Siempre

By Dama 9

Nota: Os personagens de Saint Seya não me pertencem, apenas Aishi, Heitor e Harmonia são criações únicas e exclusivas minhas para essa saga.

Boa Leitura!


Capitulo 3: Ação e Reação.

.I.

Dirigia calmamente pelas ruas de São Paulo, por incrível que pareça alguns lugares continuavam os mesmos; ele pensou, ouvindo tocar no radio uma musica qualquer, mas estava alheio a isso.

-Onde estamos indo? –Shura perguntou, quase jogando metade do corpo para fora, para ver os lugares onde passavam.

-Você já vai ver; Aioros falou, dando um baixo suspiro, era a quarta vez que ele fazia a mesma pergunta.

-O que é ali? –Aiolia perguntou, apontando para aparentemente um grande galpão, pelo menos da perspectiva que ele via.

-Estação da Luz; o sagitariano respondeu, enquanto dava a seta para virar a direita.

-Onde es-...;

-Na Pinacoteca, Shura; Saga o cortou impaciente.

-Como você sabe? –o espanhol perguntou, vendo-o visivelmente irritado com suas perguntas.

-Se você lesse as placas saberia qual caminho estamos fazendo; o geminiano rebateu com um sorriso sarcástico.

-Puff! –Shura resmungou, sentando-se melhor no banco, cruzando os braços, emburrado.

-Depois eu que sou infantil; Aiolia provocou.

-O que disse pirralho? –o capricorniano perguntou, voltando-se para ele com a Excalibur já cintilando.

-Parem com isso, não preciso lembra-los de que aqui, vocês têm que agir como civis normais, não é? –Aioros perguntou, fitando-os pelo retrovisor.

-Você manda, mano; Aiolia falou, engolindo em seco.

-Ainda bem que são só três dias; Saga murmurou, vendo Aioros assentir, visivelmente cansado daquelas brigas entre os dois.

.II.

Abriu o porta malas, guardando a mala da jovem lá dentro, antes de adiantar-se abrindo-lhe a porta da grande limusine, como um perfeito cavalheiro.

-Obrigada; Saori agradeceu, sorrindo, antes de entrar.

Realmente, muitas coisas estavam diferentes desde que estivera ali pela ultima vez, mesmo porque isso já tinha mais de um ano, quando fizera uma visita rápida aos amigos, na semana antes do aniversario de Kamus, quando fora com Aishi, conversar com Hyoga.

Viu o cavaleiro dar a volta no carro, entrando pela outra porta e avisar algo quase num sussurro para o chofer. Detestava chamar a atenção assim, mas não podia ser tão exigente agora; ela pensou, no tempo que o atual vice-presidente da Fundação Graad estaria perdendo, apenas por vir busca-la no aeroporto.

-Então, como estão as coisas no santuário? –Shun perguntou, calmamente.

-Bem, se ignorarmos alguns pequenos por menores do tipo, Kamus de Aquário quase destruindo o observatório, por causa de um ar-condicionado travado, ou o Shion surtando por causa de algum pervertido em potencial assediando a filha dele; Saori começou a citar. –Enfim, tudo na mais perfeita paz; ela completou sorrindo.

-Sabe, algumas coisas são até difíceis de acreditar; o cavaleiro comentou, distraidamente. –É tão estranho ter uma vida normal depois de ver tanta coisa;

-"Certamente"; A jovem assentiu, dando um baixo suspiro ao abaixar a cabeça. –Mas e você, como está? –ela perguntou, curiosa. Lembrando-se que uma das ultimas vezes que se falaram ele dissera que estava bem, ainda namorava June, mas não querendo ser indiscreta, não pode deixar de notar a falta de uma pequena argolinha prateada numa das mãos dele.

-Estou bem, mês que vem termino o mestrado; Shun respondeu calmamente. –Apesar da correria, ainda consigo manter algumas rotinas;

-Do tipo? –Saori perguntou, curiosa.

-Correr na praia no fim do dia, ir na academia, ser arrastado pelo Seiya e os demais para algum lugar, que é melhor não comentar, enfim... Coisas do tipo; ele falou, gesticulando displicente.

-E a June, como está? –a jovem perguntou de maneira hesitante, achando estranho ele citar Seiya e os outros, menos a namorada, nessa rotina.

-Nós terminamos; Shun respondeu impassível.

-Sinto muito; ela murmurou surpresa.

-Não sinta; ele falou calmamente, voltando-se para ela. –Porque nós não sentimos;

-Como? –Saori perguntou surpresa.

-Algum tempo depois daquela ultima vez que nos falamos, bem... Acabaram surgindo algumas divergências de opiniões e perspectivas entre nós. Ela queria permanecer em Andrômeda como mestre e eu, já havia decidido não deixar o Japão, não só pela faculdade, mas pelas coisas que já havia construído aqui. Até o dia que resolvemos sentar e conversar, expondo tudo que realmente queríamos e se valia realmente à pena continuar; Shun explicou.

-Mas...;

-Eu sei, parece até uma forma fria demais de lidar com isso, mas quando duas pessoas decidem começar um relacionamento acontece muito de um ter de ceder para que o outro fique satisfeito, então, chega um ponto que nenhum dos dois sabe mais o que quer e só continuam juntos por conveniência e porque estão acostumados com a presença do outro; Shun falou, calmamente. –Nós somos amigos há muito tempo e decidimos que o melhor seria continuar assim, sem nos magoarmos por reprimirmos coisas das quais, se falássemos tudo seria resolvido;

-...; Ela assentiu, compreendendo.

-Hoje a June esta bem em Andrômeda, as condições de vida na ilha melhoraram muito sob a administração dela e eu, estou aqui; ele falou, sorrindo ao apontar para si. –Agora somos amigos, não temos metade das divergências que tínhamos como casal, o que mais quero é que ela seja feliz e se realize com aquilo que deseja;

-Entendo; Saori murmurou.

Era tão estranho ver um pensamento tão racional assim, estava acostumada a ver metade dos cavaleiros que convivia diariamente consigo, terem um sério problema de comunicação, agora ao voltar para o oriente, encontrava um que não se importava nem um pouco em 'sentar e discutir a relação'. Sem duvidas, muito estranho; ela concluiu, balançando a cabeça freneticamente para os lados.

-Algum problema? –Shun perguntou, franzindo o cenho ao vê-la balançar a cabeça, como se quisesse afastar algo.

-Ahn! Nada não; Saori respondeu, com um sorriso sem graça.

-Bem, parece que estamos chegando; ele falou, mudando de assunto.

Assentiu, vendo através da janela a mansão Kido erguer-se à frente e pensar que pouco antes da invasão ao santuário ela fora praticamente destruída; a jovem pensou, recordando-se das inúmeras batalhas que vieram a seguir.

Aos poucos o carro foi encostando em frente a mansão e um espalhafatoso Tatsume saiu correndo.

-SENHORITA SAORI; ele gritou, enquanto Shun abria a porta do carro, estendendo cordialmente a mão para que ela saísse.

-Obrigada; ela agradeceu sorrindo, embora a face tivesse se tornado levemente rosada ao encontrar os orbes incrivelmente verdes dele cravados sobre si. –Tatusme; Saori falou, desviando o olhar para o mordomo que corria em sua direção.

-Senhorita; o mordomo falou com lagrimas vertendo numa torrente interminável pela face.

Antes que a jovem pudesse fazer algo, foi abraçada por ele, alias, quase esmagada, devido ao abraço forte.

-Estávamos com tanta saudade; Tatsume falou, quase a erguendo do chão.

-Tat-su-me; Saori falou, sem conseguir respirar.

-Tatsume, ela não consegue respirar; Shun falou, cutucando-lhe o ombro.

-Ahn! Ah sim; ele balbuciou sem graça, soltando-a com ar envergonhado. –Mas senhorita, como está?

-Bem obrigada por perguntar; ela falou, com um sorriso calmo, voltando-se para Shun com um olhar de puro agradecimento.

-Bom, Saori agora você esta em boas mãos, vou dar uma passada na fundação e antes do almoço estou aqui; Shun avisou, voltando-se para Tatsume.

-Shun, você poderia avisar a Thouma e Ikki que cheguem mais cedo também, para o grande almoço em homenagem à volta da senhorita; o mordomo falou.

-Tatsume não pr-...;

-Sem duvidas que precisa; ele cortou, antes mesmo que Saori terminasse.

-Tatsume, Saori voltou pra descansar, não para ficar fazendo salinha para alguém; Shun o cortou, vendo-o serrar os orbes irritados, quase saindo correndo atrás da shinai. –Alem do mais, Saori que vai decidir o que ela quer fazer ou não e definitivamente uma festa não é o que ela quer;

-Como você pode dizer isso? –Tatsume falou, quase avançando sobre ele.

-Por favor; Saori pediu, vendo que ambos iriam entrar em atrito.

-Façamos assim, se quer tanto que ela vá a uma festa, hoje à noite posso leva-la a uma; ele falou, desafiando o mordomo com o olhar.

-Como? –a jovem perguntou mais interessada.

-Hoje a noite tem uma festa da faculdade, lá no campus. Se quiser eu lhe levo, mas lá não tem nenhum requinte ou puxa-sacos como alguns que conhecemos, por ai; Shun explicou, lançando um olhar significativo ao mordomo.

-Adoraria; Saori respondeu, sorrindo.

-Mas senhorita; Tatsume ponderou.

-Tatsume, como Shun disse, eu vim para descansar e eu mesma decido o que vou fazer e vou com ele a essa festa hoje à noite; ela falou, decidida.

-Se assim deseja; o mordomo falou amuado.

-Então está decidido, agora tenho de ir; o cavaleiro avisou, aproximando-se da jovem e pegando-a de surpresa ao dar-lhe um beijo suave na maçã rosada do rosto. –Até depois;

-Até; ela balbuciou, sentindo uma forte essência de Armani impregnar-se no ar formando um caminho por onde ele passava.

-Senhorita; Tatsume chamou, vendo-a com o olhar vago.

-Sim; Saori murmurou, balançando levemente a cabeça para os lados. Definitivamente as influencias de Milo de Escorpião eram bastante poderosas, para lhe afetar até ali.

-Vamos entrar, então; o mordomo falou, pegando a mala dela.

-...; A jovem assentiu, seguindo com ele para dentro da mansão.

.III.

Já fazia algum tempo que andavam por aquele jardim, existiam muitas estatuas. O ambiente era incrivelmente agradável. As estatuas que havia ali eram tanto de um período moderno como contemporâneo.

Os amigos olhavam extasiados para algumas estatuas que lhes lembravam bem a arte grega. E por falar em arte grega; ele pensou, dando um baixo suspiro.

Ainda se lembrava da missão que recebera, passar-se por um marchante grego, que estaria levando a pinacoteca do estado de São Paulo, algumas peças de grande valor para uma exposição. Só não contava que tudo aquilo acontecesse.

Era estranho pensar em quanto às deusas do destino eram sádicas, aquela vez dissera a Sheila que ela era a única dona de seu coração, mas quando ela morrera a ultima coisa que lhe pedira era para que jamais deixasse de proteger Athena.

Ainda não conseguia entender o que acontecera naquela noite, quando fora buscar o bebe em um vilarejo ao redor do santuário, alem de reencontrar Eraen, sentiu que algo estava diferente quando teve aquele bebe pela primeira vez entre seus braços. Quem sabe a maior confusão que sentia em sua mente fosse pelo fato do que aquele bebe se transformou.

Numa bela jovem de longas melenas lilás que parecia ocupar constantemente seus pensamentos; ele mesmo respondeu, dando um baixo suspiro.

Ela era a deusa que deveria proteger, fizera esse juramento, mas porque seguir isso de maneira tão fria, agora parecia um martírio. Claro, porque sentia algo a mais por ela, que não fosse aquele 'amor' de cavaleiro para deusa, que mais se resumia em fidelidade, do que algo mais, propriamente dito.

-Aioros; ouviu Saga lhe chamar, balançou a cabeça levemente para os lados, antes de virar-se para ele.

-Sim!

-Você esta longe; Aiolia comentou, enquanto fitava distraidamente uma estatua de arquitetura moderna, que ele estava tentando decifrar o significado, ou pelo menos, o que o artista pensava ao fazer algo tão sem explicação, na opinião deles.

-Bem, vamos entrar? –Aioros falou, apontando para a porta de entrada.

-...; Eles assentiram, notando que ele não queria falar exatamente sobre o que pensara.

Caminhando calmamente, eles subiram alguns degraus em direção as portas principais, mas algo que viu, lhe fez parar quase no ultimo degrau.

-Ai Leandro, não precisa fazer tanto alarde; uma voz bastante conhecida soou pela entrada principal.

-Não é alarde, você sabe que nessa situação você não pode ficar subindo e descendo essas escadas o tempo todo; o rapaz de cabelos castanhos falou, pacientemente, ajudando-a a subir.

-Nessa situação, puff; ela resmungou, ficando emburrada.

-Vamos Sheila, não faça manha; Leandro falou, divertindo-se com a expressão contrariada dela.

-Não tenho culpa se depois que eu subo, lembrando que esqueci de pegar algo aqui em baixo; a jovem respondeu.

-Tudo bem, tudo bem amor. Eu sei, agora vamos; ele falou, carinhosamente. Vendo-a franzir o cenho, antes de continuar a subir, mas mal subiu dois degraus teve de parar para respirar.

–Só mais um mês; Sheila murmurou, como um mantra.

-Calma, logo você vai entrar de licença; Leandro falou calmamente.

-Licença, não mesmo; ela falou veemente, enquanto voltava a subir.

-Não espera realmente ter nosso filho em uma dessa galerias, não é? –ele perguntou, serrando os orbes.

-Agora que você falou...; A jovem começou, com um sorriso matreiro.

-Pode parar dona Sheila, só mais uma semana e você entra de licença; Leandro sentenciou, colocando um ponto final naquela conversa.

-Malvado; ela resmungou, fazendo beicinho.

-E não faça essa cara, dessa vez você não vai me convencer do contrario; ele falou sorrindo, enquanto enlaçava-a pela cintura e terminavam de subir a 'não' tão longa escada.

-Aioros; Saga chamou, cutucando-lhe o ombro.

Piscou seguidas vezes, tentando mover o pé para terminar de subir a escada, mas seu corpo estava completamente paralisado com o que via. Aquilo não era possível, mas e se fosse? Será que estava só sonhando? Se sim, estava na hora de acordar, aquilo estava lhe assustando; ele pensou, sentindo o corpo tremer.

.IV.

Todos estavam se reunindo na sala de jantar, Ártemis sentou-se a seu lado com Heitor e Harmonia em seu colo. As duas crianças pareciam ainda mais agitadas com a presença da jovem, que de certa forma lhe era estranha.

-Acalmem-se crianças; Ártemis pediu, vendo que Harmonia tentava pegar insistentemente um garfo em cima da mesa para cutucar o irmão. –Como é rebelde, não sei a quem puxou;

-Acho que é influencia do nome; Saori brincou, pegando a garotinha de dois anos no colo, enquanto Heitor sossegava no colo da mãe.

-Deve ser; a jovem de melenas douradas falou sorrindo.

-Eu falei para o Shun avisa-los; Tatsume resmungou, surgindo na sala de jantar acompanhando Hyoga e Eiri.

-Saori como vai? –a jovem falou sorrindo, indo cumprimenta-la.

-Bem obrigada e vocês? –ela perguntou, fazendo um malabarismo extremo para abraçar a garota e não deixar que Harmonia saísse pulando de seus braços, como parecia ser a verdadeira intenção da garotinha de intensos orbes verdes e cabelos vermelhos flamejantes.

-Bem; Hyoga respondeu, a cumprimentando. –Mas então, quanto tempo ficara entre nós, espero que bastante dessa vez; ele falou, lembrando-se da ultima visita que ela fizera, na época do aniversario de seu mestre.

-Possivelmente um bom tempo; Saori respondeu, mediante aos motivos que a fazia estará li.

-Da licença; uma voz animada se fez presente na sala.

-Lá vem ele, não da pra ser mais discreto; Hyoga falou, serrando os orbes perigosamente.

-Por favor, não abaixe a temperatura; Saori pediu, adiantando-se.

-Como sabe que ele ia fazer isso? –Eiri perguntou confusa, embora conhecesse bem o noivo para saber as pretensões dele quando irritado.

-Estou acostumada com o Kamus, acredite, ele iria fazer a mesma coisa numa situação assim; ela respondeu, deixando os dedos brincarem distraidamente com uma mechinha vermelha dos cabelos de Harmonia.

-Pelo menos já sabemos de quem ele andou pegando algumas excentricidades; a noiva do aquariano falou.

-Hei! -Hyoga resmungou.

-Certas coisas não mudam; as duas falaram juntas, para rirem em seguida.

-Cadê o povo dessa casa? –Seiya perguntou, entrando na sala de jantar, depois de quase ser barrado por Tatsume.

-Como vai, Seiya? –Saori perguntou sorrindo.

-Bem e você, esta ótima pelo que vejo; ele falou com um sorriso maroto, indo abraça-la.

-Você também; ela respondeu, com a face levemente enrubescida.

-E esses dois pentelhos aqui; Seiya brincou, afagando os cabelos de Harmonia que mostrou-lhe a língua, ficando emburrada. –Eu hein;

-Ela não gosta mesmo de você, Seiya; Hyoga brincou, estendendo os braços para a garotinha e a mesma não pensou duas vezes antes de pular no colo dele.

-É, acho que é uma tendência das 'Harmonias' se darem bem com aquarianos; Saori falou, com ar pensativo.

-E você garoto, não é manhoso que nem ela, é? –Seiya perguntou, indo até Heitor, que deu um sorriso matreiro para ele, quase pulando do colo de Ártemis para o dele. –Viu; o cavaleiro falou, voltando-se para a garotinha, mostrando-lhe a língua.

-Sabe, ainda me perguntou quem são as crianças dessa casa, os gêmeos ou o Seiya; Ikki falou entrando na sala de jantar com Shun e Thouma.

-Acho que isso nem Freud explica; o anjo celeste falou, rindo.

-Hei! – cavaleiro resmungou, indignado.

-Vocês demoraram; Tatsume reclamou, batendo o pé impaciente.

-Largue mão, como se tivéssemos que prestar contas a você; Ikki rebateu, com os orbes estreitos perigosamente.

-Irmão; Shun pediu, colocando a mão sobre o ombro dele, pedindo paciência.

-Vamos almoçar então; Saori falou, quebrando aquele clima tenso.

-Claro; o jovem de melenas verdes falou com um sorriso gentil, enquanto fazia com que todos se acomodassem em seus devidos lugares, antes de gentilmente empurrar Seiya para um lugar bem longe da jovem de melenas lilás, para que pudesse se sentar ao lado dela.

Era bom estar de volta, sentia falta daquele clima que só sentia no oriente, estar entre os amigos e aqueles que passaram por coisas difíceis e ainda estavam ali, construindo suas vidas e aos poucos deixando o passado para trás.

Definitivamente, sentira muita falta deles; ela pensou.

Continua...

Domo pessoal

Gostaram do novo Shun? É, ele vai fazer muita diferença nessa história e vai ser apenas um dos que vão dar muita dor de cabeça para o Aioros. Agradeço de coração por todos os review e fico muito feliz que estejam gostando dessa fic, preparem-se para muitas surpresas.

Margarida minha amiga, agora certamente vc esta em baixo da mesa do pc, ou caiu da cadeira mesmo. Mas antes que vc me pergunte o que aconteceu, aguenta um pouquinho até o próximo capitulo, muitas coisas serão explicadas e o capitulo anterior foi o estopim pra isso.

Até mais

kisus

ja ne...