Olá meninas, serio n to me aguentando e postando os capítulos mesmo sem comentários...
Espero que gostam de conhecer nosso Dom Ed delicia... *-*
Capítulo Dois
Edward Cullen se recostou na cadeira de couro e esfregou os olhos. Um olhar no relógio lhe disse que ele tinha estado na sala do chat on-line do clube por mais de quatro horas.
A sala de bate-papo on-line era um serviço que o clube fornecia, por uma taxa significativa, para os membros do clube de longa distância que queriam aconselhamento, apoio, ou para compartilhar informações e experiências sobre o estilo de vida dominante.
Alguns dos homens, confusos sobre sua necessidade de dominar, tinham apoio e ajuda para conseguir entender esta necessidade. Alguns procuravam conselhos sobre a melhor maneira de usar os brinquedos disponíveis para dar a uma mulher o prazer final.
Outros, como um com o qual Edward vinha tentado lidar nas últimas horas, parecia o inferno disposto a usar sua natureza dominante como uma desculpa para machucar ou abusar das mulheres.
Ele digitou ainda outra resposta, perguntando-se o que seria necessário para chegar até este assim chamado Dominante.
Eu já lhe disse que machucar sua submissa não é o ponto. O erótico SOMENTE dói!
O pensamento de que este homem tiranizava e machucava as mulheres, desculpando seu comportamento com a pretensão de ser um Dom o enfureceu. Ele adoraria poder cortar este cara fora, mas não podia desistir da oportunidade de tentar chegar até ele.
Mas eu pensei que a principal meta de um Dominante é fazer com que uma mulher implore. Você mesmo disse isso. Eu aprendi que a dor faz uma mulher implorar muito bem.
Edward não conseguiu evitar se perguntar quantas vezes Isabella tinha implorado nas agressões, os estupros, para a dor parar. Um Dom quer sua submissa implorando pela liberação. Não implorando para que a dor pare!
Seu objetivo é lhe dar o máximo de prazer, prazer que ela só pode encontrar com você.
Então, qual é o ponto em ter chicotes, e braçadeiras, e plugues para enfiar em suas bundas, se você não pode usá-los?
Edward passou a mão no rosto cansado. Nas mãos de um Dom experiente e paciente, estes itens podiam dar um grande prazer à submissa. Ele usaria tais coisas em Isabella, fazendo-a sentir nada além de prazer quando gozasse, gritando seu nome.
Você pode usá-los se for seguramente para dar somente a dor ERÓTICA e prazer à submissa. Seu prazer virá de fazê-la tão excitada que ela vai deixá-lo fazer o que quiser com ela. Ela vai implorar para você tomá-la como quiser. Você deve controlá-la com seu próprio prazer. Só então você vai estar no comando.
Como vou saber o que elas querem? Todas querem algo diferente. Estou no comando muito mais rápido se elas estão em dor!
Os punhos de Edward apertaram em fúria. Ele se perguntou se era isso que Mike, o ex-namorado abusivo de Isabella pensava.
Não as machuque! Qualquer dor deve dar prazer, e não deve ser cruel ou excessiva. Você deve prestar atenção! É preciso tempo, paciência e compreensão. Seja paciente e observe sua sub de perto, para ver como ela se ajusta a cada nova experiência. Preste muita atenção à sua reação. Você não deve perder nem a mais leve nuance de sua resposta.
Edward mal podia esperar para começar com Isabella. Ele adorava um desafio. Isabella não seria dominada, mas seria um desafio tentar. Mal podia esperar para começar a ensiná-la quanta paixão se escondia dentro daquele pequeno corpo voluptuoso. Primeiro, contudo, ele tinha que conseguir que ela confiasse nele.
Como eu vou gozar se estou muito ocupado prestando atenção nela?
Edward suspirou e esfregou a parte detrás do pescoço, exasperado. Por que esse cara não faz um favor a todo mundo e apenas se masturba?
Você precisa ser paciente. Tome seu tempo para conhecer sua sub bem. Seu prazer será muito maior se ela estiver tão excitada que quer liberação mais do que quer seu próximo fôlego.
A cadela que eu fôdo costumava gostar quando eu batia em sua boceta. Eu fiz isso para ela o tempo todo, como ela queria. Agora ela não quer mais. Como diabos eu devo saber o que elas querem se não conseguem entender suas fodidas mentes?
Previsível idiota. Sem nenhuma imaginação de merda em tudo.
Você deve manter tudo novo. Você tem que mantê-la adivinhando. Não se torne previsível. O previsível é chato. Pratique despertá-la apenas com palavras. Um bom Dom pode conseguir uma mulher muito excitada usando apenas palavras.
"Eu só posso imaginar as conversas que você tem com suas subs. Talvez falar vá mantê- lo fora de problemas, ou pelo menos vai deixá-las saber no que está dentro,"
Edward murmurou para si mesmo.
Então você acha que eu deveria ter uma nova sub?
Edward fez uma careta, murmurando para si mesmo novamente. "Eu acho que você deve arranjar uma boneca inflável."
Você deve passar um tempo aprendendo sobre sua mulher. Atrase seu prazer. Você tem que ver o dela. Uma vez que pode controlá-la, você vai estar no comando.
Como diabos eu posso estar no comando se ela consegue todo o prazer?
"Por que eu sinto que estou batendo com a cabeça contra uma parede, porra?"
Um Dom controla uma submissa com seu próprio prazer! Você nunca pode estar no comando, a menos que você aprenda a lhe dar um prazer maior do que ela já conheceu. Então você deve ensiná-la a adiar seu prazer. Você vai ter que fazer isso por ela a princípio. Aprenda os sinais de sua iminente liberação, aí então você pode mantê-la na borda sem deixá-la ultrapassar. Mas não por muito tempo. Quando ela tiver um orgasmo, o atraso fará com que seja muito mais forte.
As cadelas que eu fôdo todas querem gozar imediatamente. Vou ter que conseguir uma nova. Encontrei uma boceta que eu quero. Ela não é uma sub, NÃO AINDA. Eu sei que posso dominá-la. Puta esnobe! Ela não quer nada comigo. AINDA. Mas vou ensiná-la como ser uma boa pequena sub.
Foda-se! Ele esperava como o inferno que esta mulher continuasse a evitar esse imbecil. Ele tinha que conseguir chegar até ele.
Não! Você não pode tomar uma mulher contra sua vontade! Isso é ESTUPRO! Ela deve ser adulta em consentimento.
Sua mandíbula cerrou, lembrando-se da raiva que sentiu quando ficou sabendo dos espancamentos e estupros de Kelly. Ele faria tudo que pudesse para se certificar de que isso não aconteceria com outra mulher.
Eu não vou estuprar ninguém. Ela quer. Tenho que ir trabalhar agora. Tchau.
Edward se recostou e suspirou quando o assinado Mestre X saiu. Ele fechou os olhos, cansado, se perguntando se tudo o que disse tinha penetrado. O pensamento desse cara machucando essas mulheres o enfurecia. Ele só podia esperar que ele não fizesse a elas o que tinha sido feito com Isabella.
Isabella tinha perdido a capacidade de confiar. Levara semanas para ganhar apenas uma pequena porção, que ele entesourava. Com tempo e paciência, sabia que poderia ganhar mais.
Outro olhar no relógio lhe disse que ela já tinha terminado o trabalho do dia. A loja que ela e Rosalie possuíam já estaria fechada há quase uma hora. A hora finalmente tinha chegado de mostrar a Isabella exatamente como às coisas poderiam ser boas entre eles.
Sabia que ela seria a submissa perfeita para ele, e mal podia esperar para começar. Ia mantê-la tão satisfeita, que ela não pensaria em sexo de outro jeito nunca mais. Ansioso para colocar seu plano em ação, ele se empurrou fora de sua mesa de madeira maciça e se encaminhou para a porta.
Quando o interfone em sua mesa soou, ele conteve sua irritação. Deu dois passos largos e apertou o botão. "Sim, Sebastian?" "Mestre Edward, há uma Isabella Swan aqui para vê-lo."
Isabella tinha conseguido fazer algo que poucos já fizeram. Ela o pegou de surpresa. Recostando-se na mesa, ele se perguntou o que a trouxera aqui, quando nunca tinha vindo antes. Pensamentos de seu ex-namorado chegando à cidade passaram por sua mente.
"Onde ela está?" A voz fria de Sebastian com um leve sotaque francês veio através do interfone. "Eu a acompanhei até a sala de estar privada." "Vou descer."
Isabella apertou as mãos sobre os joelhos quando elas tremeram tão mal que bateram juntas. Por que tinha vindo aqui? Tinha perdido a cabeça? Quando chegou, o mordomo muito formal não tinha demostrado nenhuma surpresa ao encontrar uma mulher na soleira. Ele a tinha levado para esta sala como se as mulheres aparecessem na porta todos os dias.
Oh Deus! Ela não podia fazer isso. Ela tinha que fazer isso. Se ele tinha ensinado às outras mulheres como desistir do controle, ele podia ensiná-la. Não era por isso que ela estava aqui, afinal? Para ser uma dessas mulheres?
Isa pulou. Quantas mulheres teriam vindo aqui pela mesma razão? Quantas delas Edward havia tocado? Quantas ele teria fodido? Ela se tornaria apenas mais uma em uma longa lista? Ela correu para a porta, amaldiçoando os saltos que tinha calçado. Tinha que sair daqui! Tinha que haver outra maneira de fazer isso.
Isa congelou em suas trilhas quando os ombros de Edward encheram a porta. "Indo há algum lugar, amor?" Isabella sentiu seus mamilos apertarem. Cruzou os braços sobre o peito, esperando parecer indiferente enquanto tentava esconder.
Edward nunca tinha usado um carinho com ela antes, e certamente nunca tinha usado esse tom de voz. O olhar em seus olhos a chocou em imobilidade. Fogo possessivo atirava de seus olhos escuros enquanto ele a olhava de um jeito que nunca fez antes. Eles reluziam de emoção, uma que ela não teve tempo para discernir antes que ele a encobrisse, permitindo-a ver apenas a diversão gentil que normalmente lhe mostrava.
Isa podia ouvir sua própria respiração irregular no silêncio pesado. Ela engoliu dolorosamente, tentando acalmar seu coração disparado, enquanto Edward fechava a porta atrás dele e ficava de braços cruzados sobre o peito, zombando de sua postura. Ele arqueou uma sobrancelha para seu silêncio contínuo, e ela levou vários segundos antes de lembrar que ele tinha feito uma pergunta.
"Eu, hum, eu queria, hum. É melhor eu ir." Isa foi hesitante para à porta, sabendo que teria que passar por Edward para sair. Ao invés de ir para o lado, ele se aproximou, segurou seu cotovelo, e a girou de volta para a sala. Em pânico, ela tentou se afastar.
Edward simplesmente firmou seu aperto e a levou de volta para a cadeira estofada que ela havia desocupado recentemente. Ele se moveu para uma cadeira de couro a poucos metros longe, que ele angulou para ficar de frente a ela. Isa começou a fugir adiante. Ela não deveria ter vindo. Por que não tinha pensado nisso um pouco mais antes de sair de casa? Ela tinha que sair daqui.
"Se você sair dessa cadeira, vou tomá-la como um convite para remar seu traseiro." Isa sentiu seus olhos se arregalarem e seu coração galopar como se fosse explodir através de seu peito. Seus mamilos apertaram dolorosamente e ela sentiu uma corrida incrível de umidade entre as coxas. Ela já havia se sentido assim antes?
Se, ela não se lembrava. Ele tinha acabado de ameaçar espancá-la? E por que o pensamento disso a excitava? Ela tinha sido espancada muitas vezes antes e nunca se excitara. Sabia que seus olhos estavam arregalados enquanto o olhava. Este era um Edward muito diferente do que ela tinha lidado antes. Oh, ele tinha a mesma beleza escura, os mesmos olhos azuis escuros, e a mesma armação muscular magra.
Um Edward mais escuro brilhava agora, como se um véu tivesse sido levantado. Ela sempre o conhecera como paciente e gentil, mas sempre com uma boa diversão em seus olhos. E, embora a observasse e esperasse pacientemente por ela, como se lhe dando tempo para se resolver, ela viu uma agudeza em seu olhar que nunca tinha sido dirigido a ela antes.
Isa baixou os olhos e limpou as palmas suadas nos joelhos trêmulos, alisando o material de seu vestido nervosamente. Quando ele falou, ela olhou para cima por baixo dos cílios abaixados. "Não que eu não esteja feliz que você veio me visitar, amor, mas você nunca fez isso antes. Posso perguntar por que você de repente decidiu fazê-lo agora?"
Sua voz definitivamente soava diferente. A forma intensa como ele a olhava a fez tremer. Para seu espanto e horror, também fez sua boceta apertar e chorar. Ela nunca tinha sentido uma necessidade como essa antes. Estar perto de Edward geralmente a enchia de uma consciência crescente, mas este Edward a afetava mais, muito mais.
Ela o encarou, hipnotizada pelo olhar em seus olhos. Quando ele levantou uma sobrancelha elegante, ela percebeu que, mais uma vez, ele esperava por uma resposta. Isa limpou a garganta e lutou para encontrar algo para dizer. Ao enfrentar a intensidade do domínio de Edward, ela teria que repensar seu plano.
"Eu só, hum, queria vê-lo." Isa sorriu trêmula na continuada leitura de Edward. "Pensei que poderíamos jantar." Vários segundos se passaram.
Edward viu Isabella se contorcer enquanto ele a considerava atentamente, e se perguntou se ela realmente achava que ia conseguir se safar mentindo para ele. Culpava a si mesmo. Tinha permitido que ela fugisse bastante, porque sabia que ela trabalhava duramente para se recuperar de uma relação abusiva, e não queria assustá-la.
Mas ela tinha chegado tão longe quanto podia sozinha. Tinha chegado a hora de segurar as rédeas e reivindicar sua mulher. "Mentir para mim deixa minha mão coçando para deixar seu traseiro tão vermelho que você não será capaz de se sentar para jantar. Última chance, amor. Por que está aqui?"
Edward viu sua amada ficar vermelho-brilhante e baixar os olhos. Permitiu que ela se safasse dessa por agora, sentindo que ela precisava se esconder para falar com ele. Logo ela ia aprender que sequer essa pitada de se esconder dele seria tolerada.
"Preciso de sua ajuda."
O sussurro mal soou mesmo na sala silenciosa. Suas mãos tremiam enquanto ela alternadamente juntava e alisava a bainha do vestido. Ela estava exuberante e deliciosa no vestido azul, sua figura curvilínea mostrando à perfeição. Ele mal podia esperar para ver a cor dos mamilos que cutucavam as taças do vestido, ou como sua bunda deliciosa se encaixaria em suas mãos quando deslizasse seu pau nela.
Ele se recostou na cadeira tentando parecer relaxado. Na realidade queria rasgar aquele lindo vestido azul fora dela. Deslocando em seu assento, ele escondeu uma careta, não mais surpreso com o aperto inevitável em sua virilha ao redor dela. Edward, conhecido por seu controle formidável, sentiu aquela rédea curta deslizar com ela.
Perceber que a amava o abalara. Esperar que ela estivesse pronta para uma relação física com que ele havia estendido seus nervos ao ponto da ruptura. Ele ia cuidar de qualquer problema que a tivesse trazido aqui.
Então, poderia finalmente se concentrar em seduzi-la e lhe mostrar o prazer que ele poderia lhe dar quando lhe ensinasse o prazer de abrir mão do controle. "Com o que você precisa de minha ajuda, amor?"
Lembrando-se de seu pensamento antes, ele fez uma carranca. "Mike não te contatou, não é?" "Não, não, nada disso." Isa sabia que não tinha lidado com isso bem, mas este Edward mais potente a tinha deixado tão nervosa e excitada, que estava tendo dificuldade em manter seus pensamentos juntos.
A confiança que tinha sentido antes dele entrar na sala havia desaparecido, e sabia que estava agindo como uma idiota. Ela fechou os olhos, tomando várias profundas respirações calmante, ciente de que Edward a observava e esperava por uma resposta.
"Acho que estou pronta, hum, para intimidade física novamente," ela deixou escapar antes que perdesse a coragem. "Sim, você está." Edward concordou calmamente. "E?"
Eita, ele queria que ela dissesse isso. Isa se mexeu, desconfortavelmente ciente da resposta de seu corpo ao escrutínio contínuo de Edward.
"Ouvi dizer que você, hum, aceita mulheres como clientes para ajudá-las, hum, com o que for que você as ajuda." Ela acenou com a mão em desdém. "Eu quero contratá-lo."
Pensando na natureza dominante de Edward e sua capacidade de estar com ele do jeito que ele exigiria, ela adicionou, "Quero saber se posso desfrutar do sexo de novo e se posso aprender a desistir do controle no quarto."
Por longos momentos, silêncio encheu a sala. Isa baixou os olhos, e seu olhar, inadvertidamente, veio descansar em sua virilha. A protuberância que viu lá, apenas a deixou mais nervosa. Ela poderia precisar reconsiderar isto. Tinha ido preparada para enfrentar o Edward que ela conhecia, e não esta versão mais… Intensa.
Tinha a sensação de que ele seria ainda mais esmagador, uma vez que estivessem no quarto. Baixando os olhos para descansar em suas mãos apertadas no colo, ela os fechou não de todo certa se poderia lidar com isso.
"Olhe para mim, Isabella." Isa olhou para cima sem pensar, reagindo automaticamente ao comando de aço nas palavras suavemente articuladas.
"Não tomamos mulheres como clientes. Nunca."
"Mas eu pensei – "
"Nós, porém, ajudamos as mulheres a entender e aprender os prazeres de ser submissa. Elas estão aqui quando treinarmos os Doms. É uma educação para todos os envolvidos."
Isa começou a saltar fora de seu assento. Lembrando-se da ameaça de Edward, ela o olhou com cautela e se sentou de volta.
"Então, as mulheres são tocadas pelos Doms que você está treinando?" "Sim, junto com Jake, Alec e eu." Sua boca se curvou.
"Quando o treinamento do dia está terminado, algumas também vão até a sala do clube e apreciam ser o centro das atenções com nossos membros."
Isa podia sentir o sangue drenar de seu rosto. Ela sabia que nunca poderia deixar todas aquelas pessoas tocá-la. Só o pensamento de um bando de estranhos colocando as mãos em seu corpo nu a enchia de repulsa e medo.
Ela sacudiu a cabeça. "Não posso fazer isso. Não posso deixar todas aquelas pessoas me veem nua, ou me tocar."
Ela olhou para Edward com súplica. "Não há outro jeito? Não quero que os membros do clube me vejam nua. A maioria deles mora aqui, pelo amor de Deus! Eles são meus vizinhos!" Ela respirou fundo. "Não quero ser tocada pelos Doms que você está treinando também. Não posso fazer isso. Eu simplesmente não posso. Você não pode fazer isso? Quero dizer, eu conheço você. Eu estava esperando que fosse você quem, você sabe?"
Isa se forçou a ficar quieta enquanto Edward a estudava através dos olhos encobertos. Ela não tinha nenhuma ideia dos pensamentos que passavam em sua mente. Ela se mexeu irrequieta; Incerta se o tinha ofendido. Embora tivessem passado bastante tempo juntos nas últimas semanas, ela não o conhecia intimamente o suficiente para ser capaz de lê-lo.
Ela ficava nervosa com ele. Tinha aprendido cedo a ler Mike. Reconhecer seus humores a tinha salvado mais de uma vez de ser espancada e estuprada. Ela observou enquanto Edward batia o dedo contra o queixo, pensativo.
"Vejamos se entendi o que você quer de mim." Isa prendeu o fôlego quando Edward continuou.
"Você quer que eu tente fodê-la, para ver se você é capaz de ir até o fim?" Isa tragou nervosamente.
Por que tinha soado tão terrível quando ele disse isso? Ela sacudiu a cabeça em sua própria estupidez. "Não, não, não é assim."
Mantendo a cabeça baixa, ela o olhou nervosamente. "Eu quero ficar com você." De repente tímida, ela lambeu os lábios. Tinha que fazê-lo ajudá-la. "Só que estou com medo, e você sempre foi muito paciente comigo."
Quando ele não disse nada, Isa o olhou suplicante. "Você não entende? Quero fazer sexo, mas tenho medo de não conseguir deixar ir. Você é um Dom. Você sabe como me ajudar a fazer isso."
No silêncio continuado de Edward, Isa sentiu seus olhos se encherem de lágrimas. "Droga, Edward. Estou cansada de deixar o que Mike fez comigo arruinar minha vida. Quero viver novamente. Quero poder ter sexo de novo. Por favor, você vai me ajudar?"
O coração de Isa saltou uma batida quando Edward ficou de pé e pairou sobre ela. Automaticamente, ela se recostou na cadeira. Seus mamilos apertaram dolorosamente enquanto seu estômago cerrava. Edward a enjaulou, apoiando uma mão em cada um dos braços da cadeira. Os olhos segurando os dela, fazendo-a se sentir como se ele pudesse ver sua alma. Eles queimaram com um conhecimento que ela não entendeu. Nada poderia tê-la preparado para o que ele disse a seguir.
"Pelas próximas seis semanas, você fará tudo que eu lhe disser que faça. Você vai usar o que eu lhe disser que use, e todo seu tempo livre vai pertencer a mim. Vou ensiná-la a confiar em mim e em todas as coisas. Você não terá nenhum controle no que eu faço com você. Vai fazer o que eu disser para fazer sem perguntas ou hesitação. Se você hesitar ou me questionar, você estará sujeita ao castigo, da maneira que eu achar melhor."
Isa sentiu arrepios a percorrer toda. "Você vai confiar que eu sei o que você é capaz de tolerar, com relação a ambos, prazer e dor. Você vai responder a cada pergunta que eu fizer verdadeiramente e imediatamente."
Isa sentiu seus olhos se arregalarem. Ela nunca tinha ouvido Edward falar assim antes. Não era de admirar que os homens viessem aprender com ele. No que ela tinha se metido? Seu corpo zumbiu, despertado além da crença, mesmo enquanto tremia, pensando no que ele poderia ter em estoque para ela.
Seu toque desde que entrou na sala tinha sido completamente impessoal. Ele a seduziu apenas com suas palavras. Como seu corpo reagiria quando seu toque se tornasse mais íntimo?
"A única forma de parar o que você sentir que não pode lidar," ele continuou no mesmo tom, "será você dizer as palavras 'luz vermelha'." Isa assistiu quando Edward se endireitou, recuando vários metros, as mãos nos quadris.
"Se você disser essas palavras, vai parar tudo." Quando Isa franziu o cenho, Edward assentiu. "Tudo, Kelly. Sem confiança, não temos nada. Não seremos nada mais do que duas pessoas que vivem na mesma cidade. Você aceita estes termos?"
Isa sentiu a queda de seu estômago. Encontrou-se totalmente encurralada. Se fosse embora agora, nunca saberia se ela e Edward teriam uma chance. Ela o amava. Confiava nele como nunca tinha confiado em outro homem. Poderia confiar o suficiente para ser tão vulnerável quanto uma mulher poderia ser com um homem?
Isa só sabia que poderia se arrepender pelo resto de sua vida por não ter tomado essa chance. Também tinha que aceitar o fato de que se aceitasse, não haveria como voltar atrás. "O que acontece depois de seis semanas?" Isa perguntou cautelosamente.
"Em seis semanas, nosso acordo acaba. Nesse momento, você já vai estar se entendendo melhor do que nunca. De várias maneiras. Depois disso, vamos conversar de novo."
Em seu silêncio, ele arqueou uma sobrancelha. "Você aceita minhas condições?" Ela podia fazer isso. Ela tinha que fazer isso.
Ela tinha seis semanas com Edward, seis semanas para ver se poderia ser o tipo de amante que ele precisava. Seis semanas a partir de agora, ela teria as respostas que precisava para seguir com sua vida.
"Posso te perguntar uma coisa?" Isa se mexeu desconfortavelmente.
"Claro, amor." Seus olhos eram gentis, embora ainda quentes.
"Haverá outras mulheres, quero dizer, hum, eu sei que você treina Doms e..."
"Eu não vou foder ninguém além de você pelas próximas seis semanas. E se você sequer pensar em deixar alguém tocá-la, é melhor pensar de novo."
Isa respirou fundo e cruzou as mãos no colo. "Então, eu aceito suas condições." Edward manteve o rosto em branco, cuidadoso para não deixar seu alívio se mostrar. Não fodia as subs que vinham para o clube, mesmo as que vinham com seus Doms que compartilhavam.
Ele, Jake, e Alec não fodiam mulheres indiscriminadamente. Eles faziam sexo, com certeza, mas apenas com as mulheres que eles realmente queriam fazer sexo.
Edward não fazia sexo com outra mulher desde que o ex-marido de Rosalie atacou Isabella e Rosalie. Ver Isabella machucada o enfureceu. Vê-la tentar ajudar sua amiga ferida tinha despertado algo nele que não sabia que existia.
Semanas depois, ele percebeu que a amava. Desde então, tinha tomado tempo e paciência para chegar perto dela. Seu medo dos homens ainda se mostrando. Congratulando-se a cada pequena vitória enquanto sua guarda baixava com ele mais e mais, Edward lutou para não mostrar a suprema satisfação que sentiu à primeira vez que a excitara.
Cada dia depois disso, ele a empurrava ainda mais, aumentando a altura de sua excitação a cada chance que tinha, utilizando anos de experiência e conhecimento do corpo de uma mulher em sua vantagem.
Ele tinha acabado de decidir que a mulher que queria reivindicar como sua finalmente estava pronta para ele começar sua educação e ela aparecia aqui, lhe dando a oportunidade em uma bandeja de prata. Ele agora tinha seis semanas de total controle e acesso exclusivo ao corpo de Isabella.
Não poderia ter pedido mais. Ao final das seis semanas, ele a teria direto onde a queria. Ia devagar com ela. Ia diminuir o ritmo, sabia que era isso que Isabella precisava. Ao final de seis semanas, ela já teria esquecido tudo sobre seu ex-namorado abusivo. Então, ele ia reivindicá-la.
Mas, primeiro, ele tinha que descobrir tudo que Mike tinha feito com ela. Precisava limpar toda a feiúra do passado de sua mente. Puxando uma cadeira para se sentar direto à sua frente, Edward se sentou, e segurou suas mãos. Não queria perder nada.
"Olhe para mim, Isabella." Quando seus olhos se ergueram, ele começou. "Quantos homens você fodeu?" Ele ignorou seu estremecimento em seu linguajar direto. Chocá-la lhe daria a verdade. Planejava chocá-la muito mais no futuro próximo.
"Um."
"Seu ex-namorado, Mike foi o único homem que já te fodeu?"
"Sim." Quando ela tentou puxar as mãos, Edward simplesmente firmou seu aperto, com cuidado para não machucá-la. "Não tente se afastar de mim. Tenho mais algumas perguntas."
O pânico em seus olhos o puxou. Ele levou suas mãos até a boca, pressionando os lábios em suas juntas brancas. "Calma, amor. Só preciso saber um pouco mais. Isso vai me ajudar saber o que você precisa para desfrutar do sexo de novo. Você veio para mim, porque confia em mim, e sabe que posso ajudá-la, lembra?"
Em seu aceno hesitante, ele continuou. "Você já o levou em sua boca?" Edward cerrou os dentes quando ela assentiu enquanto lágrimas enchiam seus olhos.
"Por que isso a faz chorar? Você não gostava?" O sussurrado, "Não," quebrou seu coração.
"Você não queria?" Isabella sacudiu a cabeça. "Não, ele, ele me obrigava." "O que mais ele te obrigava fazer?" Quando ela hesitou, ele de propósito afiou seu tom. "Responda Isabella, agora. Tudo."
Quando ela puxou as mãos fora de seu aperto, ele permitiu, engaiolando-a ao se inclinar para frente com um braço em cada lado dela. "É constrangedor," ela murmurou enquanto ficava vermelha.
Edward levantou uma sobrancelha. "Você vai ficar bem mais constrangida daqui a pouco. Vai deixar isso pará-la de conseguir o que quer?"
Ele manteve suas feições cuidadosamente educadas quando seus olhos se arregalaram e ela sacudiu a cabeça. Ele escondeu um sorriso quando ela ergueu o queixo desafiadoramente. "Não. Não vou deixar nada em meu caminho. Não vou deixar o que Mike fez comigo arruinar a minha vida."
"Ótimo. Agora, diga-me o que foi feito com você. Tudo." Quando ela hesitou, ele rosnou ameaçadoramente. "Agora! Ou você vai se encontrar sobre o meu joelho e sua bunda vai ficar mais vermelha do que seu rosto."
"Ele me estuprou. Ele me bateu e me estuprou! Repetidas vezes! Em todos os lugares. Pronto. É isso que você queria saber?"
Levou todo o controle de Edward não juntá-la nos braços. Ternura viria mais tarde. Quando você lanceia uma fervura, tem que colocar todo o veneno para fora.
"Ele estuprou sua boceta?" "Sim." "Sua boca?" "Sim." "Seu traseiro?" "Sim." "Você alguma vez gostou do sexo com ele, talvez no início?"
Edward podia ver sua luta pelo controle, os soluços diminuindo a cada fôlego. "Foi tudo bem no início," ela deu de ombros. "Você já teve um orgasmo?" "Não sei. Acho que não."
Edward observou sua carranca. Obviamente ela nunca teve. Se tivesse tido, certamente saberia. Edward franziu os lábios, pensativo, e recostou na cadeira. Teria que ir com muito cuidado. O único sexo que Isabella já tinha experimentado ou tinha sido medíocre ou brutal. Ela nunca tinha conhecido o prazer que seu corpo poderia experimentar, a menos que…
"Você se masturba?" "Sim. Não. Não funciona." "Por que não?" "Nunca tive esse tipo de sentimento até..." "Até o quê?"
Quando Isabella baixou a cabeça, ele alcançou e agarrou seu queixo. "Até o quê? Não me faça fazer a mesma pergunta mais de uma vez, Isabella. Não vou tolerar isso novamente."
"Até que conheci você," ela revelou. Edward assentiu com satisfação. Ele sabia que ela tinha começado a se excitar ao redor dele, mas não sabia se ela o admitiria. "Edward?" "Sim, amor?"
"Terminamos com as perguntas?" Edward podia vê-la tremer. Suas juntas estavam brancas enquanto ela torcia os dedos. "Por enquanto. Por quê?"
"Bem, o que você, hum, disse antes. Que eu ficaria ainda mais embaraçada daqui a pouco. Seja o que for; eu gostaria que você o fizesse antes que eu perca a coragem. Estou realmente com medo."
Ela adicionou o último em um sussurro. Edward cruzou os braços sobre o peito e a olhou pensativo. Não contava em começar esta noite, mas ao vê-la se tornar tão nervosa, ele mudou de ideia. Ia despi-la e explorar seu corpo. Esperava que fizesse um pouco menos nervosa da próxima vez.
E até ia levá-la ao orgasmo, assim ela teria um gostinho do prazer que ele poderia lhe dar a ela.
"Nunca mais pense em me dizer o que fazer com você ou quando." Ele ignorou seu ofego e continuou. "Pelas próximas seis semanas você me pertence. Posso fazer o que quiser com você, sempre que eu quiser. Se eu quiser que você saiba o que vou fazer, eu vou te dizer. Você não pergunta. Está claro?"
Os olhos de Isabella pareciam enormes em seu rosto corado e Edward prendeu o fôlego. Quando ela assentiu, hesitante, ele o soltou devagar, mantendo sua máscara de controle firmemente no lugar. Seus braços coçavam para segurá-la.
Ele ia conseguir sua mente fora de Mike e de seu abuso. Não queria esse imbecil entre eles. Tinha que levá-la a parar de pensar em seu passado. Queria que todo seu foco estivesse nele e seu corpo. Enchê-la com necessidade e expectativa ia fazê-la esquecer de todo o resto. Suavemente ajudando a sair da cadeira, virou-se para levá-la do quarto.
"Onde estamos indo?" Quando ele arqueou uma sobrancelha, ela corou.
"Desculpe. Esqueci." "Tudo bem, amor. Vou ensiná-la se lembrar." Seus lábios tremeram quando ela mordeu o lábio ansiosamente.
"Quanto para onde estamos indo," com uma mão em suas costas, ele a levou da sala. "Estamos indo para cima. Você vai se despir e será contida. É hora de eu inspecionar o que agora me pertence."
Então o q acharam meninas?
Próximo capitulo promete...
se vcs gostaram por favor comentem:)
