele foi até mesmo o capitão da equipa, embora devido a motivos relacionados com você-sabe-quem foi durante pouco tempo.
Por agora é tudo.
A.S.P.
No fim de lerem a carta ninguém sabia o que pensar ou o que sentir. Na sala reinavam sentimentos de tristeza, dor, confusão, mas também de esperança, felicidade e de orgulho.
Já que eu não falhei uma semana eu posto agora este para compensar, embora eu ainda não saiba, mas provavelmente não poderei postar no próximo fim-de-semana, pois vou ter alguns testes importantes para a semana, mas eu depois compenso. Se acharem a história confusa, especialmente as notas de A.S.P. digam-me, pois eu terei todo o gosto em me esforçar ao máximo a melhorar. Sem mais nada a dizer.
Respostas aos Reviews:
Biancah: Obrigada pela explicação e espero que continues a ler a fic!
Vanessa E. Potter: Sim eu vou continuar. Quanto ao Moody eu acho que ele ainda não descobriu completamente, mas está quase! Bem eu não posso dar logo as respostas, né? Se não depois a fic perde a graça! LOL
Clarizabel : Podes escrever na mesma, quem sabe as tuas ideias são melhores que as minhas!
Marina Viana: Obrigada e aqui está o próximo capitulo!
bjS
