Se não tiver no minino quatro reviews, história cancelada.
CAPITULO DOIS – EU SOU REBELDE, E VOCÊ?
Gina Weasley
Ser filha de uma cantora famosa, não é nada fácil, podem acreditar.
- GINA WEASLEY!
Molly gritou em alto e bom som.
Gina bufou e desceu as escadas do apartamento em que morava com a mãe.
- Que foi heim?
Molly não parecia muito animada não.
- Eu acabei de descobrir que o seu pai...
- Eu não tenho pai – Gina interrompeu a mãe.
- Você não foi feita sozinha, Gina. Enfim... Eu descobri que ele deixou uma espécie de documento.
- E o que eu tenho a ver com isso?
- Tudo, tudo a ver com isso. Ali diz que se você não obedecer uma certa regrinha, você vai ir morar com uns tios seus lá na Espanha.
- Que regrinha é essa?
- Estudar em Hogwarts Way.
- QUE? Mais nunca. Aquela escola é cheia de patricinhas mimadas e mauricinhos!
- Você prefere ir pra lá ou ir morar com tios que você nem sabia que existia na Espanha?
Gina bufou totalmente indignada.
- Eu te dou um celular novo e um netbook.
- Vou pensar.
Subiu as escadas de volta. Fala sério, ir pra uma escola cheia de patricinhas, ricas e mimadinhas, e garotos mauricinhos e metidos, era o ultimo dos seus planos. Fora que essa escola era um semi-internato! Mas ir morar com pessoas que ela nem sabia que existia na Espanha, também não fazia parte dos seus planos. Mas lá no fundo, o que ela não queria mesmo era sair de perto da sua mãe.
Esticada na cama, ela estava totalmente perdida em seus pensamentos quando, sua mãe entra.
- Sinto muito por isso, Gina. Eu realmente não sabia disso, mas... Eu não quero perder sua guarda.
- E eu também não quero sair daqui. Mas ir pra uma escola de patricinhas e mauricinhos, MÃE!
- Vai ver, seu pai pensou que você não ia ter essa personalidade forte e esse estilo. – argumentou Molly.
- Ok, eu vou. Mas eu quero meu celular e o netbook.
Molly sorriu.
Pov de Gina: Eu até vou me divertir nesse lugar, vou assustar esses mimados. Eu sou rebelde, você?
Hermione Granger
Ser rica, e ter as coisas nem sempre são fáceis, a atenção do pai, é tudo o que Hermione quer.
Hermione estava em seu quarto, com seu closet gigante aberto. Estava ansiosa pela festa da escola. Todos os anos, Umbridge e Dumbledore faziam uma festa de boas vindas para os alunos. Mas sua roupa sendo escolhida, não era para isso. Ela é muito popular, a garota mais popular da escola, e sabendo disso, Umbridge a escolheu para fazer as apresentações aos alunos novos, sejam pagos ou bolsistas.
Ela tinha que estar muito bem vestida para isso: .com/cgi/set?id=47379989&.locale=pt-br
Assim que se aprontou, desceu as grandes escadas da mansão, onde chegou a sala.
- Debby, onde está o papai? – Hermione perguntou ao ver a empregada.
- Está no trabalho, Hermione – Debby respondeu calma – me pediu para avisar, que chega para o jantar.
- Ok – disse Hermione um tanto mais desanimada – vou na escola, é o dia em que eu apresento a escola aos novos alunos.
E entrando no carro preto, o motorista a levou a Hogwarts Way. Chegando lá, notou que Umbridge, uma mulher um tanto baixa, com cabelos escuros e arrumados, suas vestes sempre rosa, a esperava na entrada.
- Srtª Granger – disse Umbridge sorrindo – estava a sua espera. Os alunos novos está perto logo mais a frente.
- E quantos são? – Hermione perguntou tirando os óculos de sol.
- Cinco, dois bolsista e quatro pagantes, um bolsista ligou que não poderia comparecer hoje e dois pagantes também – informou Umbridge – aqui estão os nomes.
Luna Lovegood – bolsista
Padma Patil – pagante
Gina Weasley – pagante – não irá comparecer hoje.
Rony Weasley – bolsista – não irá comparecer hoje.
Draco Malfoy – pagante – não irá comparecer hoje.
- Er... Diretora Umbridge, acho que tem um engano – falou Hermione.
- Qual? Eu conferi essa lista hoje mesmo.
- Tem dois Weasley, e um é pagante e o outro bolsista.
- Ah, sim. É um caso especial. Particular. Vamos em frente?
- Sempre – disse Hermione sorrindo confiante.
Pov de Hermione: De que me adiante ser a mais popular da escola, desafiar, mandar, se meu pai nunca está perto de mim. Eu sou rebelde, e você?
Luna Lovegood
Perder os pais não é nada fácil, mas ela deu a volta por cima, e agora vai seguir em frente com seu sonho.
Luna e Marlene eram as novas moradoras do LOFT mais badalado da Vila Hogsmead. Estavam chegando do interior para que Luna ficasse mais perto da escola e que Marlene seguisse com sua carreira.
- É aqui mesmo, Lene? – Luna perguntou a irmã quando o taxi parou.
- Não podem existir duas Vilas Hogsmead em Londres – afirmou Marlene sorridente. Marlene tinha cabelos loiros escuros, lisos e curtos, olhos azuis muito profundos, e possuía um corpo escultural.
- E onde fica esse loft? – Luna perguntou.
- Ali em frente – falou Marlene sorrindo e apontando para um grande prédio de dois andares, com janelas grandes e de ferro, era pintado em um bordo escuro e a parte de baixo tinha uma porta em ferro pintada em bordo.
Pagaram o taxi, pegaram as malas e seguiram para o loft. Marlene abriu a grande porta de baixo e subiram por uma escada pequena, que não tinha sido pintada, apenas estava com cimento. Chegaram na porta principal do apartamento e tocaram a campainha.
Um homem de cabelos escuros, cacheados, não muito compridos, e com olhos cinzas lindos e uma certa cara de bebê, atendeu.
- Posso ajudar? – ele perguntou.
- Sim, somos as novas moradoras. Luna e Marlene. – apresentou Luna.
- Claro, entrem.
As duas entraram e pararam na sala, que faziam conjunto com a cozinha.
- Você é o Sirius Black, certo? – Luna perguntou olhando um papel que continha as anotações do endereço e tudo mais.
- Sim, o dono.
- Então... Onde ficam os quartos? – Marlene perguntou.
- Logo ali no fundo – falou Sirius – Marlene, certo?
- Só Lene, eu não gosto do meu nome, porque ele não é nome de gente famosa – ela falou meio observando o lugar.
- Não de bola pra ela, ela não bate muito bem da cabeça – sussurrou Luna para Sirius.
- Ok. Eu vou mostrar o lugar...
- Será que pode ser depois? – Luna perguntou – eu tenho que ir pra Hogwarts Way, é hoje o dia das apresentações pros alunos novos.
- Claro – disse Sirius.
- Eu chamo um taxi mesmo – falou Luna saindo e fechando a porta.
Pov de Luna: Eu luto pelo que eu quero, vou até o fim pelos meus sonhos. Eu sou rebelde, e você?
Harry Potter
Ser filho de pessoas importantes não é fácil, principalmente se nenhum deles te apóia no que quer.
Estava saindo escondido para mais uma aula de violão.
- Onde você vai, Harry? – Tiago perguntou ao filho.
- Pra casa de um amigo, ele tem um jogo de vídeo game novo – mentiu Harry.
- Só não demore muito – falou Lílian sorrindo amavelmente.
- Duas horas e to de volta; fui.
Saiu da casa e logo chamou um taxi, não ia se dar ao luxo do motorista contar. O pior era que essa seria a sua ultima aula, logo na segunda suas aulas iam começar e como era um semi-internato, no fim de semana, não ia ter tempo.
Entrou na sala e se sentou na primeira classe. A aula seguiu como normalmente era, o professor lhes ensinava e eles tentavam. Harry ia super bem, desde a sua terceira aula, ele já praticamente dominava algumas notas e musicas.
Assim que a aula acabou, ele saiu e pegou um taxi qualquer para ir para casa. Quando chegou, viu seus pais pronto para tomarem algum lanche.
- Venha aqui, Harry. Estávamos a sua espera – falou Lílian sorrindo.
- Claro.
Apesar de parecerem uma família de bons costumes, educação perfeita e amável, a parte futurística de Harry ficava escondida por de baixo dos panos. Era claro que para Tiago e Lílian, Harry iria seguir a carreira do pai, seria político e fim.
Mas Harry queria ser ele mesmo. Queria seguir uma carreira que ele gostasse. Não o que seus pais queriam.
- Amanhã tem a festa em Hogwarts Way, Harry – avisou Tiago sério – eu e sua mãe estaremos lá com você. Umbridge e Dumbledore deixaram claro que esse ano não haverá problemas no bufet como no ano passado.
Harry teve de se conter para não revirar os olhos.
- Estaremos lá, pai – ele falou.
Pov de Harry: Eu não sou esse garotinho perfeito que meus pais querem, eu luto para conseguir ser quem eu sou. Eu sou rebelde, e você?
Rony Weasley
Mudar de cidade nunca é fácil, ainda mais após a perda de sua mãe e uma perda devastadora de tudo aquilo que ele cresceu.
Rony, seus irmãos Fred e Jorge, que são gêmeos, e seu pai, Arthur, estava chegando a Vila de Hogsmead para ocuparem uma casa simples e alugada. Rony estaria agora estudando em Hogwarts Way como bolsista, e Fred e Jorge iriam trabalhar em um restaurante da vila, chamado Três Vassouras.
- É aqui, certo? – Fred perguntou ao pai.
- Sim. Essa casa mesmo. – confirmou Arthur.
Era uma casa aparentemente de tamanho normal, era pintada em cor creme e suas portas e janelas de madeira eram brancas. O portão era de ferro e pintado de branco.
Entraram na casa e a viram quase toda mobilhada, apenas algumas coisas básicas faltavam, que haviam trazido da antiga casa.
- Vamos começar nos instalando nos quartos e por ultimo arrumamos aqui – mandou Arthur.
Rony iria usar um quarto menos, Fred e Jorge dividiriam um com um beliche e Arthur usaria o ultimo. As economias deles puderam servir para alugarem uma casa maior e com o espaço necessário para o quarto.
A mudança para esse local e bolsa de Rony em Hogwarts Way não eram qualquer coisa. Rony queria descobrir o mistério que envolvia a morte de sua mãe, Elizabeth Weasley e sabia que o lugar que deveria começar era com o local onde encontraria a filha de Franco Granger, o antigo amigo de sua mãe e claro, o dono da fábrica onde seu pai iria trabalhar. Estariam perto e Rony estava certo de que conseguiria descobrir onde tudo aquilo começou e o porque do fim.
Ele sabia que naquela hora já devia estar acontecendo a apresentação para os alunos novos, mas ele havia ligado para a escola, a falado a diretora que ele estaria se mudando na hora. Ela havia perguntado se queria algum horário especial, mas Rony falou que no dia mesmo se virava, ou que falava com alguém na festa de boas vindas da escola.
Rony entrou no quarto, era pequeno, mas o básico: tinha uma cama de solteiro, um guarda-roupa normal, uma cômoda e uma janela branca. Não colocou tudo no roupeiro, apenas se instalou no básico, a final, estaria indo para a escola na segunda e não ia adiantar muito arrumar e desarrumar. Saiu do quarto, e começou a ajeitar algumas coisas pela casa. Logo depois, Fred e Jorge apareceram.
- Maninho, amanhã você tem aquela festa na escola, né? – Jorge perguntou arrumando um abajur na mesa ao lado do sofá.
- Tenho sim, estou vendo ainda se vou – falou Rony – e vocês? Vão fazer o que amanhã?
- Conhecer a vizinhança – falou Fred – e ir no trabalho, né? Temos que saber como funciona.
- Ah é, certo.
Pov de Rony: Eu vim aqui atrás da verdade. Eu quero saber o que aconteceu e nada nem ninguém vai me parar. Eu sou rebelde, e você?
Draco Malfoy
Você deve pensar que vir de duas famílias imensamente ricas é ótimo. Pois não é.
Narcisa estava agora dando o castigo de Draco, por fazer aulas de violão escondido.
- Você para Hogwarts Way! Eu quero ver se você não vai entrar na linha, Draco Malfoy! – ela disse firme e arrogante ao filho.
Draco lutou para não revirar os olhos. Nada, nem mesmo essa escola super cara e cheia de gente chata ia mudar seu jeito de ser.
- Ok, mamãe!
- Amanhã temos uma festa na escola, são as boas vindas para os alunos – Narcisa disse – esteja pronto as sete da noite.
- Sim, mamãe.
- Agora suma da minha frente garoto.
Draco subiu as escadas em espiral da casa e entrou no seu quarto. Mas até que ele ia se divertir naquele lugar, cheio de garotas lindas, arrumadas...
A sua vida não era nem um pouco fácil, pra quem pensa. Sua mãe era ditadora, seu pai viviam em outro lugar, com outra família. Mas ele sempre dava um jeito de se divertir, fazendo piadinhas, rindo, pegando garotas... Enfim. E as vezes, escrevia pequenas letras de musica. Nada de mais.
Mas o que ele realmente gostava de fazer, era tocar violão, e era por causa do violão, que fora parar em Hogwarts Way.
Narcisa havia descoberto que ele fazia aulas escondidas em um lugar que ela julgou publico e nojento. Naquele mesmo dia ela foi a escola e fez a matricula dele.
Mas para Draco, nada disso importava, aos dezoito anos ele tinha direito a sua herança, quer seus pais queiram ou não. E isso era fato.
Como ele teria que ir para a escola na segunda, Draco, sem nada pra fazer, fez suas malas. E escondido, na maior, um violão.
Pov de Draco: A minha acha que pode mandar em mim e nas minhas escolhas, eu só quero me divertir e fazer um som. Eu sou rebelde, e você?
