lucky you! Mais um!
Não muitos minutos se passaram e ela estava de volta, igualmente nua, e pude ver seu corpo melhor. Era forte e musculoso como havia sentido, mas sua pele era alva e macia. O que mais me chamou a atenção, porém, foi o que estava pendurado entre suas pernas. Com certeza eu não havia sentido aquilo em nossas atividades anteriores. Era uma falo grande, que parecia ser feito de couro, preso por tiras do mesmo material... Não... Não... Isso não era uma boa ideia! Por mais que tenha sido gostoso o que fizemos antes, ia ter que escapar dela dessa vez. Ela não ia por aquela coisa enorme dentro de mim. O do meu finado marido era muito menor do que aquilo e já me incomodava o suficiente!
Sorri para disfarçar e fui me arrastando lentamente para o fim da cama atrás de mim. Ouvi ela dizer mais coisas nessa língua dos brutos e subiu na cama. Eu já estava nervosa e minhas mãos tremiam segurando as cobertas. Com um gesto brusco com uma das mãos eu estava a sua mercê novamente. As mesmas mãos fortes que me deram prazer algumas marcas de vela atrás me prendiam enquanto eu me debatia o quanto podia pra fugir dali. Eu sei que havia decidido fazer tudo o que ela queria pra não apanhar, mas essa me parecia uma situação extrema. Dei-lhe uma bofetada com toda a minha força. Vi seu rosto branco ficar vermelho com a marca de meus dedos, mas ela não se abalou e riu. Ora! Eu lutando por minha vida e essa selvagem ri de mim?
Segurou-me pela cintura e me virou de bruços na cama. Não, não, não... Isso não é nada, nada bom! Onde ela ia por aquilo? Não conseguia me debater embaixo de seu corpo que agora cobria o meu. Com a mão livre puxou meus cabelos para o lado e sussurrou algo em meu ouvido. Minha sentença de morte talvez... Mas eu havia me comportado tão bem!
Senti beijos em meu pescoço e ombros. Levantando um pouco, ela se ajoelhou me levando com ela. Assim que senti seu aperto afrouxar, eu tentei correr, mas apenas engatinhei pela cama e ela me segurou pela cintura novamente, enterrando seus dedos na minha carne tenra. Com um ronco me desferiu um tapa na bunda, que doeu. Muito. Eu gritei, ela riu novamente.
- Escuta, eu estava com medo de morrer, mas você está passando dos limites! Eu vou morrer e assombrar você e puxar seu pé... – minha voz foi diminuindo conforme sentia sua língua em minhas costas e suas mãos massageando meu corpo com deleitosa brutalidade. Eu me sentia derreter novamente com seu toque e seus beijos e lambidas foram descendo até que ela estava novamente me chupando. Não poderia me deixar levar, eu tinha que sair dali. Então me derreti toda e deixei que ela pensasse que estava completamente entregue. Ela me lubrificou toda com sua saliva e meus próprios sucos e mordiscava a ponta do meu clitóris. Foco, Rachel, foco! Era tão difícil ter foco quando tem uma língua quente dentro de você. Nossa. Uau. Ela era realmente boa.
Assim que senti seus braços fora de mim eu disparei em direção a janela! Mas não consegui nem um passo. Fui puxada pelas nádegas e o falo escorregou para dentro. Eu podia sentir seu sorriso atrás de mim, e tão logo a coisa entrou a loira começou o vai e vem vigoroso, comigo esperneando a sua frente. Um outro tapa ecoou pelo quarto, deixando minha bunda vermelha, com certeza. Realmente, nas condições certas, essa seria a noite da minha vida, com aquelas investidas intensas que me empurravam para frente, pois pensando bem, não era ruim. Demorei para me acostumar com aquilo, mas em seguida o sentimento de estar assim tão preenchida me tomou e eu comecei a gemer. Nem me lembrava o porque queria fugir em primeiro lugar.
A barbara suava em minhas costas, e seu suor se misturava ao meu, suas mãos seguravam ferozmente meus quadris, e suas unhas deixavam marcas em minha pele. Eu nunca achei q fosse sentir uma dor deliciosa assim na minha vida. Parecia que eu estava sendo rasgada ao meio do jeito mais maravilhoso que poderia existir. Seus golpes foram diminuindo de velocidade, até que me dava duas entradas duras com o falo e uma suave, que ia fundo e batia gentilmente dentro de mim. A maldita sabia o que estava fazendo! Logo eu era uma bagunça suada e tremia tentando me manter de quatro para ela. Meus dedos eram nós brancos tamanha a força com que segurava nas peles embaixo de mim. Ela pareceu sentir eu abaixando a cabeça e soltando uma das mãos das minhas ancas puxou meus cabelos e abaixou sua cabeça até que num ângulo não muito confortável ela me beijou enfiando a língua em minha boca sem a menor doçura. Ora, eu estava sendo tomada por essa mulher grande e bruta como as éguas eram tomadas nos estábulos de meu castelo, e eu estava adorando cada segundo daquilo.
Comecei q sentir um aperto gostoso nas entranhas novamente e joguei minha cabeça para trás num gemido rouco, caindo em cima da cama. Uma mão da selvagem estava na junção entre meu tronco e minha bunda e a outra em meu ombro direito, me puxando para si em movimentos ritmados que não pareciam parar nunca. Eu conseguia ouvir seu peito chiar e ela grunhir, e sentir suas gotas de suor caindo em minhas costas... Seja lá que instrumento for esse que ela tinha, dava muito prazer a ela também. Seus sons animalescos me excitavam cada vez mais e novamente joguei minha cabeça para trás em um grito estrangulado. Uma mão apertou minha garganta e eu não tinha mais medo, eu poderia morrer agora.
Soltei um suspiro desesperado e ela largou meu pescoço, esfregando cuidadosamente as mãos em minhas costas enquanto eu me deixava afundar nas peles. Meus ouvidos zumbiam assim como meu corpo e minha vagina soltava uns espasmos que me faziam querer gemer novamente. Minha loira empurrava os quadris lentamente para dentro e para fora, aumentando os arrepios que eu sentia. Não segurei mais os pequenos gemidos que dei. Tão logo eu relaxei completamente ela saiu de mim e tirou o falo, jogando do lado da minha cabeça. Era de couro mesmo, uma obra prima de alguma artesã solitária.
Enquanto ela chegava mais perto pude ver que haviam algumas tranças em seu cabelo, e que sendo as pontas quase prateadas, apenas raízes eram de um loiro escuro e sujo. Me distrai com esse pensamento e quando vi, duas coxas musculosas estavam uma de cada lado da minha cabeça. Com um comando que não entendi ela esperou com aquela carne rosa e pulsante bem em cima do meu rosto. Depois de tudo o que passei não me julguei mal por salivar em frente à aqueles pelos loiros e surpreendentemente aparados. Passei minhas mãos por suas pernas e a puxei para mim gentilmente e dei uma primeira lambida em toda a extensão dela. Ela soltou um gemido profundo. Seus clitóris era inchado e proeminente, mas não de um jeito estranho. Era até bonitinho. Resolvi então pôr em prática tudo o que havia aprendido anteriormente e comecei a passar minha língua por toda a umidade. O gosto era um pouco como o meu, mas tinha algo de diferente, não ruim, só diferente. Quando já havia explorado todas as partes disponíveis me concentrei naquele feixe de nervos, mamando nele suavemente deixando minha língua mole passar sobre ele vez ou outra.
A loira jogou a cabeça para trás e começou a gemer. Incrível como até o gemido dela era agressivo. Suas mãos seguravam minha cabeça com firmeza e acariciavam meus cabelos. Desenrolei um de meus braços de suas pernas e passei meus dedos pela sua entrada. Enfiei dois deles com a firmeza que imaginei que gostaria. Seu corpo sofreu um espasmo e meu rosto foi mais pressionado a seu centro. Mordi a ponta do clitóris e passei minha língua nele, massageando-o como ela fizera comigo mais cedo. A tensão aumentava até que um rugido baixo saiu da garganta dela e ela gozou em minha boca e queixo.
Ficamos ali paradas, ouvindo as respirações pesadas uma da outra por um tempo que não sei precisar até que ela saiu de cima de mim e limpou meu rosto e nossas partes íntimas com um pano úmido. Muito cuidadosa para uma selvagem.
Quando ela deitou, me aconcheguei em seu peito e pus meu braço sobre seu tórax, assim como ela me puxou mais para perto dela. Sua voz me acordou quando estava quase me rendendo ao sono dizendo algo.
- Boa noite. – respondi sorrindo.
Comentem para eu saber se gostaram e me sentir amada!
